"Devemos quanto antes, para mim já é tarde, declarar guerra aberta dura e sem tréguas contra a alteração, a jeito, do PDM com vista à instalação de outra porcaria poluente, uma fábrica de Metanol altamente poluente e explosiva que irá matar populações da nossa freguesia e circundabtes, tanto s norte como a sul, já no concelho de Pombal.
A instalação de uma fábrica de Metanol, próxima de povoados é altamente mortífera que, por trabalhar em circuito fechado tem grandes possibilidades de explodir com consequências catastróficas não só para as populações como para a Navigator.
Politicamente, como pessoa, sempre fui um rebelde contra a ditadura e guerra colonia,l como na defesa da democracia que querem destruir. Temos que nos unir todos contra a instalação desta fábrica, que está na mente do nosso Presidente camarário, num total desprezo peças pessoas que deveriam estar primeiro. Para além disso já basta de mais poluição.
Qualquer guerra ou revolução contra o nosso Executivo Camarário contribuirá, estou certo, para a defesa do Estado de Direito e melhoria do nosso concelho e sua população- É por isso que nos devemos revoltar contra este estado de coisas que têm planeado em segredo, de forme reptícia, e sem conhecimento das pessoas para depois darem o assunto como encerrado e facto consumado.
Só poderemos ser salvos através do combate, da nossa insubmissão, contra esta enorme insensibilidade do nosso Presidente Camarário. Temos que nos revoltar enquanto é tempo contra a tirania e contra esta mentalidade mesquinha de nos porem o “garrote”, não se importando com as pessoas para promoverem as suas imagens e assegurarem os seus tachos. Apenas aplicam uma política torpe e criminosa.
Só a força da nossa indignação que deve começar na rua, há muitos pontos estratégicos para cortar a circulação à cidade da Figueira da Foz, indústrias e parques industriais para fazer valer os nossos direitos inalienáveis de estarmos revoltados. Aviso, se as entidade camarária se não se der em primeiro lugar ao respeito pelas pessoas não se venham depois queixar-se de qualquer movimentação que é sempre desagradável. Os nossos argumentos são mais que legítimos, são inalienáveis, e são a defesa da nossa saúde e das nossas vidas.
O talento da nossa revolta, é um caso muito sério, é uma obrigação inalienável contra a opressão e contra o descaramento de fazer das pessoas seus capachos e com esta crueldade abominável imporem mais lixo na nossa freguesia, agora com uma fábrica altamente explosiva e poluente. Tratam as pessoas como pategas, saloias e otárias, mas nisso estarão certamente enganados. Não se importam que as pessoas morram em favorecimento do alto capital.
Há anos que venho a solicitar a monotorização da qualidade do ar, instaladas em pontos estratégicos, para a cada momento, na hora, as populações poderem consultar os valores da qualidade do ar. Não é preciso ser médico ou especialista de saúde para perceber qual a origem do elevado número de mortes, de foro oncológico, principalmrnte doenças de origem pulmonar.
Esporadicamente vêm entidades, praticamente em segredo, medir a qualidade do ar, até universidades, apresentando como razoáveis os níveis do ar que respiramos enganando as pessoas com valores certamente martelados. Porque desconfiamos, queremos monotorização calibrada, segundo a lei, e à vista da população.
Caríssimos conterrâneos, o combate é necessário para nossa sobrevivência! Apelo à luta sem limites! Os partidos, pilares da democracia, que no nosso concelho estão muito em baixo devem-se unir, têm agora essa oportunidade de se juntarem à nossa causa!
CHEGA DE POLUIÇÃO!"
Manuel Cintrão é um velho “soldado”, cidadão inteiramente livre, sem papas na língua, escritor, e meu companheiro no Barca Nova, no final dos anos 70 do século passado.