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| Foto: daqui |
Morreu ontem.
Foi preso três vezes pela PIDE.
Esteve durante uns oito anos nas cadeias do Aljube, Caxias e Peniche, onde foi torturado.
Antes do 25 de Abril, estudou em Moscovo e regressou a Portugal e à clandestinidade, tendo sido o responsável pelo PCP em Lisboa no 25 de Abril.
Posteriormente, tornou-se o braço direito de Álvaro Cunhal.
Carlos Brito assumiu a liderança da bancada parlamentar do PCP durante 15 anos e candidatou-se a Belém em 1980, tendo desistido em apoio a Ramalho Eanes.
Defensor da renovação do Partido Comunista Português, insurgindo-se contra o rumo rigidamente marxista-leninista do PCP, acabou por ser suspenso por um período de dez meses, em 2002, por "comportamento fraccionário", visto que integrava o Movimento Renovação Comunista, um grupo de "renovadores“ dentro do partido. Após essa suspensão, decidiu não regressar às fileiras do PCP.
A 9 de Junho de 1997 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e, a 25 de Abril de 2004, com a Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.
O PCP reagiu ao final da noite, "a pedido de vários Órgãos de Comunicação Social, sobre o falecimento de Carlos Brito", com uma nota: "Sem prejuízo das conhecidas diferenças e distanciamento político, registamos em Carlos Brito o seu percurso antifascista e a sua contribuição na Revolução de Abril, nomeadamente no plano parlamentar".
Foi preso três vezes pela PIDE.
Esteve durante uns oito anos nas cadeias do Aljube, Caxias e Peniche, onde foi torturado.
Antes do 25 de Abril, estudou em Moscovo e regressou a Portugal e à clandestinidade, tendo sido o responsável pelo PCP em Lisboa no 25 de Abril.
Posteriormente, tornou-se o braço direito de Álvaro Cunhal.
Carlos Brito assumiu a liderança da bancada parlamentar do PCP durante 15 anos e candidatou-se a Belém em 1980, tendo desistido em apoio a Ramalho Eanes.
Defensor da renovação do Partido Comunista Português, insurgindo-se contra o rumo rigidamente marxista-leninista do PCP, acabou por ser suspenso por um período de dez meses, em 2002, por "comportamento fraccionário", visto que integrava o Movimento Renovação Comunista, um grupo de "renovadores“ dentro do partido. Após essa suspensão, decidiu não regressar às fileiras do PCP.
A 9 de Junho de 1997 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e, a 25 de Abril de 2004, com a Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.
O PCP reagiu ao final da noite, "a pedido de vários Órgãos de Comunicação Social, sobre o falecimento de Carlos Brito", com uma nota: "Sem prejuízo das conhecidas diferenças e distanciamento político, registamos em Carlos Brito o seu percurso antifascista e a sua contribuição na Revolução de Abril, nomeadamente no plano parlamentar".

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