terça-feira, 16 de abril de 2019
Monteiro, o novo presidente...
Amanhã, acontecerá a primeira reunião de câmara do novo presidente Carlos Monteiro.

Imagem via Diário as Beiras

Entre outros assuntos ficar-se-á a conhecer redistribuição dos pelouros.
Como o previsto desde a saída de saída de João Ataíde (primeiro suspendeu e depois renunciou), Ana Carvalho assume a vice-presidência. Diana Rodrigues vai ser a senhora vereadora que se segue. Com a sua entrada, a vereação executiva da Figueira da Foz será paritária, ao ficar com três elementos do sexo feminino e outros tantos do masculino. A igualdade de género no executivo camarário socialista aconteceu por mero acaso, já que resulta da substituição de um vereador (o antigo presidente, João Ataíde). A nova equipa de vereadores socialistas é constituída por Carlos Monteiro, Ana Carvalho, Nuno Gonçalves, Mafalda Azenha, Diana Rodrigues e Miguel Pereira.
Na próxima quinta-feira, o Diário as Beiras, publicará a primeira entrevista dada por Carlos Monteiro, desde que preside à autarquia, onde o novo presidente da câmara falará sobre "as linhas orientadoras do que resta do mandato".
Segundo o que se pode ler na edição de hoje do mesmo jornal, "o novo presidente Carlos Monteiro avançou que as obras em curso vão cumprir os projetos. Incluindo a regeneração urbana do Cabedelo, cuja legalidade tem sido posta em causa pelos vereadores da oposição Carlos Tenreiro e Miguel Babo e pelo movimento cívico SOS Cabedelo."
A nova administração portuária não tem ninguém da Figueira nem do Baixo Mondego
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| Fátima Alves, especialista em Ambiente. |
A equipa é liderada pela professora da Universidade de Aveiro, Fátima Alves, que substituiu Olinto Ravara. Fazem parte desta nova equipa de administradores, além da presidente do conselho de administração, Nuno Marques Pereira, Isabel Moura Ramos e Hélder Nogueira.
O novo elenco não integra nenhum elemento da Figueira da Foz ou do Baixo Mondego.
Luís Leal, antigo presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, pertenceu à administração portuária durante os últimos quatro anos, fazendo a ligação da sede, em Aveiro, à Figueira da Foz.
“Saio com o sentimento do dever cumprido. Mas, do ponto de vista mais emotivo e sensível, para quem gosta da Figueira da Foz, saio satisfeito pelo que foi feito”.“Estamos esperançosos que a Figueira da Foz não fique esquecida, com investimentos muito fortes que não podem parar, para aumentar a capacidade do porto e da segurança da barra. O porto da Figueira da Foz, hoje, tem todas as portas abertas para ser um porto da região e não apenas da cidade”, afirma Luís Leal no Diário as Beiras.
Contra a alteração aos Planos de Praia
No âmbito da Consulta Pública, apresentamos os 9 pontos que consubstanciam a nossa discordância em relação à alteração dos Planos de Praia do Cabedelinho e do Cabedelo. Link do site PARTICIPA.
1 - A deslocalização de edificações para a frente marítima contra a estratégia preconizada para o resto da costa não serve o interesse público. Esta alteração pretende contornar as condicionantes às novas edificações previstas na FAIXA DE PROTEÇÃO COSTEIRA para legitimar a construção em ESPAÇO NATURAL - PDM (praia) as edificações que pretendem demolir em ESPAÇO URBANO. Não concordamos com mais edificação na frente marítima.
2 - Nenhum outro Plano de Praia prevê Novos Acessos Rodoviários. Como não existem constrangimentos à construção de Novos Acessos Rodoviários em ESPAÇO URBANO, a medida proposta nesta alteração aos Planos de Praia serve apenas para legitimar Novos Acessos Rodoviários no espaço da praia. Não concordamos com Novos Acessos Rodoviários na frente marítima, em ESPAÇO NATURAL - PDM (praia), porque não vislumbramos o interesse público desta alteração.
3 - Em nenhum outro Plano de Praia existe a categoria OBRA DE DEFESA COSTEIRA A REABILITAR. Existe apenas a categoria OBRA DE DEFESA COSTEIRA A CRIAR, relativa a nova obra, porque para a reabilitação de uma obra existente não é necessária qualquer inscrição no Plano de Praia.
Não concordamos com a nova categoria nem com qualquer OBRA DE DEFESA COSTEIRA pesada que não tenha sido oportunamente prevista no POC, sublinhando que a intervenção prevista para o Cabedelo é a alimentação artificial de areias por transposição sedimentar.
4 - Não concordamos com OBRAS COSTEIRAS em zona de “ondas com especial valor para a prática de desportos de deslize” sem a competente “avaliação dos potenciais impactos negativos” prevista na NG14 do POC.
5 - A área assinalada como DUNAS A REABILITAR, abrange a estrada existente e o interior do Porto de Pesca, onde não existem quaisquer dunas. Não faz qualquer sentido desviar para aquela localização, atrás da duna existente, os sedimentos que deveriam ser colocados na sua frente, conforme previsto na tipologia de intervenção de alimentação artificial consagrada no POC.
6 - A alteração aos Planos de Praia do Cabedelinho e do Cabedelo, não contempla qualquer alteração à extensão da praia, capacidade de carga, lugares de estacionamento, número de unidades balneares ou concessões programadas - APS e APC. Uma vez que os Planos de Praia “visam estabelecer o quadro de princípios e critérios para a concretização dos objetivos de valorização e qualificação das praias, em particular as consideradas estratégicas por motivos ambientais e turísticos, e disciplinar o uso das praias especificamente vocacionadas para uso balnear”, e constatando que não existem alterações com impacto no regime de uso e ocupação, a alteração aos Planos de Praia não tem fundamento.
7 - Por definição, a natureza das alterações que pretendem realizar, como "Acessos Viários a criar“ ou “Praça a reabilitar”, são do âmbito de um Plano de Pormenor e não de um Plano de Praia, pelo que este não é o instrumento de gestão territorial mais adequado.
8 - Não concordamos com esta consulta pública para a alteração dos Planos de Praia, cujo resultado está viciado à partida, porque o projeto que pretende viabilizar já se encontra em obra. Repudiamos este expediente para contornar os incumprimentos do projeto face ao PDM em vigor.
9 - Não nos parece que esteja garantida a isenção neste processo porquanto o responsável político da instituição, que promove a alteração dos Planos de Praia, depende desta alteração para contornar o incumprimento do projeto, que promoveu enquanto autarca, face ao enquadramento legal vigente.
Via SOS CABEDELO
segunda-feira, 15 de abril de 2019
A democracia e a “outra senhora”...
Paulo Pinto, no facebook: "Cá por casa, na arrumação da biblioteca,
de vez em quando encontro algumas coisas interessantes. Afinal no tempo da
”outra senhora” já havia inaugurações."

28 de Setembro de 1962 - Jornal Diário Popular

28 de Setembro de 1962 - Jornal Diário Popular
Não acredito que o Paulo pense
que em democracia há só virtudes. A
democracia é um regime onde a escolha dos governantes assenta em poucas
ideias e escassos princípios. Os cidadãos são iguais em condição e estatuto.
Tal implica, “uma pessoa um voto”. Em princípio é assim: temos eleições
regulares e livres, com liberdade de associação e de expressão. Os vencedores
governam, os que perdem são oposição e as maiorias respeitam as minorias.
Mas será que a honestidade e tolerância fazem parte da democracia. Deviam
fazer. Mas, penso que todos conhecemos a realidade, por exemplo na Figueira.
Eficiência e dedicação à causa pública, temos? Devia haver, mas todos conhecemos
a realidade que nos rodeia... E solidariedade , respeito pelos outros e
fraternidade, existem?
Claro que não, mas a culpa também é nossa. Para termos uma democracia minimamente decente, teríamos
de lutar pelos nossos direitos, sem
esquecer os deveres.
Oportunismo e infâmia, havia no tempo da "outra senhora" e
existe em democracia. A democracia que temos - e a Figueira é um bom exemplo
disso - é um sistema político de inferior qualidade. Mas não é a democracia que deve ser colocada em causa. Quem devemos questionar
é os partidos, os dirigentes, os
sindicatos, os empresários, os intelectuais - no fundo, nós todos.
Estamos em ano eleitoral. E em anos eleitorais a falta de qualidade da
nossa democracia torna-se ainda mais visível. Vem à tona, tudo o que não serve na
política democrática: populismo, propaganda, insulto, denúncia, intriga, delação, caça
ao voto, oportunismo e demagogia. Isso, seria bom para a democracia, se essa
visibilidade dos defeitos contribuísse para os corrigir. Mas não é assim: os trambiqueiros, oportunistas e os aldrabões, costumam ser
os vencedores.
Este 2019, ano eleitoral, já nos trouxe
coisas positivas. O Governo ofereceu benefícios, como os passes sociais
para os transportes e o descongelamento de alguns vencimentos.
Está a ser também uma excelente
oportunidade para a oposição denunciar a demagogia eleitoral. E, este ano
eleitoral, está a servir para desvendar
as histórias das famílias nos cargos políticos. O que aliás não
é nada de novo, desde há mais ou menos quarenta anos.
A democracia não é a culpada. É o sistema político, é o caldo de cultura
em que nos habituámos a viver, são os partidos e os dirigentes políticos.
Democracia, tal como ditadura, não
implica seriedade, honestidade e isenção.
Existe, porém, uma diferença: a democracia não evita nem proíbe o oportunismo, o
eleitoralismo ou a propaganda demagógica. Mas permite que queira lutar contra
isto, combata.
A maior virtude da democracia, passa pela possibilidade de corrigir e melhorar. De lutar contra a imperfeição. E de
castigar quem se aproveita ou destrói a democracia. Nas ditaduras não é bem
assim.
"Radigrafia", revela o Bairro Novo em números e propostas
O Bairro Novo, construído no século XIX, continua a ser o coração turístico da cidade.
A Associação do Bairro Novo, agora liderada pelo empresário Álvaro Tomás, resolveu fazer uma “radiografia” à zona “chic” da cidade, estudo suportado por duas empresas sediadas naquela zona.
O relatório preliminar – o definitivo deverá ficar concluído até ao final deste mês – revela o Bairro Novo em números e propostas.
O estudo destina-se a aferir a dinâmica económica, turística, habitacional e social. “Este estudo é um raio X do Bairro Novo e servirá como linha orientadora para fazermos propostas sustentadas a quem de direito”, disse Álvaro Tomás, esperando que sirva, também, para captar fundos comunitários e da zona de jogo e novos investimentos.
O estudo para Álvaro Tomás, tem por finalidade “preparar o presente e projectar o futuro”, porque “o Bairro Novo foi, é e sempre será o coração da Figueira da Foz”. A “radiografia”, “com propostas concretas e devidamente debatidas com a população”, será apresentada a parceiros institucionais. O estudo da associação inclui, também, um logotipo para a “marca” Bairro Novo, uma sede e um cartão de sócios com descontos nos estabelecimentos aderentes. A cereja no topo do bolo é a proposta que defende que algumas das ruas comerciais devem ser cobertas, para transformar o Bairro Novo num centro comercial de rua onde os lojistas serão os que lá estão e os que poderão vir ali instalar-se. Isto, claro, se aquele e argumento da associação tiver cobertura dos comerciantes e das instâncias de decisão.
Para Álvaro Tomás “há muito para fazer” naquela zona da cidade: desde o reordenamento do trânsito até à substituição do “obsoleto” mobiliário urbano. Na entrevista dada ao jornalista Jot’Alves do Diário as Beiras, o entrevistado aponta ainda a necessidade de serem revistas as regras das esplanadas e acabar com os balcões exteriores dos bares. Antes de terminar a conversa, revelou que a associação pretende realizar “quatro ou cinco eventos marcantes por ano”.
Imagens via Diário as Beiras.
A Associação do Bairro Novo, agora liderada pelo empresário Álvaro Tomás, resolveu fazer uma “radiografia” à zona “chic” da cidade, estudo suportado por duas empresas sediadas naquela zona.
O relatório preliminar – o definitivo deverá ficar concluído até ao final deste mês – revela o Bairro Novo em números e propostas.
O estudo destina-se a aferir a dinâmica económica, turística, habitacional e social. “Este estudo é um raio X do Bairro Novo e servirá como linha orientadora para fazermos propostas sustentadas a quem de direito”, disse Álvaro Tomás, esperando que sirva, também, para captar fundos comunitários e da zona de jogo e novos investimentos.
O estudo para Álvaro Tomás, tem por finalidade “preparar o presente e projectar o futuro”, porque “o Bairro Novo foi, é e sempre será o coração da Figueira da Foz”. A “radiografia”, “com propostas concretas e devidamente debatidas com a população”, será apresentada a parceiros institucionais. O estudo da associação inclui, também, um logotipo para a “marca” Bairro Novo, uma sede e um cartão de sócios com descontos nos estabelecimentos aderentes. A cereja no topo do bolo é a proposta que defende que algumas das ruas comerciais devem ser cobertas, para transformar o Bairro Novo num centro comercial de rua onde os lojistas serão os que lá estão e os que poderão vir ali instalar-se. Isto, claro, se aquele e argumento da associação tiver cobertura dos comerciantes e das instâncias de decisão.
Para Álvaro Tomás “há muito para fazer” naquela zona da cidade: desde o reordenamento do trânsito até à substituição do “obsoleto” mobiliário urbano. Na entrevista dada ao jornalista Jot’Alves do Diário as Beiras, o entrevistado aponta ainda a necessidade de serem revistas as regras das esplanadas e acabar com os balcões exteriores dos bares. Antes de terminar a conversa, revelou que a associação pretende realizar “quatro ou cinco eventos marcantes por ano”.
Imagens via Diário as Beiras.
“As grandes insubmissões”
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| Ruy Belo (1933-1978) |
Um texto de Ruy Belo:
As grandes insubmissões sempre foram para mim as pequenas. Na minha vida, lembro duas.
Começava um ano lectivo. Andaria no segundo ano do liceu. Era a época da feira da piedade. Cheguei de férias na minha terra e vi o vítor a andar de carrocel. Esperava que a volta acabasse para o abraçar. Fui esperando, ele nunca mais descia. Uma volta, mais outra, outra ainda. Fui contando: vinte. O vítor tinha vinte escudos. Eu já o respeitava, porque era muito alto. Passei a respeitá-lo mais. O Vítor era capaz de gastar vinte escudos no carrocel.
Começava um ano lectivo. Andaria no segundo ano do liceu. Era a época da feira da piedade. Cheguei de férias na minha terra e vi o vítor a andar de carrocel. Esperava que a volta acabasse para o abraçar. Fui esperando, ele nunca mais descia. Uma volta, mais outra, outra ainda. Fui contando: vinte. O vítor tinha vinte escudos. Eu já o respeitava, porque era muito alto. Passei a respeitá-lo mais. O Vítor era capaz de gastar vinte escudos no carrocel.
Outra grande insubmissão foi a do maurício, também nos primeiros anos do liceu.
Um dia o maurício faltou à aula das nove. Até aí, nada de particular. Saímos para o pátio e o maurício estava no campo de basket, perfeitamente equipado, sozinho, a lançar a bola ao cesto.
Um dia o maurício faltou à aula das nove. Até aí, nada de particular. Saímos para o pátio e o maurício estava no campo de basket, perfeitamente equipado, sozinho, a lançar a bola ao cesto.
– Ó maurício, faltaste à aula das nove.
E o maurício, sem responder, imperturbável, continuava a lançar a bola ao cesto.
Tocou para a aula das dez.
Tocou para a aula das dez.
-Ó maurício, não vens à aula?
O maurício não respondia. Continuava, imperturbável, a lançar a bola ao cesto.
Faltou à aula das dez, faltou toda a manhã. Nos intervalos saíamos e logo ouvíamos a bola contra a tabela. O maurício, sozinho, continuava a lançar a bola ao cesto.
Só se foi vestir quando tocou para a saída da última aula dessa manhã. Esperámos todos por ele. Não lhe perguntámos nada. E seguimo-lo cheios de admiração. O maurício, apesar dos professores, apesar dos contínuos, apesar da campainha, faltara a todas as aulas.
Toda a manhã jogara basket. Sozinho. Contra professores, contra contínuos, contra a campainha.
Faltou à aula das dez, faltou toda a manhã. Nos intervalos saíamos e logo ouvíamos a bola contra a tabela. O maurício, sozinho, continuava a lançar a bola ao cesto.
Só se foi vestir quando tocou para a saída da última aula dessa manhã. Esperámos todos por ele. Não lhe perguntámos nada. E seguimo-lo cheios de admiração. O maurício, apesar dos professores, apesar dos contínuos, apesar da campainha, faltara a todas as aulas.
Toda a manhã jogara basket. Sozinho. Contra professores, contra contínuos, contra a campainha.
Ruy Belo
in Todos os Poemas, Círculo de Leitores. Via Aventar.
in Todos os Poemas, Círculo de Leitores. Via Aventar.
domingo, 14 de abril de 2019
sábado, 13 de abril de 2019
Festa de despedida ao Dr. João Atáide...
Via ANC-Caralhete News (Nunca nos conformamos com o cinzentismo da adversidade. Apesar de terem transformado a Praia da Claridade na Praia da Calamidade, a Figueira não pode continuar a ser uma fatalidade!..)
O local está escolhido. Foi testado, e pode suportar até fogo de artifício: será no espaço Municipal, junto ao Horto Municipal.É claro que o evento terá o alto patrocínio do Presidente da Câmara, dr. prof. Biólogo Carlos Monteiro, também promotor aficcionado do Movimento Água Mais Cara do País!
Três bungalows devem chegar para o necessário apoio logístico.
A festa incluirá José Cid - o antigo assessor do homenageado Tiago Castelo Branco deverá fazer uma perninha no clarinete ... Para além disso, as Escolas de Sambra são um número imprescindível. O repasto incluirá uma feijoada de búzios, confeccionada pela equipa do "Mestre" da Feijoada de Búzios - Zé Esteves. Antes do repasto, poderia ter lugar um joguinho de futebol de praia, com os vereadores repartidos pelas duas equipas, para terem oportunidade de irem às canelas uns dos outros.
Numa cidade em que é sempre carnaval, a conta não deve ser problema: uma despedida de um presidente a meio de um mandato é um acontecimento que se não deverá repetir nos próximos 14 anos.
E, dentro de 14 anos, a Figueira estará pior: terá o mesmo clima que Rabat.
Teremos longos períodos de secas.
Nada de grave no ambiente local. Nessa altura, o importante é que a Sagres e a SuperBock continuem perfeitas!
E que haja foguetes para estourar!
Porém, os sentimentos de alegria, tristeza, ternura, os afectos continuam cá...
Só corações de pedra não os conseguem sentir!
Esta festa de despedida não seria no dia em que o Rei fez anos. Seria no dia em que o Rei se foi embora...
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