Passaram quase 2 anos: o antigo primeiro-ministro e ex-líder do PSD, Pedro Santana Lopes, participou num debate nas jornadas parlamentares do Chega, em Coimbra, dedicadas ao tema da corrupção.
O Público deu a notícia.
O sempre desejado, no PPD/PSD, Santana Lopes foi dar alento a André Ventura.
Na altura, chegou a pensar-se que o Chega tinha dois candidatos que lhe eram simpáticos: Santana Lopes e Gouveia e Melo.
A extrema-direita estava servida. Aliás, bem servida.
Contudo, não foi bem assim.
Santana nem foi a jogo. Gouveia e Melo saiu do trilho e Ventura foi a votos.
A esquerda acabou por se entender e ganhou Seguro.
Santana Lopes continua na Figueira.
Santana, na Figueira, tem um percurso (e ao mesmo tempo um desafio enorme) a cumprir: evitar o pato-bravismo e a tradicional estupidez da Direita. E, uma responsabilidade acrescida: provar que não representa a mais estúpida Direita figueirense e que não é populista e fútil.
O Público deu a notícia.
O sempre desejado, no PPD/PSD, Santana Lopes foi dar alento a André Ventura.
Na altura, chegou a pensar-se que o Chega tinha dois candidatos que lhe eram simpáticos: Santana Lopes e Gouveia e Melo.
A extrema-direita estava servida. Aliás, bem servida.
Contudo, não foi bem assim.
Santana nem foi a jogo. Gouveia e Melo saiu do trilho e Ventura foi a votos.
A esquerda acabou por se entender e ganhou Seguro.
Santana Lopes continua na Figueira.
Santana, na Figueira, tem um percurso (e ao mesmo tempo um desafio enorme) a cumprir: evitar o pato-bravismo e a tradicional estupidez da Direita. E, uma responsabilidade acrescida: provar que não representa a mais estúpida Direita figueirense e que não é populista e fútil.
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