quarta-feira, 11 de julho de 2018

Para quem não perceba a importância das colectividades aqui está um exemplo que ajuda a entender...

Colectividades de Quiaios deixam rivalidade de lado

"Quiaios acaba de dar um sinal de como as antigas rivalidades entre coletividades pertencem ao passado. O Quiaios Clube e o Grupo Instrução e Recreio Quiaense organizaram, recentemente, o “passeio cicloturístico da amizade”.

O evento contou com uma centena de participantes das duas associações, e o almoço que se seguiu, no parque de merendas da Praia de Quiaios, juntou cerca de 200 pessoas, partilhando a mesma mesa.

“Antes de sermos associados de qualquer colectividade, somos conterrâneos, somos todos de Quiaios”, defendeu, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, a presidente do Quiaios Clube, Isabel Cardoso.

“Vivemos na mesma terra e temos de nos dar bem”, advogou, por seu lado, o presidente do Grupo Instrução e Recreio Quiaense , José Domingos."

Grandes lições que nos chegam da Tailândia

"O festival do álcool"...

"Há supermercados da cidade que reforçam as prateleiras e o stock de bebidas alcoólicas durante o “Sunset”.
“Chamo-lhe o festival do álcool. Quando vão para o festival, de certeza que já nem conseguem ouvir a música…”, atirou uma empregada de um supermercado muito frequentado por jovens, que se dirigem como uma seta direccionada à secção das bebidas alcoólicas. E afiançou que pede identificação a todos, mas “os menores pedem a um amigo, ou até a um desconhecido, que lhes vá comprar as bebidas”.
Num dos maiores supermercados da Figueira da Foz foi criada uma secção para os festivaleiros, com alimentos embalados e pré-cozinhados, conservas e bebidas, onde o vodka (uma das bebidas preferidas dos jovens) se destaca em prateleiras contíguas. O stock é reposto, uma e outra vez. Um funcionário afiançou que o aumento da venda de bebidas alcoólicas durante os três dias do festival supera “muitas, mas muitas vezes” a média registada durante o resto do verão."
Via AS BEIRAS

Figueira...


A Figueira há muito que perdeu o encanto que este vídeo mostra...
E, eu, acrescento: qualidade de vida.
A Figueira, em 2018, é uma construção que se tornou numa catástrofe onde a impiedade, a assimetria e a desconformidade estão a ser levadas ao limite.
A Figueira tornou-se numa cidade impessoal e fria!
É uma construção humana, que foi concretizada a pensar nos números (o maior carnaval, a maior festa da sardinha, o maior sunset, a maior passagem de ano, o maior S. João, os recordes do porto comercial...)  e não nas nossas necessidades, as pessoas que a habitam.
Para aqueles que me acusam de ser um "optimista incorrigível", informo que dá muito trabalho andar fora da "linha" numa Cidade como a Figueira da Foz. Adiante...

Porém, o que realmente importa, para eles, é que os políticos se continuem a dar bem com a "maminha"...