Via Diário as Beiras
PS e PSD disponíveis para viabilizar taxa turística.
Via Diário as Beiras
Via Figueira Tv
"Segundo fonte próxima da autarquia, o vereador socialista Nuno Gonçalves terá pedido a suspensão do seu mandato por 364 dias, o limite máximo para o efeito. Alega «razões de índole profissional que, pela sua natureza, provoca um afastamento da área da autarquia e, consequentemente, impede o cabal exercício do mandato». Esta informação surge 1 dia depois do pedido de suspensão do ex-presidente do Município e alegadamente recandidato à presidência da concelhia do Partido Socialista, Carlos Monteiro. Face à aprovação deste pedido de suspensão segue-se na lista do Partido Socialista o jovem Daniel José Conceição Azenha, o 7º elemento."
A vereadora socialista Mafalda Azenha, contactada pela FigueiraTV, confirma o pedido de suspensão do seu mandato por 364 dias, o limite máximo para o efeito. Acrescenta que a decisão está pensada desde que assumiu as suas novas funções como Técnica Superior no Município de Montemor-o-Velho. Neste momento considera que não é possível compatibilizar ambas as actividades, «cumprindo com a exigência que o exercício do cargo público exige e merece»..."
Nota de rodapé.
Que fique claro que não me tenho como especialista em análise política...
«A nova administração integra o ex-presidente da autarquia, Carlos Monteiro, que suspendeu o mandato de vereador pelo período de um ano e recebeu hoje um voto de congratulações, proposto por Santana Lopes, que lhe sucedeu nas eleições autárquicas de 2021.
“Considero da maior importância ter na administração do porto uma pessoa nascida e criada na Figueira da Foz, que conhece bem os seus problemas e desafios”, sublinhou o presidente da Câmara, na sessão realizada hoje.
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| Foto via Município da Figueira da Foz |
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| Imagem via Diário as Beiras |
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| Foto: António Agostinho |
"Se há tema que merece um debate sério e com o envolvimento dos portugueses, para que os partidos sintam que o que propõem e votam tem em consideração a opiniões dos seus eleitores, é o regime de pensões.
Não entendo, pois, por que motivo o primeiro-ministro decidiu dispensar-nos de pensar sobre o nosso futuro, transformando aquilo que parece ser uma reforma encapotado do regime de pensões num falso pacote de caridade institucional, para compensar o aumento brutal do custo de vida, transformando uma pequena parte do aumento das receitas fiscais em gorjeta social.
Este é um bom exemplo de como neste país a política desapareceu, dando lugar a selfies e a golpes de comunicação. Só que desta vez as coisas correram mal ao “rei das selfies” e ao primeiro-ministro.
Um, prometeu antes do verão que em setembro apresentaria um pacote de medidas sociais. O outro não perdeu tempo a elogiar as medidas.
Depois foi a cacofonia comunicacional a que assistimos, primeiro era um aumento, depois era preciso assegurar a sustentabilidade do sistema de pensões, a seguir multiplicaram-se as entrevistas para sugerir que ninguém perdia. Só ninguém explicou se com este momento de generosidade do primeiro-ministro o rendimento anual dos pensionistas ia aumentar ou diminuir ao longo dos próximos anos.
Não custaria nada ao primeiro-ministro em vez de se desdobrar em comícios encenados ou em entrevistas combinadas, apresentar as contas com um exemplo numérico. As tais contas que o o Presidente da República diz que precisa de ver. Coitado, primeiro aprovou e depois deu uma cambalhota e tirou uma selfie de pernas para o ar.
Enfim, começa a parecer-me que Passos Coelho e António Costa são mesmo muito diferentes.
O primeiro tirava uma chouriça e prometia que um dia todos receberíamos um porco.
O segundo dá-nos um chouriço mas esquece-se de dizer que depois teremos de lhe dar um porco."
Via O Jumento
Via MAIS ACTUAL BLOG
«O documento que a ERC publicou, no passado dia 15 de Setembro, – "Investimento em Publicidade Institucional do Estado aumenta 10 milhões em 2021" –, merece leitura atenta pelo muito que é dito e por ainda mais que fica por dizer, por exemplo a evolução entre 2016 e 2019 (ano de eleições).