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| Imagem via Carlos Grilo |
domingo, 9 de maio de 2021
Candidatura "Figueira A Primeira" à Câmara da Figueira: Santana Lopes falará sobre o assunto em tempo próprio...
FutBeachGolf: um desporto maravilhoso...
Como li no facebook (via Pedro Cruz): "a Figueira ousou. A Figueira conseguiu inventar uma espécie de golfe. A Figueira conseguiu inventar uma espécie de footgolf. A figueira inventou o primeiro campo de FutBeachGolf do mundo (numa espécie de praia). A Figueira conseguiu meter o "Rei das Areias", melhor jogador de todos os tempos de Futebol de Praia, a jogar FutBeachGolf. Já se fala em charters... e com tanta inovação da minha janela ainda não vi uma única pessoa a praticar a modalidade," escreveu o Pedro. Mas, o campo de footgolf já tem utilzadores. A foto fala por si.
Este desporto combina as habilidades do futebol com as regras do golfe. Segundo o presidente da Federação de FutGolf, Ricardo Esteves, "é um evento que está a crescer cada vez mais em Portugal".
Como grande atleta que sempre fui - embora reconheça que o Madjer é o Madjer, por isso é que ele tem avença e eu não... - congratulo-me com esta "aposta" da autarquia figueirense. Mais: aquela estrutura é mesmo para ser "usada de forma saudável, pelos mais e menos novos".
A "relva sintética, quer no campo de treinos Bento Pessoa, quer no campo da Leirosa, quer no campo do Bom Sucesso, quer a do campo de São Pedro, que se encontra em fase de execução (neste momento parada...), quer a do Estádio Municipal José Bento Pessoa, em fase de conclusão (há anos...)", é para competição.
Antes que venham as aguardadas carradas de jogadores nos charters que certamente irão saturar os aeroportos de Coimbra e Monte Real, fui experimentar...
Para já, que eu saiba, sou campeão local e nacional, pelo menos na categoria dos veteranos.
“Existe uma clara falta de liderança e de peso político na Figueira da Foz”
Património como imagem
Estou a referir-me concretamente às Alminhas, uma pequena edificação de 1917.”
Ao longo dos anos fomos alertando para a situação vergonhosa em que se encontra o monumento mais antigo da Aldeia da Cova-Gala.
Registo também este alerta do blogue COVA GALA...entre o rio e o mar, publicado no dia 16 de 2010: “Capelinha das Alminhas, a servir os crentes deste povo da Cova Gala na sua fé religiosa cristã desde 1917.
Um marco histórico de grande importância desta terra, que se deve sempre preservar...”
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| Alminhas em 2008 |
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| Alminhas em 2021 depois de uma intervenção da JFSP e da Câmara Municipal |
Domingo de chuva

Foto: Gabriela Amado
Ou talvez não doesse mas havia fosse o que fosse
Era isso sentia a grande falta de uma árvore»
sábado, 8 de maio de 2021
Para acabar de vez com a chatice...
Aliás, penso que já estava mesmo mais além. Já era mais do que chata, era chatíssima.
Chateava e achava que não. Então, em dias como o de hoje, chateava mesmo.
E não sabia que era chata, essa é que é essa.
E isso é, provavelmente, a maior chatice.
Só que as coisas estão a mudar: o campo de futbeachgolf de nove buracos, situado junto à pista de atletismo do areal urbano, foi inaugurado este sábado, pelas 11H00.
E amanhã, se tudo correr normalmente, há-de haver outro e grande momento de diversão para acabar de vez com a chatice.
A mudança...
Da série, em Outubro temos eleições autárquicas...
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| Imagem: Revista Foz, edição do mês de Maio de 2021 |
Os políticos querem ser venerados. Isso, porém, depende deles: sejam eficazes e honestos, na luta que dizem travar contra a corrupção, o compadrio e o tráfico de influências.
sexta-feira, 7 de maio de 2021
Meu caro Pedro: na Figueira nada se discute. Portanto, é "normal" que se ignore a importância do exercício da Cidadania, da prática da Liberdade e da ineixistência de uma verdadeira Democracia!
O desafio, para a imprensa tradicional, da multiplicação das vozes no espaço público
Estão aqui dois pilares onde tem de assentar uma sociedade livre, democrática e moderna.
Porém, existe um problema. Entre os jornalistas e os poderes - nomeadamente o político. Mas, não só. As ameaças à liberdade têm origem em diferentes tipos de poder. O poder económico-financeiro tem o seu peso e a sua influência. Uma das formas de condicionar a liberdade é tornar inútil o jornalismo. Isso, consegue-se através da parcialidade, do enviesamento, do silêncio, da diversão, da coscuvilhice - para não falar da falta de investigação e de confirmação dos factos. Nuns casos as pressões vêm do exterior. Noutros têm origem no interior do próprio sector jornalístico.
Revista Foz: edição de Maio
"Já está nas bancas a edição de Maio da revista Foz, pronta para ir consigo para todo o lado, até para a piscina praia...
A entrevista ao Blogger mais controverso da Figueira da Foz, António Agostinho; as propostas do candidato do CDS-PP às autárquicas deste ano; a nova sede da ADB; o podcast "Figueira da Voz" e um mural que deslumbra ao pôr do sol no Cabo Mondego (ufa), são alguns dos outros temas que vai encontrar na revista deste mês.
Revista Foz, a revista que faz mais pela informação local."
Finalmente, o salvador!
Atenção sebastianistas: o homem parece ter chegado. Aliás, apesar de ter sido tão requisitado por tanta gente, e em tanto lado, já anda por aqui há meses. Já realizou uns curtos passeios pela marginal, na Figueira, já colocou o pé na areia no quinto molhe, em S. Pedro, e na Murtinheira, em Quiaios, andou de galochas pelo palácio, em Maiorca, e tomou café na Emanha, junto ao Galante e de frente para o oásis...
O objectivo é simples: apanhar boleia para os paços do munícipio, na Saraiva de Carvalho.
O homem, já teve melhores dias, mas ainda sabe jogar. Deixou que um qualquer Doutor se esturricasse em 2017, quando era impossível fazer melhor contra Ataíde, e surge agora como cavaleiro andante portador da esperança.
É certo que, até aqui, o discurso - e tudo o resto - tem sido pobre. Contudo, para o que o querem, serve.
Perante este cenário, começo a pensar que tudo se inverteu. Vamos ao teste: que passa por confirmar se o eleitorado figueirense é o menos lúcido de Portugal...
"PS reafirma total e inequívoca confiança e solidariedade com José Duarte"
Finalmente, uma excelente notícia...
"ODEMIRA: VIAGEM AO MUNDO DOS EMIGRANTES EXPLORADOS E INVISÍVEIS"
quinta-feira, 6 de maio de 2021
Erosão a sul do quinto molhe: de promessa em promessa até à desilusão final?..
6 de Janeiro de 2021: Erosão costeira a sul do Mondego: bypass móvel, para já, mais uma promessa...
"Para Carlos Monteiro, a utilização do bypass móvel naquela zona poderá assegurar a proteção das dunas artificiais, através da cobertura permanente com areia.
Em declarações hoje à agência Lusa, Carlos Monteiro, presidente da autarquia da Figueira da Foz lamentou o “atraso” da administração central numa obra “urgente” que visa combater a erosão nas praias a sul.
“Lamento este atraso. Embora parte dos prazos possam ser explicados pela pandemia, o período é demasiado grande para poder ser todo este atraso explicado pela pandemia. Os serviços centrais demoram muito tempo a fazer coisas urgentes”, argumentou Carlos Monteiro.
Concretamente, segundo Carlos Monteiro, a pandemia de covid-19 “não explica” o facto da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ter apresentado uma candidatura a fundos europeus para financiar a obra, mas também o projecto de execução e estudo de impacte ambiental – aprovada em Novembro de 2019 – e só ter lançado o concurso público, para a “elaboração do projecto de execução, estudo de impacte ambiental e relação custo/benefício”, no valor de 700 mil euros e prazo de execução de 12 meses, mais de um ano depois, a 18 de Janeiro último.
“Temos assumido grande parte da transferência de competências (da administração central). Mas é por isto que defendo a descentralização ou a regionalização”, frisou o autarca.
De acordo com Carlos Monteiro, que citou informação que lhe foi transmitida pela APA, o concurso para elaboração do projecto e estudo de impacte ambiental “ainda está para adjudicação”. Tendo um prazo de 12 meses para ser elaborado, só estará concluído em meados de 2022, a que acrescem os procedimentos de eventual aprovação, lançamento do concurso da obra propriamente dita e adjudicação dos trabalhos, que, se tudo correr bem, só deverão começar em 2023.
Por outro lado, a candidatura da APA aprovada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), no valor de cerca de 14,5 milhões de euros (financiada a 75%, cerca de 10,9 milhões, por fundos europeus) aponta o fim da operação (a conclusão da obra) para Setembro de 2022, o que não deverá acontecer e pode por em causa os próprios fundos europeus.
“Não sei se vão pedir um adiamento (dos prazos) mas desnecessário. Às vezes, não se fazem obras por falta de dinheiro. Aqui é por falta de agilidade administrativa”, notou o presidente da Câmara.
À Lusa, fonte do POSEUR esclareceu que “podem acontecer várias situações” com candidaturas aprovadas, uma das quais o beneficiário (neste caso a APA) “informa que há um atraso e é feito um processo formal de recuperação temporal daquela operação e prolonga-se o prazo de execução da candidatura”.
No entanto, também existem situações de candidaturas aprovadas em que os fundos europeus podem ser perdidos: “Posso garantir que não atribuímos fundos se não forem apresentadas facturas para pagar a intervenção que está a ser feita. Temos candidaturas apresentadas há algum tempo e que a execução ainda é baixa, por exemplo apresentaram os projectos, mas ainda não entrou em obra, depende muito das situações. Só pagamos mediante a execução da operação na íntegra, não será pago sem ser feito o que é previsto fazer”, avisou.
“E também só vamos estar até 31 de Dezembro de 2023, porque a partir daí, acabou o POSEUR. Mas há casos muito excecionais, em fim de Quadro (comunitário de apoio), em que o beneficiário garante a operacionalidade da operação (neste caso depois de 2023)”, explicou.
A agência Lusa contactou a APA, na semana passada, pedindo informações sobre este processo, nomeadamente os prazos e quando será feita a adjudicação do estudo de impacte ambiental, mas não obteve resposta.
Em Junho de 2019, na vigência do anterior Governo, a então ministra do Mar, Ana Paula Vitorino e o ministro do Ambiente, Matos Fernandes, anunciaram na Figueira da Foz um investimento de 19,4 milhões de euros para melhorar as condições de segurança e operação na entrada do porto da Figueira da Foz e, simultaneamente, combater a erosão costeira a sul.
Na altura, Ana Paula Vitorino esclareceu que a intervenção permitiria “a remoção de três milhões de metros cúbicos de dragados da zona a norte do molhe norte do porto”, areia que iria “alimentar os troços costeiros na zona sul”.
Três milhões de metros cúbicos (m3) de areia representam um valor entre os cinco e os sete milhões de toneladas (a densidade da areia molhada situa-se entre os 1700 e os 2300 quilos por m3), o que equivale a uma fila compacta de camiões com cerca de 1.500 quilómetros.
O lançamento do concurso para a elaboração do projecto e estudo de impacto ambiental (EIA) estava agendado para o mesmo ano de 2019 e os trabalhos começariam em 2020, foi então anunciado, no âmbito de uma parceria entre a APA, administração portuária local e Câmara da Figueira da Foz."
















