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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Vivemos num país complicado...

"Três anos à espera de resposta" é uma  "estória" do quotidiano, que poderia ter infernizado a vida a qualquer um de nós. Está hoje contada no jornal AS BEIRAS.

No dia 17 de maio de 2015, Carlos de Oliveira Gomes seguia viagem no seu Mercedes de 1984 importado e recentemente adquirido em direcção a São Pedro, vila da margem sul da Figueira da Foz. Quando atravessava a Ponte Edgar Cardoso, cerca das 14H00, caiu um poste de iluminação na via, no qual embateu. Saiu ileso do acidente, mas a viatura com que sempre sonhara sofreu as consequências do choque. Quase três anos depois, o serralheiro mecânico de Vila Verde, freguesia da zona norte da Figueira da Foz, continua à espera de ser ressarcido pelos danos provocados no carro, que ainda não foi reparado, por falta de dinheiro. “Estou farto de esperar e de não me dizerem nada”, lamenta-se o sinistrado, em declarações ao jornal. 
O caso continua na justiça, para onde a seguradora recorreu, para tentar que a empresa pública Infraestruturas de Portugal assuma os danos provocados no Mercedes. 
O processo começou por envolver a autarquia figueirense. Entretanto, ficou provado que a manutenção dos postes de iluminação da ponte não é da responsabilidade da câmara. Enquanto o caso decorre nos tribunais, Carlos Gomes tem a sua vida condicionada, devido à falta da viatura.

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