Via Expresso
"Há semanas que o acordo era dado como perdido pelo Governo, mas o guião foi seguido à risca até ao fim. E no fim a culpa tinha de ser da UGT. “Intransigente”, acusou a ministra do Trabalho no final da última reunião plenária da concertação social, em que anunciou que não havia acordo sobre o pacote laboral, depois de — há 15 dias — ter deixado um ultimato à central sindical: tinha de apresentar propostas concretas ou o Governo faria seguir o diploma para o Parlamento. Acabou por ser a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), na véspera da reunião, a acenar com cedências que pareciam deixar a UGT sem argumentos para rejeitar a proposta do Executivo."É o que temos.
E o que temos inclui um PR (in)Seguro, "que não veta nem sai de cima".
Promulgou essa anormalidade inconstitucional que dá pelo nome de Lei da Nacionalidade, sem pedido de fiscalização dirigido ao Tribunal Constitucional e com uns recadinhos ao jeito da celebérrima “abstenção violenta”.
A esta hora, dado o falhanço na concertação social, a "reforma "laboral" vai para o Parlamento para ser vontade.
Com um bocado de sorte, pode ser que não seja aprovado...
Aliás, esta "reforma laboral", que só surgiu para melhorar a vida do grande patronato, complicou a vida a muitos: desde logo, para além dos trabalhadores, ao (in)Seguro PR e ao Governo de Montenegro...
A esta hora, dado o falhanço na concertação social, a "reforma "laboral" vai para o Parlamento para ser vontade.
Com um bocado de sorte, pode ser que não seja aprovado...
Aliás, esta "reforma laboral", que só surgiu para melhorar a vida do grande patronato, complicou a vida a muitos: desde logo, para além dos trabalhadores, ao (in)Seguro PR e ao Governo de Montenegro...

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