Foto António Agostinho (não consegui a presença do vereador Ricardo Silva junto ao cartaz)
A Câmara da Figueira da Foz está a promover uma campanha a denunciar o incumprimento das responsabilidades da Agência Portuguesa do Ambiente na recuperação de um muro junto à praia do Teimoso.
A campanha assenta na colocação de dois "outdoors" de grande dimensão colocados próximo da zona afetada, com a mensagem "Obra da responsabilidade da APA - Há um ano à espera da APA".
Em declarações à agência Lusa, o vereador Ricardo Silva disse hoje que a autarquia alertou a APA para a situação e avançou sozinha com um projeto de intervenção, tendo apresentado ao organismo público três propostas, em maio de 2024.
"A APA respondeu em junho, dizendo que aceitava duas propostas", salientou o autarca, referindo que a autarquia andou em negociações com o organismo público até o muro acabar por cair.
Segundo Ricardo Silva, posteriormente, os responsáveis máximos da APA foram ao local.
Contudo, o que se tem verificado "é um bocado de inércia por parte deste organismo, comparando com outras situações na costa portuguesa".
"Contrataram o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para emitir um relatório, só que entretanto o tempo vai passando e o município não vê a resolução do problema, nem sabe quando irá começar a intervenção", sublinhou.
O vereador Ricardo Silva recordou que tem existido reuniões entre a Câmara e a APA, mas que mesmo assim os testes geotécnicos necessários prometidos para final de agosto ou setembro ainda não avançaram, numa altura em que se aproxima o inverno.
"Com esta campanha, pretendemos explicar às pessoas que passam no local que não é a Câmara Municipal que vai fazer aquela obra", sintetizou Ricardo Silva.
A agência Lusa tentou obter um comentário do presidente da APA, Pimenta Machado, mas não foi possível o contacto.
A campanha assenta na colocação de dois "outdoors" de grande dimensão colocados próximo da zona afetada, com a mensagem "Obra da responsabilidade da APA - Há um ano à espera da APA".
Em declarações à agência Lusa, o vereador Ricardo Silva disse hoje que a autarquia alertou a APA para a situação e avançou sozinha com um projeto de intervenção, tendo apresentado ao organismo público três propostas, em maio de 2024.
"A APA respondeu em junho, dizendo que aceitava duas propostas", salientou o autarca, referindo que a autarquia andou em negociações com o organismo público até o muro acabar por cair.
Segundo Ricardo Silva, posteriormente, os responsáveis máximos da APA foram ao local.
Contudo, o que se tem verificado "é um bocado de inércia por parte deste organismo, comparando com outras situações na costa portuguesa".
"Contrataram o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para emitir um relatório, só que entretanto o tempo vai passando e o município não vê a resolução do problema, nem sabe quando irá começar a intervenção", sublinhou.
O vereador Ricardo Silva recordou que tem existido reuniões entre a Câmara e a APA, mas que mesmo assim os testes geotécnicos necessários prometidos para final de agosto ou setembro ainda não avançaram, numa altura em que se aproxima o inverno.
"Com esta campanha, pretendemos explicar às pessoas que passam no local que não é a Câmara Municipal que vai fazer aquela obra", sintetizou Ricardo Silva.
A agência Lusa tentou obter um comentário do presidente da APA, Pimenta Machado, mas não foi possível o contacto.

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