Estou a ser sincero e realista. A minha vida foi vivida com altos e baixos. Não sei como foi a vossa, mas a minha foi assim. Não me queixo.
Jonathan Swift: "são poucos os que vivem o presente; a maioria aguarda para viver mais tarde."
O presente, este presente, está a ser vil, baixo e mau, o que me perturba.
Nunca vivi acima das minhas possibilidades.
Aliás, acusarem-nos desse abuso num país onde os ordenados médios estão ao nível dos mínimos praticados por toda a Europa, seria um insulto à inteligência do mais burro.
Todavia, quem nos governou e os comentadores do "regime", sempre disseram o que dá mais jeito a quem paga os "tachos".
Somos uns gastadores compulsivos, andámos a viver e a gastar à «tripa-forra».
Por isso, em 2026 temos de aceitar o óbvio: viver no limiar da mendicidade.
Os portugueses (a maioria) estão cada vez pior. Contudo, Portugal (eles os escolhidos e eleitos e suportados pelo povo) está melhor.
"Portugal é o país da OCDE onde as pessoas têm recuperado mais o rendimento", disse esta manhã Luís Montenegro, que falava em Caminha, à margem da inauguração das obras de estabilização do paredão de Moledo
O país está melhor senhor primeiro-ministro?
«Olhe que não«.... A maioria discorda de Montenegro e acredita que a situação vai piorar.
Contudo, esta treta convence muitos. Ao ponto de continuar a levar milhões de totós a continuar a votar neles. Vivemos tempos miseráveis e de razia moral, social, cultural e política.
Tempos difíceis, de facto.
A ideia desta gente é pôr-nos a pedir trabalho dia a dia, mês a mês e por favor, aos donos do bocado - e a receber o menos possível.

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