sexta-feira, 3 de maio de 2013

Alguém que dê conhecimento disto ao Passos...

O vice-presidente da Associação de Integridade e Transparência, Paulo Morais, garantiu hoje que a crise económica em Portugal não se deve ao facto de os portugueses terem vivido acima das suas possibilidades, mas aos fenómenos de corrupção.
"Há duas mentiras que têm sido repetidas na sociedade portuguesa: que os portugueses andaram a gastar acima das suas possibilidades e que não há alternativa à austeridade para expiarem os pecados (que não cometeram)".

A crise foi provocada pela corrupção, não pelos excessos.

X&Q1172


Mais logo...


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Big Brother miseráveis...

Passos, amanhã, em mais um episódio... 
Não percam!

Ser Figueira a cem por cento

Junho de 2009

Abril de 2013 
“A Figueira da Foz somos todos nós, que a vivemos e sentimos intensamente. Somos Figueira!”

Em tempo.
Acusam-me de ser do contra. Sou sim senhor. Sou contra cidadãos  que  têm vergonha do seu passado, da sua história e do seu percurso político e de vida,  que  começaram a ter orgulho nos valores da sua cidade apenas depois de algumas vitórias.
Temos de ultrapassar  complexos de inferioridade que nos bloqueiam, esta  ridícula verdade “única” que quer conotar “figueirinhas”  com supremacia e  com intolerância.
Cada um de nós tem de acreditar que pode ser decisivo. Que sabe e pode fazer melhor. Sem medo nem vergonha. Sem tentar fazer esquecer ou apagar  o passado recente da sua cidade, antes alimentando o orgulho que devemos ter nela com pequenas conquistas, pequenas vitórias que devemos procurar em cada dia das nossas vidas. Porque não somos menos que ninguém. 
Em 2009 e 2013 continuo a ser Figueira a cem por cento...
Vamos ver quem daqui  a meia dúzia de dias pode continuar a assumir isso...

Com a bênção de Cavaco e a conivência de Portas...

A loucura  de Gaspar anda à solta... 

Em tempo.
Como escrevi no post anterior, "cada um que tire as suas conclusões para agir em conformidade..."

O consenso para Passos...

Austeridade acima dos limites.

Em tempo. 
Evidentemente, que a austeridade é sempre para os mesmos do costume, neste caminho de sentido único do “custe o que custar", no cumprimento dos objectivos do negócio com a troika e dos objectivos de uma política "over troika".
Cada um que tire as suas conclusões para agir em conformidade...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Quem ainda tem tomates que se cuide...

"Arranco-lhe os tomates à dentada...", disse o secretário de Estado

Para que conste...


É pra hoje?..


120 anos!..

“Associação Naval 1º de Maio, obra sonhada do povo, erguida pelo povo, mantida pelo povo – será eterna como a alma do próprio povo.”
Parabéns Naval… 120 anos vida não podem ser apagados... 
Segundo os registos da época, tudo começou era o 1º dia de Maio de 1893, na Figueira da Foz.
Nesse dia nascia a Associação Naval 1º de Maio, uma associação fundada por operários, que teve a sua primeira Assembleia Geral numa casa modesta, onde os bancos eram caixotes, a sala iluminada por uma vela espetada no gargalo de uma garrafa.

terça-feira, 30 de abril de 2013

1º. de Maio


Vamos ao que interessa: uma verdadeira alternativa autárquica para a Figueira...

Todos sabemos o que se passa no PSD/Figueira...
Todos sabemos o que se passa no PS/Figueira...
Todos advínhamos o que se vai passar no Movimento 100%...
O que é que impede a esquerda de apresentar uma verdadeira alternativa à gestão da Câmara Municipal da Figueira da Foz nos próximos 4 anos?..
Sim, estou a falar da apresentação de uma lista conjunta PCP/VERDES/BE mais independentes de esquerda, à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia...

Estou safo, o resto que se foda...

“Se fosse com Lavos  partíamos isto tudo!” 
Via AS Beiras (sem link), fiquei a saber que o presidente da Junta de Lavos, José Elísio, disse ontem, na Assembleia Municipal (AM) da Figueira da Foz, que se a sua freguesia fosse agregada os lavoenses deslocar-se-iam àquele órgão autárquico e (re)agiriam de forma violenta. Se “se votasse a extinção de Lavos, a assembleia não se fazia”, afirmou, acrescentando que a polícia de choque teria de ser chamada a intervir.
“Partíamos isto tudo e atirávamos as cadeiras para a avenida! Havia porrada!”, disse o deputado municipal, cargo que ocupa por inerência da sua condição de presidente de junta. José Elísio lembrou que os populares daquela freguesia do sul concelho da Figueira da Foz já se manifestaram noutras situações e noutras instâncias institucionais.
José Elísio interveio para responder à leitura dos nomes (“para memória futura”), pelos presidentes de junta de Vila Verde e S. Julião, dos deputados municipais que propuseram e votaram a favor da agregação de quatro freguesias da Figueira da Foz, na sessão anterior da AM, na qual não participou. As intervenções, classificou o autarca de Lavos, foram inquisitórias, para não lhes chamar pidescas.
Porém, o presidente da Junta de Lavos, independente, e antigo vereador do PS e do PSD não ficou sem resposta. Contraargumentaram Nuno Melo Biscaia, João Carronda, Fausto Loureiro, Luís Castro e José Esteves, todos do PS, e João Paulo Tomé, do Bloco de Esquerda.
Ainda na sequência da sua intervenção, respondendo às acusações de falta de solidariedade entre presidentes de junta, José Elísio frisou: “uma coisa é ser solidário, outra coisa é ser otário”.

Em tempo...
Ora cá está...
A diferença entre arruaceiros e políticos,  é a mesma que entre anormais  e os outros. 
Entre a vida e a realidade...
Quando elegemos políticos, pelo voto, e nessa festa colectiva que são as eleições, nessa gigantesca invenção que é a democracia, é para que eles nos indiquem o caminho, não para que nos utilizem como carne para canhão.
Deveria ser por isso que elegemos políticos... 
Porque queríamos líderes e não oportunistas.
Um oportunista nunca passa disso mesmo. É sempre um oportunista...

Cábulas...

.... no meu tempo (ser velho é duro...) era o chamado 7º. ano de praia!..

A vida é feita de pequenos nadas*


Sempre gostei de ser simples, directo, sem artimanhas ou cartas na manga.
Sempre gostei de ser eu próprio. Nunca abdiquei da minha Liberdade. Nunca abdiquei da minha independência.
Sempre gostei de pensar pela minha cabeça.
Sempre gostei de passear pela beira mar, sentir o arrepio do vento ainda frio, o toque da areia trazida por esse mesmo vento no  corpo, o doce e irresistível afago deste sol ainda a fazer lembrar o inverno, neste agreste tempo que corre em Portugal,  que  já deveria ser de primavera. 
Sempre gostei de olhar o horizonte, de preferência azul  e retemperador.
Sempre gostei do cheiro e do barulho do mar da Cova-Gala.
Imagino a inveja que um alemão não teria de mim, pobre português,  se soubesse que há longos anos desfruto este merecido luxo!..
Se eu tivesse responsabilidades políticas na Figueira,  implementava e punha rapidamente no terreno uma campanha publicitária destinada à  Alemanha, mais ou menos assim: “meus senhores, venham até Figueira, aproveitem para  passear à beira mar, banhar-se nas nossas águas, sentir a nossa areia no corpo, desfrutar do nosso sol, comer os nossos petiscos e beber do nosso vinho”!..
Só vos peço uma coisa no retorno ao vosso país: sensibilizem essa tal de  Angela Merkel e deixem de nos foder Portugal e o nosso juízo!
Estes  meus  pequenos nadas, que para vós seriam  luxos,  são a minha única riqueza.

* Com as devidas desculpas ao Sérgio Godinho

Autárquicas 2013 na Figueira... (da série, o que já lá vai e o que ainda aí vem…)

Isabel Cardoso devolveu pelouros a João Ataíde ...

Via AS BEIRAS

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Ou ia ou rachava!..

José Elísio, presidente da Junta de Lavos, hoje, na AM: "se estivesse em causa a extinção de Lavos “não havia AM, não havia lavoense que ficasse em casa, só com um grande contingente de forças policiais! Não havia mártires? Havia, havia! A freguesia de Lavos tem de ser tratada com respeito, é mais antiga que o concelho da Figueira”...

Via Figueira na Hora

Ainda o acidente no mar da Figueira no passado dia 10...

De harmonia com o Correio da Manhã, o colete salva-vidas usado pelo agente da Polícia Marítima, que morreu no passado dia 10 a tentar salvar os tripulantes de um veleiro naufragado à entrada da barra da Figueira da Foz, não funcionou. 
O colete deveria abrir automaticamente ao entrar em contacto com a água, mas quando o corpo de Adriano Martins, 41 anos, foi retirado da água verificou-se que o equipamento não tinha sido accionado.

No rescaldo da passagem dos 7 anos deste blogue…

Há 7 anos, quando nasceu, Outra Margem não era para falar de política…
Mas,  como é possível falar de amor, se  o que nos rodeia está assim?..

Estou sem paciência para meteorologistas...

"Não me venham dizer depois que eu não avisei"
Mais do que trágico, isto já começa a ser ridículo...

aF209


domingo, 28 de abril de 2013

XIX Congresso do PS...



Como português, deste conclave não esperava nada…
Nem lhe prestei o mínimo, dos mínimos,  de atenção.
Fiz bem…
A minha  vida já me corre suficientemente mal  para ainda ter de  levar com este Partido Socialista deprimente, aborrecido, inútil, intriguista e cagúfa.

Hoje é dia mundial do sorriso...


Novo fado...

... mais uma carta!

Reflexão dominical

SOMOS FIGUEIRA, é apenas a bóia de salvação que o actual PSD FIGUEIRA  encontrou para se tentar salvar  nas próximas eleições autárquicas.
Ao contrário do que a entourage de Miguel Almeida nos quer fazer crer até outubro próximo, o PSD FIGUEIRA  não acabou.
Ainda existe…  
Só que agora chama-se SOMOS FIGUEIRA.

Bom domingo

sábado, 27 de abril de 2013

Seguríssimo?..

A moção do secretário-geral do PS contou com o apoio de 99% dos 1820 delegados ao Congresso...

Sob um sol cinzento...


… não conheço a jornalista Ana Leal, nem a sua produção jornalística. Só sei que terá feito um trabalho sobre cuidados de saúde, trabalho que era suposto ter passado em “horário nobre”, mas que continha algo que fez a comissária Judite de Sousa não só não o passar, como tê-lo remetido para um tal de “25ª hora”, que como o nome indica, passa para lá da meia noite.
A jornalista queixou-se ao chefe, José Alberto de Carvalho... o tal do "não faz sentido sermos condenados por não cumprirmos regras do tempo do gonçalvismo". Queixou-se de Judite e do que terá chamado censura, eufemisticamente... ou por considerar ter sido de facto censurada.
Em condições normais isso seria dirimido dentro da redacção. Em condições um pouco menos normais... daria uma repreensão ou qualquer outra punição simbólica, caso a acusação fosse infundada. Em condições de gravidade comprovada, daria lugar a um processo disciplinar, precedido da obrigatória investigação.
Mas não! Estamos em Portugal e sob este abjecto regime de tiques fascizantes!
Assim sendo, a ousadia da jornalista, ousadia que, insisto, pode ter sido deslocada ou não, deu direito, à partida, a uma suspensão com proibição de entrada no local de trabalho.
Que outra melhor forma haveria de mostrar (com estrondo e garras de fora) aos jornalistas que ainda fazem um esforço de alinhamento pela liberdade que o que se quer por estes dias nos diversos órgãos de comunicação social não são redacções compostas por verdadeiros jornalistas, mas sim rebanhos de lacaios dos donos?

Seguro, cuidado...

Este pensamento não é meu …
Também não tenho a certeza  se é de Passos ou de Gaspar...
Mas, a avaliar pelos últimos anos, o trabalho, para ser pago, é porque não é boa coisa. 
Portanto, cuidado, quanto menos e quanto mais mal pago…

Desportivo Clube Marítimo da Gala, a mais antiga Colectividade da Freguesia de S. Pedro


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Jorge Dias e o 25 de 1974 na Figueira

(Registei o que me incumbiram, ou seja, tudo o que fosse motivo de registo fotográfico. Mas houve outras nuances, como a detenção do comandante da unidade, Sílvio Aires de Figueiredo, levada a efeito por mim e pelo capitão Dinis de Almeida, que lhe deu voz de prisão. (O comandante) não aderiu ao golpe, era uma força de bloqueio, como outras que existiam no RAP 3.)
Para ler e ouvir a entrevista, clicar  aqui.

Por falar em consensos..

Salazar é que governou com "um consenso político alargado".
Nesse tempo, quem não queria consensualizar ia para Peniche ou Caxias, receber  formação específica em consensos.
Se mesmo assim não conseguisse consensualizar, era-lhe atribuída uma bolsa de estudo na universidade do Tarrafal, um  ambiente tão propício a consensos que alguns nunca regressaram…

Estamos em Portugal...


Isaltino, segundo a lei, é um autarca corrupto: foi julgado, condenado e, finalmente (pelo menos por enquanto…) encontra-se a cumprir pena.
Posto isto...
Qual é a admiração por haver quem admita que pode dirigir a câmara a partir da cadeia?..
Quem não conhece casos em  que traficantes de droga e “patrões da prostituição”  continuam a gerir o “negócio” a partir da cadeia?..

Ontem, Santana, enquanto Freguesia, comemorou pela última vez o 25 de Abril

foto António Agostinho