sexta-feira, 23 de outubro de 2020
A situação de Quiaios é o exemplo do que não deveria acontecer na política autárquica
Na Figueira é sempre carnaval: iluminações, fogo-de-artifício, pista de gelo gigante, Natal pelas freguesias e, etc.
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
Comunicado do Conselho de Ministros de 22 de outubro de 2020
Para ler clicar aqui.
Centro, apenas mais uma região de um país do faz-de-conta...
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| Via Diário as Beiras |
Continuamos a perder tempo demais com notícias estéreis sobre matérias desfocadas, inexistentes ou que não permitem chegar a nenhuma acção correctora dos problemas estruturais da economia há muito identificados.
IDEALMENTE ELEIÇÕES
Via Diário as Beiras
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Ponto da situação na Figueira...
... sem saber para onde vamos, mas a ter de ir...
... uns, ao que disseram, podem ir de tuk-tuk. Outros de teleférico. Eu ainda prefiro o camelo, uma ideia, que a ter sido aproveitada, em devido tempo, teria resolvido o problema do areal da Figueira e o ridículo contemporâneo...
ESCUSADO
Já que estamos em timing de homenagens, recordo uma pessoa que continua a fazer muita falta à Figueira
José Martins.
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Temos de nos definir de uma vez por todas...
É isso que os figueirenses querem?
Uma cidade a viver de passeios de tuk-tuk ou de teleférico na praia?
Imagem via Diário as BeirasA birra
A complicação que é mudar uma lâmpada dum equipamento fundamental na Figueira...
Pelo concelho das ironias trágicas: tuk-tuk eléctricos e teleféricos e uma lagoa artificial de água natural no areal da praia...
A realidade, no país e no nosso concelho, é a que sabemos: o desafio colocado pela pandemia é enorme.
Ninguém, no país e no concelho, está preparado para o enfrentar. Não se fez o que deveria ser feito ao longo dos últimos meses e que era essencial: reforçar com meios humanos e técnicos o SNS. No país do faz de conta o entretenimento é a intenção de obrigatoriedade de instalação de telemóveis, mais inútil que útil.
No país (e no concelho) real há pessoas a morrer por falta de assistência, não só ao covid-19, mas também por degradação do seu estado de saúde, sem os adequados diagnósticos. Há pessoas em dificuldade porque já o estava ou passou a estar com os impactos da crise pandémica. Há pessoas a precisar de respostas em vez de mais do mesmo ou de entretenimentos.
Ninguém está interessado em discutir a realidade. Ninguém se interessa pela insuficiência, a impreparação e o esgotamento das respostas de saúde no terreno.
Por exemplo: para tomar uma vacina os velhos como eu, têm de ir para uma fila, com o céu como teto, todos os dias, a partir das 8 e meia da manhã, sujeitos às condições de tempo como as que estão hoje, quando era simples e fácil os serviços calendarizarem os dias e as horas para evitar ajuntamentos e facilitar a vida dos utentes e dos profissionais de saúde.
Na Figueira, neste momento, dizem (enquanto esperamos pelo resultado do sistema de transposição de areias, da praia da Figueira para as praias da margem sul do Mondego, o famoso bypass) que podemos vir a ter tuk-tuk eléctricos e teleféricos e uma lagoa artificial de água natural no areal da praia.
Já agora: já tivemos palmeiras no oásis, porque não utilizar camelos no cada vez mais extenso areal?
Não consideram que tudo isto é demasiada demagogia e escassa capacidade de concretização no terreno?
Ao menos, cumpram uma ironia antiga, que já é trágica: acabem de uma vez por todas as obras da Rua dos Combatentes.
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| Imagem via Diário as Beiras |




















