terça-feira, 24 de maio de 2016

Junta de freguesia de Quiaios é parceira da coisa... A Câmara da Figueira, lava as mãos...

Segundo o Blitz, "um festival de death metal está a deixar apreensivos os residentes da localidade de Murtinheira, a norte da Figueira da Foz, que contestam a localização escolhida para o evento.
O festival, intitulado Xxxapada na Tromba - Freak 'n Grind Open Air Fest irá reunir, entre 30 de junho e 02 de julho, alguns milhares de pessoas e mais de 50 bandas de 18 países, a maioria estrangeiras, num parque de estacionamento junto à praia, perto de habitações e do outro lado da rua do posto territorial e colónia balnear infantil da GNR.

Ouvido pela Lusa, o vereador com o pelouro do Turismo da Câmara Municipal, João Portugal, confirmou que aquela divisão municipal possui um processo relacionado com o "Xxxapada na Tromba" e que está a decorrer a elaboração de pareceres técnicos. "Ainda não há decisão nenhuma, favorável ou desfavorável, está em fase de análise e recolha de elementos", afirmou.

Já a vereadora Ana Carvalho, que detém competências ao nível do licenciamento, sublinhou que há "vários pressupostos a verificar" em relação ao festival para as licenças serem concedidas, nomeadamente por parte dos organizadores, que não estarão constituídos como empresa nem terão registo de promotor de eventos."

Foi Tavares, o mal-amado, que o disse um dia destes: João Ataíde, o presidente da câmara, «tem cintura para jogos de poder, lida bem com eles e gosta deles»
Apesar de o "evento está a deixar apreensivos os residentes da localidade de Murtinheira", a "Câmara da Figueira da Foz não apoia festival de "death metal" mas também não o proíbe"...
Já eu, nestas coisas, sou muito pouco pragmático.
Portanto,  "uma junta de freguesia e uma autarquia que ponderam apoiar uma coisa destas não merecem respeito!"
Isto, apesar de saber, mas saber mesmo, que apesar da liberdade conquistada por alguns, ainda é de bom tom e, conveniente, não se sair muito do politicamente correcto...

"Enganarou-se"?..

“Enganarei-me?”... 
Uma crónica de Isabel Maranha Cardoso. 
Para ler clicar aqui.

Nota de rodapé.
"enganarei-me" uma vez... 
Quando acreditei estar "enganarado"!

Efeitos colaterais de passar anos a colar cartazes: os vapores da cola afectam os neurónios...

Não se esqueçam deste nome: Cristóvão Simão Ribeiro ...
Há-de vir a passar por um escritório de advogados e chegar a ministro...
Citando o Aventar...
"...a JSD voltou a ser anedota nacional. Hitleriante.
Mas o fetiche parece estar de volta e, pasmem-se, chega e forma de “comunicado“. Como se o ridículo não fosse já próximo do absoluto, ainda tentaram transformar esta palermice numa coisa séria. Ilustrado com uma montagem que compara Mário Nogueira a Josef Stalin e que apresenta Tiago Brandão Rodrigues como uma marioneta ao serviço do líder da Fenprof, a JSD faz eco do dono e exige mais subsídios para o sector privado, atacando furiosamente o sindicalista “que há muitos anos que não sabe o que é dar aulas“, como se tantos destes jotinhas e caciques tivessem feito mais alguma coisa na vida do que o percurso que começa com o lamber de botas na concelhia e termina no tacho em Lisboa. É preciso não ter noção do ridículo.
Interessante também verificar que, neste escrito patético, a JSD tenta equiparar o sector público de Educação ao privado, referindo-se a ambos como serviço público, que se diferenciam por serem ou não estatais. Pois, com o dinheiro dos contribuintes também eu montava um serviço público não estatal, subsidiado pelos impostos do caro leitor e com lucros a reverter para a minha conta bancária. Fácil. Parece que estou a ouvir a Thatcher a dizer que o ensino privado dura enquanto durar o dinheiro dos outros.
Enfim, é um trabalho sujo mas alguém tem que o fazer. Importa notar que, durante os mais de quatro anos em que os padrinhos governaram com o CDS-PP, assistimos a cortes violentos no sector da Educação e nos apoios sociais a famílias carenciadas, onde os filhos são, por norma, os primeiros a sofrer, e da JSD nem uma palavra. Agora é vê-los preocupados com o futuro das crianças. Um hino à hipocrisia. Mas o mais interessante é que, com esta imbecilidade, a JSD alimenta e contribui para legitimar futuras comparações de igual nível na esfera parlamentar, potenciando ainda mais e sem motivo aparente o sectarismo que hoje impera. É que depois de ler toda aquela porcaria de “comunicado“, ficamos sem perceber por que motivo Mário Nogueira é Stalin, pelo que, de hoje para amanhã, qualquer um se poderá referir a Passos Coelho como Hitler, Luís Montenegro como Pinochet ou Marco António Costa como Al Capone. É a fórmula JSD: vale tudo, não implica qualquer tipo de justificação e quanto mais idiota, melhor."

Uma parte da realidade, é sempre uma outra realidade...

Todas as campanhas de agitação têm muito de circo: não existe nelas tudo quanto foi anunciado na propaganda.
Li, via O Ambiente na Figueira da Foz - e passo a citar: "apesar da "propaganda oficial" exaltando a renovação do pavimento em várias freguesias do concelho municipal, a fotografia não engana
As alterações estruturais limitam-se à superfície, o desenho da infraestrutura não foi alterado. Continua tudo como estava, passeios estreitos e desnivelados, grande largura de via sem zonas de acalmia nem atravessamento seguro. Portanto, as obras mostram desprezo pelo dinheiro dos contribuintes e assumem-se como "propaganda eleitoral" dada a "pressa com que estão a ser feiras". Nem sequer a estrada foi marcada, já surge a fotografia a "mostrar obra"."
Uma fotografia nunca é a realidade. É, ao limite, a realidade - se o fotógrafo for competente - que que manda vê e mostra. 
A propaganda oficial está aqui, que é, também, a fonte da fotografia. 
Isto não tem nada de pessoal, mas o jornalismo figueirense, em geral, serve para isto: transmitir as notícias - leia-se a "propaganda oficial" - que o poder entende por bem "vender" aos figueirenses.
Termino citando de novo O Ambiente na Figueira da Foz.
"Chama-se a isto ausência de visão e falta de urbanidade."