A tentativa foi bem esgalhada: falar da reforma do Centeno para desviar as atenções da porcaria que inunda um partido jovem, sempre vai dando para entreter os incautos.
Sempre lesto e em estado de prontidão, quando acontece com os outros, o justiceiro "Ventura garante decisão interna no Chega sobre Bruno Mascarenhas".
Todavia, enquanto o líder do Chega diz que no partido “não se protege ninguém”, Rita Matias vê caso de Mafalda Livermore como vergonha, afirmando que se "Bruno Mascarenhas, quiser fazer um favor ao partido", deve demitir-se "de vereador".
Todavia, enquanto o líder do Chega diz que no partido “não se protege ninguém”, Rita Matias vê caso de Mafalda Livermore como vergonha, afirmando que se "Bruno Mascarenhas, quiser fazer um favor ao partido", deve demitir-se "de vereador".
E diz mais: "Saia e passe o lugar. Espero que não fique como independente."
Para Ventura, porém, não é bem assim. Argumenta que "o partido, quando recebe
denúncias públicas ou não - públicas faz imediatamente
as suas investigações, independentemente de quem
seja", lembrando, porém, que "quem nomeou a
doutora Mafalda não foi Bruno Mascarenhas, foi o doutor
Carlos Moedas, a quem também, então, se pode colocar a
mesma questão".
Como é público, Mafalda Livermore foi indicada por Bruno Mascarenhas
para o conselho de administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa e acabou por
ser nomeada pelo presidente
da autarquia, Carlos Moedas.
Em relação ao que dissera
Rita Matias, André Ventura
afastou qualquer ideia de desalinhamento e explicou que a
deputada do Chega "pronunciou-se sobre um evento que
é público".
"Até disse que, em caso de haver alguma coisa, nem devia ser
um ato de demissão do partido,
era o próprio que devia assumir
essa responsabilidade."
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