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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Implacável. Livre. João César Monteiro nasceu a 2 de Fevereiro de 1939, morreu a 3 de Fevereiro de 2003...

Foi hoje anunciado, via jornal Diário as Beiras: "o cineasta João César Monteiro vai ser homenageado pelo município da Figueira da Foz, cidade de onde era natural, com a atribuição do seu nome a um auditório do Centro de Artes e Espectáculos (CAE).
A homenagem está agendada para dias 31 – com a exibição do último filme de César Monteiro, “Vai e Vem” (2003) – e 01 de fevereiro, data em que decorrerá a atribuição do nome de João César Monteiro ao Pequeno Auditório do CAE (espaço onde uma vez por semana são exibidos filmes do chamado cinema alternativo e de autor), seguida de um colóquio sobre a vida e obra do cineasta.
O programa fecha com a exibição de “As Bodas de Deus”, longa-metragem de 1999, ano anterior àquele em que César Monteiro protagonizou uma das maiores polémicas do cinema português ao estrear “Branca de Neve”, um filme inspirado na obra de Robert Walser, em que aos diálogos se sobrepunha um longo plano em “vários tens de cinzento”, como afirmava, entrecortado por curtas sequências de luz e de céu azul, com nuvens."

1 comentário:

frederico disse...

aleluia, fez-se luz. demorou 17 anos, mas aconteceu. que triste cidade a nossa.
ainda assim fica aquém da sua importância para o cinema e cultura portuguesa, uma rua ou um busto na cidade (ou em buarcos, onde nasceu) seria o mínimo.