domingo, 15 de julho de 2018

Cidade manipulada...


Vivemos numa cidade em que "manter as pessoas na ignorância é um dos propósitos do poder."
A manipulação dos media é a parte mais visível.
Por mim, cá pela Aldeia, tenho feito o que posso: utilizando este extraordinário instrumento, que é a internet, tenho conseguido ter voz onde antes só havia solilóquio.
"Noam Chomsky é um dos intelectuais mais respeitados do mundo. Este pensador americano foi considerado o mais importante da era contemporânea pelo The New York Times. Uma de suas principais contribuições é ter proposto e analisado as estratégias de manipulação de massa que existem no mundo hoje."
As redes sociais e os blogues, para os detentores do poder na Figueira, são perigosos, pois podem ridicularizar a campanha e encenação montada e em exibição permanente.
Se os figueirenses actuassem conjuntamente, fixando os objectivos correctamente, se soubéssemos esquecer e desprezar o acessório e atacar o essencial, poderíamos vencê-los!
Claro que estou a falar da mudança de gestão autárquica.

Na Figueira, sabemos como a cidade está e sabemos também de quem é a culpa.
Ao longo dos anos o PS e o PSD concorreram entre entre si no campeonato do “quem faz pior pela Figueira”.
Sempre que os grandes interesses falaram, a Figueira calou-se - e continua a calar-se, principalmente se quem lá está é da mesma cor de quem governa.
A gestão da Câmara, ao longo dos anos,  tem infelizmente servido para muita coisa que nada tem a ver com a gestão do município. Santana Lopes é o exemplo mais visível, mas não foi o único.
E, a culpa disto tem sido dos figueirenses: se, um dia, acreditarmos e lutarmos, venceremos!

Momento de nostalgia, para recordar um divertimento de infância que ficou gravado na memória da minha geração

«Retiraram o baloiço da escola. Estava a precisar de reparação. Mas, em vez de reparar optaram pela solução mais fácil, eliminar o melhor divertimento das crianças. O baloiço era uma fonte de exercício físico, uma oportunidade das crianças aprenderem a controlar os movimentos e a impulsionarem-se. O baloiço da escola competia com os videojogos e a televisão. Andar de baloiço é uma actividade fantástica, a sensação de movimento, o chegar mais alto e mais além até ao limite das leis da física. Nas escolas, em geral, diz-se que o dinheiro é escasso. Neste caso não chega para reparar o baloiço mas é suficiente para um mega televisor novo. Hipnotizar as crianças e “empanturrálas” com longas horas de televisão é muito mais importante que “o baloiçar ao ar livre”. As crianças fazem filas para o baloiço, “chateiam” enquanto esperam pela sua vez e assim obrigam a compromissos e diálogo. É muito simples tê-los sentados a ver televisão. Não diálogo, apenas monólogos. As árvores na escola também vão desaparecendo porque são perigosas. Trepar é arriscado, a fruta que cai no chão é “coisa suja e perigosa” e as folhas têm que ser limpas. É deprimente pensar que os adultos tomam as piores decisões possíveis “em nome da segurança das crianças”. Aliás, faltam baloiços em muitos parques. As crianças e os adultos precisam de mais “baloiços e árvores” em espaços públicos. Necessitamos de mais “comunidade” e menos comodismo. Talvez fosse tempo de parar e “ouvir as crianças que gostam de baloiçar”
 
Baloiços, uma crónica de João Vaz. Via jornal AS BEIRAS.

Liberdade, liberdade, irreverência, subserviência ...


Considero-me um homem livre.
Contudo, em verdade, não sei se a Liberdade existe!..
A minha vida tem sido feita, sobretudo, com  determinismo  (todo o acontecimento é regido pela determinação).
Mas, se a Liberdade existir mesmo a irreverência será, de certeza, um dos seus elementos constituintes.
De certeza, porém, que a subserviência nunca.

Falar sobre a verdade é difícil e pode ser perigoso...

"Anexo pág. 37 do Relatório da Águas da Figueira 2016. 
Na penúltima linha é visível: Resultado antes de impostos 2.988.344 €  
valor superior ao ano de 2015
Para que conste!"

Via Casimiro Terêncio