O desmazelo constitui uma carga de trabalhos para as autarquias. 
Imagem: Diário as Beiras. Para ver melhor, clicar na imagem
Ali para os lados da estação da CP, uma das mais utilizadas entradas da cidade, há um desmazelo tremendo.
Foi promessa de Presidente. Em 23 de Setembro de 2023, o presidente da Câmara da Figueira da Foz pretendia ainda no anterior mandato iniciar a requalificação da entrada da cidade, de forma a melhorar a imagem urbana e a circulação rodoviária. “Vamos apontar para final do próximo ano, princípio do outro, com base num consenso alargado”, disse Pedro Santana Lopes aos jornalistas, na final da sessão de Câmara do dia anterior (22.09.20223), na qual foram apresentadas as propostas do concurso de ideias lançado pelo município.
Santana Lopes colocou-o como prioridade: uma espécie de obra de regime camarário.
Santana Lopes colocou-o como prioridade: uma espécie de obra de regime camarário.
O desassossego dura há vários anos. E tem-se manifestado de várias maneiras.
Santana Lopes, presidente do Município da Figueira da Foz alertou para a degradação de edifício da CP - Comboios de Portugal publicando um anúncio a dar conta do estado degradante do edifício no Diário de Coimbra, edição do passado 19 do passado mês de Março.
Pelos vistos, a iniciativa teve algum efeito. Como se pode ler na edição de hoje do Diário as Beiras, «responsáveis
da CP reuniram-se esta
semana, na Câmara da
Figueira da Foz, com os
vereadores Manuel Domingues, Ricardo Silva
e João Martins, tendo
na ordem de trabalhos
a reabilitação dos edifícios das antigas oficinas da Empresa de
Manutenção de Equipamento Ferroviário,
na principal entrada da
cidade.
Em declarações ao mesmo jornal, o vereador João Martins avançou que o executivo
camarário vincou a posição que mantém desde o anterior mandato
autárquico.
“Demos-lhes conta
de que necessitamos,
com a máxima urgência, que façam uma
intervenção, e aquilo
que ficou acordado foi
que, durante a próxima semana, nos fariam
chegar uma proposta
de intervenção, dando
prioridade ao telhado”.
Se a CP não realizar
as obras necessárias
dentro de um prazo
considerado aceitável, o Município
da Figueira da Foz
assumirá o processo e enviará a fatura
à empresa
do Estado.
João
Martins
ressalvou que o
executivo
municipal, que tem sido implacável com os proprietários privados de
imóveis devolutos e degradados, não exercerá
discriminação positiva
em relação ao património do Estado.
Esta foi, segundo o vereador João Martins, a derradeira reunião. “Vamos aguardar até
à próxima semana para
vermos que plano nos
vão apresentar. Para
nós, já devia ter sido
ontem, não é hoje nem
amanhã”.
A reunião dos vereadores Manuel Domingues, Ricardo Silva e
João Martins com responsáveis da CP foi
mais uma etapa de uma
longa viagem iniciada
no anterior mandato
autárquico que poderá
chegar ao destino em
breve, com uma reunião que juntará o presidente da Câmara da
Figueira da Foz, Santana Lopes, e o responsável máximo da empresa
estatal.»
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