sábado, 4 de outubro de 2014
Como é bom viver neste cantinho à beira mar plantado!..
Enquanto, na Alemanha, alguns são detidos, em Portugal, onde sabemos a eficácia da justiça, não existem sequer indícios de ilegalidades...
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Reparem na "viragem à esquerda do PS de Costa"...
"Francisco Assis sugeriu coligação entre PS e PSD"...
O eurodeputado defendeu na RTP Informação a formação de um novo Bloco Central - entre o Rato e a São Caetano à Lapa.
A acontecer, tal como o previsto neste blogue em 24 de julho passado, deverá passar mais ou menos por isto...
Penso que toda a gente já percebeu o que vem aí: um acordo entre partidos.
Rui Rio e António Costa, na linha de partida para preencher a vaga, “defendem um entendimento de regime para o país”.
É a lei da oferta e da procura a funcionar. Para mostrarem que se conseguem pôr de acordo, tentam, desde já, fazer estragos nos respectivos partidos...
Grande começo que, porventura, os deverá levar longe. Cavaco deve andar satisfeito...
E nós, vamos na onda?..
"A questão básica tem a ver com a confiança".
Portanto, será que a partir daqui a história vai deixar de ser parcialmente ficcionada?..
O eurodeputado defendeu na RTP Informação a formação de um novo Bloco Central - entre o Rato e a São Caetano à Lapa.
A acontecer, tal como o previsto neste blogue em 24 de julho passado, deverá passar mais ou menos por isto...
Penso que toda a gente já percebeu o que vem aí: um acordo entre partidos.
Rui Rio e António Costa, na linha de partida para preencher a vaga, “defendem um entendimento de regime para o país”.
É a lei da oferta e da procura a funcionar. Para mostrarem que se conseguem pôr de acordo, tentam, desde já, fazer estragos nos respectivos partidos...
Grande começo que, porventura, os deverá levar longe. Cavaco deve andar satisfeito...
E nós, vamos na onda?..
"A questão básica tem a ver com a confiança".
Portanto, será que a partir daqui a história vai deixar de ser parcialmente ficcionada?..
"Tecnoforma – com humor"
O humor é algo corrosivo, de fractura ao politicamente correcto, para suscitar o riso.
Se não fosse assim, «depois das explicações do PM sobre o caso Tecnoforma, receber dinheiro por trabalhar quase passava a ser falta de educação e egoísmo. Uma pessoa até se sentia mal por, ao fim do mês, ir receber o ordenado. (...)».
Se não fosse assim, «depois das explicações do PM sobre o caso Tecnoforma, receber dinheiro por trabalhar quase passava a ser falta de educação e egoísmo. Uma pessoa até se sentia mal por, ao fim do mês, ir receber o ordenado. (...)».
Na Aldeia... (XXVI)
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| A foto foi sacada daqui. |
Como fui feliz aqui!..
Esta imagem permanece no meu subconsciente, porque as imagens da juventude, marcantes e determinantes, fixaram afectivamente e para todo o sempre, o lado para onde olho em primeiro lugar, numa conversa sobre a Aldeia.
É para esse lado que a maior parte dos covagalenses olha.
Porque foi assim que aprendemos a olhar em primeiro lugar e não há amor como o primeiro.
Principalmente se esse amor, tem razões que a razão desconhece.
Tema "será discutido na próxima reunião da autarquia camarária"...
Como já tinha explicado ontem, o menu serve-se sempre embrulhado em papel bonito.
O ornamento é conversa da treta para entreter os tansos do costume.
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
O ornamento é conversa da treta para entreter os tansos do costume.
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
Que pouca vergonha!..
Tal como o primeiro ministro, não gosto nada destas poucas vergonhas...
Era só o que faltava!..
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Viva o Estoril...
José Couceiro, treinador do Estoril.
«O sonho alimenta a vida»...
Pelo sonho é que vamos.
E assim aconteceu...
Deu dois secos ao Panathinaikos!..
«O sonho alimenta a vida»...
Pelo sonho é que vamos.
E assim aconteceu...
Deu dois secos ao Panathinaikos!..
Anda Ricardo, fala...
"...Os tipos garantem que há uma parte que teve de ser entregue a alguém em determinado dia“.
Como recorda o Observador:
"O negócio da compra dos dois submarinos pelo Estado português à Man Ferrostaal, em 2004, está a ser investigado há mais de oito anos. Até à data, foram constituídos arguidos no processo os três gestores da Escom, por suspeitas de corrupção ativa, tráfico de influências e branqueamento de capitais. Ainda não se conseguiu descobrir o rasto do dinheiro, apesar de existirem suspeitas de que um total de 1.1 milhões de euros, provenientes da comissão paga à Escom, tenha sido depositado nas contas do CDS-PP, entre 27 e 30 de dezembro de 2004."
Como recorda o Observador:
"O negócio da compra dos dois submarinos pelo Estado português à Man Ferrostaal, em 2004, está a ser investigado há mais de oito anos. Até à data, foram constituídos arguidos no processo os três gestores da Escom, por suspeitas de corrupção ativa, tráfico de influências e branqueamento de capitais. Ainda não se conseguiu descobrir o rasto do dinheiro, apesar de existirem suspeitas de que um total de 1.1 milhões de euros, provenientes da comissão paga à Escom, tenha sido depositado nas contas do CDS-PP, entre 27 e 30 de dezembro de 2004."
O que interessa é o lucro do sector privado... O resto, é a habitual conversa da treta
Resumindo
e concluindo a notícia hoje publicada no jornal AS BEIRAS.
Tendo
em vista, a futura privatização há que tornar o cozinhado mais
apetecível: juntam-se os 19 subsistemas existentes em apenas 5.
Colocam-se os consumidores do litoral a pagar o lucro que o privado
vai ter de ter com os consumidores do interior.
Resultado: dinheiro,
muito dinheiro em caixa.
Serviço Público é com o Estado, o privado
é para ter lucro.
Serve-se embrulhado em papel bonito.
O
ornamento é conversa para entreter os tansos do costume.
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
«Preço da água vai subir no litoral para poder descer no interior».
A calamidade causada pelas inundações trouxe à tona as diferenças que continuam a ser uma característica da sociedade figueirense...
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| imagem sacada daqui |
São situações como esta que me fazem temer o que aconteceria na Figueira num caso de calamidade total imaginada por José Saramago em «O Ensaio Sobre a Cegueira», para mim, o seu melhor livro. Quem já leu, por certo se recorda. Quem ainda não leu, deve fazê-lo o mais urgente possível.
Podemos não simpatizar com o Saramago, Homem, mas enquanto escritor tem méritos indiscutíveis. Há três obras dele que me marcaram profundamente: além de «O Ensaio Sobre a Cegueira», também o «Memorial do Convento» e «O Ano da Morte de Ricardo Reis» são livros magníficos que recomendo sempre com entusiasmo.
Na Aldeia... (XXV)
O decepcionante estado da Aldeia e o livro Portugal, Hoje O Medo de Existir, de José Gil...
É uma radiografia impressiva da nossa mentalidade e dos nossos comportamentos enquanto indivíduos e comunidade. Nas palavras do autor: «nada acontece, nada se inscreve na história ou na existência individual, na vida social ou no plano artístico.»
José Gil aponta o dedo a uma sociedade fechada interiormente, a um país praticamente resignado e impotente em que o espaço público é fechado e sem debate político, onde a crítica «descamba maioritariamente no insulto pessoal ou no elogio sobrevalorizante»...
«Pensamos tão pouco, e de forma rotineira, geral e superficial...»
Também na Aldeia os males são públicos e notórios - desconhecimento das regras básicas de funcionamento da democracia, resignação perante os dissabores, medo de agir e conformismo geral.
É uma radiografia impressiva da nossa mentalidade e dos nossos comportamentos enquanto indivíduos e comunidade. Nas palavras do autor: «nada acontece, nada se inscreve na história ou na existência individual, na vida social ou no plano artístico.»
José Gil aponta o dedo a uma sociedade fechada interiormente, a um país praticamente resignado e impotente em que o espaço público é fechado e sem debate político, onde a crítica «descamba maioritariamente no insulto pessoal ou no elogio sobrevalorizante»...
«Pensamos tão pouco, e de forma rotineira, geral e superficial...»
Também na Aldeia os males são públicos e notórios - desconhecimento das regras básicas de funcionamento da democracia, resignação perante os dissabores, medo de agir e conformismo geral.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Vidas longas, blogues e coronéis...
Há vidas tão bem vividas e prolongadas, que até dão para confeccionar blogues, ter leitores, seguidores e detractores...
Essa, é a razão simples que o autor deste blogue releva.
A censura na Figueira continua a existir...
Nunca deixou de existir, aliás....
O que é mudou depois do 25 de Abril de 1974?
Dantes, a censura, era sobretudo o Exame Prévio - que era feito por uns certos coronéis reformados ...
Agora, são outros os coronéis - os “coronéis” de um sistema que entretanto se implantou, que exercem a censura em nome de valores com os quais sempre encheram a boca, mas para inglês ver...
A matéria informativa é seleccionada - e é dessa selecção que depende a credibilidade de um divulgador de notícias, seja jornal, rádio, tv ou agência nacional.
Como muito bem têm sabido todos os políticos que passaram pelo poder, uma das primárias aplicações desta noção básica, torna-se essencial para a preservação da imagem positiva do poder que está - de passagem, como todo o poder sempre esteve na Figueira...
Essa, é a razão simples que o autor deste blogue releva.
A censura na Figueira continua a existir...
Nunca deixou de existir, aliás....
O que é mudou depois do 25 de Abril de 1974?
Dantes, a censura, era sobretudo o Exame Prévio - que era feito por uns certos coronéis reformados ...
Agora, são outros os coronéis - os “coronéis” de um sistema que entretanto se implantou, que exercem a censura em nome de valores com os quais sempre encheram a boca, mas para inglês ver...
A matéria informativa é seleccionada - e é dessa selecção que depende a credibilidade de um divulgador de notícias, seja jornal, rádio, tv ou agência nacional.
Como muito bem têm sabido todos os políticos que passaram pelo poder, uma das primárias aplicações desta noção básica, torna-se essencial para a preservação da imagem positiva do poder que está - de passagem, como todo o poder sempre esteve na Figueira...
Na Aldeia... (XXIV)
Aqui na Aldeia estamos a entrar em tempo de campanha eleitoral.
São estranhas, extraordinárias e intercalares, mas são eleições, embora as campanhas, na Aldeia, já não sejam o que foram.
No tempo das vacas gordas, as campanhas para as eleições autárquicas, aqui na Aldeia, eram muito mais divertidas e participadas.
Havia sempre quem disponibilizasse para a festa um porquito no espeto, umas sandes de carne assada, sumos, cerveja e vinho.
Nesse tempo, era um regalo ser candidato a autarca na Aldeia.
Nesta coisa de eleições locais, os meus conterrâneos queriam saber era do petisco e dos líquidos. Foram dias e dias de animação no parque de Merendas...
Assim se construíram e cimentaram na Aldeia óptimas carreiras políticas.
A Aldeia tinha os melhores fregueses do mundo: contentavam-se com pouco, não faziam exigências e eram generosos no dia das votações...
Nada disto teria importância se tivesse havido, ao menos, uma feira do livro...
Mas, para quê?..
Os livros só fazem mal às vistas...
Também poderia ter sido inaugurado um «Museu da Aldeia», sério, pedagógico, que servisse precisamente para se conhecer o passado e, isso sim, colocaria a terra no mapa e seria uma excelente maneira de festejar a Liberdade, que nos trouxe a freguesia de São Pedro em 1985.
Com música pimba, porco no espeto, sumos, cerveja e vinho, acabámos «promovidos» a isto...
São estranhas, extraordinárias e intercalares, mas são eleições, embora as campanhas, na Aldeia, já não sejam o que foram.
No tempo das vacas gordas, as campanhas para as eleições autárquicas, aqui na Aldeia, eram muito mais divertidas e participadas.
Havia sempre quem disponibilizasse para a festa um porquito no espeto, umas sandes de carne assada, sumos, cerveja e vinho.
Nesse tempo, era um regalo ser candidato a autarca na Aldeia.
Nesta coisa de eleições locais, os meus conterrâneos queriam saber era do petisco e dos líquidos. Foram dias e dias de animação no parque de Merendas...
Assim se construíram e cimentaram na Aldeia óptimas carreiras políticas.
A Aldeia tinha os melhores fregueses do mundo: contentavam-se com pouco, não faziam exigências e eram generosos no dia das votações...
Nada disto teria importância se tivesse havido, ao menos, uma feira do livro...
Mas, para quê?..
Os livros só fazem mal às vistas...
Também poderia ter sido inaugurado um «Museu da Aldeia», sério, pedagógico, que servisse precisamente para se conhecer o passado e, isso sim, colocaria a terra no mapa e seria uma excelente maneira de festejar a Liberdade, que nos trouxe a freguesia de São Pedro em 1985.
Com música pimba, porco no espeto, sumos, cerveja e vinho, acabámos «promovidos» a isto...
O idiota útil, mas com agenda escondida?..
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| José Pacheco Pereira: "na última semana antes das eleições primárias, houve um encontro secreto entre o secretário-geral da UGT e o primeiro-ministro. Segundo diz o oráculo governamental, Passos Coelho convenceu o secretário-geral da UGT a aceitar o acordo sobre o salário mínimo. Tudo quanto é ministro, do primeiro ao último, incluindo o ministro-viajante Paulo Portas foi lá à concertação social (que eles desprezam todos os dias, a não ser quando têm a UGT no bolso) para marcar a grande vitória do governo." |
"Negociado e assinado à socapa pela UGT, na pessoa do secretário-geral Carlos Silva, o homenzinho, crescidinho, do sindicalismo responsável e com "sentido de Estado", o aumento miserável do salário mínimo nacional em €20 mensais é temporário, só vale até 31 de Dezembro de 2015, acaba depois das eleições legislativas e das fotografias de Carlos Silva, secretário-geral da UGT, ao lado de Pedro Passos Coelho, Paulo Portas e Pedro Mota Soares. Pior que ser correia de transmissão é ser idiota útil e carregar toda a vida na consciência, se a tiver, o peso da destruição do sindicalismo, da contratação colectiva e da descapitalização da Segurança Social."
A máquina do poder
"O que realmente se passa por dentro das campanhas eleitorais dos três maiores partidos portugueses e ninguém vê? Que truques utilizam? Como enchem os comícios de gente? Como decidem os temas dos discursos consoante as sondagens? Como encenam eventos com militantes que passam por cidadãos independentes? O que, de facto, acontece nos bastidores? As maquilhadoras que andam sempre atrás dos líderes, o champanhe que se abre em centros de idosos, as conversas de charme com os jornalistas que acompanham a caravana eleitoral, a preparação dos diretos para os telejornais ou o polémico dinheiro que serve para pagar as campanhas. Estes são alguns dos temas que nos permitem perceber como funciona A Máquina do Poder."
Via Esfera dos Livros
Via Esfera dos Livros
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Esta foi seguramente uma das mais rápidas investigações criminais jamais realizadas em Portugal...
"Tecnoforma: Passos inocentado em 48 hora"...
PGR terá emitido despacho em apenas dois dias (!)...
Entretanto, jornal Público prossegue a investigação.
PGR terá emitido despacho em apenas dois dias (!)...
Entretanto, jornal Público prossegue a investigação.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Carta aberta a um presidente de câmara que quer ser ministro – de preferência da justiça...
Exmo. Senhor:
Antes de tudo, os meus mais respeitosos cumprimentos a V. Exª.
1. Agora, que já está eleito o seu elevador, inscreva-se urgentemente no PS. Vá aparecendo na sede do partido, ma não fale muito nesta fase.
2. Depois de estar inscrito, não demonstre a sua opinião pessoal nas reuniões do partido. A melhor receita para ir longe é deixar que os outros se queimem com as suas opiniões...Vá andando e vendo. Aprenda com o seu vice-presidente...
3. Quando se iniciar a próxima campanha eleitoral, dado que a sua âncora é o candidato, continue a colar-se a ele que nem uma lapa.
4. Entretanto, o que não é difícil, vá continuando a aparecer, cá pela Figueira e no distrito, várias vezes na comunicação social.
Sobretudo, não esqueça as fotografias.
O seu status social irá aumentar. Não esqueça: quem não é visto, é esquecido!
5. Se assim fizer não se preocupe: agora que está eleito o seu candidato, V. Exa. será recompensado, pois ele gosta de cuidar dos que cuidam dele.
6. Assim que tenha poder dentro do partido tenha cuidado: fale, mas não saia do politicamente correcto dentro da organização.
7. Não esqueça de candidatar-se a um órgão partidário de fantochada.
Os partidos – todos os partidos - têm dezenas de órgãos de fantochada.
8. Agora, é fundamental que o novo chefe do partido e os que o rodeiam achem que V. Exa. é uma mais valia.
Se assim conseguir que aconteça, tem o caminho aberto para subir na hierarquia partidária.
9. Cada caso é um caso, mas não esqueça que o seu é caso especial.
Não precisa, portanto, de calcorrerar o percurso habitual: primeiro assessor, depois deputado – e por aí adiante até chegar a Ministro.
Se seguir este meu desinteressado conselho, V. Exa. será certamente recompensado pelo trabalho em prol do partido.
O seu ego poderá naturalmente subir e ser avistado lá por Lisboa.
Desde já, parabéns.
De V. Exa.
Muito atentamente
António Agostinho
Antes de tudo, os meus mais respeitosos cumprimentos a V. Exª.
1. Agora, que já está eleito o seu elevador, inscreva-se urgentemente no PS. Vá aparecendo na sede do partido, ma não fale muito nesta fase.
2. Depois de estar inscrito, não demonstre a sua opinião pessoal nas reuniões do partido. A melhor receita para ir longe é deixar que os outros se queimem com as suas opiniões...Vá andando e vendo. Aprenda com o seu vice-presidente...
3. Quando se iniciar a próxima campanha eleitoral, dado que a sua âncora é o candidato, continue a colar-se a ele que nem uma lapa.
4. Entretanto, o que não é difícil, vá continuando a aparecer, cá pela Figueira e no distrito, várias vezes na comunicação social.
Sobretudo, não esqueça as fotografias.
O seu status social irá aumentar. Não esqueça: quem não é visto, é esquecido!
5. Se assim fizer não se preocupe: agora que está eleito o seu candidato, V. Exa. será recompensado, pois ele gosta de cuidar dos que cuidam dele.
6. Assim que tenha poder dentro do partido tenha cuidado: fale, mas não saia do politicamente correcto dentro da organização.
7. Não esqueça de candidatar-se a um órgão partidário de fantochada.
Os partidos – todos os partidos - têm dezenas de órgãos de fantochada.
8. Agora, é fundamental que o novo chefe do partido e os que o rodeiam achem que V. Exa. é uma mais valia.
Se assim conseguir que aconteça, tem o caminho aberto para subir na hierarquia partidária.
9. Cada caso é um caso, mas não esqueça que o seu é caso especial.
Não precisa, portanto, de calcorrerar o percurso habitual: primeiro assessor, depois deputado – e por aí adiante até chegar a Ministro.
Se seguir este meu desinteressado conselho, V. Exa. será certamente recompensado pelo trabalho em prol do partido.
O seu ego poderá naturalmente subir e ser avistado lá por Lisboa.
Desde já, parabéns.
De V. Exa.
Muito atentamente
António Agostinho
domingo, 28 de setembro de 2014
Não deixa de haver alguma ironia no facto...
Pinto da Costa: "Senti-me vigarizado" por Passos Coelho e Cavaco Silva no caso BES...
O mal menor?..
Hoje, durante o dia, falei com vários militantes e simpatizantes do PS que foram votar...
Conhecidos os resultados (Seguro acaba de se demitir em directo na RTP1), penso que, neste momento, a maioria deles, é "gente feliz com lágrimas"...
Conhecidos os resultados (Seguro acaba de se demitir em directo na RTP1), penso que, neste momento, a maioria deles, é "gente feliz com lágrimas"...
Na Aldeia... (XXII)
Faltam 20 e poucos dias.
Será que a estratégia vencedora, vai acabar por ser, baralhar e dar de novo... o velho?
Sem baralho novo!
Já deu para ver que o jogo está viciado e as cartas marcadas.
Há jogo por debaixo da mesa e as regras foram alteradas.
Já os espectadores interessados, e putativos participantes, parece-me que uns estão frustrados, outros desmotivados - mas todos zangados.
No fundo, é mais do mesmo: tudo se repete, até os maus comportamentos vão estar em crescendo.
Com sabemos, os jogadores que ganharam na última jornada, acabaram destronados do pódio. A Aldeia, sem sólidas regras de conduta, ficou aparentemente num beco sem saída.
Porém, em democracia há sempre alternativa e as pessoas ouvidas.
Então foi assim: para evitar a continuação da agonia da Aldeia, e das suas gentes, estas intercalares, mais de uma inevitabilidade, foram mesmo uma urgência.
Por conseguinte, a última palavra vai ser nossa.
Segundo a opinião da generalidade dos analistas locais, se os houver, os debates sobre a Aldeia vão ser vazios de conteúdo político e a coisa vai piorar lá para o final, quando a conversa endurecer e, da troca de ideias, se passar para a troca de galhardetes pessoais e, depois, para os boatos e os quase insultos.
Nestas eleições intercalares para escolher o “regedor”, no que falta cumprir ainda desta legislatura na Aldeia, a aparente ausência de estratégias é, no mínimo, estranha e confrangedora.
Vamos acreditar nos eleitores e pensar positivo...
Será que a estratégia vencedora, vai acabar por ser, baralhar e dar de novo... o velho?
Sem baralho novo!
Já deu para ver que o jogo está viciado e as cartas marcadas.
Há jogo por debaixo da mesa e as regras foram alteradas.
Já os espectadores interessados, e putativos participantes, parece-me que uns estão frustrados, outros desmotivados - mas todos zangados.
No fundo, é mais do mesmo: tudo se repete, até os maus comportamentos vão estar em crescendo.
Com sabemos, os jogadores que ganharam na última jornada, acabaram destronados do pódio. A Aldeia, sem sólidas regras de conduta, ficou aparentemente num beco sem saída.
Porém, em democracia há sempre alternativa e as pessoas ouvidas.
Então foi assim: para evitar a continuação da agonia da Aldeia, e das suas gentes, estas intercalares, mais de uma inevitabilidade, foram mesmo uma urgência.
Por conseguinte, a última palavra vai ser nossa.
Segundo a opinião da generalidade dos analistas locais, se os houver, os debates sobre a Aldeia vão ser vazios de conteúdo político e a coisa vai piorar lá para o final, quando a conversa endurecer e, da troca de ideias, se passar para a troca de galhardetes pessoais e, depois, para os boatos e os quase insultos.
Nestas eleições intercalares para escolher o “regedor”, no que falta cumprir ainda desta legislatura na Aldeia, a aparente ausência de estratégias é, no mínimo, estranha e confrangedora.
Vamos acreditar nos eleitores e pensar positivo...
Agostinho da Silva, um pensamento a descobrir
sábado, 27 de setembro de 2014
Santa Barbara bendita...
Por mim, seria Sol a rodos meio ano e, no outro meio, valentes trovoadas e chuva, muita chuva...
Por mim, seria Sol a rodos meio ano e, no outro meio, valentes trovoadas e chuva, muita chuva...
(... neste momento, está mesmo sobre a vila.)
E Montemor aqui tão perto...
Li
isto, há tempos já não sei onde: “a uma democracia, não basta
que os seus cidadãos seja honestos: é também necessário que o
possam parecer”.
Li isto hoje no jornal AS BEIRAS: "Emílio Torrão (PS), eleito nas autárquicas de setembro do ano passado, classificou
de danosa a gestão do seu antecessor, Luís Leal (PSD), depois de
terem sido apresentados os resultados da auditoria externa realizada
pela Delloite, que aponta para uma dívida de 34,4 milhões de euros,
à data de 31 de outubro de 2013.
Li isto hoje no jornal AS BEIRAS: "Emílio Torrão (PS), eleito nas autárquicas de setembro do ano passado, classificou
de danosa a gestão do seu antecessor, Luís Leal (PSD), depois de
terem sido apresentados os resultados da auditoria externa realizada
pela Delloite, que aponta para uma dívida de 34,4 milhões de euros,
à data de 31 de outubro de 2013.
Neste
contexto, a sessão acabou por ser bastante conturbada,
revelando a existência de 29,4 milhões de euros de dívida
registada, mais cerca de cinco milhões em compromissos assumidos mas
não facturados e outras dívidas não contabilizadas ainda na
contabilidade."
Foi
já durante a discussão política dos resultados apresentados que o
anterior presidente da câmara, Luís Leal, actual deputado municipal,
disse que não discutia assuntos com um “impreparado, incompetente
e imbecil”, referindo-se ao actual líder do executivo, que saiu
imediatamente da sala como forma de protesto. O
presidente da Assembleia Municipal, Fernando Ramos, acabou por cortar
a palavra a Luís Leal e repreender a sua atitude.
Em
declarações à agência Lusa, o auditor Luís Barbosa disse que o
município de Montemor-o-Velho não consegue libertar meios para
amortizar a dívida e deve “partir para um processo de
renegociação”.”
Perante isto, um cidadão não enfeudado na política partidária, pergunta-se: uma democracia é isto?
Não, não é.
Em Portugal, porém, actualmente, é. E basta ver exemplos como este.
Basta ver, com olhos de ver, para verificarmos em que grau de democracia nos encontramos: no grau zero, de facto, e, talvez de direito.
Perante isto, um cidadão não enfeudado na política partidária, pergunta-se: uma democracia é isto?
Não, não é.
Em Portugal, porém, actualmente, é. E basta ver exemplos como este.
Basta ver, com olhos de ver, para verificarmos em que grau de democracia nos encontramos: no grau zero, de facto, e, talvez de direito.
Ontem na Zona Industrial da Gala
«É uma honra recebê-lo», disse ontem Avelino Gaspar, o empresário responsável pela criação do grupo Lusiaves, no discurso com que recebeu Cavaco Silva.
Ontem, como faço em muitos outros dias, nas minhas caminhadas diárias, passei junto às instalações dos novos pavilhões do centro de incubação da Lusiaves, que ontem à tarde foram inaugurados na Zona Industrial da Figueira da Foz.
E, ontem, também fiquei agradecido ao professor Cavaco Silva.
É que ontem, ao contrário dos outros dias, cerca das 15 horas, que foi a hora em que por lá passei de bicicleta, respirava-se perfeitamente, quando o normal, ao contrário de ontem, era haver um cheiro pestilento e nauseabundo, que era o que respirava normalmente, até ontem, no topo sul da zona industrial da Gala.
Espero, por isso, que dias como o de ontem se repitam a partir de agora todos os dias, e que o dia de ontem não seja, apenas, um sinal triste de que a reforma de que Portugal precisa não passa só pela política, mas também pelas mentalidades, inclusive da dos "alegados" sectores mais dinâmicos da sociedade...
Ontem, como faço em muitos outros dias, nas minhas caminhadas diárias, passei junto às instalações dos novos pavilhões do centro de incubação da Lusiaves, que ontem à tarde foram inaugurados na Zona Industrial da Figueira da Foz.
E, ontem, também fiquei agradecido ao professor Cavaco Silva.
É que ontem, ao contrário dos outros dias, cerca das 15 horas, que foi a hora em que por lá passei de bicicleta, respirava-se perfeitamente, quando o normal, ao contrário de ontem, era haver um cheiro pestilento e nauseabundo, que era o que respirava normalmente, até ontem, no topo sul da zona industrial da Gala.
Espero, por isso, que dias como o de ontem se repitam a partir de agora todos os dias, e que o dia de ontem não seja, apenas, um sinal triste de que a reforma de que Portugal precisa não passa só pela política, mas também pelas mentalidades, inclusive da dos "alegados" sectores mais dinâmicos da sociedade...
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