segunda-feira, 20 de março de 2017

"IMAGEM DE MARCA": SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL...

Pelo vídeo que pode ser visto clicando aqui, o presidente é quem mais entende do tema...
Ao lado de João Ataíde, Fernando Pessoa, o Poeta, eclipsa-se!..

Vamos lá então discutir o PDM (5)...

Para ver melhor, clicar na imagem
Soporcel/Celbi.
Só a Soporcel é que tem direito a expansão?
Porque é não é aplicado o mesmo critério à Celbi?

A normalidade e previsibilidade existem. Quem o conhece, sabia que ia acontecer isto, e porquê: "José Elísio promete lutar contra novo PDM". A luta continua: "ou vai, ou racha"... (II)

O presidente da Junta de Lavos disse, na passada sexta-feira,  que poderá vir a “lutar contra a revisão” do Plano Diretor Municipal (PDM), caso nada seja alterado em relação à sua freguesia. 
José Elísio disponibilizou-se ainda para alargar a luta às freguesias que se sintam injustiçadas. 
O autarca lavoense remeteu a decisão popular para o resultado da reunião que amanhã se realiza em Lavos, aonde técnicos da autarquia se deslocam para debater com a população a revisão do PDM. 
Entretanto, o jornal As Beiras apurou que José Elísio viu gorada a pretensão de lotear um terreno de 17.500 metros quadrados que detém, em conjunto com o irmão, nas Regalheiras de Lavos
Terá a impetuosa reação do político lavoense uma relação direta com a inviabilização do pedido que fez ao executivo camarário? 
O autarca afirma que não está a ser juiz em causa própria. “Uma coisa é uma questão pessoal, outra coisa é o PDM. Não reconheço nenhuma vantagem no PDM, sobretudo em relação a Lavos. Não tem nada a ver com isso”, respondeu José Elísio. Contudo, reconheceu: “Gostava de valorizar o terreno, porque tenho filhos e o meu irmão também. Não estou a pedir nada que não seja justo, só estou a pedir que corrijam uma injustiça”.
José Elísio considera que está a ser alvo de “chantagem” e “vingança”, e explica: “Aguiar de Carvalho [antigo presidente da câmara, já falecido] tentou chantagear-me com o terreno: se o apoiasse na sua recandidatura, viabilizava o loteamento; como não o apoiei, vingou-se e não autorizou. Agora, está a acontecer a mesma coisa”. E acrescentou. “Se pensam que me vão calar, estão enganados!”. O autarca garantiu, por outro lado, que “o [seu] terreno tem todas as infraestruturas e encontra-se numa zona urbanizada”. O presidente da Junta de Lavos, eleito pelo seu movimento Vai ou Racha, afiançou que “há muitos casos” como o dele, em Lavos e no resto do concelho. “O meu problema é contra esta proposta de revisão do PDM, que prejudica tudo e é para concentrar as pessoas na Figueira da Foz Nenhuma das propostas por nós apresentadas foi comtemplada”, afirmou ainda, conforme pode ser lido na edição de hoje do jornal AS BEIRAS.

Nota de rodapé.
José Elísio, neste momento, está a provar do "próprio veneno".
A figueirinhas política, onde o José Elísio se movimenta muito bem e construiu uma carreira políca (que já leva mais de 40 anos) e é um dos poucos dinossauros sobreviventes ainda no activo,  foi sempre assim:  uma cidade, onde o político egoísta, para sobreviver, tinha de ser alguém desprovido de consideração pelo egoísmo dos outros.  
E fez escola. Esta é a solução neoliberal, agora tão em moda por cá, no campo da "mercearia": o mercado encarregar-se-à de separar o trigo do joio. 

Tem algo de kitsch que não me agrada...

João Vaz: "... a praia ganhou vida, flores, pessoas, bicicletas,...e está mais bonita, já não é o areal estéril que era. Viva a praia da Figueira".

Nota de rodapé.
Há flores e flores! 
Todas as flores têm o seu encanto e tocam-nos de uma forma muito particular. Estas, tocam muito particularmente o João Vaz. 
Talvez seja das flores serem daquelas, simples e comuns, que requerem poucos cuidados...
A decrepitude é uma etapa da vida.
Do mesmo modo que temos de cuidar de nós, temos a obrigação de zelar pelo património. 
Para mim, é triste ver o desmazêlo dos "quens de direito" que têm a obrigação de cuidar do aspecto minimamente atraente e da causa da segurança dos figueirenses, vivam eles a norte a sul da barra do estuário do Mondego...
Mas, mas como somos governados por merceeiros com vistas curtas,  o resultado, dos dois milhões e tal gastos na praia da calamidade, outrora da Claridade, é este!..
Daqui a dois ou três anos, se ainda cá estivermos para ver, falamos...

A coisa foi de tal maneira, que o treinador que ganhou 14-1 confessou: “perdi a noção do marcador”!

A Naval, numa partida de futebol a contar para o Campeonato de Portugal, foi goleada pelo Mafra por 14 a 1!..
Não conhecendo, em pormenor, a longa história da Associação Naval 1º. de Maio, estou em crer que, ontem, foi escrita uma das páginas mais negras no decorrer dos seus quase 124 anos de existência. 
A derrota, expressiva, começou a ser construída bem cedo. 
Com apenas meia hora de jogo decorrida, o Mafra já vencia por 6-0. 
Marinho Serpa, certamente já em desespero de causa,  tirou os três juniores com apenas 30 minutos de jogo, mas não conseguiu contrariar a avalanche ofensiva da turma de Mafra. 
Ao intervalo o resultado já estava nos 9-0. 
No segundo tempo, o Mafra não abrandou e o resultado final avolumou-se. 
O melhor que a Naval conseguiu fazer, foi sair de Mafra com o golo de honra marcado por Gabriel.
Todavia, a Naval não é apenas futebol senior. 
Este fim de semana foram conquistados alguns sucessos que devem ser tomados em linha de conta.
O Marcha do Vapor dá disso a devida conta.