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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

domingo, 16 de fevereiro de 2014

António Tavares (Quem?!.. Ora, isso pergunta-se?.. Um escritor figueirense, de quem vão ser lidos muitos livros, pois foi recentemente descoberto pelo Jot´Alves...)*

“As palavras que me deverão guiar um dia”Foi com este romance que António Tavares concorreu ao Prémio Leya 2013, acabando a integrar a lista dos finalistas, entre 491 concorrentes.
O livro deverá ser publicado antes do verão. “Concorri por tratar-se do prémio literário mais importante da língua portuguesa”, disse o autor figueirense ao diário AS BEIRAS.
Todavia, encontrou outro motivo para concorrer: “quis submeter-me a um júri de qualidade, para aferir a qualidade da minha obra”.
Mostrando-se “contente por ter sido selecionado entre os finalistas”, o romancista garante que “não estava à espera” de ter chegado tão longe.
“As palavras que me deverão guiar um dia” foi escrito no verão de 2012. Esta não foi, no entanto, uma iniciativa isolada. A veia literária de António Tavares impulsionou-o a escrever ensaios, já publicados, peças de teatro e romances.
E no mesmo ano em que fez parte do grupo dos sete melhores concorrentes ao Prémio Leya, foi distinguido com uma menção honrosa, nos Prémios Alves Redol, que vai receber no próximo mês de abril, em Vila Franca de Xira. Neste concurso, participou com o romance “O tempo adormeceu sob o sol da tarde”.

* É o que dá, em devido tempo, não terem reparado nisto...

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