sábado, 23 de junho de 2018
Muito bem senhor presidente da Câmara: vamos acreditar, com convicção, que, neste caso, o céu será mesmo o limite!
O inatingível, até este momento, neste caso, fazendo fé nas palavras do Senhor Presidente da Câmara, é precisamente o atingível. Não se sabe é quando!..
O presidente da Câmara da Figueira da Foz, como é público e notório, sempre foi a favor da abertura da Base Aérea de Monte Real à aviação civil e, por isso, nunca aplaudiu o anúncio do aeroporto de Coimbra, feito pelo seu homólogo Manuel Machado.
Em declarações ao jornal AS BEIRAS, edição de hoje, João Ataíde afirma que a solução que advoga “não é uma questão de fé, é uma questão de razoabilidade e de dados objectivos”.
“O estudo que agora foi apresentado conclui e demonstra, de forma sustentável, que este projeto é exequível com um investimento de 20 milhões de euros”, disse ainda.
João Ataíde está convicto que, se tudo correr bem, “com os números de hoje, que até pecam por defeito, a médio prazo”, ou seja, daqui a 10 anos, a Base Aérea de Monte Real estará pronta para ser utilizada pela aviação civil. A solução passará por um concurso de concessão ou pela exploração pública, adiantou.
A última palavra, no entanto, será do Governo, já que os militares, segundo João Ataíde, não se opõem.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Originalidades figueirenses!..
«Poderá implicar um investimento avultado para fazer um by pass dos afluentes de S. Pedro para a Etar de Vila Verde. Mas isso só poderemos aferir depois do tratamento primário de todas as unidades industriais».
João Ataíde, presidente da Figueira da Foz na reunião de câmara realizada na passada segunda-feira, via Voz da Figueira.
E, assim, na Aldeia lá vamos indo de by pass em by pass: do by pass do Cabedelo ao by pass da merda da ETAR DE S. PEDRO...
A ideia de utopia está sempre presente em nós e funciona como uma válvula de escape, não é assim Senhor Dr. João Ataíde?..
João Ataíde, presidente da Figueira da Foz na reunião de câmara realizada na passada segunda-feira, via Voz da Figueira.
E, assim, na Aldeia lá vamos indo de by pass em by pass: do by pass do Cabedelo ao by pass da merda da ETAR DE S. PEDRO...
A ideia de utopia está sempre presente em nós e funciona como uma válvula de escape, não é assim Senhor Dr. João Ataíde?..
O Figbus, "mais uma medida eleitoral do PS cumprida", vai resolver alguma coisa no que à mobilidade no concelho diz respeito?..
"O Figbus - Serviço de Transporte a Pedido começa a circular no dia 2 de julho, mantendo-se nas estradas das freguesias do sul do concelho até 31 de dezembro. Este projeto-piloto poderá, no entanto, ser renovado por outros seis meses, caso o histórico da procura o justifique.
Para já, fica a nota de que o miniautocarro da Rodoviária do Lis (operadora de transportes públicos regulares daquele zona do concelho), com 20 lugares, só circulará se tiver reservas, que devem ser feitas com um mínimo de duas horas de antecedência, através do número 233 433 433, cujo atendimento se faz das 09H00 às 13H00. Aquele serviço destina-se a pessoas com mobilidade reduzida e, além do referido número de lugares, está equipado para receber duas cadeiras de rodas.
As três linhas que atravessam as freguesias de Alqueidão, Lavos, Marinha das Ondas e Paião foram criadas para transportar os residentes entre a sua localidade e os serviços de saúde - incluindo o Hospital da Figueira da Foz, em São Pedro - e estabelecimentos comerciais. Quem pretender utilizar a rede regular de transportes públicos terá ligação em Lavos e São Pedro.
Cada viagem custa 2,5 e 3,5 euros – o preço varia de acordo com a linha utilizada. Para viagens de ida e volta, aqueles valores duplicam. Na compra de 10 viagens, os passageiros pagam 20 e 30 euros, respetivamente. No entanto, os residentes com comprovada incapacidade financeira têm direito a descontos de 50 e 75 por cento, aplicado mediante os rendimentos. Portanto, o serviço não será grátis, como inicialmente, por lapso, foi avançado.
As carreiras têm dias e horários definidos: a Linha Verde funciona à segundafeira e quinta-feira, a Azul à terça-feira e sexta-feira e a Amarela à quarta-feira.
Jot’Alves, via jornal AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Cada viagem custa 2,5 e 3,5 euros – o preço varia de acordo com a linha utilizada. Para viagens de ida e volta, aqueles valores duplicam. Na compra de 10 viagens, os passageiros pagam 20 e 30 euros, respetivamente.
Portanto, o serviço não será grátis, como inicialmente, por lapso (de quem?), foi avançado...
Isto do princípio do utilizador pagador é invocado, neste caso, como é invocado pelo Estado sempre que lhe convém.
Vejamos: os transportes públicos de Lisboa e Porto dão um prejuízo anual de centenas de milhões de euros, que são pagos por todos nós...
E bem, diga-se, via Orçamento de Estado...
Por outro lado, alguma vez viram o Senhor Presidente da Câmara, ou os Senhores Vereadores argumentarem que o figueirense, que não usufrui deles, os não devia pagar?
Claro que não, pois isso seria politicamente incorrecto...
A opinião, independente e desalinhada, para políticos como os que temos no poder na Figueira, é sempre estranha e até desconcertante, de tanto habituados que estão ao politicamente correcto, às verdades dentro da caixa...
Porém, não é com toda a certeza isso que faz avançar a Figueira, como está provado por dezenas de anos de governação local "certinha e direitinha"!..
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| S. Pedro e Marinha das Ondas não têm Postos de Saúde?.. |
Para já, fica a nota de que o miniautocarro da Rodoviária do Lis (operadora de transportes públicos regulares daquele zona do concelho), com 20 lugares, só circulará se tiver reservas, que devem ser feitas com um mínimo de duas horas de antecedência, através do número 233 433 433, cujo atendimento se faz das 09H00 às 13H00. Aquele serviço destina-se a pessoas com mobilidade reduzida e, além do referido número de lugares, está equipado para receber duas cadeiras de rodas.
As três linhas que atravessam as freguesias de Alqueidão, Lavos, Marinha das Ondas e Paião foram criadas para transportar os residentes entre a sua localidade e os serviços de saúde - incluindo o Hospital da Figueira da Foz, em São Pedro - e estabelecimentos comerciais. Quem pretender utilizar a rede regular de transportes públicos terá ligação em Lavos e São Pedro.
Cada viagem custa 2,5 e 3,5 euros – o preço varia de acordo com a linha utilizada. Para viagens de ida e volta, aqueles valores duplicam. Na compra de 10 viagens, os passageiros pagam 20 e 30 euros, respetivamente. No entanto, os residentes com comprovada incapacidade financeira têm direito a descontos de 50 e 75 por cento, aplicado mediante os rendimentos. Portanto, o serviço não será grátis, como inicialmente, por lapso, foi avançado.
As carreiras têm dias e horários definidos: a Linha Verde funciona à segundafeira e quinta-feira, a Azul à terça-feira e sexta-feira e a Amarela à quarta-feira.
Norte será a seguir
O “Figbus” é assegurado pela autarquia da Figueira da Foz, tendo como impulsionador o vice-presidente, Carlos Monteiro, em parceria com a operadora de transportes públicos coletivos e as juntas de freguesias. O município comparticipa com 14 mil euros, verba que garante os descontos sociais do serviço. “Vamos ao encontro das tendências de mobilidade”, frisou o presidente da câmara, João Ataíde, ontem, na apresentação daquele “serviço social de transportes” de “baixo custo”. Que, destacou ainda, foi criado para “garantir maior mobilidade no concelho”. João Ataíde adiantou que as freguesias do norte também terão direito àquele serviço, estando em análise se será antes ou depois de terminarem as atuais concessões das redes de transportes públicos regulares naquela zona. No sul, esclareceu, foi mais fácil porque só existe um operador." Jot’Alves, via jornal AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Cada viagem custa 2,5 e 3,5 euros – o preço varia de acordo com a linha utilizada. Para viagens de ida e volta, aqueles valores duplicam. Na compra de 10 viagens, os passageiros pagam 20 e 30 euros, respetivamente.
Portanto, o serviço não será grátis, como inicialmente, por lapso (de quem?), foi avançado...
Isto do princípio do utilizador pagador é invocado, neste caso, como é invocado pelo Estado sempre que lhe convém.
Vejamos: os transportes públicos de Lisboa e Porto dão um prejuízo anual de centenas de milhões de euros, que são pagos por todos nós...
E bem, diga-se, via Orçamento de Estado...
Por outro lado, alguma vez viram o Senhor Presidente da Câmara, ou os Senhores Vereadores argumentarem que o figueirense, que não usufrui deles, os não devia pagar?
Claro que não, pois isso seria politicamente incorrecto...
A opinião, independente e desalinhada, para políticos como os que temos no poder na Figueira, é sempre estranha e até desconcertante, de tanto habituados que estão ao politicamente correcto, às verdades dentro da caixa...
Porém, não é com toda a certeza isso que faz avançar a Figueira, como está provado por dezenas de anos de governação local "certinha e direitinha"!..
Contestar é cada vez mais necessário...
"As Câmaras de Vila Real e Pombal vão retirar o dinheiro da Caixa Geral de Depósitos.
É uma tomada de posição para contestar o encerramento de balcões do banco público."
Nota de rodapé.
As soluções parecem estar esgotadas...
Temos de procurar alternativas a isto que nos oferecem...
É uma tomada de posição para contestar o encerramento de balcões do banco público."
Nota de rodapé.
As soluções parecem estar esgotadas...
Temos de procurar alternativas a isto que nos oferecem...
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Civilização e barbárie
"Parece que Trump vai recuar. Parece que vai acabar a separação forçada de pais e filhos. Talvez tenha sido por causa da divulgação do áudio do menino que chorava pelo pai. Talvez tenha sido por causa das críticas de Melania, que também é mãe. Talvez tenha sido por pressão de alguns dos barões republicanos ameaçados pela derrota eleitoral. Ainda assim, e mesmo que se confirme o fim de uma medida desumana, não é caso para cantar vitória. A civilização não está a ganhar à barbárie. Nem nos EUA, nem na Europa. Há um discurso que deixou as ruas para se instalar nos gabinetes do poder. Há uma mensagem de ódio antes gritada por uns quantos extremistas que passou a ser assumida, com o indispensável polimento das chancelarias, por diferentes formações políticas alegadamente democráticas. Há um mal que se vai instalando, que começa por admitir algumas exceções aos direitos humanos, para mais tarde transformar a exceção em regra. Veja-se o caso italiano. Enquanto o navio Aquarius e mais de 600 africanos eram empurrados em direção a Espanha, não deixaram de chegar migrantes aos portos italianos. Essa maré não terá fim. Mas o exemplo é que conta e foi o suficiente para o ministro do Interior, Salvini, cantar vitória e lançar as raízes de uma nova política de desumanidade: já não há a obrigação de garantir o socorro a náufragos no mar. Nos últimos seis anos, desde Lampedusa - lembram-se das fotografias com dezenas de caixões alinhados? ¬-, já terão morrido cerca de 16 mil pessoas no Mediterrâneo. Fomos derramando ocasionalmente umas lágrimas. Mas a presidente da Câmara da pequena ilha italiana, Giusi Nicolini, que recebeu o Papa, que visitou Obama, já não é autarca. Os eleitores preferiram um político defensor da lei e da ordem a uma campeã dos direitos humanos. Trump pode recuar. Mas a civilização não está a ganhar à barbárie. Ainda não."
Rafael Barbosa, via Jornal de Notícias
Rafael Barbosa, via Jornal de Notícias
A suspensão
"Foi aprovada na passada segunda-feira, pelo executivo municipal, e será proposta à próxima assembleia municipal, a suspensão da aplicação do Plano de Saneamento Financeiro (PSF) do Município da Figueira da Foz. A proposta de suspensão aproveita uma norma da Lei do Orçamento do Estado para 2018 que prevê que os municípios que estejam sob a aplicação de planos deste tipo possam proceder à suspensão da sua aplicação se, e só se, cumprirem os limites de endividamento que estão previstos na Lei das Finanças Locais.
A notícia merece ser saudada, mas é preciso ter a exacta noção do seu alcance, sob pena do tema se prestar a toda a sorte de mal-entendidos. Quer os que retiram qualquer espécie de valor a esta notícia, quer aqueles que confundam a suspensão do plano com o pagamento integral das dívidas que lhe estão associadas.
O PSF, outorgado em meados de 2011, integrava um programa de acção a que poderíamos chamar de “austeridade municipal”, um conjunto de três empréstimos bancários ( 31 milhões de euros) que permitiram reescalonar o passivo municipal e, acessoriamente, um elenco de obrigações de reporte periódico do nível de cumprimento do plano junto de entidades de tutela (DGAL ou Tribunal de Contas, por exemplo). Destes elementos, só o último – o das obrigações de reporte – é que fica eliminado com a decisão ora tomada. As dívidas à banca e as restrições orçamentais que elas impõem, ficam cá todas. Fica atestada a capacidade do município solver os seus compromissos mas eles não desparecem. Ainda há um caminho das pedras até Maio de 2023."
Via AS BEIRAS
A notícia merece ser saudada, mas é preciso ter a exacta noção do seu alcance, sob pena do tema se prestar a toda a sorte de mal-entendidos. Quer os que retiram qualquer espécie de valor a esta notícia, quer aqueles que confundam a suspensão do plano com o pagamento integral das dívidas que lhe estão associadas.
O PSF, outorgado em meados de 2011, integrava um programa de acção a que poderíamos chamar de “austeridade municipal”, um conjunto de três empréstimos bancários ( 31 milhões de euros) que permitiram reescalonar o passivo municipal e, acessoriamente, um elenco de obrigações de reporte periódico do nível de cumprimento do plano junto de entidades de tutela (DGAL ou Tribunal de Contas, por exemplo). Destes elementos, só o último – o das obrigações de reporte – é que fica eliminado com a decisão ora tomada. As dívidas à banca e as restrições orçamentais que elas impõem, ficam cá todas. Fica atestada a capacidade do município solver os seus compromissos mas eles não desparecem. Ainda há um caminho das pedras até Maio de 2023."
Via AS BEIRAS
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Sem título...
"Estão a construir este edifício (o que está dentro do quadrado vermelho), precisamente à entrada dos peões para a Praia Principal da Praia de Quiaios!
O Executivo Municipal: Aos Costumes disse......Nada!
A construção está na a 4/5 m da primeira duna, local absolutamente proibido pois fragiliza a duna!
No entanto a APA deu parecer favorável o que se pode perceber por incompetência ou corrupção!
Sugiro que embarguem, imediatamente, a obra! Vou mandar email para o Ministro do Ambiente!
Este País está a bater no fundo: Nem as autarquias funcionam...
Nem a Administração Central...
Mas, tal não admira o critério de Admissão é o mesmo! Não é por critérios de competência mas sim por filiação partidária, por laços familiares, por via uterina, etc...
Um simples chefe de divisão é da confiança política, senão não chega lá!
Não há brio profissional, os técnicos hoje, são marionetas dos políticos....
Somos um País pobre, mas todos vós a trabalhar como estão, vão deixá-lo bem pior!"
Casimiro Terêncio
Eng. Civil
O Executivo Municipal: Aos Costumes disse......Nada!
A construção está na a 4/5 m da primeira duna, local absolutamente proibido pois fragiliza a duna!
No entanto a APA deu parecer favorável o que se pode perceber por incompetência ou corrupção!
Sugiro que embarguem, imediatamente, a obra! Vou mandar email para o Ministro do Ambiente!
Este País está a bater no fundo: Nem as autarquias funcionam...
Nem a Administração Central...
Mas, tal não admira o critério de Admissão é o mesmo! Não é por critérios de competência mas sim por filiação partidária, por laços familiares, por via uterina, etc...
Um simples chefe de divisão é da confiança política, senão não chega lá!
Não há brio profissional, os técnicos hoje, são marionetas dos políticos....
Somos um País pobre, mas todos vós a trabalhar como estão, vão deixá-lo bem pior!"
Casimiro Terêncio
Eng. Civil
Ajude a dar a conhecer as minas de carvão do Cabo Mondego?
"Tenho um projecto a votação a nível nacional que engloba o Cabo Mondego. A mina de carvão foi das mais importantes de Portugal. Chegou a hora de trazer os turistas e os figueirenses, a conhecer melhor a sua história. Começa por criar um roteiro, mas a ideia geral é fazer aqui um museu e reabrir a mina em segurança ao público. Votem por favor, e partilhem. Muito obrigado. Projecto 467."
Luis Carlos
Votem clicando aqui.
Luis Carlos
Votem clicando aqui.
"FIGUEIRA DA ERVA DAS OBRAS DOS BURACOS..."
A gestão camarária, via folha de Excel dá nisto...
"Fazia tenção de não dizer mais nada mas, olhando à minha volta, impele-me a escrita para a desorientação em que a cidade parece andar! Já falei várias vezes sobre a sua vocação, a sua matriz económica, a sua especialização, as suas apostas e “não apostas” estratégicas e os seus sectores dominantes. Dito isto, poderia fazer então uma lengalenga, em bom português e sem erros ortográficos, claro, ao estilo da “tal” campanha que tanto promoveu a Figueira: Figueira da indústria, do comércio, da actividade portuária, da pesca, do turismo, dos eventos, do areal da praia, do jardim, do bypass, enfim … seja lá do que for ou porque seja somente Figueira dos veraneantes, o que não pode ser é Figueira das obras no verão!
Quanto à pertinência “O que virá por aí” minha a crónica de há 2 semanas, não digo mais… mas que calendarização de obras é esta??? Responder-me-ão (desculpas!), atraso do visto do tribunal de contas, concursos públicos desertos, atrasos na aprovação das candidaturas, tipo de obra que não se faz de inverno, esteve sempre a chover, etc, etc… Enfim as desculpas do costume que mais não são do que a falta de sensibilidade para pensar, sentir, e agir na cidade alinhando as suas vocações à ocasião!
Lembrei-me estão que revisitei há 2 anos S. Pedro de Moel e disseram-me: “Aqui há uma postura municipal que não permite obras, públicas nem particulares, a partir de maio e até setembro, temos que preparar tudo antes para a época estival” … E mais não digo!"
Figueira das obras de verão, um crónica de Isabel Maranha Cardoso, publicada ontem no jornal AS BEIRAS.
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| Imagem sacada daqui |
Quanto à pertinência “O que virá por aí” minha a crónica de há 2 semanas, não digo mais… mas que calendarização de obras é esta??? Responder-me-ão (desculpas!), atraso do visto do tribunal de contas, concursos públicos desertos, atrasos na aprovação das candidaturas, tipo de obra que não se faz de inverno, esteve sempre a chover, etc, etc… Enfim as desculpas do costume que mais não são do que a falta de sensibilidade para pensar, sentir, e agir na cidade alinhando as suas vocações à ocasião!
Lembrei-me estão que revisitei há 2 anos S. Pedro de Moel e disseram-me: “Aqui há uma postura municipal que não permite obras, públicas nem particulares, a partir de maio e até setembro, temos que preparar tudo antes para a época estival” … E mais não digo!"
Figueira das obras de verão, um crónica de Isabel Maranha Cardoso, publicada ontem no jornal AS BEIRAS.
terça-feira, 19 de junho de 2018
O Belo é diferente. O Horrível também o é...
ETAR DE S. PEDRO, A CHEIRAR A MERDA, PELO MENOS, DESDE 2006!..
NUMA "VILA" TURÍSTICA, O CHEIRO A MERDA É ALGUM CARTÃO DE VISITA QUE SE RECOMENDE?
Faço minhas as palavras da conterrânea Maria Gama
"Cada vez mais pobre e podre a minha terra (Cova/Gala ) além de ninguém fazer nada para colmatar o descalabro em que se encontra a nível de erosão costeira, agora ainda tem que levar com o mau cheiro proveniente da etar que afecta os residentes e afasta os que a visitam. Até quando irá continuar tal abandono."
NUMA "VILA" TURÍSTICA, O CHEIRO A MERDA É ALGUM CARTÃO DE VISITA QUE SE RECOMENDE?
Faço minhas as palavras da conterrânea Maria Gama
"Cada vez mais pobre e podre a minha terra (Cova/Gala ) além de ninguém fazer nada para colmatar o descalabro em que se encontra a nível de erosão costeira, agora ainda tem que levar com o mau cheiro proveniente da etar que afecta os residentes e afasta os que a visitam. Até quando irá continuar tal abandono."
Balanço isento e despaixonado: na Figueira está tudo bem, tirando um ou outro pormenor "atípico"...
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| foto sacada daqui |
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| foto sacada daqui |
“As coletividades manifestaram o seu agrado por este novo espaço aberto, conjugado com a animação”, disse o presidente Ataíde, pese embora os “dois contratempos” provocados pelas “condições meteorológicas perfeitamente atípicas”.
O autarca referia-se ao derrube do palco principal pelo vento, no dia 10, obrigando ao adiamento da abertura do certame para o dia seguinte, e à estrutura das esplanadas de duas freguesias que foram projetadas, também pelo vento, no domingo, para as traseiras das tasquinhas. “Podemos corrigir duas ou três situações que decorreram desta iniciativa”, admitiu João Ataíde, mas o resto é tudo para continuar!..
Mesmo para os actuais donos disto tudo, haverá sempre uma altura para porem em causa o que fizeram. Uma altura para fazerem um balanço o mais desapaixonadamente possível. Ponderarem tudo que ocorreu.
Não falo de arrependimentos ou actos de contrição...
Por cá continuamos em equilíbrio: instável e atípico, mas ainda assim em equilíbrio...
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Os resultados do Relatório dos foguetes...
João Ataíde, na reunião de câmara realizada no dia 22 de Junho de 2017, anunciou que ia mandar abrir um inquérito sobre a realização de uma festa de anos que um quadro superior da Câmara da Figueira da Foz realizou, que ocorreu faz hoje precisamente um ano, no parque municipal de campismo e que, na altura, reuniu várias dezenas de convidados.
O anúncio foi feito, depois do PSD, pela voz da vereadora Anabela Tavaçó, ter levado o assunto à acima citada reunião de câmara.
O anúncio foi feito, depois do PSD, pela voz da vereadora Anabela Tavaçó, ter levado o assunto à acima citada reunião de câmara.
Decorreu um ano. O assunto acabou de ser levado à reunião que decorreu esta tarde, que estive a ver em directo.
O vereador Ricardo Silva, do PSD, na reunião camarária realizada hoje, perguntou pelos resultados apurados pelo inquérito.
Por enquanto, ainda não há nada de concreto.
Ficou a promessa do presidente Ataíde de que, em breve, haverá resultados...
Um ano depois, nada se sabe do inquérito mandado abrir pelo senhor presidente da câmara aos acontecimentos ocorridos há precisamente um ano.
Como se vê, também aqui o começo foi bonito!
Contudo, seria ainda mais bonito é que todos os dias tivessem sido um recomeço para a conclusão deste inquérito...
O que, a avaliar pelos resultados obtidos até agora, não aconteceu...
Mas nunca é tarde...
Neste momento, é fim de tarde...
Todavia, a conclusão deste inquérito ainda não tem fim.
Também, ainda não é tarde...
Aguardemos, pois...
Por enquanto, ainda não há nada de concreto.
Ficou a promessa do presidente Ataíde de que, em breve, haverá resultados...
Um ano depois, nada se sabe do inquérito mandado abrir pelo senhor presidente da câmara aos acontecimentos ocorridos há precisamente um ano.
Como se vê, também aqui o começo foi bonito!
Contudo, seria ainda mais bonito é que todos os dias tivessem sido um recomeço para a conclusão deste inquérito...
O que, a avaliar pelos resultados obtidos até agora, não aconteceu...
Mas nunca é tarde...
Neste momento, é fim de tarde...
Todavia, a conclusão deste inquérito ainda não tem fim.
Também, ainda não é tarde...
Aguardemos, pois...
"Mundo Cão" ...
This is the face of a two-year-old girl screaming as her loving mother is being handcuffed and taken from her for trying to protect her and take her away from violence and poverty and despair and give her a better life—in short, for being a good mother. This is happening in the U.S. right now and is affecting hundreds of small children who are being taken to detention centers. This evil must stop!
Nota de rodapé.
Que me lembre, passaram há anos nas salas de cinema, dois filmes com o nome de "Mundo Cão".
Eram situações surreais, caricatas e nojentas que mereceram a atenção do público amante de cinema.
Hoje, perante a realidade, seriam trivialidades.
Nota de rodapé.
Que me lembre, passaram há anos nas salas de cinema, dois filmes com o nome de "Mundo Cão".
Eram situações surreais, caricatas e nojentas que mereceram a atenção do público amante de cinema.
Hoje, perante a realidade, seriam trivialidades.
domingo, 17 de junho de 2018
ÚLTIMA HORA: PUBLICIDADE INSTITUCIONAL
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| PARA VER MELHOR, CLICAR NA IMAGEM |
Hoje a Feira de Freguesias não se irá realizar.
«As condições metrológicas» levaram a organização a cancelar todas as atividades incluindo a restauração."
Em directo da Feira das Freguesias...
A foto, desta tarde, diz tudo...
O palco também já está a ser desmontado...
"Foi claramente um bom investimento", afirmou o Senhor Presidente da Câmara, depois da sua deslocação aos Estados Unidos da América, onde esteve em contacto com a comunidade figueirense...
E que tal se, ao menos, fizessem as coisas com segurança...
ACTUALIZAÇÃO:
O palco também já está a ser desmontado...
"Foi claramente um bom investimento", afirmou o Senhor Presidente da Câmara, depois da sua deslocação aos Estados Unidos da América, onde esteve em contacto com a comunidade figueirense...
E que tal se, ao menos, fizessem as coisas com segurança...
ACTUALIZAÇÃO:
Etar de S. Pedro: o cheiro a merda não se aguenta...
"Será que nós somos obrigados a levar todos os dias com este cheiro de merda. Parece que ninguém se preocupa com o que se está a passar aqui e toda a gente fica calada."
Via Fernando Bertier, no facebook.
Nota de rodapé.
MEU CARO FERNANDO, É SÓ PARA LEMBRAR QUE HÁ QUEM ANDE A PROTESTAR DESDE 2006!..
E NUNCA SE CALOU AO LONGO DOS ANOS...
Portanto:
Via Fernando Bertier, no facebook.
Nota de rodapé.
MEU CARO FERNANDO, É SÓ PARA LEMBRAR QUE HÁ QUEM ANDE A PROTESTAR DESDE 2006!..
E NUNCA SE CALOU AO LONGO DOS ANOS...
Portanto:
Senhores responsáveis, olhem que ambiente
é tudo o que nos rodeia.
É o Sol , é uma ideia.
É a chuva, é o rio.
É o vento a soprar.
São as praias à beira mar.
São os cheiros no ar!..
Em S. Pedro, junto à Ponte dos Arcos,
quem por lá anda,
nota o perfume da ETAR:
cheira a merda que tresanda!..
Estamos fartos.
O segredo de um político de sucesso na Figueira...
Ter uma máquina de agitação e propaganda a pensar, a escrever e a funcionar, contribui para moldar e mudar a realidade.
Vejamos um exemplo, sacado daqui.
Presidente da Câmara esteve na Feira das Freguesias: «As pessoas estão satisfeitas com o novo modelo».
«É reconfortante saber que as pessoas estão satisfeitas e que se revêem neste conceito que veio uniformizar a imagem, dar mais charme e permitir às freguesias estarem, novamente, todas ao mesmo tempo neste evento popular. Foi claramente um bom investimento o que aqui fizemos, porque as pessoas estão a aproveitar e a desfrutar», disse o autarca no final da visita.
Escrever, não regista apenas o que pensamos.
Escrever, contribui para ajudar a pensar, o que pode alterar o nosso comportamento no futuro...
Vejamos um exemplo, sacado daqui.
Presidente da Câmara esteve na Feira das Freguesias: «As pessoas estão satisfeitas com o novo modelo».
«É reconfortante saber que as pessoas estão satisfeitas e que se revêem neste conceito que veio uniformizar a imagem, dar mais charme e permitir às freguesias estarem, novamente, todas ao mesmo tempo neste evento popular. Foi claramente um bom investimento o que aqui fizemos, porque as pessoas estão a aproveitar e a desfrutar», disse o autarca no final da visita.
Escrever, não regista apenas o que pensamos.
Escrever, contribui para ajudar a pensar, o que pode alterar o nosso comportamento no futuro...
E custava tão pouco que os poderes públicos andassem mais atentos a estes pormenores...
"Comprei um carro elétrico usado, de 2012, aqui na Figueira. Custou tanto como um veículo usado da sua classe e do seu ano. O objetivo do investimento é poupar. E isto acontece de várias maneiras: menos despesa com gasolina, redução da manutenção (não precisa de óleo de motor nem de bomba de água,…etc.). Gasta pneus e travões basicamente. E ganhamos todos com a mobilidade elétrica por via da redução efetiva das emissões poluentes.
O desafio maior é a autonomia, limitada a cerca de 90 km. Mas, como a 90% das deslocações são dentro do concelho o veículo facilmente serve para o fim que se destina. Em viagens mais longas a solução é o carregamento rápido num dos postos aí existentes, em menos de 30 minutos 80% da bateria é reposta. O carregamento em casa demora em 6 horas até 100% da carga.
No mapa dos postos de carregamento (https://www.electromaps.com) a Figueira aparece com dois locais onde será possível carregar baterias. Contudo, nenhum é oficial nem os “donos os reconhecem”, tanto o CAE como o FozPlaza Shopping ainda não prestam este serviço de forma oficial. O que é pena porque já há muitos visitantes “elétricos” que precisam de carregar (rapidamente) o carro quando nos visitam. O investimento é relativamente baixo e compensa.
Na Figueira somos poucos os que arriscaram investir em carros elétricos. Pedimos um posto público de carregamento rápido, para nós, e que sirva quem nos visita. Se todos os concelhos tiverem um posto, mais gente “arriscará” a “mobilidade elétrica”."
Eletromobilidade, uma crónica de João Vaz. Via AS BEIRAS.
O desafio maior é a autonomia, limitada a cerca de 90 km. Mas, como a 90% das deslocações são dentro do concelho o veículo facilmente serve para o fim que se destina. Em viagens mais longas a solução é o carregamento rápido num dos postos aí existentes, em menos de 30 minutos 80% da bateria é reposta. O carregamento em casa demora em 6 horas até 100% da carga.
No mapa dos postos de carregamento (https://www.electromaps.com) a Figueira aparece com dois locais onde será possível carregar baterias. Contudo, nenhum é oficial nem os “donos os reconhecem”, tanto o CAE como o FozPlaza Shopping ainda não prestam este serviço de forma oficial. O que é pena porque já há muitos visitantes “elétricos” que precisam de carregar (rapidamente) o carro quando nos visitam. O investimento é relativamente baixo e compensa.
Na Figueira somos poucos os que arriscaram investir em carros elétricos. Pedimos um posto público de carregamento rápido, para nós, e que sirva quem nos visita. Se todos os concelhos tiverem um posto, mais gente “arriscará” a “mobilidade elétrica”."
Eletromobilidade, uma crónica de João Vaz. Via AS BEIRAS.
sábado, 16 de junho de 2018
POBRES DOS POBRES
"Os pobres são gente muito útil, motivam grandes ações de caridade nas saídas dos supers, alimentam muitos provedores de santas iniciativas, enchem os comícios, animam os jantares de lombo assado. Os políticos disputam a sua liderança e não faltam os que se sentem os seus legítimos representantes. Há toda uma indústria social e política especializada a cuidar dos pobres com mais cuidado do que se fossem linces da Serra da Malcata.
Mas ontem saíu um relatório da OCDE sobre a pobreza, mas da esquerda à direita, dos sindicatos às organizações de boas almas, não se ouviu um único comentário, a mais pequena manifestação de preocupação. O tema do dia até era a educação e esta está no centro da pobreza, mas mesmo assim ninguém comentou.
Sejamos honestos, os partidos políticos são organizações de ricos e de menos ricos porque quem é pobre tem de trabalhar todas as horas disponíveis para compensar os seus “chorudos” salários mínimos. Os pobres são bandeira e valem tanto para a classe política como as setas da bandeira do PSD. Deles desde a Catarina Martins à Cristas apenas querem os seus votos.
É com alguma raiva e com vergonha que constato esta realidade e faço este comentário. Esperemos que nas próximas eleições deixem os pobres descansados."
Daqui
Mas ontem saíu um relatório da OCDE sobre a pobreza, mas da esquerda à direita, dos sindicatos às organizações de boas almas, não se ouviu um único comentário, a mais pequena manifestação de preocupação. O tema do dia até era a educação e esta está no centro da pobreza, mas mesmo assim ninguém comentou.
Sejamos honestos, os partidos políticos são organizações de ricos e de menos ricos porque quem é pobre tem de trabalhar todas as horas disponíveis para compensar os seus “chorudos” salários mínimos. Os pobres são bandeira e valem tanto para a classe política como as setas da bandeira do PSD. Deles desde a Catarina Martins à Cristas apenas querem os seus votos.
É com alguma raiva e com vergonha que constato esta realidade e faço este comentário. Esperemos que nas próximas eleições deixem os pobres descansados."
Daqui
Relatório e Contas. Resumo da máquina de agitação e propaganda...
Figueira da Foz: Câmara suspende aplicação do Plano de Saneamento Financeiro
Via AS BEIRAS:
"Os bons resultados da gestão da autarquia permitem ao executivo camarário de João Ataíde suspender a aplicação do Plano de Saneamento Financeiro (PSF), medida que a maioria socialista vai submeter à votação da vereação, na segunda-feira, e na próxima sessão da Assembleia Municipal.
Aquela decisão, contudo, não significa que o município vá entrar em incumprimento, já que continuará a pagar o serviço da dívida, de 5,1 milhões de euros por ano.
Assim sendo, afinal, o que é que justifica suspender o PSF? A resposta compartimenta-se em duas partes, segundo explicou fonte da autarquia ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Sintetizando, no plano técnico, dispensa o executivo camarário de elaborar o minucioso e trabalhoso relatório semestral e de apresentar informação detalhada ao Tribunal de Contas.
Por outro lado, pende a vertente política que sustenta a medida, já que a mesma só pode ser aplicada devido aos bons resultados financeiros. Por outras palavras, o município tem um nível de endividamento abaixo daquele que é exigido para se manter sob a alçada do PSF."
Nota de rodapé.
Vou aguardar que sejam tornadas públicas as contas da autarquia figueirense do ano de 2017.
Via AS BEIRAS:
"Os bons resultados da gestão da autarquia permitem ao executivo camarário de João Ataíde suspender a aplicação do Plano de Saneamento Financeiro (PSF), medida que a maioria socialista vai submeter à votação da vereação, na segunda-feira, e na próxima sessão da Assembleia Municipal.
Aquela decisão, contudo, não significa que o município vá entrar em incumprimento, já que continuará a pagar o serviço da dívida, de 5,1 milhões de euros por ano.
Assim sendo, afinal, o que é que justifica suspender o PSF? A resposta compartimenta-se em duas partes, segundo explicou fonte da autarquia ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Sintetizando, no plano técnico, dispensa o executivo camarário de elaborar o minucioso e trabalhoso relatório semestral e de apresentar informação detalhada ao Tribunal de Contas.
Por outro lado, pende a vertente política que sustenta a medida, já que a mesma só pode ser aplicada devido aos bons resultados financeiros. Por outras palavras, o município tem um nível de endividamento abaixo daquele que é exigido para se manter sob a alçada do PSF."
Nota de rodapé.
Vou aguardar que sejam tornadas públicas as contas da autarquia figueirense do ano de 2017.
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