quarta-feira, 23 de novembro de 2016

União de Sindicatos critica Câmara: manter a chama acesa é um ritual que requer alguma ciência para não encher a sala de fumo...

Em comunicado, a União de Sindicatos da Figueira da Foz «repudia o comportamento e decisão da Câmara Municipal da Figueira da Foz» por considerar que «não é consentâneo com a liberdade de exercício democrático do direito à greve, quando coloca os seus funcionários em véspera de Greve, perante um oficio a que têm de responder administrativamente e que se baseia numa acção lúdica, que poderia ser efectuada noutro qualquer dia»
Em causa está um ofício da autarquia onde se informava de uma Saída de Campo no Cabo Mondego, a realizar na passada sexta-feira, em que convidava os funcionários a participar e onde se previa que cada Zona ficasse com os serviços mínimos garantidos. 
Para a União de Sindicatos da Figueira da Foz, a Câmara Municipal promoveu esta iniciativa, em dia de greve, para dissuadir os funcionários.

"É cantar sem medo..."

"Fátuas promessas, algumas das quais fundamentadas, é certo, em números reais, como é o caso do desemprego que nos eleva ao primeiro lugar do primeiro escalão do distrito ou da constatação do fluxo migratório interno que, ao contrário do restante litoral, contribui para uma lenta desertificação do concelho.

A menos que “o vapor” se venha a materializar, não há maneira de contribuir para uma demografia que nos preencha as casas cada vez mais vazias ou sequer contribua para o funcionamento das muitas superfícies comerciais. Identificados que estão os problemas, não basta lançar eflúvios de vapor por muito que se lhes chamem diplomacia económica. É preciso mais do que isso. Sob pena de continuarmos alegremente a entoar a marcha do vapor a que temos direito!"

Marcha do Vapor, uma crónica de Daniel Santos.

Duas notícias...

Notícia de 22.11.2016, no jornal AS BEIRAS
1. "Número de milionários no Reino Unido cai 15% após o Brexit".
2. "Há mais milionários em Portugal. Três deles têm quase mil milhões".
A culpa só pode ser dos britânicos que não devem gostar de trabalhar de noite.
Em Portugal, fazem-se cada vez mais fortunas  entre o pôr-do-sol e o nascer-do-sol do que entre o nascer-do-sol e o pôr-do-sol!..
Em contrapartida, a classe média, em Portugal, é bem capaz de acabar por desaparecer...
Não se pode ter tudo...

Nota de rodapé.
Os portugueses gostam de desperdiçar as oportunidades!..
De 1975, para cá, já devemos ter desperdiçado tantas, que nem sequer já conseguimos contar...
Em quantas opções erradas já não alinhámos, como colectivo?
Quando olho para trás, não me livro de uma certa melancolia...
Mas, rapidamente passo adiante.
De que adianta?..
Vamos repetir sempre os mesmos erros... 
Pouco aprendemos com a vida!
Em 2017, aqui na Figueira, vamos confirmar, mais uma vez, isso mesmo: pouco aprendemos com a vida...

Este tempo de Natal e da Passagem de Ano é ainda mais incaracterístico...

Cito quem de direito.
"Passagem de Ano é na Figueira da Foz 30, 31 de dezembro & 01 janeiro.
E eis que chegamos ao fim de mais um ano!
É tempo de fazer um balanço e novos planos para o ano que vai entrar"!..
A Passagem de Ano que se avizinha, na Figueira, é, apenas mais um dia, apesar de os políticos o verem com outros olhos e,  porque não admiti-lo, quero acreditar, com uma certa esperança interior que as coisas mudem para melhor. 
Mas, o melhor é termos os pés na Terra e não nos iludirmos muito...

Depois dos postes, ficou o lixo como “cartaz turístico”...

Os postes da foto acima, estiveram naquele local, à entrada do molhe sul, desde o dia 10 de dezembro de 2014, até ontem, dia 21 de novembro de 2016, deitados no mesmo sítio onde os deixaram... 
Praticamente decorreram 2 anos. 
Como não foram utilizados, foram retirados, não sei se por efeito da "cunha" que meti ao Miguel Almeida!.. 
Apesar da quilometragem que já traziam, os postes devem ter descansado o suficiente!.. 
Ontem, depois sua da retirada, o local ficou assim, como a foto abaixo dá conta...