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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Opinando sobre os "críticos"...



Preso por ter cão e...


"Tenho lido e ouvido um conjunto de sapientes opiniões que se expressam sobre o vazio, a inépcia, a falta de eventos em que se encontra a nossa cidade, criticando a edilidade por a Figueira estar a definhar, sem turistas, sem atrações, sem atividades apelativas, que levem as pessoas a visitá-la e por aqui fi quem a usufruir daquilo que a cidade pode ou poderia oferecer.Pois bem, ultimamente assisti a algo que infirma esse senso comum e a mais vulgar opinião do vazio, e da ausência de atividades apelativas à cidade. A Figueira foi extremamente concorrida com as festas são joaninas, marcadas por um fluxo de visitantes com a festa da cidade, sendo a Praça do Forte invadida pela feira das freguesias, onde as coletividades do concelho trouxeram ao coração da cidade muitos visitantes que gravaram de populares as festas da cidade. Estavam a acabar estes festejos e já a cidade se preparava para o festival de música da RFM – SOMNII, o qual angariou uma vasta mancha de população visitante tornando, segundo os media, a nossa cidade no maior espaço de festa musical em praia, considerando ser a que melhor atrai e oferece um espetáculo único a quem a visita nesse propósito.Assim, as vozes críticas que outrora julgavam a edilidade de nada se passar na Figueira, da falta de turistas e de ati-vidades apelativas e que agora emergem a criticar a presença dos turistas, dos eventos e do fartar vilanagem em desperdício nas tais atividades, leva-me a concluir que tanto se é preso por ter cão, como por não ter."

Via Diário as Beiras


Uma das coisas que mais contribui para me divertir é a virtude publica da verdade institucional. Nos últimos dez, vá lá, quinze ou vinte anos, a porra da internet, com o youtub, os blogues, o facebook  e outras modernices, mais as pessoas, qualquer pessoa, sem carteira de jornalista nem nada, sem ser professor, magistrado, doutor, basta ser trolha, ou coisa do género, pode começar a filmar, a criticar e a opinar. Dá a versão da sua verdade privada. O que é, desde logo, uma chatice, pois a verdade privada, costuma entrar em contradição com a publica verdade.
O que vale é que a verdade é uma coisa inútil. Sempre foi. Se a verdade valesse todo o comércio político era impossível.

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