domingo, 22 de outubro de 2017

Portugal, 2017...


Juiz desculpa violência doméstica com adultério da mulher...

Cães sem trela...

"Para quando  senhor presidente  da Câmara uma tomada de posição firme com casos de cães sem trela?..
Até quando será permitido cães sem trela soltos na via pública numa cidade como a Figueira da Foz?.."

Nota de rodapé.
Muito pertinente, este comentário.
E, porque não: os cães têm que andar na via pública com trela e, alguns, até de açaime.
Vamos a isso senhor presidente...

Figueira no seu melhor...

Eis uma autêntica equipa de luxo,  uma necessidade para se poder enfrentar os quatros anos de trabalho que estão a começar com as novas pilhas recarregadas em pleno. 
Não esqueçam. Festa é Festa! Esta, é a Figueira no seu melhor.
Imagem sacada daqui

Alguns destes criticaram as festas do Santana, talvez porque não eram convidados. Já outros,  estão em todas...
Passe a publicidade, que é bem merecida. Esquerda para a direita: Miguel (vereador eleito do PS - jovem agricultor da Ferreira e ex-JSD), Fernando Cardoso ( secretário do Presidente João Ataíde, ex-JSD), Joka Mateus (empresário da noite, líder de claques,  ex-JS Tavarede),  Nuno Gonçalves Cid (veŕeado eleito do PS, de Montemor, ex-funcionário do Quadromor - empresa falida do sogro, e ex-administrador da Figueira Domus), João Portugal (deputado municipal eleito pelo PS, ex-deputado da AR, ex-vereador, presidente da concelhia do PS Figueira desde 2009, empresário exportador na área alimentar para os PALOP's, essencialmente Cabo Verde e Moçambique).

Nota de rodapé.
O principio de Peter, segundo Laurence J. Peter: "Num sistema hierárquico, todo o funcionário tende a ser promovido até ao nível da incompetência."
Em democracia até o festejo da incompetência politica é permitido.
Há apenas duas maneiras de obter sucesso nesta Figueira: pelos próprios hábitos ou pela incompetência alheia.
Temos o que merecemos.

Um conteúdo via ANC-Caralhete News

Coisas simples...

"Ninguém leva a prevenção de incêndios a sério. Nem o Governo central e muito menos o poder local. Os recentes incêndios mostram isso mesmo. As autoridades, o Estado e a comunidade em geral estavam absolutamente impreparados para que o veio a acontecer. Fruto de um longo período de secura, e de um outono que é agora o prolongamento do verão, a mata ardeu. Foi ateada por uma ponta de cigarro, uma queimada (dezenas de autos levantados pela GNR por queimadas a 15 e a 16 outubro), um foguete ou um incendiário.

O efeito dominó, potenciado pelas monoculturas de eucalipto e pinheiro, fez-se sentir e tornou os incêndios incontroláveis. Informação visível (quantos outdoors se viram na Figueira com apelo à prevenção de riscos em matéria de incêndios? Zero…..). Não há empenho directo nem da Câmara nem das Juntas de Freguesia em matéria de prevenção de incêndios.

Há ainda que pensar fora de caixa. As Juntas de Freguesia com áreas de elevado risco de incêndio florestal devem possuir veículos que se adaptem ao combate de incêndios, e ter planos próprios de mobilização de meios e pessoas. Os primeiros minutos após a ignição são cruciais. Levar um veículo do Quartel dos Bombeiros até ao extremo do concelho pode levar 20 a 30 minutos. E se os veículos dos Bombeiros fossem estacionados em vários pontos do concelho em vez de os centralizar? Houve investimento em vigilantes da floresta que pudessem prevenir “queimadas e ignições”? Até quando vamos ter os mesmos “dinossauros” sempre a pensar “dentro da caixa”?"

Incêndios.vs.2017, uma crónica de João Vaz.