terça-feira, 26 de agosto de 2014

Este Passos Coelho lembra uma anedota já contada, a do compadre que foi dar uma volta num avião de acrobacias, quando acabou o passeio contou a sua experiência ao piloto: “quando subiu já sabia que me ia mijar, quando desceu borrei-me todo, do que eu não esperava era que depois desse uma volta e me caísse tudo em cima”

"2014, o ano da borra".

O perigo da erosão na orla costeira a sul do nosso concelho no próximo inverno


Fotos  de António Agostinho. Pode ver fotos de Pedro Agostinho Cruz sobre este assunto, clicando aqui
Como certamente nos recordamos, o inverno passado foi severo.
Causou estragos – e que estragos – na orla marítima a sul do estuário do Mondego.
As passadeiras e as escadas de acesso às praias sofreram estragos que não foram reparados por quem de direito.
A sul do parque de estacionamento da praia da Cova a situação é grave. Aliás, agravou-se no decorrer da época balnear como as fotos que publico mostram.
Daqui a pouco estamos outras vez no inverno. 
Oxalá,  que o próximo seja menos severo.

O poder da Arte...

Foto Sena Cardoso. Sacada daqui.

Pensemos futuro...

A crer no que se ouve na rádio, vê nas televisões e lê nos jornais e não podemos ignorar, os indicadores estão muita bons, a economia floresce, a educação está em alta, o emprego desce (ou será o desemprego?.. ou será que estou confundido?..) ... 
Tudo do melhor, portanto!.. 
Não fosse eu, por exemplo, ter ido ontem à farmácia e ter visto gente a escolher os medicamentos que ia tomar - o dinheiro não chega para tudo -, até, se calhar, era mais um dos que acreditava.
Estamos num país em que anda metade a chorar pelos cantos e a outra metade a levantar a cabeça para marchar daqui para fora o mais rápido que pode... 
Contudo, como ouvimos, vemos e lemos, na rádio, na televisão e nos jornais e não podemos ignorar, o estado do país está muita bom, as pessoas é que estão cada vez pior. 
Mas, isso é, apenas, um pormenor. 
Portugal em 2040 é um país diferente daquele que era em 2015
A miséria, a escassez e o desemprego tornaram-se, nos últimos 25 anos, problemas menores.

Dia 30 no CAE



Grande Auditório
Duração: 2h15
M 6 anos
Entrada: 5,00 euros

A Sociedade de Instrução Tavaredense leva a cena “Um Violinista no Telhado”, no CAE, obra encenada e adaptada por João Miguel Amorim do Musical “Fiddler on the Roof” do compositor americano Jerry Bock, com letra de Sheldon Harnick e libreto de Joseph Stein.