Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sábado, 30 de dezembro de 2006

6 comentários:

Anónimo disse...

Ora assim tá bem, cá támos os 4 sem chapéu!!!!!!!!

Anónimo disse...

Bem-aventurados os que governam para que todos tenham pão, paz e prazer, e transmutam antigas estruturas na multiplicação da fartura;
Bem-aventurados os que governam com o coração, livres de maquiavelismos e macabras intenções, servidores públicos de anseios, direitos e utopias;
Bem-aventurados os que governam sob a arte de saber ouvir e assinam decretos e decisões sem tingir o papel de sangue;
Bem-aventurados os que governam conspirando a favor da maioria, sonegando aos poderosos privilégios e honrarias;
Bem-aventurados os que governam para o bem comum, indiferentes à própria imagem e felizes com a ira dos inimigos do povo;
Bem-aventurados os que governam em equipa e fazem da política um grande mutirão democrático;
Bem-aventurados os que governam deixando-se governar pela população, inabaláveis diante das pressões dos oligopólios e das corporações da ganância;
Bem-aventurados os que governam em favor da vida, coibindo violências e reduzindo desigualdades;
Bem-aventurados os que governam impregnados dos princípios evangélicos, boca e actos num único beijo;
Bem-aventurados os que governam em prol dos direitos humanos, destituídos da lógica perversa que traz o dinheiro público num cofre, cujo segredo os pobres jamais descobrem;
Bem-aventurados os que governam sem apego ao poder, fazendo da própria vida sacramento do serviço ao próximo, sobretudo aos mais necessitados.
Eis que eles estarão salvos, nesta vida, do purgatório dos medíocres, do inferno dos corruptos e do céu daqueles que cobrem de louvores os assassinos do povo.
Frei Betto
(Texto extraído do seu livro Típicos Tipos, Ed. A Girafa)

Anónimo disse...

boa Fernando.
bom cartoon

Anónimo disse...

Está ainda para aparecer um governo politicamente decente que ouse ter como primeira medida do seu programa acabar com a pobreza no respectivo país. E que consiga esse feito, no prazo máximo de um mandato.
É intolerável que no século XXI, com todas as possibilidades reais de produção efectiva de riqueza, ainda haja quem passe fome e morra de fome no mundo.

As Igrejas são as primeiras responsáveis históricas por esta calamidade mundial que é a manutenção da pobreza, uma vez que, durante todos estes séculos, sempre se bateram, não pelo fim da pobreza, mas pela caridadezinha que garanta aos pobres duma região e do mundo as migalhas que caem da mesa dos ricos.
Não existe apenas a pobreza. Também existem os pobres! Melhor, empobrecidos, isto é, multidões de pessoas e de povos vítimas de economias, cientificamente concebidas para os fabricarem, sem dó nem piedade.
Afirmar isto assim, sem mais, até parece uma verdade de La Palisse. E talvez seja. Mas é por aí que a luta contra a pobreza há-de começar. É por aí que o combate pela erradicação da pobreza tem que ser iniciado. Pelo reconhecimento da existência dos pobres – hoje, o maior exército, por enquanto ainda desarmado, do mundo – e pela sua mobilização em massa contra a pobreza. Ou assim, ou essa luta não passa de demagogia e de poeira que se atira aos olhos e à inteligência das pessoas.
Basta ver como os ricos e os poderosos se mostram sempre disponíveis para financiar a construção de igrejas, basílicas e espectaculares acções litúrgicas, em honra do seu Deus ídolo, onde, entretanto, os pobres do mundo são reiteradamente anestesiados, adormecidos, desmobilizados.
É assim. Ganham-se balurdios com uma actividade tão nobre como a batota e depois para socialmente ficarmos todos bem na fotografia tomem lá uma ambulância...
Já agora aproveitem e não se esqueçam dos descontos nos impostos...
Sim, porque quanto ao cumprimentos das obrigações contratuais com a exploração do jogo estamos mais que conversados...

Anónimo disse...

Boa, D. Martinha, a senhora tem uma sensibilidade política como pouca gente tem. Também lhe elogio o sentido profundamente humanista do seu pensamento.
Olhe, desejo-lhe sinceramente umas boas saídas e umas melhores entradas, e continue a aparecer por cá, é de mulheres como a senhora que nós precisamos.
Já agora, penso que discordo numa coisinha com a senhora: é que julgo que vocemecê é pela igualdade das mulheres, que é uma coisa que eu discordo solenemente,permita-me dizer-lhe, porque acho que elas, vocemeceses, não é, deviam continuar a ser superiores.
Beijinhos e uma bela passagem de ano, D. Martinha, e se por aí vir a D. Hortência, diga-lhe que lhe estendo os meus votos, também a ela.

Anónimo disse...

Ai...Ai...Isto é só sacos...!
Estou tão derreada, que inté já nem sei se é... se era... Ufa! Ai Bakunine antigamente ainda se ajudavam os velhos...mas agora! Ó...Ó! Só pelo Natal e é preciso ser-se um velho pobre e invergonhado, daqueles que de tão pobres até tem vergonha! Quisto da pobreza invergonhada anda por ai a cada esquina...só não vê quem não quer! Os senhores dos bancus é que a sabem toda!
Estou de chegada, cá à minha santa terrinha, acabadinha de chegar ósdepois de um Natal em família, pois então! ele é sacos do supermercado Belita,do tio Bélmiru,do carrifur, até das lojinhas chineses, é um fartóte, batatas, grelos, queijos, garrafas de azeite, pão de Ló e do outro, até broa davintes! pra dar prós povrezitos, que eu também faço a caridadezinha, pra judar a gente cótadita que passa fominha e frio e relento e é só desgracias que ninguém vê...não troxe mais proque o senhor da camineta disse que ou deixava metade da carga lá na aldeia ou ainda hoje lá estava! Então cheguei e cá estou ainda meio alampadada com a caridade dos senhores do casino..sim sinhora uma ambulância, então não há que agradecer...á pois á! isto dambulancia é muito preciso...muito mesmo!! Ele há gente que pensa em tudo! Sim senhora! Ó Dona Martinha pra que vocemesse precisa de um governo decente se já temos cá um casino decente? Credo Senhora num precisamos, está claro!
Bem, estou aqui cum pé neste e vou pô-lo nu que vem...é mais um! Que uma velha gaiteira num passa sem uma farra das antigas!
Prós senhores do Vlogue, pra Dona Martinha, pró/a Bakunine, pró sinhor Fernando do Lápis mirabolante (aprendi esta palavra ontem à noite a ber Os Pastores da Serra da Estrela :-)), pó ramelas palhinhas e baetas meus companheiros de infortúnios... HIP! HIP !HURRA...ai credo...este espumoso mais parece vinho gaseificado! Hip... à velha que não chegas pró ano! Um Abraço cá da