A situação social no concelho está a agravar-se. Segundo o que disse a vereadora da Acção Social, Diana Rodrigues, ao DIÁRIO AS BEIRAS, “a situação agravou-se, notoriamente”, pois tem-se verificado um aumento de pedidos de apoio alimentar, que “têm sido reportados pelas várias instituições” que trabalham no terreno.
Tal como no País, também na Figueira, estamos perante um cenário trágico, mas que para quem tem andado atento ao que se passa em seu redor, tem pouco de surpreendente.quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
Problemas sociais estão a agravar-se: pensem...
Estamos muma sociedade que se tem vindo a polarizar, de forma crescente, em dois campos.
1. Os que acham que os tempos são difíceis e seria impossível fazer melhor.
Consequentemente, realçam o papel do governo na gestão desta crise.
2. E os outros: aqueles que, afectados pelo desespero e pelo ódio, acham que tudo está podre e estão dispostos a hipotecar a sua dignidade com o seu voto só para abanar o que acreditam ser o sistema, não compreendendo que esse voto só favorece os do topo e pioraria a sua condição.
Sem perder a capacidade de um justo juízo crítico construtivo, onde vale a pena estar, não podemos esquecer que vivemos tempos adversos.
Perante um cenário tão complicado como o que temos, as respostas são difíceis e exigentes.
Porém, poderia ter sido feito bem melhor.
Por exemplo, usar a margem orçamental disponível (e não é pouca, já que nunca na história da economia portuguesa as condições de financiamento foram tão favoráveis) para apoiar de forma massiva as centenas de milhares de pequenos comerciantes, profissionais do espectáculo e tantos outros trabalhadores sem vínculos estáveis que são atirados para a marginalidade social e política.
Por exemplo, se todos sabemos que o SNS respondeu, não podemos ignorar que teria respondido melhor, se mais investimento tivesse sido feito a montante.
Por exemplo, não podemos esquecer que, durante muito tempo, se colocou os direitos de propriedade da hospitalização privada à frente da vida das pessoas.
Na Figueira e no País, estamos num encruzilhada perigosa e difícil. Pensem.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
ESTA NOSSA BARRA!.. A obra do aumento de quatrocentos (400) metros do molhe norte do porto da Figueira da Foz (e com a alteração da sua orientação, de oés-sudoeste [WSW, c.247º] para sudoeste [SW, c.225º])
Cito Alfredo Pinheiro Marques:
"A obra do aumento de quatrocentos (400) metros do molhe norte do porto da Figueira da Foz (e com a alteração da sua orientação, de oés-sudoeste [WSW, c.247º] para sudoeste [SW, c.225º]).
"A obra do aumento de quatrocentos (400) metros do molhe norte do porto da Figueira da Foz (e com a alteração da sua orientação, de oés-sudoeste [WSW, c.247º] para sudoeste [SW, c.225º]).
Essa obra foi exigida, anunciada, e aprovada, em 2006, 2007 e 2008; teve início neste último ano; realizou-se ao longo de 2009; e ficou pronta em 2010 — e, por isso, logo a partir desse ano começou a alterar as condições da deriva sedimentar, e com o tempo acumulou as areias, ao longo dos anos (até começarem mesmo a contornar a cabeça do molhe norte…), e esse acrescido assoreamento das areias levou, concomitantemente, ao consequente alteamento das vagas nessa zona.
Um assoreamento que, como era previsível, se avolumou mais e mais, ao longo dos anos. Os resultados não se fizeram esperar."
Um assoreamento que, como era previsível, se avolumou mais e mais, ao longo dos anos. Os resultados não se fizeram esperar."
Fim de citação.
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| Imagem via Rui Duque |
Na Figueira, há mais de 100 anos que os engenheiros se dedicam a fazer estudos para a construção de uma barra...
Vou recuar até ao já longínquo ano de 1996.
Manuel Luís Pata, no extinto Correio da Figueira, a propósito da obra, entretanto concretizada, do prolongamento do molhe norte da barra da nossa cidade para sul, publicava então isto.
“Prolongar em que sentido? Decerto que a ideia seria prolonga-lo em direcção ao sul, para fazer de quebra-mar.
Se fora da barra fosse fundo, que o mar não enrolasse, tudo estaria correcto, mas como o mar rebenta muito fora, nem pensar nisso!..
E porquê?... Porque, com os molhes tal como estão (como estavam em 1996...), os barcos para entrarem na barra vêm com o mar pela popa, ao passo que, com o prolongamento do molhe em direcção ao sul, teriam forçosamente que se atravessar ao mar, o que seria um risco muito grande...
Pergunto-me! Quantos vivem do mar, sem o conhecer?”
Vou recuar até ao já longínquo ano de 1996.
Manuel Luís Pata, no extinto Correio da Figueira, a propósito da obra, entretanto concretizada, do prolongamento do molhe norte da barra da nossa cidade para sul, publicava então isto.
“Prolongar em que sentido? Decerto que a ideia seria prolonga-lo em direcção ao sul, para fazer de quebra-mar.
Se fora da barra fosse fundo, que o mar não enrolasse, tudo estaria correcto, mas como o mar rebenta muito fora, nem pensar nisso!..
E porquê?... Porque, com os molhes tal como estão (como estavam em 1996...), os barcos para entrarem na barra vêm com o mar pela popa, ao passo que, com o prolongamento do molhe em direcção ao sul, teriam forçosamente que se atravessar ao mar, o que seria um risco muito grande...
Pergunto-me! Quantos vivem do mar, sem o conhecer?”
Em que se basearam os técnicos para o prolongamento, curvando para sul, do molhe norte?
Quiseram criar um segundo porto de Leixões?
Só que o molhe daquele porto do norte do nosso país, está implantado num sítio fundo, por isso o mar não rebenta, ao passo que na enseada de Buarcos, devido ao constante assoreamento das areias que vêm do norte, o mar rebenta e fecha a barra -como aconteceu naquela fatídica terça-feira...
Eu sei, porque falo todos os dias com pescadores que arriscam a vida na barra da Figueira, que esta barra vai dar mais problemas.
Oxalá esteja completamente enganado.
Mas, quando me dizem - e estou a falar de homens experimentados e corajosos, não estou a falar de "copinhos de leite" - que os sustos são de tal ordem que, por vezes, "até nos borramos pelas pernas abaixo", temos de continuar preocupados.
Pelo menos que haja o mínimo: meios de socorro e de salvamento, em prontidão, que permitam que se faça o possível quando a desgraça acontece.
O que foi que não aconteceu no mais recente sinistro que ocorreu na entrada da barra da Figueira da Foz.
Quiseram criar um segundo porto de Leixões?
Só que o molhe daquele porto do norte do nosso país, está implantado num sítio fundo, por isso o mar não rebenta, ao passo que na enseada de Buarcos, devido ao constante assoreamento das areias que vêm do norte, o mar rebenta e fecha a barra -como aconteceu naquela fatídica terça-feira...
Eu sei, porque falo todos os dias com pescadores que arriscam a vida na barra da Figueira, que esta barra vai dar mais problemas.
Oxalá esteja completamente enganado.
Mas, quando me dizem - e estou a falar de homens experimentados e corajosos, não estou a falar de "copinhos de leite" - que os sustos são de tal ordem que, por vezes, "até nos borramos pelas pernas abaixo", temos de continuar preocupados.
Pelo menos que haja o mínimo: meios de socorro e de salvamento, em prontidão, que permitam que se faça o possível quando a desgraça acontece.
O que foi que não aconteceu no mais recente sinistro que ocorreu na entrada da barra da Figueira da Foz.
Erosão a sul do QUINTO MOLHE: está mais do que na hora de exigir medidas e soluções à engenharia do País
O mar está a invadir a freguesia de S. Pedro. Mas, esta desgraça está a acontecer há muitos anos. Todos os anos. Não só em anos de eleições. Por exemplo, esta foto é de 2015.
A erosão costeira ocorre quando a taxa de remoção de sedimentos é maior do que a de deposição. Inúmeros são os fatores que causam este desequilíbrio entre “o que chega” e “o que sai”.

A erosão costeira ocorre quando a taxa de remoção de sedimentos é maior do que a de deposição. Inúmeros são os fatores que causam este desequilíbrio entre “o que chega” e “o que sai”.
Aqui, a sul do 5º. Molhe, na praia da Cova-Gala, a situação é cada vez mais perigosa e preocupante desde que foi realizada a obra de prolongamento do molhe norte da barra da Figueira da Foz.
Andamos a alertar há vários anos neste espaço para o problema. Temos andado a pregar no deserto, mas a realidade, infelizmente, está a dar-nos razão.
Para poupar tempo e trabalho, destacamos apenas algumas postagens que temos feito ao longo dos anos de existência deste espaço, sobre o tema da erosão costeira na Figueira, para tentar alertar os diversos "quens" de direito.Por exemplo, esta, esta, esta, esta, esta, esta.
Mas há mais. Basta escrever no canto superior esquerdo a palavra erosão e clicar.
Mais fotos aqui.
Mas há mais. Basta escrever no canto superior esquerdo a palavra erosão e clicar.
Mais fotos aqui.
Entretanto, decorridos todos estes anos, face à situação no local e como 2017 é ano de eleições autárquicas, registe-se a preocupação da autarquia.
Registe-se, porém: todos os contributos são importantes. Todavia, a preocupação dos moradores da freguesia de São Pedro, oxalá dê para conseguir perceber que este não é um problema de gestão política ao sabor dos interesses eleiçoeiros dos partidos tradicionais, ou para oportunismos populistas de partidos que se querem implantar no terreno à custa da demagogia fácil, utilizando o medo, que é real, da população, mas sim uma questão vital para as suas vidas e os seus haveres, que exige medidas e soluções à engenharia do País.
Posses admnistrativas são anunciadas e só depois se percebeu que há falta de uma proposta de lei que permita que a autarquia venha a ser ressarcida?..
«A Câmara da Figueira da Foz está a preparar uma
proposta de lei sobre as posses
administrativas, para enviar à
Assembleia de República (AR),
avançou o presidente da autarquia, Carlos Monteiro.
O que
motivou a iniciativa legislativa
foi, entre outros casos, aquele
tipo de processo administrativo utilizado para a remoção de
fibrocimento das instalações
da antiga unidade industrial
Alberto Gaspar, em São Pedro.
“Sabemos que não vamos ser
ressarcidos das verbas porque
a empresa tem um conjunto
de credores que estão à frente
da autarquia e cujos valores
reclamados são muito superiores ao valor do património”,
frisou o autarca, na reunião de
câmara, quando esclarecia o
vereador do PSD, Ricardo Silva,
sobre a posse administrativa
da Alberto Gaspar.
“É inadmissível que haja um crime
ambiental e a autarquia não
seja ressarcida pela despesa”
da remoção do amianto, acrescentou Carlos Monteiro.»
Com esta intervenção «o Município pode ficar
sem 80 mil euros.»
Entretanto, “os técnicos da câmara estão a elaborar uma proposta
de legislação para enviar à
AR, para que as autarquias
não fiquem sem o dinheiro”,
anunciou o presidente.
Se a
lei não for alterada, “teremos de parar muitas intervenções e apoios de milhares e milhares de euros, se a
câmara não for ressarcida”.
A empreitada da Alberto
Gaspar, adjudicada por cerca de 80 mil euros, só avançará depois de conhecidos
os resultados da venda das
instalações em leilão, pela
Fadesa.»
Via Diário as Beiras
O retrato de um concelho (II)
MARÇO DE 2017: ESTÁDIO MUNICIPAL JOSÉ BENTO PESSOA, FIGUEIRA DA FOZ... "O que é que vos ocorre dizer?", perguntava na sua página do facebook, em 4 de Março de 2017, o Luis Manuel Ribeiro.
"Pandemia aumenta abandono de animais"...
Entretanto, via Diário as Beiras:
«Novo canil com
vários anos de atraso...
"... o equipamento tem uma série de anos
de atraso, porque o primeiro
projecto estava desenvolvido
para Várzea de Tavarede, que
não responderia às necessidades do controlo e do bemestar dos animais", reconheceu o vereador Miguel Pereira ao jornal.
Depois,
a autarquia inclinou-se pelo
antigo campo de futebol do
Bom Sucesso, mas a Assembleia de Freguesia opôs-se.» Entretanto, surgiu a solução
de Santana...
Canil/gatil: em outubro de 2018 custava 500 mil euros. Em julho de 2019, 300 mil euros era o orçamento aproximado do futuro canil... Agora, segundo Miguel Pereira, serão investidos 500 mil euros,
contando com 10 por cento
de apoios comunitários, mas
na primeira fase deverão ser
investidos “só” 360 mil.
Bazucas e juntas de salvação nacional
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| [Imagem] |
«Agora que se avizinha a mui badalada bazuca europeia de ataque à Covid saem dos buracos aos magotes a clamar por um Governo de Salvação Nacional que é como quem diz um governo de salvação dos bolsos de amigos e clientes partidários arredados que estão da ida ao pote. A bondade patrioteira do bloco central dos interesses é uma coisa de bradar aos céus.»
Carlos Paredes, 96 anos: nasceu a 16 de Fevereiro de 1925
«Saibamos nós juntar braços, mãos e forças, para romper a treva que nos cega. Saibamos nós, mais cedo que tarde, convocar a luz. Saibamos nós fazer das fraquezas forças, para abrir as portas e as janelas ao amanhecer.
Que aconteça um amanhecer que mereça ser cantado. Que institua de novo a alegria. Que revolva e ressuscite a terra, que agite o mar, que aqueça as chaminés das fábricas. Um amanhecer que corra nas gargantas, nos versos, que salte nas cordas das guitarras. Que venha para iluminar sorrisos e fazer com que os nossos filhos e netos se assombrem... como os miúdos que neste comovente vídeo estão suspensos do “Canto do amanhecer” de Carlos Paredes. Dois minutos e trinta e cinco segundos de encantamento que merecem ser vistos e ouvidos até ao fim. Pela imensa saudade do Paredes, pela extraordinária música, pelo público... e pelo amanhecer.»
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
CHEGA de sofrimento, venha de lá essa "intervenção rápida a curto prazo", pois a erosão a sul do quinto molhe da Praia da Cova não pode esperar mais...
Segundo o Diário as Beiras, «está a circular um
abaixo-assinado na Freguesia de São Pedro sobre
a erosão costeira, que será
entregue aos presidentes
da Câmara e da Assembleia
Municipal da Figueira da
Foz, Carlos Monteiro e José
Duarte, respetivamente.»
Ontem, na
reunião de câmara, respondendo ao vereador
da oposição Ricardo Silva
sobre a erosão costeira na
margem sul do concelho,
Carlos Monteiro adiantou
que a Agência Portuguesa
do Ambiente (APA) “tem
sido contactada [pela câmara] para fazer uma intervenção rápida”.
Carlos Monteiro avançou,
que será depositada areia
junto ao quinto molhe
antes do verão. “Acredito
que, a curto prazo, será
encontrada uma solução
para atenuar a situação”,
acrescentou o presidente
da câmara municipal.
A aflitiva situação de erosão costeira a sul do Quinto Molhe, não é de hoje, nem de ontem, nem de 2017, ano da última campanha eleitoral...
Não é por nada de especial, mas por uma simples razão: a situação a sul do quinto molhe na orla costeira da freguesia de S. Pedro continua a ser branqueada e mal avaliada por quem de direito...
Os blogues são mesmo assim, os textos vão-se sucedendo, as ideias vão-se misturando e, aos poucos, a realidade vai sendo esquecida: o mar há muito que está a invadir a freguesia de S. Pedro.
Os blogues são mesmo assim, os textos vão-se sucedendo, as ideias vão-se misturando e, aos poucos, a realidade vai sendo esquecida: o mar há muito que está a invadir a freguesia de S. Pedro.
Fazer política partidária com assuntos sérios da minha Terra, não é, nunca foi e nunca será a minha especialidade.
Não sou ingénuo. Sei que na luta política partidária, em ano de eleições, vale quase tudo. Este ano, ainda vai valer mais tudo...
Tudo se vai cozinhar na sombra. A Aldeia, como sempre, não dará por nada, não sentirá o drama. O terreno é propício e fértil para a intriga e a trama.
Foi assim que foram escolhidos os "eleitos", aqueles que, não se distinguindo em nada de outras tantas dezenas anteriores, são os escolhidos, eleição após eleição, pelos pequenos donos (para uns, para outros deuses...) da Aldeia.
Há muito que não tenho corpinho para usar certas vestes e frequentar certos ritos dominicais.
Na parte associativa, sou sócio das agremiações que sou, desportivas e outras, por convicção.
Na política, não tenho feitio para estar filiado.
Gosto de dar nas vistas e falar das coisas, sem obedecer a calendários eleitorais, mas pela importância e pela urgência da causa.
Por isso, não consigo entrar em certos ajuntamentos políticos.
A escolha por aqui ou por ali tem tudo a ver com isso e passa por coisas que não são a minha especialidade: espírito para a trama e para a bajulice, espinal medula quebrada, ausência ou anulação de opiniões próprias.
Resumindo: ausência de sentido de cidadania.
Entretanto, apesar dos alertas que andam a ser feitos há mais de 15 anos, o Quinto Molhe está assim.
E, essa sim, continua a ser a minha real e profunda preocupação, pois a ameaça que paira sobre a cabeça da Aldeia dura há vários anos e é, cada vez mais, efectiva e real.
FOTOS: PEDRO AGOSTINHO CRUZ
Da série, vamos ao que interessa: quando se prevê que as obras da Rua dos Combatentes estarão concluídas?
Via Diário as Beiras
"Foi aprovada,
ontem e por unanimidade, a rescisão do contrato com o empreiteiro das obras da Baixa
e lançamento de novo
concurso público para a
parte da empreitada que
ainda não foi iniciada.
A
aprovação, na reunião
de câmara, não foi, contudo, isenta de debate
entre o vereador do
PSD, Ricardo Silva, por
um lado, e o presidente
e a vice-presidente da câmara, Carlos Monteiro e
Ana Carvalho, por outro
lado.
As obras, que registam
um atraso de cerca de
dois anos, já conheceram dois empreiteiros.
O actual tomou a empreitada na sequência de
uma cessão de contrato.
Mas nem um nem outro
cumpriram os prazos.
A
intervenção urbanística
abrange 14 ruas e duas
praças, estando, neste
momento, com 34 por
cento de execução."
![]() |
| Primeira página do Diário as Beiras de 30 de Junho de 2018 |
Em tempo.
Uma foto dos meus tempos de folião...
2005, ANO EM QUE TERMINOU A MINHA CARREIRA POLÍTICA NO TERRENO DE JOGO.
RESULTADOS DESSE ANO DA CDU NA FREGUESIA DE SÃO PEDRO:
RESULTADOS DESSE ANO DA CDU NA FREGUESIA DE SÃO PEDRO:
Assembleia de Freguesia: 163 votos - 13,27%
Câmara Municipal: 88 votos - 7,00%
Assembleia Municipal: 101 votos - 8,22%
Siga a folia: embora não parecendo, pois é carnaval todos os dias, hoje é a verdadeira terça-feira...
Na Aldeia, vai demorar poucos meses, para se voltar a ser aquilo que, alegadamente, em certas ocasiões, bem definidas e pontuais, se critica.
O tempo que se aproxima, que vai durar (8, 9 meses, não mais...), vai ser um excelente, bem organizado e bonito carnaval.
Mais uma vez, vai ser bonita a festa, pá!.. Depois, rapidamente, tudo vai voltar ao seu lugar.
O tempo que se aproxima, que vai durar (8, 9 meses, não mais...), vai ser um excelente, bem organizado e bonito carnaval.
Mais uma vez, vai ser bonita a festa, pá!.. Depois, rapidamente, tudo vai voltar ao seu lugar.
O sambódromo está aberto.
A mensagem de mudança dessas práticas, proveniente de várias lados e sensibilidades, vai ser intensa. Mas, breve...
Vamos ver se vai resultar.
Nestes próximos tempos tempos, todos serão foliões.
A curiosidade residual, estará em ver se vai haver hipótese de mudar os executantes das actuais práticas actualmente deploradas pelos aspirantes a novos actores executantes e substitutos da continuação das mesmas práticas.
A política na Aldeia é o que é. A natureza humana na Aldeia é o que é. Os genes dos Aldeões são o que são. A evolução da Aldeia é o que é. A "cultura" da Aldeia ainda vai demorar muito a alterar-se e vai continuar a ter apenas um valor instrumental.
O carnaval é o melhor que Aldeia e os Aldeões conseguiram.
E todos os dias.
O carnaval é o melhor que Aldeia e os Aldeões conseguiram.
E todos os dias.
Mesmo em pandemia.
Siga a folia.
Assina: António Agostinho, um folião de todos os dias, todas as semanas, todos os meses, todos os anos - toda uma vida.
Na Aldeia vai continuar a haver carnaval todos os dias. Mesmo depois de Outubro próximo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
A erosão costeira e os poços perdidos nas dunas da Cova-Gala…
Em Fevereiro de 2009, já a preocupação principal das gentes de São Pedro era a erosão costeira...
E também havia quem andasse à procura de poços perdidos...
Não vamos falar, aqui e agora, do poço mais emblemático da Freguesia de São Pedro, vamos falar do que interessa, porque ao contrário do que alguns pensam, é verdade que em tempos idos “o mar tirava, o mar repunha", mas, desde a construção dos molhes da barra da Figueira, o mar continua a tirar, mas já não repõe. Simplesmente, porque o que havia para repor já lá não está: ficou retido na praia da Figueira, está na Morraceira ou foi para as praias espanholas.
Não vamos falar, aqui e agora, do poço mais emblemático da Freguesia de São Pedro, vamos falar do que interessa, porque ao contrário do que alguns pensam, é verdade que em tempos idos “o mar tirava, o mar repunha", mas, desde a construção dos molhes da barra da Figueira, o mar continua a tirar, mas já não repõe. Simplesmente, porque o que havia para repor já lá não está: ficou retido na praia da Figueira, está na Morraceira ou foi para as praias espanholas.
Este poço da foto abaixo, encontra-se a cerca de 200, 300 metros a sul da chamada praia do Orbitur, protegido por uma duna de considerável dimensão, conforme se pode ver na foto Pedro Cruz obtida no dia 12 de Fevereiro de 2009, já vão 11 anos.
Em Fevereiro de 2021, o mesmo poço, conforme foto, está neste local, mesm na praia.
Como é óbvio, não foi o poço que mudou de local. É fácil de advinhar o que aconteceu. Ou não?
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