Em 2011, McNamara surfou Nazaré, a onda que é considera a maior alcançada pela prancha de surf. O dia de tal feito foi 1 de novembro e o local não foi escolhido por acaso. Ele já estudava há alguns anos o famoso “Canhão de Nazaré”, efeito formador da imensa onda. Garret conseguiu a incrível façanha de encarar um monstro com quase 90 pés, ou seja, 30 metros!
Como não podia deixar de ser, o recorde foi pro Guinness Book.
Para não ficarem com dúvida vejam o vídeo abaixo.
Acabei de ver no facebook, via Luís Ribeiro, que "Garrett McNamara confirma a onda do Cabo Mondego como a maior que já viu!"
Será que o maior talento de Garrett McNamara é o exímio uso da palavra?
Fica por quantificar é quanto é que este talento especial de saber, como poucos, utilizar a palavra, vai custar ao contribuinte figueirense?..
O importante, porém, é que Garrett McNamara gosta muito do Cabedelo, especialmente se por lá estiver o presidente Ataíde...
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Para mais tarde recordar...
#RepealThe19th.
Não é ser saudosista...
É, apenas, para ter a memória futura suficiente para não esquecer...
Divirtam-se!
Não é ser saudosista...
É, apenas, para ter a memória futura suficiente para não esquecer...
Divirtam-se!
Deambular pela beira mar...
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| foto C.S. |
Gosto da beira mar, sobretudo fora da
chamada “época alta”.
Para quem não “vive” o mar, as
imagens parecem sempre iguais.
Mas, eu, garanto que não!
Para quem o conhece bem, o mar é
sempre diferente...
E, também, sempre imprevisível!
Gosta-se dele... Pronto.
Esta é a explicação, e a razão, porque a gente do mar raramente consegue viver longe da sua vista!
Neste deambular, preguiçoso, podemos
nem sempre encontrar coisas novas.
Contudo, mesmo que o reencontro seja
com o inúmeras vezes já visto, não deixa de ser um prazer
revisitado, mas diferente.
Olhar e deambular por esta beira mar é
sempre um outro e novo olhar.
Deambular por esta beira mar, como
aconteceu ontem de manhã, foi passear pelo gosto do passeio e pelo prazer da companhia!
Ver as mesmas coisas através de
ângulos diferentes, continua a ser um programa aliciante, a que me
proponho sempre que a ocasião surgir...
E vai surgir... Apenas pelo gosto de deambular por ali,
por aquela beira mar, sem destino, apreciando as belezas do local – que, ontem de manhã, eram muitas...
Este é o tempo de aproveitar a bonomia
de um tempo, já outonal, a despedir-se dos tons lindos do verão
(verão faz lembra profusão de cores...) que, entretanto,
feneceu...
A linha do horizonte faz lembrar um
abraço entre o céu e o mar – uma reunião irrepetível de todos
os dias naquele local.
Deixo-vos com uma pincelada fotográfica do prazer, suave e demorado, que vivi na
caminhada desta manhã até ao farol do molhe sul.
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