sexta-feira, 6 de maio de 2016

Campeonato Nacional da I Divisão de Juniores...

Amanhã, Naval e Marítimo, em juniores, jogam uma partida decisiva para uma eventual subida ao Campeonato Nacional da I Divisão de Juniores.
Face à classificação, no que diz respeito ao confronto directo entre figueirenses e insulares, a vitória é fundamental.
Contudo, há uma terceira equipa que pode contrariar as expectativas: o  Real Massamá, caso vença o Estoril deitará por terra as aspirações de navalistas e maritimistas.
Quanto à Naval, para que possa comemorar a subida duas coisas terão de acontecer:
1 – Vencer o Marítimo.
2 – Esperar que o Real Massamá não vença no terreno do Estoril.

A Figueira TV, canal televisivo da Figueira da Foz, vai transmitir o encontro em directo, via internet, se as condições climatéricas o permitirem...

Museu Municipal Santos Rocha – 122 anos de existência...

Fundado a 06 de maio de 1894, por António dos Santos Rocha, o Museu Municipal atravessou vários períodos: até 1910, sensivelmente, viveu uma fase áurea, estendendo a sua fama além fronteiras. A notável acção de Santos Rocha, os trabalhos da Sociedade Arqueológica da Figueira da Foz e as publicações inseridas no seu Boletim levaram a que o Museu Municipal se colocasse a par das melhores instituições científicas nacionais.
Instalado provisoriamente na Casa do Paço desde 1899, foi transferido para o edifício dos Paços do Concelho em 1910, onde se manteve até 1975, data da abertura oficial ao público do novo edifício, construído com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian e projectado pelo arquitecto figueirense Isaías Cardoso.
Vão até lá e dêm uma olhadela...   

Voz da Figueira de 4 do corrente: relato da minha passagem pela Assembleia Municipal da Figueira da Foz...

Para ler melhor, clicar na imagem.

Não me esqueço o que é andar na Aldeia. Ando por cá todos os dias...

Nós últimos 30 dias registámos 25 473 visualizações. 
Prova evidente da importância deste blogue no dia a dia de inúmeras pessoas. Entre covagalenses, figueirenses, portugueses e não só.
Agradeço a todos aqueles que, estejam onde estiverem, não dispensam um dia sem vir cá.
Não são números, são pessoas únicas, dignas e, sobretudo, gente. 
Aqui no Outra Margem, não consideramos ninguém como um número, como mais um que pode ser utilizado à vontade, como mais um autómato sem vontade própria, que só tem direitos porque é consumidor.
Aqui no Outra Margem somos todos pessoas e seres humanos.

Encerramento dos Postos Médicos da Marinha e Cova e Gala: com a honrosa excepção do PCP, onde é que estão os outros partidos?

Em democracia há Partidos. 
Na Figueira, que eu saiba, existem o CDS-PP, o PSD-PPD, o PS, o BE e o PCP.
Os partidos têm gente lá dentro — homens e mulheres que têm os mesmos problemas da restante população.
Numa Figueira, transformada, há anos, em terra do faz-de-conta, onde as palavras já não têm o significado original, os "ajustadores" apresentam-se como a única escolha a ter direito a voz. 
Os políticos e os tecnacratas vendem as mensagens que lhes interessam, a cada momento, e é isso que passa na comunicação social. Verdade é mentira. Excelência, na prática, quer dizer empobrecimento. Direitos há muito conquistados pelas populações nas suas Aldeias, agora passam a ser luxo. 
E tudo é apresentado, por quem decidiu sem ter em conta toda a abragência das consequências das alterações que se pretendem introduzir no dia a dia das pessoas, como se viu neste caso do acesso aos cuidados médicos de proximidade de uma população envelhecida.
O que passou na comunicação social, como se não houvese alternativa,  é que é assim e nada pode ser de outra maneira. 

As poucas vozes que discordaram foram ostracizadas e  silenciadas
Contudo, logo que quem esteve na origem deste problema, nomeadamente o presidente da câmara da Figueira ou o Director-Executivo da ACES, António Morais, queriam passar a mensagem que lhes interessava, no momento, surgiam logo os "pés de microfone" oficiosos, saídos lá dos buracos onde estão atentos às ousadias da malta que só serve para colocar pedrinhas na engrenagem, para darem o amém da divulgação aos recados do "poder instalado".
Mas os partidos também ficaram chamuscados neste processo. A imagem que anexo, foi a única tomada de posição partidária de que tive conhecimento. CDS-PP, o PSD-PPD, o PS e o BE, até ao momento, a avaliar por este caso, parece que não existem na Figueira... 

Uma clarificação: apesar de não pertencer a nenhum Partido, não considero os cidadãos sem filiação partidária melhores do que os partidariamente inscritos. 
Tenho, desde sempre, uma discordância em relação ao funcionamento normal dos Partidos, que neste  caso, ficou perfeitamente visível: protestar contra a política do facto consumado não serve para nada.
O meu comité central é funcional, expedito e tem tido alguma eficácia: sou apenas eu.
Em 42 anos de democracia, também no meu concelho, dois partidos, tal como na política nacional, dois partidos, dois, alternaram no poder, sem que se veja qualquer alternativa política. 
O que eu não estaria ainda disposto a dar - essa tem sido, no essencial, a luta da minha vida... -  para que o ditado popular "mudam as moscas, mas...", não se aplicasse também a esta minha encantadora Figueira da Foz, uma cidade tradicional, demasiadamente hierarquizada,  em que as coisas acontecem quando podem acontecer, e sempre obediente a quem sempre quis que ela se mantivesse assim...

Parabéns Rui...

Os meus parabéns não são dados apenas por o Rui defender a transparência e por o dizer claramente.
Dava também os parabéns a outros se tivessem tido transparência nas opções que tomaram.
A reorganização dos serviços do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Baixo Mondego gerou receios e protestos em São Pedro e na Marinha das Ondas que são perfeitamente legítimos por dois motivos.
Em primeiro lugar, nos últimos anos habituámo-nos a diversos tipos de reestruturações, reorganizações e outro vocabulário da novilíngua da cartilha do ultraliberalismo, ser utilizado em processos que levaram ao encerramento de serviços públicos essenciais: linhas ferroviárias, centros de saúde, serviços de socorro e emergência, etc. Por vezes, com consequências trágicas para pessoas e para a sociedade.
Em segundo lugar, é obrigação de organismos públicos, como o ACES, a implementação processos totalmente transparentes quando se altera a qualidade ou a organização dos serviços prestados às populações, especialmente em regiões onde existem problemas de mobilidade, isolamento ou envelhecimento populacional.
Hoje em dia já não há desculpas para não comunicar claramente com as populações.
Existem assembleias municipais e de freguesia onde o contacto com os representantes eleitos e com as populações pode ser directo, a prática de sessões de esclarecimento também ajuda muito a melhorar a transparência e as redes sociais são hoje um eficiente complemento de comunicação.
Se não é de encerramento de que se trata, o ACES não deve recear o contacto com populações e eleitos.