Texto: Observador
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Da Figueira da Foz a Óbidos, passando por Pombal e Viseu, trabalhadores do sector hoteleiro a ganhar o salário mínimo pedem fim do bloqueio negocial com a AHRESP.
Texto: Observador
A receita é simples: "ânimo leve"...
O espaço público é de todos — também de quem se desloca de automóvel. A cidade não pode ser pensada apenas para alguns. Uma cidade moderna é aquela que sabe conciliar mobilidade, qualidade de vida, comércio e acessibilidade."
sábado, 29 de agosto de 2026
Os votantes que elegem gente desta, não são vítimas, são cúmplices...
Passados 3 dias, os mesmos deputados municipais da Figueira da Foz - João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião do Chega, dão o dito por não dito e "revogam desfiliação"!..
Via Diário as Beiras
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
O PSD, o novo modelo turístico para "reinventar" Albufeira e a Figueira...
Mais do que reagir só a um acontecimento criminoso, entendemos que este é o momento para iniciar publicamente uma reflexão séria, sobre o modelo de turismo que queremos para o futuro de Albufeira.»
Logo de seguida vem a reflexão.
«Albufeira é o segundo maior destino turístico de Portugal. Cresceu, afirmou-se internacionalmente e construiu ao longo de décadas uma economia fortemente ligada ao turismo. Mas os destinos turísticos evoluem e precisam de saber adaptar-se aos novos tempos.
Outros destinos turísticos, no estrangeiro já perceberam que chega um momento em que é necessário passar da quantidade para a qualidade. Muitos já conseguiram. Albufeira tem de percorrer esse caminho, preservando sempre a nossa identidade, as nossas tradições e os nossos bons costumes.
Requalificar o turismo não significa afastar quem nos visita, nem transformar Albufeira naquilo que não somos. Significa atrair um turismo que crie mais valor, que respeite a nossa cidade, as nossas gentes e a forma como escolhemos viver.
Queremos continuar a receber todos de braços abertos, como sempre fizemos, mas quem escolhe Albufeira deve respeitar Albufeira, os seus habitantes, o espaço público e os nossos bons costumes.
As nossas praias, a gastronomia, o património, o comércio local, as tradições e, sobretudo, a identidade e a hospitalidade das nossas gentes são parte essencial daquilo que torna o nosso concelho único.
Queremos uma Albufeira moderna, competitiva e cosmopolita, mas também segura, autêntica, fiel às suas raízes. O desenvolvimento turístico não pode fazer-se à custa da qualidade de vida de quem aqui reside, da descaracterização da nossa cidade ou da aceitação de comportamentos que não respeitam a nossa comunidade.
Requalificar significa também recuperar determinadas zonas da cidade para o turismo em famílias e para os residentes, e combater de forma firme comportamentos que degradam a imagem de um destino construído ao longo de várias gerações.
A segurança é uma parte fundamental desta transformação. No mandato anterior foram dados passos importantes, com o reforço policial apoiado pelo Governo, a implementação do sistema de videovigilância e o Código de Comportamentos. Mas é necessário continuar e fazer mais.
O PSD de Albufeira defende uma estratégia para um novo ciclo do turismo, envolvendo o Governo, o Município, os empresários, as associações, as forças de segurança e socorro, os operadores turísticos e a população.
Não podemos continuar apenas a discutir quantos turistas recebemos. Temos de discutir que turismo queremos, quanto valor deixa no concelho, como respeita a nossa comunidade, e que Albufeira queremos deixar às próximas gerações.
Outros destinos tiveram a capacidade de se reinventar e elevar o seu posicionamento turístico. Albufeira também tem essa capacidade.
É tempo de afirmar Albufeira como um destino mais qualificado, mais seguro, mais sustentável e com maior valor acrescentado, preservando a nossa identidade, as nossas tradições e os nossos bons costumes.
Queremos continuar a receber bem. Mas receber bem também significa exigir respeito por quem cá vive, por aquilo que somos e pela terra que é nossa.
O PSD de Albufeira estará ao lado de todos aqueles que queiram construir este novo ciclo para o turismo e para a nossa cidade.»
O PSD defende que Albufeira deve evoluir de um modelo assente sobretudo na quantidade de turistas para outro “baseado na qualidade e no valor acrescentado, preservando simultaneamente a identidade local, as tradições e a qualidade de vida dos residentes”.
O presidente da câmara da Figueira é militante do PSD.
Será que partilha desta ambição do partido de que é militante para Albufeira, ou vamos continuar como o low-cost figueirense de destino de toneladas de lata rolante que vem desaguar nas nossas praias, estaciona anarquicamente e sem respeito por ninguém (o Cabedelo é um exemplo estupendo...), ou aqueles que vêm mostrar o Tesla, estacionam onde querem, almoçam e zarpam?..
Trabalhadores da restauração e hotelaria em protesto amanhã
«Os trabalhadores do setor da hotelaria
e restauração vão estar
amanhã em protesto na
Figueira da Foz.
O Sindicato de Hotelaria do Centro realiza, a partir das 14H30, uma concentração junto a restauração do Bairro Novo, na rua do Casino, com afixação de faixas e distribuição de documentos à população. Uma hora depois, a concentração desloca-se para as imediações da Torre do Relógio. As iniciativas visam denunciar o bloqueio da contratação coletiva por parte das associações patronais do setor (AHRESP, AHP, APHORT, AHISA e AHETA), que recusam responder às propostas de revisão dos Contratos Coletivos de Trabalho apresentadas pelos sindicatos. Segundo o sindicato, este impasse mantém “centenas de milhares de profissionais a auferir apenas o Salário Mínimo Nacional”.»
Será que não se aprendeu nada com as obras na linha costeira que criaram um desequilíbrio brutal na orla marítima portuguesa?
A notícia está na edição de ontem do Jornal de Notícias: "Prédio construído em zona de risco junto ao mar em Vila do Conde"
"Um edifício está em construção no local onde, em fevereiro, a marginal de Vila Chã, em Vila do Conde, ruiu. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu luz verde, há seis anos, com base no antigo plano da orla costeira. O novo entrou em vigor em 2021 e diz que aquela é uma zona de risco. A Câmara justifica-se com o parecer positivo da APA. "CHEGA DE VINHO VERDE. POUPEM!"
Via Tiago Franco.
«"Se a pessoa não poupar, pode ficar numa situação difícil porque a pensão pública não será suficiente", avisa o meu deputado favorito da IL.Diz ele que não se trata de privatizar mas sim de ter bom senso. É preciso criar incentivos à poupança.
É exactamente por isto, ou também por isto, que gosto deste rapaz. Mais do que aqueles mantras liberais, ele dá uma roupagem mais palpável e perceptível às políticas económicas.
Muito bem...há que poupar. Estou de acordo, até porque farto-me de dizer a amigos meus que não podem meter tudo em Ferraris sem pensar na velhice.
Mas agora, amigo José, como é que isso se faz? É sempre na parte do "como" que encravam as ideias liberais que, diga-se, no papel são, por norma, espectaculares.
"Vamos dar um cheque ensino e liberdade de escolha aos pais para decidirem que escola querem !"
Como é que se garante liberdade se é a escola que escolhe os alunos?
"Vamos dar um cheque saúde, o doente escolhe o hospital e o estado deixa de ser responsável !"
Como é que o estado deixa de ser responsável se passa o cheque?
"Vamos poupar porque as pensões públicas são uma merda!"
Como é que se poupa se 3 em 4 pessoas ganham menos do que 1000 euros líquidos? (Dados da segurança social)
1.35% dos contribuintes recebem entre 4000 e 5000 euros líquidos todos os meses. Ou seja, 1.35% da população tem um salário compatível com o custo da habitação em Portugal.
Como é que neste cenário de pobreza, onde mal se vê o fim do mês, alguém consegue poupar, amigo Zé?
O liberalismo tem um problema crónico que se chama "realidade". Fora isso tem tudo para dar certo.»
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Prédios militares reabilitados: o executivo abrirá o período de candidaturas para a população se candidatar a habitar aquelas habitações agora renovadas
Via Diário as Beiras: "Dois blocos dos apartamentos militares, com 24 fogos, estão praticamente concluídos. Executivo abrirá candidaturas no início de setembro"
A irresistível cultura do partido do poder para tomar de assalto o Estado
"Este será um governo exigente na ética e intransigente na integridade!", disse Luís Montenegro...
"Na primeira semana de agosto, foram nomeados em regime de substituição novos diretores do centro distrital do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) para a região Centro. Esta alteração acontece no âmbito da restruturação no IEFP, com o objetivo de “garantir maior proximidade, eficiência e impacto”, citando os novos estatutos aprovados pelo serviço público de emprego nacional.Entre os escolhidos está uma fisioterapeuta, autarcas e ex-deputado do PSD, todos nomeados em regime de substituição.
Ou seja, ocupam as funções sem terem passado pelo crivo da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP)." - Revista Sábado
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Estas coisas não se inventam
"Deputados municipais desfiliam-se do Chega"
“Esta decisão surge na sequência dos acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente do processo envolvendo o presidente da Junta de Maiorca, bem como da pressão exercida pelo partido para que fosse eliminada uma publicação que os próprios deputados consideram ter sido uma legítima defesa da honra e da dignidade política”, avança nota enviada hoje ao DIÁRIO AS BEIRAS.
“Não podemos aceitar que o exercício de um mandato para o qual fomos democraticamente eleitos seja condicionado ou manietado por interesses partidários”, acrescenta.
Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, a decisão dos três deputados municipais eleitos em 2025 pelas listas do Chega, agora independentes, já foi comunicada ao presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte Pereira.»
É o que acontece quando a extrema direita toma conta da agenda política e impõe leis como a que a ONU contesta
As coisas chegam com atraso, mas acabam por cá chegar: Chega com vida difícil também na Figueira.
Montemor-o-Velho...
Bárbara Bandeira (29), Calema (30), Mickael Carreira (31), Lon3r Johny (1), Syro (2), Zé Amaro (3), Deejay Telio e Kura (4), Diogo Piçarra (5), Sara Correia, Porquinha Peppa e Ovelha Choné (6), Vizinhos (7) e Sons do Minho (8) são os cabeças de cartaz da edição de 2026 da Feira do Ano, que acontece de 29 de agosto a 8 de setembro, e que este ano comemora 600 anos sobre a concessão, em 1426, da feira franca anual de Montemor-o-Velho.
Além dos artistas do palco principal, haverá ainda o palco secundário que conta com apresentações de Sílvio Girão Fado, Bakas Band, Vem Ser Feliz, Bora Lá ao Fado, Mickael Salgado e Inês Freira, a par dos encontros folclore e cantares e das atuações das escolas e grupos de dança. Neste mesmo palco, os fins de noite ganham animação com as atuações de dj’s.
A entrada é gratuita. Mas, quanto é que vai custar ao contribuinte?
terça-feira, 25 de agosto de 2026
E, no entanto, Portugal move-se: PJ quer ouvir Ventura e deputados do Chega sobre alegado assalto no Parlamento
A Polícia Judiciária (PJ) quer ouvir André Ventura e os deputados do Chega Paulo Seco e Francisco Gomes como testemunhas no âmbito da investigação ao alegado assalto ao gabinete do presidente do partido na Assembleia da República.
A Renascença confirmou junto de fonte oficial do Chega a informação avançada pela "SIC Notícias".
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
"As obras de melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas do Porto da Figueira da Foz entram numa nova fase"
Está concluída a intervenção nos 415 metros de cais, com a instalação de novas defensas e cabeços de amarração e a extensão da laje de cais em cinco metros, reforçando a capacidade operacional desta área. A obra do Pontão para o estacionamento de rebocadores também ficou recentemente concluída.
Neste momento já estão a decorrer as obras no Terminal de Carga Geral. Já estão no terreno os trabalhos de construção dos 460 metros de cais, acompanhados pelo aprofundamento do canal de navegação, uma intervenção, que será “essencial para melhorar as condições de acesso marítimo ao porto”.»
domingo, 23 de agosto de 2026
Forte de Santa Catarina, mais uma telenovela figueirense em "reprise"...
| Foto: Luís Fidalgo |
Via Diário de Coimbra
Os habitantes referem que o som projetado a partir das muralhas se propaga com facilidade em direção aos edifícios vizinhos do Forte de Santa Catarina (onde existem hotéis, espaços de alojamento local e habitações particulares), considerando que o impacto é agravado pela total ausência de barreiras acústicas na estrutura histórica. «Tornou-se impossível descansar ao fim de semana. É inadmissível ter música alta e pessoas a cantar às 04h00 da madrugada», criticam as pessoas que se sentem lesadas no direito ao seu descanso.
Contactado pelo Diário de Coimbra sobre esta situação, João Martins, vereador com o pelouro de Taxas e Licenças (licenças especiais de ruído), esclarece que o espaço em causa opera como um estabelecimento de restauração e bebidas e que a estrutura está instalada num espaço que pertence ao Ministério da Defesa Nacional, pelo que o funcionamento está enquadrado pela legislação e o horário autorizado estende-se, atualmente, até às 4h00."
Em tempo.
Embora isto seja algo herdado do passado, o actual executivo sabe que a CONCESSÃO DA EXPLORAÇÃO DE ESPAÇO INTEGRADO NO FORTE DE SANTA CATARINA é um asunto de interesse público. O Forte de Santa Catarina é um património do Estado. Já podia ter feito alguma coisa. Contudo, a salvaguarda do património cultural na Figueira da Foz continua a não ser um assunto interessante para a classe política.
Limito-me, portanto, a recordar a intervenção da deputada municipal Maria Isabel Sousa – PSD, no decorrer da Assembleia Municipal realizada no dia 27 de junho de 2020.
"O Forte de Santa Catarina, cuja construção atual remonta ao reinado de Filipe I de Portugal (finais do séc. XVI), poderia ser transformado num digno centro interpretativo da Guerra Peninsular (sobre as invasões Francesas e auxílio do exército Inglês, na primeira década do séc. XIX), assim como dos ataques históricos de corsários ingleses no séc. XVII.
Este conjunto arquitetónico militar poderia servir de laboratório histórico, aberto a visitas a turistas e estudantes, respondendo aos desígnios da flexibilidade curricular preconizada pelo Ministério da Educação, que evoca a necessidade de criar novos e diferentes ambientes de aprendizagem.
Ao invés disso, no seu interior foi implantado um complexo de bar/restaurante, ornado com sombreiros de colmo ao estilo do Caribe, completamente descontextualizados da envolvente, ferindo o propósito da criação daquela edificação, perfurando a muralha em vários pontos para melhor servir o acesso dos possíveis utilizadores do espaço. Uma escada de betão rompe a muralha histórica, esta, volta a sofrer ferimentos com a fixação de um dístico completamente redundante, onde se lê “Forte”. E é nas traseiras do complexo do Ténis Clube onde se encontra a ser construído mais um disparate arquitetónico, uma pretensa Casa de Chá, voltada para o rio, mas que para ser construída, fere de novo a muralha do Forte de Santa Catarina, oculta-a e quem se desloca de sul para norte, fica com uma visão limitada da grandeza e beleza desta fortificação, escondida que está atrás de um edifício modernista de ferro, madeira e (futuramente) vidro. Muitas outras cidades tentaram uma coexistência entre o património histórico e as construções modernistas/funcionalistas, a maior parte delas com o objetivo de criar equipamentos culturais, que melhor servissem a cidade. Aqui não é o caso, um edifício histórico, está ao serviço da economia e do comércio de particulares, sem qualquer preocupação com o significado da real preservação do património.
Já nos bastava a colonização pelo Ténis Clube nas suas traseiras, nas áreas mais baixas junto à circular, no qual estão construídos mais dois courts de Ténis, que para facilitar o acesso aos praticantes da modalidade, mais uma vez criaram uma incisão na muralha na qual se fixa uma escada em madeira, mesmo ao lado da dita construção, futura Casa de Chá.
Perguntamos, como foi possível viabilizar este (e o outro estabelecimento) no coração histórico da nossa cidade, sem que para tal ninguém tivesse uma palavra a dizer. Uma estrutura que nasceu da noite para o dia, que peca por ocultar uma parte significativa do Forte de Santa Catarina e do substrato rochoso sobre o qual este foi construído, vestígios do antigo promontório de Santa Catarina, constitui um atentado urbanístico, que muito nos desagrada, somos veementemente contra tal situação, e questionamo-nos como tal abjeção foi autorizada pela tutela, quando se trata de um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público, desde 1961.
Se tivéssemos muitos edifícios históricos, poderíamos de algum modo explicar este desaire, mas não, a nossa cidade não é assim tão rica em património, por isso não o podemos desvirtuar ao sabor de outros interesses que não sejam os de zelar pelo legado que os nossos antepassados nos deixaram e que conta a nossa História. Deveríamos antes criar todas as condições para que os alunos tivessem naquele local aulas, no exterior dos muros da escola, que tão enriquecedoras são, proporcionando-lhes aprendizagens verdadeiramente significativas."
O presidente da Câmara por sucessão, Carlos Monteiro, na altura, respondeu nos termos que pode ler clicando aqui.
Quando é para mentir ou fazer demagogia a direita não brinca em serviço
Entretanto, como não há eleições à vista, o combate às desigualdades, objectivo essencialmente coletivo, fica para mais tarde. Este Governo AD, está interessado é na individualização das relações de trabalho e da proteção social.
Imagem jornal Público
sábado, 22 de agosto de 2026
Pimenta no cú dos outros é refresco...
O partido das virgens ofendidas
«Jerónimo de Sousa, o "avô bêbado que a gente tem em casa que, a partir de um certo momento, começa a não achar graça às piadas".
Ana Gomes "contrabandista", João Ferreira, "ar de operário beto de Cascais".
Lula da Silva esteve em Belém com Ventura a gritar: "Lula, ladrão, o teu lugar é na prisão".
E podíamos continuar a ronda pelo resto da bancada para lamentar [não é gralha], a começar no "desconizar" do deputado Frazão até ao deputado beijoqueiro Melo, passando pela deputada Cid a chamar "assassina" à deputada Isabel Moreira. Agora "Fuck Chega" é que não pode ser. Não. Isso é insultar 1.437.881 portugueses que votaram em meia-dúzia que se dedica a insultar os outros 4 880 068, num festival pago com o dinheiro dos contribuintes, coisa que não acontece com os deputados do partido da taberna que estão no Parlamento a expensas próprias.»
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Na Figueira ainda há SILLY SEASON
2. ... não nos peçam para fazer uma oposição de fachada.
3. Se o executivo continuar a não agendar as propostas do Chega e a deixar sem resposta os nossos requerimentos — como tem sucedido nos últimos meses —, recorreremos ao Ministério Público, nos termos previstos na lei. Não permitiremos que o presidente transforme o concelho da Figueira da Foz numa oligarquia.
4. Este combate político tem sido conduzido com elevação, de forma factual e focada nas instituições. Em momento algum insultámos ou ofendemos a título pessoal os membros do executivo. Tal prática tem sido, sim, adotada pela FAP, como ficou bem patente na última Assembleia Municipal, através dos ataques ferozes do presidente da câmara ao presidente da Assembleia, José Duarte Pereira, e a vários deputados do Chega.
5. ... distanciamo-nos em absoluto da recente publicação do presidente da Junta de Freguesia de Maiorca, eleito pelo Chega. Repudiamos contundentemente a sua atitude, embora não nos surpreenda: o próprio Nuno Santos já nos tinha comunicado que era pressionado de forma recorrente por membros do executivo camarário para se distanciar do Chega, tendo sido recentemente instigado a fazer a dita publicação nas redes sociais.
6. O presidente da junta teria demonstrado verdadeira coragem política se tivesse vindo a público denunciar as pressões que tem sofrido por parte do executivo camarário. Na política não vale tudo. Como afirmou recentemente Pedro Santana Lopes, a verdade na política é fundamental — é pena que o próprio executivo não aplique as regras que preconiza."
Texto extraído de um comunicado dos Autarcas do Chega na Figueira da Foz.
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Chouriço: produto, para olhar, degustar, provar e saborear. E voltar a comer...
"Festival do Chouriço Tradicional de Quiaios está de regresso até ao próximo domingo".
Coisas boas, como esta, mas também coisas ruins...
Quiosques e cafetarias...
Quinta-feira, 25 de janeiro de 2018, notícia de primeira página do Diário de Coimbra de 18 de outubro de 2016: "na Figueira, novos quiosques são instalados para a semana".
Apesar de todas as resistências, enganos e mal entendidos, estes espaços ao ar livre, são o passado e o futuro da nossa cidade... Porém, passados 11 anos, passámos dos quiosques às cafetarias. As mudanças estão em curso.
Os quiosques e as cafetarias têm passado e têm futuro na nossa cidade.
Quinta-feira, 19 de agosto de 2026, via José António Silva Teixeira: "Café da Praça (Praça Aguiar de Carvalho): "abriu hoje de forma informal, sexta-feira será o dia oficial da abertura".
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Gravação do Hino de São Julião
A junta promove no próximo dia 27 de setembro, no auditório Afonso Ernesto de Barros – Misericórdia Obra da Figueira, uma audição de músicos, integrada no processo de regravação do Hino de São Julião, prevista para o próxmo mês de outubro.
Para esta iniciativa, procuram-se músicos de clarinete, flauta, saxofone, trompete, trompa, trombone, tuba, bombardino e percussão.
Para se inscrever deve contactar Paulo Loureiro.
Torneio Traseiras na Figueira da Foz aponta a recorde de equipas
Começou pela ideia e vontade de um grupo de quatro amigos, apaixonados pelo basquetebol, e hoje é um dos torneios referência da modalidade em Portugal. Nos dias 29 e 30 de agosto, o VIII Torneio Traseiras promete fazer centrar as atenções num dos mais icónicos campos de basquetebol de rua de Portugal, o Campo das Traseiras, na Figueira da Foz (nas traseiras das Ruas Dr. Luís Carriço e Dr. Nogueira de Carvalho).
“Inicialmente tivemos, ao nível dos participantes, muitas reticências, mas conseguimos evoluir. Começámos só com um torneio masculino e passámos, também, a ter um feminino”, contou José Carvalhal, um dos rostos da organização ao Diário as Beiras.
O sucesso foi tal que os mais novos também quiseram mostrar talento junto das tabelas. “Tivemos uma grande adesão por parte dos jovens e decidimos ter um torneio de sub-15”.
Uma “almofada” de €48,7 mil milhões é demasiado poderosa para não ser entregue a “profissionais”...
Foto: daqui.
"Almofada das pensões já dá para pagar cinco novos aeroportos de Lisboa""Jorge Bravo, com historial de consultoria e estudos ligados aos seguros e fundos de pensões, personalidade do ano para a associação de fundos de pensões, e que nos idos do governo "Passos Coelho - Troika - Paulo Portas" participou na Comissão Interministerial da Reforma do Sistema da Segurança Social que previu um défice superior a 2,4 mil milhões de euros por volta de 2025 caso não fossem aplicadas "reformas estruturais profundas", volta ao ataque, ao lado de Carla Castro, ex-deputada ilusionista liberal, agora pela mão de Luís 'o meu passado chama-se Passos' Montenegro, com nova previsão catastrofista do fim do mundo em cuecas. Isto está mal porque depende de como são feitas as contas, disse sem rir, depois de meter nas contas a Caixa Geral de Aposentações que há 20 anos não aceita novas entradas. E sublinhou que não há qualquer tipo de privatização e coise, da última coisa do Estado que ainda não foi saqueada, e sem "enviesamento ideológico", outra vez sem se rir."
Reparação do muro da praia do Teimoso: "o entrave serão 5 milhões de euros"?
terça-feira, 18 de agosto de 2026
A bestialidade a repetir-se....
Processo de desumanização em curso
"Acho que devem ser feitas ações de eliminação seletiva [...], abatendo 30 a 40 pessoas todas as noites. Não apenas os que representam uma ameaça imediata, há pessoas ali que não são dignas de viver. Não deviam viver. Nem sequer são pessoas"






















