"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha." - Confúcio

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Povo da Figueira estará assim tão desatento, desmotivado e dormente?

Se o PS/Figueira pretendia continuar a liderar a política camarária na Figueira tinha de fazer mais. Deveria, por exemplo, em devido tempo, ter sido capaz de encontrar um candidato credível. Um candidato capaz de estar à altura dos problemas que a Figueira actualmente enfrenta, isto é, ser capaz de se organizar para apresentar em sede própria, políticas locais, mas com um alcance e relevância nacionais, como é a questão do porto da Figueira ad Foz, que a direcção do PS nacional e o governo, deveriam ter tido em conta na hora de tomar decisões, ao contrário do que sucedeu e continua a suceder. Quem diz porto comercial, diz linha do oeste troço Figueira da Foz Caldas da Rainha.
O porto da Figueira e o troço ferroviário Figueira Caldas da Rainha, tal como o concelho, está a definhar e a perder importância, a nível regional e nacional.
Não me admira o que aconteceu ontem: o PS local e nacional, apenas querem tentar salvar a face em véspera de eleições autárquicas.
E, com naturalidade chegámos aqui: "à CONFUSÃO DE FUNÇÕES E AS FALSAS PROMESSAS".
Será que o Povo está assim tão desatento, desmotivado e dormente?

"O cargo de Primeiro-Ministro, como o de Presidente da Câmara merecem outro respeito, como merecem respeito os figueirenses, que não se deixam enganar. Confundir funções e invocar cargos oficiais em campanha eleitoral, como ontem repetidamente fez Carlos Monteiro, não apenas é ilegal, é também imoral. Quem estava ali a falar não era o Primeiro-Ministro, era o socialista que quer perpetuar o poder na Figueira para um seu candidato, seja ele qual for, quem sabe para, a seguir, o colocar em Lisboa na cadeira do Parlamento, como já antes aconteceu.
Portanto, o que tivemos ontem na Figueira da Foz não foi o Primeiro-Ministro a prometer o investimento que os seus ministros negam à Figueira e que Carlos Monteiro não consegue colocar na agenda. O que tivemos ontem foi um ato de propaganda política barata, ilegítima e falsa. Porque nem aquele era o Primeiro-Ministro nem o Secretário-Geral do PS sequer sabia dizer "o que ainda não foi feito" na barra e que Pedro Machado, logo de manhã, exigiu ao Governo. Enquanto Carlos Monteiro cala..."

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