"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha." - Confúcio

segunda-feira, 26 de maio de 2008

INFORMAÇÃO

GALANTE
“O Movimento de Defesa do Desenvolvimento Sustentável do Vale do Galante (MDDSVG), que contesta a construção do aparthotel de 16 andares e sete prédios de apartamentos no Galante, Figueira da Foz, agendou para o próximo dia 31, a partir das 15h00, uma manifestação contra o empreendimento imobiliário.
De acordo com um comunicado divulgado pelo movimento cívico, a iniciativa, que incluí uma concentração automóvel e um buzinão, pretende “dizer basta” ao “mega-empreendimento”. O movimento de cidadãos que, desde 2004, contesta a construção da polémica urbanização, congrega cerca de 70 pessoas”.

3 comentários:

Anónimo disse...

Com o mal dessas 70 pessoas posso eu bem.
O progresso trouxe sempre polémica.
Os volumes de construção mexem muito com a pequenez de algumas mentalidades.
Foi assim com a Casa da Musica, o CCB e deve ter sido o mesmo com as Pirâmides do Egipto ou o Mausoléu de Halicarnasso.
O próprio Saramago acha que a feira do livro deve ser feita em barraquinhas pequeninas, todas iguaizinhas em vez de deixar andar as coisas e cada
editora utilizar e dar ao publico melhore condições.
No Galante ficava muito melhor aquele descampado, a lixeira e poeirada que lá havia e os urinóis e cagadeiras a céu aberto muito uteis no S. João, no carnaval, na queima e noutros eventos culturais cá do burgo.
Tenham paciência, senhores e senhoras businadoras, o progresso é assim mesmo. Mexe com tudo, principalmente com as mentalidades.

Anónimo disse...

Eu sei que aquilo é uma monstruosidade arquitectónica. Eu sei que é um crime urbanístico. Sei que dá um duro golpe na harmonia paisagística que constitui uma mais valia turística. Mas, não será tarde demais ir lá agora buzinar? Não seria preferível conjugar esforços na batalha jurídica decorrente da declaração de arguido de Duarte Silva?

Anónimo disse...

Eu penso que sei... que talvez daquí a 100 anos, ou mais, quando alguém decidir demoliar aquele edificio para uma razão qualquer, levantar-se-ão 70 ou mais pessoas e contestar a sua demolição...
A vida é mesmo assim...