sexta-feira, 29 de junho de 2018
Feliz Figueira da Foz que tais políticos tem
É uma Figueira da Foz imaginada e desprovida de realidade, aquela que passa pela cabeça daqueles que governam ou querem governar os figueirenses e que assobiam para o lado ou teimam em não ver as dificuldades que varrem esta cidade e o concelho.
Os sinais estão aí e isto só nos pode encher de vergonha a todos.
Prova disso, ao vivo e a cores, foi a intervenção da deputada Isabel Tavares, que falou na Assembleia Municipal realizada esta tarde, numa cidade que ninguém conheceu no decorrer do corrente mês de junho prestes a terminar.
Claro que a culpa é dos figueirenses. Durante mais de 40 anos não ousaram, por uma vez só, arredar do poder quem sistematicamente nos coloca ano após ano pior do que já estávamos.
Claro que há a propaganda, claro que há a imprensa, claro que há os aparelhos dos partidos que nos vão alienando da triste realidade em que eles próprios nos colocaram.
Contudo, pior que tudo isso temos o adormecimento da população figueirenses em geral, muito em especial da classe política.
A actual Assembleia Municipal da Figueira da Foz é o maior exemplo do adormecimento colectivo que está a arrastar a cidade da Figueira da Foz para o abismo.
Entretanto, lá vamos cantando e rindo. Levados, levados sim.
Democracia é um termo Grego que quer dizer poder do povo.
A democracia que temos na Figueira, que é aquela que eu conheço melhor, é tudo menos isto.
Quem tem sido eleito pelo povo, depois de nomeado governa de uma forma geral contra ele.
Tem sido assim ao longo dos anos.
O povo figueirense também não tem sabido lidar com a democracia e com os parcos poderes que ela lhe dá.
Nos actos eleitorais optaram por alternar os maiores partidos, que já provaram serem capazes de fazer os maiores estragos e prejudicar esse mesmo povo.
Parece existir um sentimento de autoflagelação que não consigo compreender.
Os governantes são eleitos para num regime de extrema transparência darem contas a quem os elegeu sobre o estado do concelho, sobre o que fazem e sobre aquilo que pretendem fazer.
Faz-me alguma confusão termos chegado ao ponto de termos reuniões de câmara em que se fecham as portas ao público e aos jornalistas de forma a que aquilo que se decide dentro das quatro paredes seja um conjunto de coisas que os eleitores não possam saber...
Os sinais estão aí e isto só nos pode encher de vergonha a todos.
Prova disso, ao vivo e a cores, foi a intervenção da deputada Isabel Tavares, que falou na Assembleia Municipal realizada esta tarde, numa cidade que ninguém conheceu no decorrer do corrente mês de junho prestes a terminar.
Claro que a culpa é dos figueirenses. Durante mais de 40 anos não ousaram, por uma vez só, arredar do poder quem sistematicamente nos coloca ano após ano pior do que já estávamos.
Claro que há a propaganda, claro que há a imprensa, claro que há os aparelhos dos partidos que nos vão alienando da triste realidade em que eles próprios nos colocaram.
Contudo, pior que tudo isso temos o adormecimento da população figueirenses em geral, muito em especial da classe política.
A actual Assembleia Municipal da Figueira da Foz é o maior exemplo do adormecimento colectivo que está a arrastar a cidade da Figueira da Foz para o abismo.
Entretanto, lá vamos cantando e rindo. Levados, levados sim.
Democracia é um termo Grego que quer dizer poder do povo.
A democracia que temos na Figueira, que é aquela que eu conheço melhor, é tudo menos isto.
Quem tem sido eleito pelo povo, depois de nomeado governa de uma forma geral contra ele.
Tem sido assim ao longo dos anos.
O povo figueirense também não tem sabido lidar com a democracia e com os parcos poderes que ela lhe dá.
Nos actos eleitorais optaram por alternar os maiores partidos, que já provaram serem capazes de fazer os maiores estragos e prejudicar esse mesmo povo.
Parece existir um sentimento de autoflagelação que não consigo compreender.
Os governantes são eleitos para num regime de extrema transparência darem contas a quem os elegeu sobre o estado do concelho, sobre o que fazem e sobre aquilo que pretendem fazer.
Faz-me alguma confusão termos chegado ao ponto de termos reuniões de câmara em que se fecham as portas ao público e aos jornalistas de forma a que aquilo que se decide dentro das quatro paredes seja um conjunto de coisas que os eleitores não possam saber...
Morreu Fernanda da Bernarda, a dirigente estudantil na crise de 1969 em Coimbra
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Manifestação de estudantes em 1969 em Coimbra
| Arquivo DN
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É mermão, um ano depois a campanha dos primos explicada finalmente às criancinhas...
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| Foto sacada daqui |
- ALEXANDRE SOARES DOS SANTOS
Nota de rodapé.
Uma mensagem acabada de receber da Dona Olga Tronchuda.
"xôr Agostinho:
o seu belogue, é um belogue que eu gosto munto de lá ir ber. O xôr às bezes escrebe com uma letra azule e se a gente carrega em xima bai ter a outro belogue ou a um jornale e assim se bai sabendo das nobidades todas. Axo interexante.
xôr Agostinho:
axo que debe mudar o nome al belogue. Debia-se chamar “esta marge”, pruque é de cá, está cá ó pé da gente, e num xei porque deu o nome do outro lado.
Aqui no Láre inda bamos faxer um abaixo-axaxinado para mudar pra esta marge.
Peço desculpa pru escreber munto debagar, mas isto bai lá com esperiença."
Da série "nobidades do Láre"... (2)
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| Foto sacada daqui |
O último espetáculo do cartaz, com nomes conhecidos da música nacional e artistas locais, tem lugar amanhã, pelas 18H00, na praça do Forte, com filarmónicas do concelho.
No mesmo dia, realiza-se a 4.ª Regata Mais Louca do Mondego, enquanto o primeiro de dois dias do torneio Figueira Beach Rugby se joga em Buarcos.
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