Esta notícia foi sacada da edição de sábado passado do jornal AS BEIRAS.
Recorda que passou um ano.
Mais anos vão passar, mas esta tragédia vai resistir à passagem do tempo na memória dos figueirenses...
Resistir à uberização do mundo...
"A empresa Uber, ao transformar particulares que possuem um veículo em motoristas ocasionais sem estatuto, não se limitou a suscitar a reacção dos táxis profissionais: o seu nome simboliza agora a ligação entre novas tecnologias e precarização. O êxito dos gigantes de Silicon Valley faz-se acompanhar por uma vaga de desregulamentações. E se os dirigentes políticos recuperassem o controlo?"
É uma entrevista de Maria João Seixas a Miguel Figueira.
Nesta conversa, em tom informal, o entrevistado fala do seu percurso pessoal e profissional.
Dos prémios, da obra em Montemor-o-Velho... Da escada rolante até ao Castelo, para facilitar a locomoção da população envelhecida, e do centro de alto rendimento.
Da sua casa...
E, também, do Cabedelo e da sua onda.
Para ver, clicar aqui.
... se o cliente tem sempre razão, fique o senhor ministro a saber que faço parte daqueles milhões de clientes que só desejam pagar a electricidade, a água e gás que realmente consomem, e não a enormidade violenta de taxas e taxinhas que aparecem nas facturas...
A moda, para quem eventualmente não saiba, é o exemplo do passageiro, do efémero.
No fundo, é sujeitar ao uso do gosto do momento, a forma de viver e de estar.
Usa-se, deixa-se de usar. Eventualmente, uns anos mais tarde, poderá voltar a usar-se.
Há modas imbecis e idiotas, outras com bom gosto, aliás como tudo na vida.
Sobre moda, apenas tenho a dizer que lhe resisto com uma certa facilidade.
Uso o que gosto, independentemente da corrente do momento.
A moda, no fundo, não passa de uma epidemia provocada.