Num sítio de muitos bandalhos, é digna de registo a ética relativa no gesto de renúncia ao mandato de deputado de António José Seguro.
Registe-se, por raro, pois a questão é de ética política.
É essa a essência da questão.
António José Seguro entendeu que a Ética na política ainda conta para certos efeitos.
Como, estou em crer, veremos no futuro.
"Por muito boas pessoas que a maior parte dos deputados do PS sejam, não seria verosímil o homem voltar a sentar-se lado a lado com quem, com inusitado zelo e durante três anos consecutivos, o quis ver pelas costas."
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Sobra sempre para nós... Resta-nos, com a mão no nariz, esmiuçar o vomitado, procurando nos interstícios, a razão da náusea...
Maria Luís Albuquerque assumiu que sim, a Caixa Geral de Depósitos "pode ter perdas" com o Novo Banco. Ou seja, o Estado. Ou seja, os contribuintes. Mais de um mês depois de ter apresentado a resolução do BES como a melhor solução por não representar "qualquer risco" para os contribuintes, a ministra das Finanças reconheceu esta quarta-feira, no Parlamento, o óbvio: se o banco for vendido abaixo dos 4,9 mil milhões do fundo de resolução, uma parte dessa perda cairá sobre a CGD, que pesa cerca de 30% do fundo.
Detesto a palavra "internacionalizar"...
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| foto sacada daqui |
Será isto reflexo do envelhecimento, do aborrecimento, da prudência, do bom-senso ou de sabedoria?..
"Ainda a estratégia"
Como é óbvio, o eng. Daniel Santos e outros (sabemos que poucos) figueirenses interessados...
Na Figueira, tudo como dantes: continuamos com a estratégia da avestruz que consiste no seguinte: fazer de conta que nunca se passa nada...
Na Figueira, tudo como dantes: continuamos com a estratégia da avestruz que consiste no seguinte: fazer de conta que nunca se passa nada...
Errar assim tanto, chega a ser desumano...
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou ontem, terça-feira, que o ministro da Educação, Nuno Crato, regressará à universidade onde é professor, "mas não é agora".
Importante é a pergunta
Ando pela vida, passa já dos 60 anos.
Depois deste tempo todo, por vezes, não é a resposta que me preocupa...
O importante é procurar saber exactamente qual a pergunta correcta a fazer em cada momento.
Para encontrar a resposta certa, ainda tenho uma vida inteira pela frente...
Depois deste tempo todo, por vezes, não é a resposta que me preocupa...
O importante é procurar saber exactamente qual a pergunta correcta a fazer em cada momento.
Para encontrar a resposta certa, ainda tenho uma vida inteira pela frente...
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Espera-se que, a seu tempo, esta questão possa ser esclarecida, para tranquilidade de todos nós...
O jornal AS BEIRAS, de hoje, aborda um assunto que tem passado ao lado das preocupações dos figueirenses, mas que é verdadeiramente intrigante e preocupante: "Três idosos da Figueira da Foz desaparecem sem deixar rasto".
Calma: este blogue (ainda) não tem a importância que alguns lhe querem dar...
É pá, blogar não é fodido!...
E nem rouba tempo à Vida...
Acredita meu...
Entretanto, dado que já está de novo no ar aquele que, nos próximos tempos, poderá ser o melhor anti-depressivo nacional, não sei o nome, mas sei que passa diariamente na TVI, e pela amostra que vi, poderá ser um dos melhores programas de humor de sempre da televisão indígena - não, não é ironia, é verdade - vê e diverte-te.
É de rir até não poder mais. É a TV divertimento levada ao extremo. É o "non sense" absoluto. Perfeito, para desopilar os nervos sem necessidade de insultar nada nem ninguém...
É de rir até não poder mais. É a TV divertimento levada ao extremo. É o "non sense" absoluto. Perfeito, para desopilar os nervos sem necessidade de insultar nada nem ninguém...
Na Aldeia... (XXVIII)
Dinossauros políticos...
Neste aspecto, a Aldeia está bem servida...(tal como o País, que tem o «nosso» querido Cavaco Silva, outro dinossauro, há 40 anos na vida política activa, dez anos primeiro ministro, dez anos, presidente da república, quase há dez anos, quase há dez, e fala e dá sermões como se dela não fizesse parte. O discurso nas comemorações da república foi próprio de alguém caído de para quedas na política portuguesa, intimando os partidos ao "compromisso" com o governo dele, claro, ameaçando com o risco de implosão do sistema partidário. Não ocorreu ao provecto ancião reflectir sobre o seu próprio contributo, bem negativo por sinal, para a referida implosão que tanto parece temer...)
Neste aspecto, a Aldeia está bem servida...(tal como o País, que tem o «nosso» querido Cavaco Silva, outro dinossauro, há 40 anos na vida política activa, dez anos primeiro ministro, dez anos, presidente da república, quase há dez anos, quase há dez, e fala e dá sermões como se dela não fizesse parte. O discurso nas comemorações da república foi próprio de alguém caído de para quedas na política portuguesa, intimando os partidos ao "compromisso" com o governo dele, claro, ameaçando com o risco de implosão do sistema partidário. Não ocorreu ao provecto ancião reflectir sobre o seu próprio contributo, bem negativo por sinal, para a referida implosão que tanto parece temer...)
Um sábado, à noite, que Passos Coelho não vai esquecer...
Ricciardi deve ter feito tudo para que este momento fosse registado pelas objectivas dos fotógrafos, para mostrar ao país que ele ainda manda e Passos Coelho, como sempre aconteceu com outros políticos antes dele, lhe obedece.
Eles podem ter perdido um banco, mas não perderam o poder sobre a classe política.
O banqueiro criou um enorme burburinho na sala pelo seu reaparecimento depois do colapso do Banco Espírito Santo. José Maria Ricciardi jantou na mesma mesa de Passos Coelho...
Eles podem ter perdido um banco, mas não perderam o poder sobre a classe política.
O banqueiro criou um enorme burburinho na sala pelo seu reaparecimento depois do colapso do Banco Espírito Santo. José Maria Ricciardi jantou na mesma mesa de Passos Coelho...
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
A propósito do centenário do SUOVAIS
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| foto José Santos, via Figueira na Hora |
Entretanto, nada melhorou: o atirador olímpico foi para Lisboa. A equipa profissional, desceu de divisão e continua a não ter campo próprio nem sede. O SUOVAIS continua a treinar na praia e continua a ter campeões...
Parabéns ao SUOVAIS pela comemoração dos cem anos de vida e pela capacidade de resistência.
Um dia depois da passagem dos 37 anos de existência do Grupo Desportivo Cova-Gala
Ontem, o Grupo Desportivo Cova-Gala completou 37 anos de vida.
Os sonhos, as dedicações e os rostos permanecem, ano após ano.
As dificuldades, as vitórias e derrotas e as promessas também – até o campo é o mesmo, o que é lastimável e lamentável!
Ao longo destes 37 anos, naquele pedaço de saibro, de 60 de largura por 110 metros de comprimento, largas centenas de jovens deram asas ao sonho de praticaram a modalidade de que gostam – o futebol.
Lastimável e lamentável, foi não ter havido planeamento e trabalho genuíno e desinteressado em prol da juventude da freguesia, mas, prioridades eleiçoeiras. Ao lado do campo do Grupo Desportivo Cova-Gala nasceu, há pouco mais de um ano, uma invenção do poder local - um campo sintético para futebol de formação, sem luz e sem sistema de rega!..
Entretanto, o Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala continua a sonhar com o campo prometido.
O Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala merece o campo prometido. Neste momento, é o único clube que participa na divisão de honra da Associação de Futebol de Coimbra que disputa os jogos em casa num pelado.
O Cova-Gala continua a lutar todos os anos para sobreviver.
A Cova e Gala devia ser mais do que uma terra de rotundas idealizada por cabeças quadradas.
O Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala dificilmente formará "craques". No entanto, uma coisa é certa: apesar de todas as dificuldades e contrariedades, o Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala continua diariamente a formar Homens!..
Até quando?..
Essa, neste momento, é a incógnita...
Não há dinheiro, estamos em crise, cortam nos ordenados, pensões, no SNS, mas...
Que eu saiba, temos uma
maioria, uma presidente da Assembleia da República, um Tribunal
Constitucional, um Tribunal de Contas, um Governador do Banco de
Portugal, um Procuradora-Geral da República, uma UGT,
uma oposição, tudo patrocinado por este Presidente da República,
conivente com os atentados à Constituição da República e ao
Estado de Direito e cúmplice da destruição do Estado Social.
Sabem o que falta?...domingo, 5 de outubro de 2014
..."o senhor Beja e outros pentelhos."
"Isto vem a propósito de um pentelho que se propôs (cheio de eufemismos, como um genuíno figueirinhas) insultar-me sem o fazer: o desinfeliz (que diz chamar-se Rui Beja e se supõe uma espécie de porta-voz oficioso da Câmara Municipal) “presume” que eu sou “profundamente ignorante” porque “não quer crer” que “haja má-fé” no teor deste cartoon, que me foi suscitado por esta notícia, e que editei no blog do meu amigo Agostinho.
.
Ora quanto a fé, batatas – não fui agraciado com qualquer delas; nem boa, nem má, nem assim-assim – e receio que não haja nada a fazer.
Já quanto a ignorância, fui apanhado, reconheço-o - há, de facto, demasiadas coisas que ignoro. Contudo, sei que nada sei, e isto tem-me permitido aprender, tomar conhecimento, entender uma data de outras coisas intangíveis a lambe-cus como o senhor Beja. Por exemplo esta: a democracia é (ou devia ser) o governo através da discussão. Ora uma sessão de esclarecimento não é o mesmo que uma discussão pública – uma é vertical, de cima pra baixo; outra é horizontal, uma coisa entre iguais – na primeira, o consenso é o triunfo de quem dá as respostas (em geral já prontas); no segundo o consenso é a satisfação das aspirações, ou da simples curiosidade, de quem faz as perguntas, ou seja, a democracia.
.
Outra das coisas que me tem permitido o reconhecimento da minha ignorância (e que visivelmente também não está ao alcance do senhor Beja) é o entendimento da função do humor em sociedade: a mim desopila-me o fígado e permite-me comentar a iniquidade do mundo com um olhar distanciado e uma certa urbanidade; isto é, sem ceder a arroubos mais primários, como o insulto soez ou a bomba. Mas igualmente sem eufemismos. Eu mato a cobra e mostro o pau."
Fernando Campos, via o sítio dos desenhos
Com a vossa licença e pedindo desde já as minhas desculpas públicas
hoje vou ser, propositadamente, POLITICAMENTE INCORRECTO!
Estamos no dia 5 de Outubro de 2014.
Dia do segundo 5 de Outubro que não é feriado.
Mas é DOMINGO!
O 5 de Outubro de 2013, foi SÁBADO, lembram-se?
O que significa que, em 5 de Outubro de 2015, quando VOLTAR A SER FERIADO é a PRIMEIRA VEZ que vai calhar em DIA DE SEMANA.
Portanto: quando esta lei dos feriados finalmente teria resultado (as Pessoas TRABALHAREM de BORLA), os FILHOS DA PUTA que a criaram, já estarão NO OLHO DA RUA (e o seu aborto de lei já terá sido REVOGADO)!
Assim esperamos...
Ironias do destino?
Talvez.
(ideia original sacada daqui)
Estamos no dia 5 de Outubro de 2014.
Dia do segundo 5 de Outubro que não é feriado.
Mas é DOMINGO!
O 5 de Outubro de 2013, foi SÁBADO, lembram-se?
O que significa que, em 5 de Outubro de 2015, quando VOLTAR A SER FERIADO é a PRIMEIRA VEZ que vai calhar em DIA DE SEMANA.
Portanto: quando esta lei dos feriados finalmente teria resultado (as Pessoas TRABALHAREM de BORLA), os FILHOS DA PUTA que a criaram, já estarão NO OLHO DA RUA (e o seu aborto de lei já terá sido REVOGADO)!
Assim esperamos...
Ironias do destino?
Talvez.
(ideia original sacada daqui)
sábado, 4 de outubro de 2014
No país do faz de conta...
A coligação não está em perigo por causa de negociatas mal-amanhadas e mal explicadas à roda de submarinos, carros de combate e espingardas metralhadoras; a coligação não está em risco por causa da credibilidade do primeiro-ministro valer menos que uma ponta de cigarro encharcada na borda do passeio por causa de negociatas mal-amanhadas e mal explicadas à roda de uma Tecnoforma e duma 'ongue' inventada para sacar fundos comunitários para o bolso de meia dúzia de espertalhões; a coligação não está em perigo por o Ministério da Educação estar ao Deus-dará e por a vida de milhares de professores e de alunos e de famílias continuar em suspenso ou em marcha à ré; a coligação não está em perigo por a Justiça ter sido suspensa e sofrido o maior retrocesso desde os tempos de D. Maria; não. A coligação está em perigo por causa da ginástica acrobática do vice-pantomineiro a correr atrás do partido perdido dos contribuintes que as eleições são já em 2015 e 2015 e já para o ano e para 'já para o ano' faltam já menos de seis meses.
daqui
daqui
Nem sempre foi assim...
... mas, nesta fase da minha vida, o que sinto, escrevo.
O que penso, escrevo.
O que respiro, escrevo.
É esta a minha existência.
Escrever.
É esta a minha tortura, a minha alegria, a minha maldição …
Que mais posso desejar da vida?..
O que penso, escrevo.
O que respiro, escrevo.
É esta a minha existência.
Escrever.
É esta a minha tortura, a minha alegria, a minha maldição …
Que mais posso desejar da vida?..
Na Aldeia... (XXVII)
Muitas vezes, ao longo dos anos, também aqui pela Aldeia, os partidos foram desvalorizados nas eleições locais.
Em 2005, PS, PSD não apresentaram listas partidárias e optaram por dar apoio expresso à LISP.
Aqui pela Aldeia, cheguei a pensar que esses partidos estavam reduzidos a uma formalidade, sem qualquer relevância prática.
Porém, eu sabia que não iria ser assim. Aliás, apesar dessa manobra de diversão que aconteceu, ao longo dos últimos 20 anos, a Aldeia foi sendo construída à imagem e semelhança dos partidos.
Tanto assim foi, que tal como acabámos por permitir que os partidos sejam a desgraça que são, também acabámos por permitir que a Aldeia acabasse por ser a desgraça actual.
Um partido é uma organização política que pode ter responsabilidades governativas na Aldeia.
Portanto, o que lá se passa, é matéria de interesse para todos os Aldeões e não só para os militantes, ou simpatizantes.
Contudo, pouca gente liga aos partidos.
Bom, mas deixemos os entretantos e vamos aos finalmentes: o Partido Socialista e a lista que vai apresentar nas eleições intercalares na Aldeia e sobre a confusão que para ali vai.
Como é que querem governar a Aldeia decentemente e conceder-lhe o direito à evolução, progresso e desenvolvimento, se eles próprios, enquanto lista, são a confusão personificada?..
O cabeça de lista que desenrascaram, não é o líder – quando muito, é o que estava mais perto do líder.
Mas candidato a presidente da junta já é.
Líder é que não é mesmo.
Mas pronto.
São estes, muito provavelmente, os futuros governantes da Aldeia.
Mas duvido que isto preocupe alguém na Aldeia...
Em 2005, PS, PSD não apresentaram listas partidárias e optaram por dar apoio expresso à LISP.
Aqui pela Aldeia, cheguei a pensar que esses partidos estavam reduzidos a uma formalidade, sem qualquer relevância prática.
Porém, eu sabia que não iria ser assim. Aliás, apesar dessa manobra de diversão que aconteceu, ao longo dos últimos 20 anos, a Aldeia foi sendo construída à imagem e semelhança dos partidos.
Tanto assim foi, que tal como acabámos por permitir que os partidos sejam a desgraça que são, também acabámos por permitir que a Aldeia acabasse por ser a desgraça actual.
Um partido é uma organização política que pode ter responsabilidades governativas na Aldeia.
Portanto, o que lá se passa, é matéria de interesse para todos os Aldeões e não só para os militantes, ou simpatizantes.
Contudo, pouca gente liga aos partidos.
Bom, mas deixemos os entretantos e vamos aos finalmentes: o Partido Socialista e a lista que vai apresentar nas eleições intercalares na Aldeia e sobre a confusão que para ali vai.
Como é que querem governar a Aldeia decentemente e conceder-lhe o direito à evolução, progresso e desenvolvimento, se eles próprios, enquanto lista, são a confusão personificada?..
O cabeça de lista que desenrascaram, não é o líder – quando muito, é o que estava mais perto do líder.
Mas candidato a presidente da junta já é.
Líder é que não é mesmo.
Mas pronto.
São estes, muito provavelmente, os futuros governantes da Aldeia.
Mas duvido que isto preocupe alguém na Aldeia...
Como é bom viver neste cantinho à beira mar plantado!..
Enquanto, na Alemanha, alguns são detidos, em Portugal, onde sabemos a eficácia da justiça, não existem sequer indícios de ilegalidades...
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Reparem na "viragem à esquerda do PS de Costa"...
"Francisco Assis sugeriu coligação entre PS e PSD"...
O eurodeputado defendeu na RTP Informação a formação de um novo Bloco Central - entre o Rato e a São Caetano à Lapa.
A acontecer, tal como o previsto neste blogue em 24 de julho passado, deverá passar mais ou menos por isto...
Penso que toda a gente já percebeu o que vem aí: um acordo entre partidos.
Rui Rio e António Costa, na linha de partida para preencher a vaga, “defendem um entendimento de regime para o país”.
É a lei da oferta e da procura a funcionar. Para mostrarem que se conseguem pôr de acordo, tentam, desde já, fazer estragos nos respectivos partidos...
Grande começo que, porventura, os deverá levar longe. Cavaco deve andar satisfeito...
E nós, vamos na onda?..
"A questão básica tem a ver com a confiança".
Portanto, será que a partir daqui a história vai deixar de ser parcialmente ficcionada?..
O eurodeputado defendeu na RTP Informação a formação de um novo Bloco Central - entre o Rato e a São Caetano à Lapa.
A acontecer, tal como o previsto neste blogue em 24 de julho passado, deverá passar mais ou menos por isto...
Penso que toda a gente já percebeu o que vem aí: um acordo entre partidos.
Rui Rio e António Costa, na linha de partida para preencher a vaga, “defendem um entendimento de regime para o país”.
É a lei da oferta e da procura a funcionar. Para mostrarem que se conseguem pôr de acordo, tentam, desde já, fazer estragos nos respectivos partidos...
Grande começo que, porventura, os deverá levar longe. Cavaco deve andar satisfeito...
E nós, vamos na onda?..
"A questão básica tem a ver com a confiança".
Portanto, será que a partir daqui a história vai deixar de ser parcialmente ficcionada?..
"Tecnoforma – com humor"
O humor é algo corrosivo, de fractura ao politicamente correcto, para suscitar o riso.
Se não fosse assim, «depois das explicações do PM sobre o caso Tecnoforma, receber dinheiro por trabalhar quase passava a ser falta de educação e egoísmo. Uma pessoa até se sentia mal por, ao fim do mês, ir receber o ordenado. (...)».
Se não fosse assim, «depois das explicações do PM sobre o caso Tecnoforma, receber dinheiro por trabalhar quase passava a ser falta de educação e egoísmo. Uma pessoa até se sentia mal por, ao fim do mês, ir receber o ordenado. (...)».
Na Aldeia... (XXVI)
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| A foto foi sacada daqui. |
Como fui feliz aqui!..
Esta imagem permanece no meu subconsciente, porque as imagens da juventude, marcantes e determinantes, fixaram afectivamente e para todo o sempre, o lado para onde olho em primeiro lugar, numa conversa sobre a Aldeia.
É para esse lado que a maior parte dos covagalenses olha.
Porque foi assim que aprendemos a olhar em primeiro lugar e não há amor como o primeiro.
Principalmente se esse amor, tem razões que a razão desconhece.
Tema "será discutido na próxima reunião da autarquia camarária"...
Como já tinha explicado ontem, o menu serve-se sempre embrulhado em papel bonito.
O ornamento é conversa da treta para entreter os tansos do costume.
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
O ornamento é conversa da treta para entreter os tansos do costume.
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
Que pouca vergonha!..
Tal como o primeiro ministro, não gosto nada destas poucas vergonhas...
Era só o que faltava!..
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Viva o Estoril...
José Couceiro, treinador do Estoril.
«O sonho alimenta a vida»...
Pelo sonho é que vamos.
E assim aconteceu...
Deu dois secos ao Panathinaikos!..
«O sonho alimenta a vida»...
Pelo sonho é que vamos.
E assim aconteceu...
Deu dois secos ao Panathinaikos!..
Anda Ricardo, fala...
"...Os tipos garantem que há uma parte que teve de ser entregue a alguém em determinado dia“.
Como recorda o Observador:
"O negócio da compra dos dois submarinos pelo Estado português à Man Ferrostaal, em 2004, está a ser investigado há mais de oito anos. Até à data, foram constituídos arguidos no processo os três gestores da Escom, por suspeitas de corrupção ativa, tráfico de influências e branqueamento de capitais. Ainda não se conseguiu descobrir o rasto do dinheiro, apesar de existirem suspeitas de que um total de 1.1 milhões de euros, provenientes da comissão paga à Escom, tenha sido depositado nas contas do CDS-PP, entre 27 e 30 de dezembro de 2004."
Como recorda o Observador:
"O negócio da compra dos dois submarinos pelo Estado português à Man Ferrostaal, em 2004, está a ser investigado há mais de oito anos. Até à data, foram constituídos arguidos no processo os três gestores da Escom, por suspeitas de corrupção ativa, tráfico de influências e branqueamento de capitais. Ainda não se conseguiu descobrir o rasto do dinheiro, apesar de existirem suspeitas de que um total de 1.1 milhões de euros, provenientes da comissão paga à Escom, tenha sido depositado nas contas do CDS-PP, entre 27 e 30 de dezembro de 2004."
O que interessa é o lucro do sector privado... O resto, é a habitual conversa da treta
Resumindo
e concluindo a notícia hoje publicada no jornal AS BEIRAS.
Tendo
em vista, a futura privatização há que tornar o cozinhado mais
apetecível: juntam-se os 19 subsistemas existentes em apenas 5.
Colocam-se os consumidores do litoral a pagar o lucro que o privado
vai ter de ter com os consumidores do interior.
Resultado: dinheiro,
muito dinheiro em caixa.
Serviço Público é com o Estado, o privado
é para ter lucro.
Serve-se embrulhado em papel bonito.
O
ornamento é conversa para entreter os tansos do costume.
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
A calamidade causada pelas inundações trouxe à tona as diferenças que continuam a ser uma característica da sociedade figueirense...
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| imagem sacada daqui |
São situações como esta que me fazem temer o que aconteceria na Figueira num caso de calamidade total imaginada por José Saramago em «O Ensaio Sobre a Cegueira», para mim, o seu melhor livro. Quem já leu, por certo se recorda. Quem ainda não leu, deve fazê-lo o mais urgente possível.
Podemos não simpatizar com o Saramago, Homem, mas enquanto escritor tem méritos indiscutíveis. Há três obras dele que me marcaram profundamente: além de «O Ensaio Sobre a Cegueira», também o «Memorial do Convento» e «O Ano da Morte de Ricardo Reis» são livros magníficos que recomendo sempre com entusiasmo.
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