Vêm aí tempos de festa, apesar de ainda estarmos em tempo de sardinhas magras!..
Mas não será por isso que, após um ano de interrupção, nos próximos dias 2, 3 e 4 de junho, a Festa da Sardinha da Malta do Viso não deixará de se realizar, desta vez no pavilhão multiusos, no parque das Gaivotas.
A garantia foi dada por Carlos Baptista, presidente da Associação Recreativa Malta do Viso, entidade organizadora, na apresentação do evento.
O pavilhão disponibiliza mais de 812 lugares sentados. Para Carlos Baptista, presidente da associação Malta do Viso, este espaço “tem muito melhores condições para o efeito”, com mais estacionamentos, mas reconhece que “a mística do Coliseu tinha influência nas pessoas”. Recorde-se que, anteriormente, esta iniciativa se realizava no Coliseu e não no pavilhão multiusos.
A organização espera mais gente do que nas edições anteriores e adianta ainda que “já estão encomendadas mais de duas toneladas de sardinha, 1000 broas, mil litros de Caldo Verde, 3.600 garrafas de vinho, 2000 garrafas de águas e duas toneladas de carvão”.
O menu, constituído por sete sardinhas, caldo verde, broa e uma bebida à escolha, tem o custo de 4,50 euros, mais um euro do que em anos anteriores, “devido ao aumento do preço da sardinha e dos restantes produtos”.
Este ano, o certame conta também com 14 stands essencialmente relacionados com coisas do mar que foram cedidos gratuitamente aos expositores.
A animação do espaço, será da responsabilidade da Junta de Freguesia e estará a cargo do Duo San Pedro. Já a logística e apoio financeiro, no valor de 3200 euros, estará a cargo da Câmara Municipal.
A grande festa da sardinha estará de portas abertas entre as 19h30 e as 23h00, ao longo dos três dias.
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Há pensamentos tão delicados, só de serem pensados...
"Foram estas declarações do Presidente da República que me convidaram a recordar tudo isto. Em vez de falar nas violações grosseiras à lei da greve a que assistimos por estes dias no porto de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa preferiu referir que o regular funcionamento dos portos portugueses é determinante para as nossas exportações. Nossas, é como quem diz, das exportações que enriquecem toda uma turba de “empreendedores” que não conseguem ser competitivos sem atropelar os salários e os direitos de quem trabalha."
- Filipe Tourais
- Filipe Tourais
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