Ontem no parlamento, Passos negou corte de 600 milhões de euros nas pensões.
"Quem é que está a falar verdade entre os membros do governo?", perguntou Jerónimo de Sousa.
Em tempo.
* O filme "promessas do passado", rodado em 2011, pode ser visto clicando aqui.
sábado, 6 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Continua a série, na Figueira é sempre carnaval ***…
Na nossa cidade, a vida só é dura para os fracos e moles.Em 2015, temos “mais marchas, mais fogo, mais S. João.”
Este ano, as Festas
da Cidade da Figueira da Foz contam com um orçamento de cerca de 80 mil euros
(mais 30 mil do que em 2014). "Já passámos o período mais difícil [de contenção financeira]", disse João Ataíde,
explicando que a autarquia reforçou o investimento no espectáculo de fogo de
artifício e na comparticipação às sete marchas a concurso, que recebem quatro
mil euros cada.
As Festas da Cidade arrancam oficialmente dia 19 e terminam
a 6 de Julho, este ano com novidades: desde logo dia 20, às 22h00, com José Cid, na
Praça do Forte, espaço que, após obras de beneficiação, tem sido um “palco”
privilegiado.
Em tempo:
Há muito que a Figueira é uma cidade assim: ***.
Espero que este fim de semana não haja nenhuma festa por estes lados.
É que tenho as minhas calças, digamos assim mais rockeiras, a corrigir a bainha...
Há muito que a Figueira é uma cidade assim: ***.
Espero que este fim de semana não haja nenhuma festa por estes lados.
É que tenho as minhas calças, digamos assim mais rockeiras, a corrigir a bainha...
Ainda sou do tempo em que para tocar guitarra era preciso ter unhas...
Hoje, é dia de evitar
noticiários e debates televisivos.
Já chega de Sporting, Marco Silva, debates mal conduzidos,
discussões estéreis, perguntas mal
estruturadas, perguntas por responder…
Quando muito, vou ficar pelos resumos na rádio.
Ontem, passei horas a ver debates e fiquei como o Marco
Silva: não sei se se passa alguma coisa.
Até prova em contrário, o sportinguista mais ajuizado que escutei sobre este assunto foi Dias da Cunha...
O Pedro fotografou o que viu. A sua arte é filha da memória…
“A exposição não tem cor
política, é apenas um alerta
e um retrato informativo sobre o estado da costa de São
Pedro. O aproveitamento político que fizeram transcende-me totalmente”, declarou Pedro Agostinho Cruz ao DIÁRIO AS BEIRAS. E conclui:
“Sou fotojornalista. Como
tal, compete-me retratar a
realidade. Sempre pensei que
praticar a minha profissão
de forma isenta, livre e responsável fosse um ato de
coragem, mas assim não foi
entendido por algumas pessoas”.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
O entretenimento futebolístico lida com milhões, mas é desconcertante...
"A SIC conseguiu apurar que, na base do processo disciplinar movido a Marco Silva pelo Sporting, com vista ao despedimento, está a não utilização do fato oficial dos "leões" numa das eliminatórias da Taça de Portugal."
Em tempo.
Marco Silva tem agora 10 dias para apresentar a sua defesa.
Em tempo.
Marco Silva tem agora 10 dias para apresentar a sua defesa.
Isto de escrever em jornais não devia ser para todos...
O artigo de opinião de António Ribeiro Ferreira, REDACTOR PRINCIPAL, no jornal i, só pode ser explicado por uma das seguintes razões: estar completamente doente; ou ser completamente um porco hediondo, nojento, repulsivo e insensível.
Em tempo.
1. Mesmo que este "senhor" fosse o único ocupante da aeronave a despenhar, esta seria mal empregue.
2. É do conhecimento público que este "senhor" deve favores à tutela, nomeadamente ao Ministro Pedro Mota Soares, na qualidade de pai da menina Mariana Ribeiro Ferreira Costa Cabral, presidente do Instituto de Segurança Social, que também foi vice do CDS-PP.
Em tempo.
1. Mesmo que este "senhor" fosse o único ocupante da aeronave a despenhar, esta seria mal empregue.
2. É do conhecimento público que este "senhor" deve favores à tutela, nomeadamente ao Ministro Pedro Mota Soares, na qualidade de pai da menina Mariana Ribeiro Ferreira Costa Cabral, presidente do Instituto de Segurança Social, que também foi vice do CDS-PP.
"A melhor solução para a defesa da orla costeira é repor a praia"
"As conclusões do
relatório do Grupo de
Trabalho para o Litoral
são claras e vale a pena
repeti-las: a melhor defesa
da costa é a praia. Para que
seja atingido esse objectivo no
nosso concelho, o relatório
aponta para a transferência
de areia da margem norte
para as praias da margem sul
do Mondego. Se este objectivo
for atingido, a extensão
do areal da Praia da Claridade
será consideravelmente
reduzido e haverá pouca
margem para despejar betão
em obras sobre o areal.
Por muito que isto custe
ao executivo, os projectos
previstos para a praia estão
fortemente comprometidos.
Por isso, percebe-se pouco
a teimosia e a insistência
em soluções sem futuro. É
lamentável o pingue-pongue
público entre quem esteja
mortinho por mais construção
na praia e quem tem
horror à vegetação espontânea. De maneiras diferentes,
ambas as partes demonstram
um desprezo pelo
estado natural das praias.
No seu estado natural, sem
os efeitos negativos dos molhes
e da poluição, as nossas
praias estão entre as mais
bonitas e confortáveis do
mundo. Muitas das fotogénicas praias mediterrânicas
são artificiais, cuja areia mal
polida e cheia de pó está
longe de oferecer o conforto
da areia das praias que
conhecemos. Por exemplo, a
famosa Waikiki, em Honolulu,
é resultado de despejo de
areia sobre uma costa pantanosa.
É um engano frequente
que encontramos no Havai,
tal como em muitas outras
partes do mundo."
Em tempo.
A crónica de hoje de Rui Curado da Silva, recorda-me duas perguntas:
Isto é gestão integrada e sustentável da zona costeira entre as diversas entidades públicas?
Por outro lado, que ideia peregrina é essa da municipalização do areal da praia que está na mente dos responsáveis pela autarquia figueirense?
Depois de muitos alertas, a duna está a ser reposta com areia retirada da praia em frente...
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| foto António Agostinho |
Em tempo.
A crónica de hoje de Rui Curado da Silva, recorda-me duas perguntas:
Isto é gestão integrada e sustentável da zona costeira entre as diversas entidades públicas?
Por outro lado, que ideia peregrina é essa da municipalização do areal da praia que está na mente dos responsáveis pela autarquia figueirense?
Tal como andávamos a alertar neste espaço, desde 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão da orla costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, a nosso ver, deveria ser uma uma prioridade para quem de direito.
Entretanto, passaram 9 anos e nada se fez.
No final do ano passado, como as fotos, que podem ser vistas clicando aqui, documentam, o mar invadiu a freguesia de S. Pedro.
O povo baptizou o local por onde o mar entrava com facilidade como a “barrinha do sul”...Depois de muitos alertas, a duna está a ser reposta com areia retirada da praia em frente...
Ainda estamos na primavera, mas está encontrado o campeão de verão 2015/2016: Bruno do Carvalho!..
Em tempo.
Para sossegar algumas aves agoirentas, penso que Jorge Jesus
e Bruno do Carvalho vão dar-se bem.
Nos primeiros dias…João Portugal, deputado do PS, foi a Évora…
“Hoje, vim visitar uma pessoa que considero muito e admiro. Vive hoje um momento difícil da vida, as acredito que o vai ultrapassar rapidamente.
Além de um abraço de solidariedade, vim também dizer que acredito na sua inocência.
Independentemente do caso ou da pessoa em causa, ninguém deve estar sujeito a um sofrimento de 6 meses de detenção sem saber do que está acusado.
Em 2005 fui eleito deputado na primeira maioria de José Sócrates, sendo o seu parlamentar mais jovem. Hoje, como em 2005, quero afirmar que o admiro e anseio que volte rapidamente à política activa, depois de esclarecer todo este equívoco.” - João Portugal, no facebook.
Nada tenho a ver com as visitas que João Portugal faz, ou não faz, aos amigos.
Porém, como foi João Portugal, deputado do PS, que com uma escrita de uma transparência enganadora e um enredo que não dá tréguas ao leitor, tornou publica a visita que fez ao seu Amigo José Sócrates, apenas tenho a comentar publicamente isto: a solidariedade é uma reacção espontânea e discreta. Seis meses é muito tempo…
Os políticos não são pessoas simples, porque todos querem a cadeira do poder. Para os políticos, que não são pessoas simples, a amizade é o vento de feição. Navegar à bolina, não é com eles…
Em tempo.
Como político, João Portugal irrita-me.
Porém, não é assim uma irritação lá muito grande.
Como pessoa até nem deve ser dos piores.
Bem vistas as coisa, até deve ser um gajo fixe.
Nada tenho a ver com as visitas que João Portugal faz, ou não faz, aos amigos.
Porém, como foi João Portugal, deputado do PS, que com uma escrita de uma transparência enganadora e um enredo que não dá tréguas ao leitor, tornou publica a visita que fez ao seu Amigo José Sócrates, apenas tenho a comentar publicamente isto: a solidariedade é uma reacção espontânea e discreta. Seis meses é muito tempo…
Os políticos não são pessoas simples, porque todos querem a cadeira do poder. Para os políticos, que não são pessoas simples, a amizade é o vento de feição. Navegar à bolina, não é com eles…
Em tempo.
Como político, João Portugal irrita-me.
Porém, não é assim uma irritação lá muito grande.
Como pessoa até nem deve ser dos piores.
Bem vistas as coisa, até deve ser um gajo fixe.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
"Cada vez que oiço um discurso político ou que leio os que nos dirigem, há anos que me sinto apavorado por não ouvir nada que emita um som humano..." *
Em nome da competitividade e do investimento e da criação de emprego. A juntar à baixa da taxa de IRC. E a nunca esquecida baixa da TSU, para o empregador, em standby. Podia ter acrescentado, mas não. Decerto por esquecimento. Para já "a ideia" do executivo é proteger as empresas. Até 2018. Porque "o roaming com turistas gera uma receita anual de 100 milhões de euros". A repartir no final do ano pelos accionistas. Depois de pagos os salários milionários aos CEO e sortido rico de administradores. Para quem se governa.
* Albert Camus, in Cadernos, "Caderno n.º 1 (Maio de 1935/Setembro de 1937) - Edição Livros do Brasil
daqui
* Albert Camus, in Cadernos, "Caderno n.º 1 (Maio de 1935/Setembro de 1937) - Edição Livros do Brasil
daqui
Era para começar amanhã...
Hoje, no DIÁRIO AS BEIRAS, Carlos Baptista, presidente da Associação da Malta do Viso, esclarece as razões que
levaram ao cancelamento do evento.
Tudo deverá ter começado com o desaparecimento de uma ferramenta eléctrica e um tampo de mesa.
Estes dois episódios originaram um clima de desconfiança. Segundo Carlos Baptista, o gestor terá levantado suspeitas sobre um sócio da Malta do Viso que também tinha a chave do espaço.
“Miguel Amaral disse que metia tudo na rua”. “Tudo”, implicava, também, a Malta do Viso, que tinha a sede no Coliseu. Carlos Baptista afiança que não contou nada aos restantes membros da direcção, “para não incendiar os ânimos”, a cerca de uma semana da festa da sardinha.
Entretanto, abriu um e-mail enviado por Miguel Amaral com o regulamento para a utilização da praça de touros pela Malta do Viso, que a associação considerou hostil. Esta foi a gota que fez transbordar o copo.
Na sequência do e-mail, assevera Baptista, “a decisão de cancelar a Festa da Sardinha foi tomada por unanimidade”.
E não havia margem para tréguas, evitando, deste modo, cancelar a festa? - pergunta o jornalista.
“Não admitimos que nos queiram pôr a pata em cima. É uma questão de dignidade e verticalidade. Não havia condições para ultrapassar o ambiente que se criou”, respondeu o dirigente da Malta da Viso, afirmando que Miguel Amaral foi a primeira pessoa a ter conhecimento da decisão.
Os prejuízos ascendem a 1.500 euros. Mas nem tudo está perdido, porque a quermesse deverá realizar-se na Feira das Freguesias, com as receitas a reverterem para instituições sociais do concelho. Entretanto, a Malta do Viso já se retirou do coliseu e, este ano, o seu tradicional convívio de 15 de agosto será realizado “num local a anunciar oportunamente”.
Miguel Amaral, abordado pelo DIÁRIO AS BEIRAS disse que “o coliseu não tem mais nada a dizer”, remetendo para o comunicado da administração do Coliseu Figueirense:“foi com grande surpresa que tomou conhecimento da decisão da Associação Malta do Viso, a quatro dias do início da Festa da Sardinha, através de informação por esta dirigida à comunicação social”. Sem pormenorizar, informa ainda que “é exactamente devido ao bom relacionamento que sempre foi mantido” entre as duas partes que “tem sido possível assegurar a continuidade da realização desse grande evento figueirense, não obstante o facto de surgirem algumas tentativas, vindas do exterior, de quebrar a tradição”. A terminar, lamentou “profundamente” a decisão, “face ao grave prejuízo que tal medida provoca na cidade e na região”, e disponibiliza o espaço para o regresso do evento.
Tudo deverá ter começado com o desaparecimento de uma ferramenta eléctrica e um tampo de mesa.
Estes dois episódios originaram um clima de desconfiança. Segundo Carlos Baptista, o gestor terá levantado suspeitas sobre um sócio da Malta do Viso que também tinha a chave do espaço.
“Miguel Amaral disse que metia tudo na rua”. “Tudo”, implicava, também, a Malta do Viso, que tinha a sede no Coliseu. Carlos Baptista afiança que não contou nada aos restantes membros da direcção, “para não incendiar os ânimos”, a cerca de uma semana da festa da sardinha.
Entretanto, abriu um e-mail enviado por Miguel Amaral com o regulamento para a utilização da praça de touros pela Malta do Viso, que a associação considerou hostil. Esta foi a gota que fez transbordar o copo.
Na sequência do e-mail, assevera Baptista, “a decisão de cancelar a Festa da Sardinha foi tomada por unanimidade”.
E não havia margem para tréguas, evitando, deste modo, cancelar a festa? - pergunta o jornalista.
“Não admitimos que nos queiram pôr a pata em cima. É uma questão de dignidade e verticalidade. Não havia condições para ultrapassar o ambiente que se criou”, respondeu o dirigente da Malta da Viso, afirmando que Miguel Amaral foi a primeira pessoa a ter conhecimento da decisão.
Os prejuízos ascendem a 1.500 euros. Mas nem tudo está perdido, porque a quermesse deverá realizar-se na Feira das Freguesias, com as receitas a reverterem para instituições sociais do concelho. Entretanto, a Malta do Viso já se retirou do coliseu e, este ano, o seu tradicional convívio de 15 de agosto será realizado “num local a anunciar oportunamente”.
Miguel Amaral, abordado pelo DIÁRIO AS BEIRAS disse que “o coliseu não tem mais nada a dizer”, remetendo para o comunicado da administração do Coliseu Figueirense:“foi com grande surpresa que tomou conhecimento da decisão da Associação Malta do Viso, a quatro dias do início da Festa da Sardinha, através de informação por esta dirigida à comunicação social”. Sem pormenorizar, informa ainda que “é exactamente devido ao bom relacionamento que sempre foi mantido” entre as duas partes que “tem sido possível assegurar a continuidade da realização desse grande evento figueirense, não obstante o facto de surgirem algumas tentativas, vindas do exterior, de quebrar a tradição”. A terminar, lamentou “profundamente” a decisão, “face ao grave prejuízo que tal medida provoca na cidade e na região”, e disponibiliza o espaço para o regresso do evento.
Antes da apresentação do novo formato de ALERTA COSTEIRO 14/15…
O Pedro fotografou o que viu.
A sua arte é filha da memória…
ALERTA COSTEIRO 14/15, "é um trabalho informativo, foto
documental, que retrata a realidade costeira, na Freguesia de São Pedro, dos
últimos dois anos" (...)
terça-feira, 2 de junho de 2015
Isto anda tudo tão viciado...
Conceição Baptista foi a inspectora, nomeada pela Inspecção Geral de Finanças (IGF), para avaliar a investigação à lista VIP. Sabe-se agora que foi adjunta do secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins, tendo ilibado Paulo Núncio.
A tarefa de investigar a lista VIP coube a Conceição Baptista, inspectora-chefe das Finanças. Veio a concluir-se que a lista existiu. Do relatório produzido e datado de 19 de maio, a lista foi considerada “não fundamentada, arbitrária e discriminatória” e que o secretário de Estado Paulo Núncio, não saberia da sua existência. Conflito de interesses
Sabe-se agora que a inspetora das Finanças foi, até novembro passado, adjunta do secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins, que por si só, criaria um potencial conflito de interesses, levando a que ficasse impedida de conduzir uma investigação ao Governo, avança o jornal Público.
“Existe conflito de interesses sempre que os trabalhadores tenham ou possam vir a ter interesses privados ou pessoais em determinada matéria que possa influenciar directa ou indirectamente, ou aparente influenciar, o desempenho imparcial e objectivo das respectivas funções”, pode ler-se no Código de Ética da IGF, citado pelo mesmo jornal.Inspectora assinou declaração de incompatibilidades
O mesmo código estabelece um período de três anos, de separação entre a atividade do IGF e outras entidades para as quais os seus trabalhadores tenham prestado serviços.
Contudo, e segundo avança o jornal Público, Conceição Baptista assinou uma “Declaração de inexistência de incompatibilidades e impedimentos”. Por sua vez, o Ministério das Finanças diz que não há conflito no facto da inspetora das finanças ter sido encarregada de avaliar as responsabilidades funcionais de um organismo tutelado pelo mesmo ministério do qual fez parte.Ministério diz que não há conflito de interesses
Em resposta às questões enviadas pelo Público, o Ministério das Finanças disse que “a inquiridora não se considera impedida, nem integra qualquer situação de conflito”, acrescentando que o secretário de Estado Leite Martins, que Conceição Baptista assessorou, “não tutela a Autoridade Aduaneira, não tem competência sobre a matéria objecto de inquérito, nem sobre a IGF.
Sabe-se agora que a inspetora das Finanças foi, até novembro passado, adjunta do secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins, que por si só, criaria um potencial conflito de interesses, levando a que ficasse impedida de conduzir uma investigação ao Governo, avança o jornal Público.
“Existe conflito de interesses sempre que os trabalhadores tenham ou possam vir a ter interesses privados ou pessoais em determinada matéria que possa influenciar directa ou indirectamente, ou aparente influenciar, o desempenho imparcial e objectivo das respectivas funções”, pode ler-se no Código de Ética da IGF, citado pelo mesmo jornal.Inspectora assinou declaração de incompatibilidades
O mesmo código estabelece um período de três anos, de separação entre a atividade do IGF e outras entidades para as quais os seus trabalhadores tenham prestado serviços.
Contudo, e segundo avança o jornal Público, Conceição Baptista assinou uma “Declaração de inexistência de incompatibilidades e impedimentos”. Por sua vez, o Ministério das Finanças diz que não há conflito no facto da inspetora das finanças ter sido encarregada de avaliar as responsabilidades funcionais de um organismo tutelado pelo mesmo ministério do qual fez parte.Ministério diz que não há conflito de interesses
Em resposta às questões enviadas pelo Público, o Ministério das Finanças disse que “a inquiridora não se considera impedida, nem integra qualquer situação de conflito”, acrescentando que o secretário de Estado Leite Martins, que Conceição Baptista assessorou, “não tutela a Autoridade Aduaneira, não tem competência sobre a matéria objecto de inquérito, nem sobre a IGF.
Na Aldeia do respeitinho…
Porém, consigo pressintir nuvens carregadas de negrume, que influenciam e
condicionam as atitudes dos figueirenses.
Ainda estamos na primavera. Espero que o que vem aí não dê
lugar à tristeza.
Numa esplanada, frente ao mar do Cabedelo, deleito-me com uma litradra e meia de água que vou bebendo em pequenos goles.
Tempo é o que não falta. Pouso o copo na mesa e estendo o olhar e o pensamento pela praia a sul do estuário do Mondego, em direcção às dunas a sul do quinto molhe.
Tempo é o que não falta. Pouso o copo na mesa e estendo o olhar e o pensamento pela praia a sul do estuário do Mondego, em direcção às dunas a sul do quinto molhe.
Lá longe, entre o Largo da praia da Cova e a Costa de Lavos,
recordo a erosão e os alertas que foram feitos ao longo dos anos.
Olho com mais atenção e dou comigo a pensar que a esperança pode ser uma borboleta com asas.
Sinto no ar a correr uma ténue aragem da esperança.
Os longos ciclos, nunca iludem as necessidades e as expectativas do homem da Aldeia que gosta de viver o seu e no seu tempo concreto.
Temos para viver a ilusão ou a desilusão. A revolta ou o acomodamento. Nós, só temos de escolher.
Evidentemente, os que têm estofo para conseguir escolher...
Sinto no ar a correr uma ténue aragem da esperança.
Os longos ciclos, nunca iludem as necessidades e as expectativas do homem da Aldeia que gosta de viver o seu e no seu tempo concreto.
Temos para viver a ilusão ou a desilusão. A revolta ou o acomodamento. Nós, só temos de escolher.
Evidentemente, os que têm estofo para conseguir escolher...
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