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terça-feira, 15 de maio de 2018

Resta apostar na mudança para 2021

Este, é o rosto da incompetência política que tem governado a Figueira, desde 2009. Primeiro, em maioria relativa. Depois, em maioria absoluta. O que piorou tudo. Este modelo de governação da polis, que se baseia no poder entregue aos partidos políticos, que não representam minimamente o povo que os elege, deu origem a uma oligarquia incompetente e irresponsável que tem governado a Figueira depois do 25 de Abril. Os resultados estão à vista de todos.
É habitual ouvir dizer: “todos os anos deveria haver eleições”.
Porém, na minha já longa vida, vi anos seguidos de eleições com a Figueira  a ficar sempre mais para trás.
Logo a seguir ao 25 de Abril,  a cada vitória do PS/Figueira, os vencedores logo diziam que os figueirnses tinham validado a sua estratégia e, com este argumento, nunca se corrigiram. A Figueira estagnou e foi  sempre caindo.
As vitórias socialistas  municipais no nosso concelho, só fizeram a Figueira perder importância no distrito e no País.

Depois, entre 1997 e 2009, tivemos outra desgraça: o PSD.
Primeiro, Santana Lopes ( e, principalmente, o despesismo...). Depois, Duarte Silva (que levou o PSD/FIGUEIRA a implodir, pura e simplesmente...)
Em 2009 voltámos ao PS. Melhor, a esta desgraça que tem como pimeira figura João Ataíde.
A norma desta maioria absoluta é rejeitar qualquer protesto.

Neste momento, na Figueira, sobrevive o medo. E o medo não é bom conselheiro.
O medo é patente na censura aos cidadãos, que pensam pela cabeça própria, e pelo nível da imprensa que por cá se publica.
Quem é líder não mostra receio nem censura, nem persegue quem tem a ousadia de se opor. Só os fracos e os medíocres usam esta estratégia.
Os bons líderes não caem nas suas próprias armadilhas. Muito  menos expõem a sua incompetência, insensibildade e falta de horizontes políticos com comboidas.

Gostaria de ver a Figueira governada por gente diferente.
Gente com capacidade de liderança, sem medo, sem censurar jovens, só por pensarem pela sua própria cabeça, ou criticar jornais e jornalistas e outros meios de comunicação.
Gente, sem as fragilidades da Câmara da Figueira nos últimos anos.
Queria um Presidente que pensasse bem os  investimentos a realizar para tirar a Figueira do atoleiro.
Queria um líder capaz de pôr ao seu lado os adversários para reforçar o poder reivindicativo da Figueira.
Queria, como Presidente, alguém que conseguisse recuperar os, pelo menos, 40 anos  já perdidos e fizesse avançar a Figueira no conjunto, ao menos, da região centro.

Desejaria ver gente nesta cidade não comprometida com a subserviência a este poder, com coragem de estar ao lado dos figueirenses.
Respeito o resultado das últimas autárquicas.
Mas, vou continuar a lutar e a  apostar na mudança em 2021.

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