domingo, 16 de fevereiro de 2020

António Costa tenciona sugerir a Marcelo Rebelo de Sousa a condecoração de Arménio Carlos e saudou a nova líder da central sindical, Isabel Camarinha...

Arménio Carlos, via DN, disse ter sido "completamente surpreendido"...
António Costa no Twitter:

Da série, as escolas secundárias da Figueira... (6)

Ana Carvalho
"Será que há hoje menos alunos no ensino secundário do que há uns anos, quando já existiam três escolas na Figueira da Foz? Apesar da natalidade ter baixado bastante nos últimos anos, a verdade é que a taxa de abandono escolar atingiu mínimos históricos, acompanhada pelo aumento da escolaridade obrigatória até ao 12.º ano. Pelo que, comparando o número de alunos que frequentam as três escolas secundárias do nosso concelho com os que as frequentavam há 10 anos, verifica-se até um aumento de mais de 5%. Por outro lado, também se verifica uma taxa de ocupação de cada uma delas superior a 70%. Todas apresentam planos de atividades diversificados, dinâmicos, com uma filosofia pedagógica própria procurando envolver as respetivas comunidades escolares. Nos últimos anos, houve uma revitalização da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado e a sua consolidação como a segunda preferência dos alunos do município. O que se deve, sobretudo, à vasta oferta que apresenta ao nível do ensino profissional muito ajustada às necessidades do mercado de trabalho local, e, agora reconhecida pelo ISEC, que a escolheu como parceira na criação de cursos técnicos superiores profissionais para o próximo ano letivo. A Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, também com oferta de cursos profissionais, tem apostado, sobretudo, no ensino regular com vista ao prosseguimento de estudos, sendo a escola com mais alunos. A Escola Secundária de Cristina Torres surge como uma resposta completa, sobretudo, aos alunos do norte e sul do concelho, sendo a próxima escola a ter as suas instalações modernizadas. O município despende anualmente de mais de meio milhão de euros em transportes escolares para garantir que todos os alunos do concelho tenham acessibilidade garantida, a horas, à escola secundária que frequentam. Sendo, este transporte (autocarro, carrinha especial ou até táxi), totalmente gratuito para todos os alunos até ao 12.º ano, compensando, desta forma, os que moram distantes da escola secundária que frequentam. Concluindo, as três escolas são complementares entre si, estão a funcionar muito bem com ensino diversificado e com provas dadas, fazendo, sim, todo o sentido continuarmos a investir e a apostar em todas."
Ana Oliveira
"Numa sociedade que se deseja próspera, autónoma e que se queira afirmar existem duas áreas estruturantes, das quais não se deve descurar o seu desenvolvimento e a sua qualidade: são elas, no meu ponto de vista, a saúde e a educação. Quando se fala da importância da educação, não nos podemos esquecer que falamos de um direito fundamental, que deve abranger todos, independentemente do género ou da classe social, relembrando que foi uma das conquistas da revolução de abril. Porém, a importância da educação vai mais além, pois é através dela que nos tornamos cidadãos mais dignos! Diversos fatores dos últimos anos têm fragilizado os valores referidos, colocando em causa o que tem sido alcançado. No caso específico da Figueira da Foz, a falta de alunos e más decisões políticas têm afetado, e muito, o desenvolvimento da educação, enquanto pilar fundamental na nossa sociedade. Recuemos ao governo socialista de José Sócrates e ao famoso programa “Parque escolar”. Inúmeras escolas no país foram reabilitadas. O nosso concelho não foi exceção, parece-me é que existiu uma má avaliação do edifício a ser reabilitado, ou terá sido exercida uma “influência” partidária que beneficiou a escola reabilitada? O que é certo é que as escolas que mais precisavam ficaram na mesma, até aos dias de hoje. Mais uns milhões que foram “gastos”! Mas ganharam os alunos? Ganharam os docentes e os auxiliares? Ganhou o concelho? Alguém ganhou, mas não foi a educação. Em relação à falta de alunos, será que devemos só atribuir culpa aos baixos valores da natalidade em Portugal? Ou, por outro lado, a Figueira da Foz não poderia fixar os jovens que aqui nasceram e atrair outros tantos através da captação de mais pequenas e médias empresas e de trabalho qualificado? Ou será que o aumento das “grandes mercearias” têm aumentado a estabilidade nas famílias? Não creio! A Figueira não deve recuar no tempo, deve investir no desenvolvimento, deve investir nas pessoas! A nossa cidade deve ter três escolas secundárias? Só tenho uma resposta: Quantas mais houvessem!"

sábado, 15 de fevereiro de 2020

O Campeonato Nacional de Corta-Mato Curto realizou-se hoje na Figueira da Foz

Reunião da câmara de ontem: notícias sobre "a verdade"...

Via Diário as Beiras

Nota.
Registe-se, por ser verdade.
1. Foi Ricardo Silva, vereador da oposição, que trouxe o assunto CAE a esta reunião. Portanto, em linguagem popular, foi  "ele que levantou a lebre". 
2. Foi ele, Ricardo Silva, que  denunciou "que há uma meses caiu o tecto de entrada"... 
3. Foi ele, Ricardo Silva, que apresentou requerimento ao Exmo Sr. Presidente de Câmara Municipal da Figueira da Foz a solicitar:
"Face ao acontecimento registado no passado fim de semana, registado no Centro de Artes e Espetáculos Dr. Pedro Santana Lopes.
Requer, o seguinte :
1) Relatório das últimas vistorias ao Centro de Artes e Centro de Artes e Espectáculos.
2) Plano de manutenção preventiva do Centro de Artes e Espectáculos."
4. Na notícia nada disto consta.

Reunião de Câmara de ontem: notícias do porto da Figueira da Foz...

Via Diário as Beiras

... noticias sobre o Cabedelo

Video via SOSCABEDELO


REUNIÃO DE CÂMARA 20 AGOSTO 2019 from CIDADE SURF on Vimeo.


Via Diário as Beiras
"O executivo camarário chegou a acordo com mais um concessionário do Cabedelo. O município já pagou 132 mil euros de indemnizações, no âmbito da primeira fase da requalificação daquela zona da margem sul da cidade. A câmara aprovou, ontem, o pagamento de sete mil euros pela demolição de um armazém de apoio a um café. A autarquia já havia chegado a acordo com um restaurante, para ser demolido, mediante o pagamento de 80 mil euros, e com uma escola de surf, pagando 45 mil euros, que será relocalizada noutra zona do Cabedelo. Carlos Tenreiro, vereador eleito pelo PSD, questionou a necessidade das indemnizações, uma vez que os concessionários estavam a trabalhar com licenças precárias da administração portuária. Contudo, o autarca da oposição mostrou compreensão, dado que, justificou, as actividades dos concessionários são afectadas pelas obras. 
O presidente da câmara, Carlos Monteiro, esclareceu que as indemnizações resultaram do acordo da autarquia com os concessionários, por indicação da administração do porto, à época, proprietária das zonas concessionadas. O vereador do PSD, Ricardo Silva, também questionou a maioria socialista sobre as obras. Acerca do parque de campismo, ainda sem acordo, o edil adiantou que pediu informação adicional ao porto. E admitiu que, se o município tiver prejuízos por falta de acordo em tempo útil, poderá vir a exigir ao concessionário ser ressarcido."

A morte Manuel Pata, 71 anos, e Clemente Imaginário, 69 anos, aconteceu a 19 de Março de 2007

Via Diário de Coimbra, edição de 15 de Fevereiro de 2020.

"O Tribunal de Coimbra condenou ontem o antigo responsável local do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos a uma pena suspensa de dois anos e meio de cadeia na sequência do naufrágio que, em Março de 2007, provocou a morte de dois pescadores na Figueira da Foz. O Estado terá assim de assumir as indemnizações aos familiares das vítimas (a viúva e três filhos de um deles e os dois filhos do outro) num valor total que ronda os 145 mil euros."

NotaMemória de uma tragédia
Vou apenas sobrevoar o acontecimento, pois vendo em panorâmica, extraímos a dor à dor...
Contrariaram o rio e construíram  um "canal da morte".
Transformaram num “rápido”, parte do percurso do Rio Mondego que durante séculos permitiu a navegação em segurança e “dois pescadores morreram e um ficou ferido…”
Recorde-se: foi há quase 13 anos! Os pescadores seguiam num pequeno bote de pesca artesanal, a jusante das obras, no braço sul do Rio Mondego. 
Manuel Pata, 71 anos, e Clemente Imaginário, 69 anos, perderam a vida no rio que conheciam desde sempre. Luís Dias, 57 anos, foi o único sobrevivente.
A morte dos dois pescadores alegadamente provocadas pelas obras de construção da nova Ponte dos Arcos, aconteceu  na manhã de 19 de março de 2007.
A primeira sessão do julgamento da morte de dois pescadores, em 2007, no Rio Mondego, na freguesia de S. Pedro, aconteceu no dia 23 de Setembrro de 2013.  Foi suspensa, para ser retomada no dia 27 de janeiro de 2014. 
O adiamento deveu-se a questões levantadas pela seguradora da empresa pública Estradas de Portugal, dono da obra de substituição da Ponte dos Arcos.
Porém, muito antes, mais de um mês antes, os pescadores da pesca artesanal da Cova-Gala já andavam preocupados e  descontentes com as obras que então estavam  em curso na zona da Ponte dos Arcos.
Segundo quem se dedica a este tipo de pesca, o canal de navegação tinha ficado demasiado estreito, o que pôs em risco a segurança das embarcações e dos homens no decorrer da navegação naquele troço do rio.
O “canal da morte” deveria ter sido encerrado à navegação, como, aliás, aconteceu logo a seguir ao acidente. 
Isso, sabe-se hoje, teria evitado a morte dos dois pescadores.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Da série, as escolas secundárias da Figueira... (5)

O saber não ocupa lugar

"Sim, considero que em 2020 continua a fazer sentido o concelho da Figueira da Foz possuir três escolas secundárias.
Porquê? Porque temos mais de 2100 alunos matriculados no ensino secundário (pordata.pt) e um vasto território para servir.
As três escolas secundárias da Figueira da Foz sempre demonstraram uma diferenciação na metodologia de ensinar, formar e ajudar os seus estudantes.
Aliás, faz todo sentido que se dotem abordagens diferentes para a resolução de problemas semelhantes, tendo em conta a natural evolução das diferentes
comunidades.
Na verdade, apesar de todas as comunidades escolares partilharem os mesmos programas curriculares, por forma a obterresultados positivos nos exames
finais, impostos pelo ministério da educação, naturalmente, cada escola possui um historial e uma tradição letiva diferenciada das outras, sendo esta, produto do trabalho de décadas de vários professores, do perfil dos alunos que vão passando pelo recinto escolar e também dos profissionais de educação que executam a manutenção dos espaços.
Qualquer uma das três escolas consegue ser uma alternativa à próxima, no que concerne aos parâmetros da formação integral de um adolescente. Por isso, para mim, um dos principais motivos, para desejar que haja várias escolas públicas no concelho, prende-se com a possibilidade dos pais dos alunos escolherem entre projetos diferenciados, o que claramente se traduz numa maior possibilidade de encontrar um projeto de sucesso para o seu filho.
Naturalmente, não defendo que se façam escolas secundárias só para dar alternativas de escolha, porém num concelho onde cada escola pública secundária terá em média 700 alunos matriculados, afirmo que não faz sentido reduzir o número deestabelecimentos de ensino.
Fechar um estabelecimento de ensino público, não é só fechar uma porta de um edifício público.
É destruir o trabalho e a dedicação de centenas de profissionais de educação, que deram o seu contributo, para que a sua escola se moldasse à imagem daqueles que passaram por ela, por forma a servir da melhor forma todos os alunos e alunas que por lá passam."

Via Diário as Beiras

14 de Fevereiro de 2020: dia dos namorados

(... a necessidade é o motor do desenvolvimento nos bons e nos maus momentos)

Turismo Centro de Portugal está disponível para explicar aos empresários do sector do concelho a estratégia para os próximos 10 anos...

"Carlos Figueiredo, da direção daquele organismo, de resto, ontem, lançou o desafio ao presidente da Associação Figueira com Sabor a Mar, Mário Esteves, para marcar uma data para a sessão de esclarecimento."
Calos Monteiro, presidente da Câmara, hoje no jornal Diário as Beiras: «“hoje, na Figueira da Foz, há mais restaurantes onde se come bem e em todos se come melhor” e referiu-se ao “salto qualitativo” da restauração e da hotelaria locais. 
Mário Esteves, por seu lado, fez balanço positivo dos festivais gastronómicos organizados pela Figueira com Sabor a Mar em 2019. “Foi de tal forma importante”, destacou, que chegaram sete novos sócios, passando para cerca de 100 o número de estabelecimentos associados. 
O Festival Gastronómico da Lampreia e do Sável, apresentado no restaurante Casa das Enguias O Grazina, em Armazéns de Lavos, é o primeiro de vários certames gastronómicos que, este ano, se realizam nos restaurantes aderentes.»

"Os figueirenses, num modo geral, são pessoas felizes que estão satisfeitas com o concelho onde vivem". Mas, isto tem tudo para poder melhorar imenso. Tem é de mudar de políticos...

O Continente e o ALDI, na Figueira, já estão prontos e a funcionar.
Não vale a pena "chorar sobre o leite derramado"...
"As pessoas querem é ver os problemas resolvidos".
Portanto: o que interessa é o futuro.
Será que já existe mão-de-obra disponível para que as obras camarárias ("as obras que nunca mais acabam"...) entrem, finalmente, em velocidade de cruzeiro? *

* - «velocidade óptima» ou «velocidade constante»...

Em tempo.
Mais uma vez, recomendo vivamente que ouçam a entrevista do presidente Carlos Monteiro à Rádio Regional do Centro.

Arménio Carlos depois de 8 anos como secretário-geral retoma o seu posto de trabalho na Carris

Da série, as escolas secundárias da Figueira... (4)

Investir no ensino

"Em suma, deveríamos investir mais nas três escolas da cidade e dotá-las de melhor equipamento e mais profissionais. Nesse sentido poderá ajudar já o reforço de dotação do pessoal não docente na escola pública aprovado na Assembleia da República há cerca de uma semana. Será uma pequena ajuda para contrariar as grandes dificuldades das escolas, ficando ainda muito por fazer Antes do 25 de abril, quando o absentismo e a taxa de abandono escolar se encontravam em níveis considerados hoje inaceitáveis, existiam duas escolas secundárias na cidade: o Liceu e a Escola Comercial. Nos dias que correm, em que o ensino se estendeu e se democratizou a todas as faixas da população, embora o abandono escolar em Portugal continue um dos mais elevados da União Europeia, é lógico que existam três escolas secundárias na Figueira. Se há algo que não se justifica no ensino secundário da cidade (e do país) é a falta de pessoal, de investimento em equipamentos e de consideração pelas carreiras dos professores. A austeridade aplicada ao investimento público pelo Governo tem degradado progressivamente o funcionamento das escolas. Basta visitar as escolas da cidade para constatarmos a degradação de edifícios e equipamentos, apesar dos esforços das direções para manter a dignidade dos estabelecimentos. Os países europeus que apresentam melhores resultados PISA na avaliação do ensino secundário têm optado progressivamente por um ensino em que os alunos participam ativamente no seu processo de aprendizagem, em vez do papel passivo de meros ouvintes fechados numa sala de aula, realizando periodicamente exames. Esse tipo de ensino requer mais espaço de escola e mais professores e funcionários. Outra experiência com bons resultados, foi a duplicação do pessoal docente nas escolas de bairros franceses com maior taxa de exclusão social. As turmas passaram a funcionar com metade dos alunos (entre 12 e 18) e os resultados melhoraram imediatamente no primeiro ano de implementação da medida. Em suma, deveríamos investir mais nas três escolas da cidade e dotá-las de melhor equipamento e mais profissionais. Nesse sentido poderá ajudar já o reforço de dotação do pessoal não docente na escola pública aprovado na Assembleia da República há cerca de uma semana. Será uma pequena ajuda para contrariar as grandes dificuldades das escolas, ficando ainda muito por fazer."

Via Diário as Beiras

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

E o Óscar vai para... ...as imbecilidades que saem da CMFF no seu conjunto. Concretizo...

Continuação da série em exibição: e prontus... (isto é tudo uma ganda paródia pá!..)

"Carnaval da Mealhada com 600 participantes e orçamento de 111 mil euros"...
"A actriz portuguesa Luciana Abreu e o actor brasileiro Leonardo Vieira foram hoje confirmados como os reis do Carnaval Luso Brasileiro da Bairrada 2020, evento com um orçamento de 111 mil euros e que envolve 600 participantes."

Da série em exibição: e prontus... (isto é tudo uma ganda paródia pá!..)

FICÇÃO: FIGUEIRA DA FOZ PAGA 110 MIL € PARA APARECER EM "TERRA BRAVA".
(... e ainda ha quem esite em concurdar que nesta cidade é carnaval todos os dias?..)

Já há notícias do CAE

Via Município da Figueira da Foz

CAE | Segurança reposta - Estruturas já foram intervencionadas e vistoriadas

"Na sequência do incidente ocorrido ao início da madrugada do passado domingo, 09 de fevereiro, no Centro de Artes e Espectáculos, o Município informa que, nos últimos dias procedeu, após verificação das condições de fixação e durabilidade de todas as placas de pedra, a trabalhos de remoção das mesmas, seguido da sua recolocação com recurso a novas colas. As placas situadas na zona superior das estruturas foram também grampeadas.
Findos os trabalhos, e de acordo com vistoria efetuada hoje, 13 de fevereiro, pelo serviço municipal de Proteção Civil, acompanhado por técnicos da Divisão de Obras e Projetos Municipais, não foram detetadas quaisquer deficiências nas estruturas, pelo que as condições de segurança se encontram totalmente repostas."

Saia uma condecoração para a senhora...

"Ex-presidente da Raríssimas exige 147 mil euros por ter sido despedida"!..
"Paula Brito e Costa avançou com um processo contra a instituição por considerar o despedimento ilegal. Paula Brito e Costa, ex-presidente da Associação Raríssimas, exige mais de 147 mil euros de indemnização à associação por considerar o seu despedimento ilegal. De acordo com o Público, a ação da antiga líder da Raríssimas deu entrada no Tribunal de Trabalho de Loures em fevereiro do ano passado e pretende impugnar o despedimento e pedir a devolução de 384 mil euros que a instituição lhe exige." 

Inauguração do ALDI Supermercados...

Oiçam a intervenção de Carlos Monteiro, Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, via Rádio Regional do Centro.

E notícias do CAE?...

Na Figueira, o homem (e a mulher) é o único animal capaz de tropeçar várias vezes na mesma pedra (II)

Na Figueira, o homem (e a mulher) é o único animal capaz de tropeçar várias vezes na mesma pedra

Os jornais mostram isso, todos os dias. 

"Festival Gastronómico da Lampreia e Sável com Açorda de Ovas é apresentado hoje, pelas 12H30, no restaurante Casa das Enguias O Grazina, nos Armazéns de Lavos.  
O certame inclui um ciclóstomo que, segundo afirmam os pescadores do Portinho da Gala, está difícil de capturar, devido aos jacintos, troncos de árvores e assoreamento que se acumulam no estuário, detritos arrastados para a foz do Mondego pelas chuvadas de dezembro. Do lado da restauração, contudo, a versão é outra. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Pedro Nunes, 46 anos, 35 dos quais dedicados à pesca, afirmou que “ninguém consegue ir para o rio” e que, quando conseguem, capturam “muito poucas lampreias”. O pescador frisou, ainda, que, “este ano, a pesca da lampreia está uma miséria”, por causa do estado do estuário. O preço por exemplar grande, afiançou, está a ser pago aos pescadores por 20 euros, podendo chegar aos 50 na revenda"...
Imagem via Diário as Beiras

Continuamos na linha de partida...

OUTRA MARGEM, 13 de Fevereiro de 2007.
Para ver melhor a imagem, clicar na imagem.

13 anos decorridos, na Figueira, os políticos continuam a navegar em piloto automático.
Os prognósticos, por eles avançados nas campanhas eleitorais, continuam a falhar em toda a linha. Tudo quanto é dito e prometido nas campanhas eleitorais, é rapidamente esquecido. 
Os eleitores, por seu turno, nada foram aprendendo com os sucessivos erros cometidos.
Na Figueira, o homem (e a mulher) é o único animal capaz de tropeçar várias vezes na mesma pedra. 
Os jornais, na Figueira, mostram isso, todos os dias.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

"Batida à raposa na Figueira da Foz motiva queixa em tribunal por perseguição aos caçadores"...

Da série, as escolas secundárias da Figueira... (3)

Para ler melhor, clicar na imagem
Via Diário as Beiras

"... Eh, arrais, carago, a maré é agora...!"...



 Via Centro de Estudos do Mar CEMAR
"QUARENTA E DOIS HOMENS... SE NÃO REMAM JUNTOS, ESTÃO PERDIDOS...". 
Remar... num "Barco do Mar" grande... dos antigos, no Furadouro... 
Imagens deixadas para sempre - para o Futuro... - por aquele que é considerado um dos fundadores do novo cinema português, Paulo Rocha.

À atenção dos "moto serra" deste país...

Bruxelas ameaça Portugal com Tribunal por não aplicar lei de qualidade do ar.

A Comissão Europeia deu um prazo de dois meses a Portugal para aplicar efetivamente a legislação europeia relativa à qualidade do ar, após o que recorrerá para o Tribunal de Justiça da União Europeia.

A Comissão justifica esta quarta-feira o envio de um parecer fundamento a Portugal “uma vez que o país ainda não cumpriu as suas obrigações”.

“Portugal dispõe de dois meses para responder e tomar as medidas necessárias para estabelecer o bom funcionamento do sistema de controlo da poluição atmosférica. Se Portugal não atuar no prazo de dois meses, a Comissão pode decidir submeter o caso ao Tribunal de Justiça da União Europeia“, adverte Bruxelas.

"Amor com amor se paga": "os emigrantes portugueses em França foram bem recebidos e bem inseridos na sociedade gaulesa"...

Carlos Monteiro, via Diário as Beiras
FOTO DB/JOT’ALVES
"A autarquia vai ceder instalações para a sede da associação de francófonos residentes no concelho Caravele Passion, podendo ser no mercado municipal ou nas antigas instalações da Escola Profissional da Figueira da Foz. “Temos a preocupação da inclusão. Havendo esta associação, a inclusão é muito fácil”, defendeu, ontem, o presidente da câmara, Carlos Monteiro, na recepção aos dirigentes associativos gauleses."

Da série, É esta a riqueza da Figueira: estamos absorvidos e deslumbrados por alguma coisa (neste caso a "mercearia") e só termos olhos para ela. O demais não interessa...

A criação dos postos de trabalho é uma questão sensível para a autarquia, mas há quem duvide que o saldo seja positivo, colocando na equação os empregos que se perdem no comércio tradicional e a qualidade do emprego criado pela "mercearia".
Ana Carvalho, a 23 de Novembro de 2018, no Diário as Beiras, disse: “Não acredito que o saldo seja negativo. Estas superfícies estão a concorrer entre si e não com o comércio tradicional”...

Entretanto, a "mercearia" figueirense continuou a crescer!..
Imagem via Diário as Beiras
 

Neste momento, existem rumores, que carecem de confirmação, que apontam para duas "mercearias" na calha para vir...

Algumas das maiores fortunas de Portugal, foram conseguidas através do negócio de mercearia, que gera alguns milhares de empregos, mas não cria riqueza.
Embora possam ter outros negócios, a maior parte da fortuna veio do negócio de mercearia, que esmaga margens dos industriais, dos agricultores, dos pescadores, etc., que para eles trabalham.
Acham que é assim, que vamos a algum lado na Figueira?..

"O que é que a Praia da Granja, em Vila Nova de Gaia, tem que a Praia da Tamargueira, na Figueira da Foz, não tem?"

Portinho assoreado em lama e jacintos prejudica pescadores...

A falta de manutenção do património edificado...

O Portinho da Gala, destinado à pesca artesanal, foi inaugurado em 2004.

Via Diário de Coimbra. Edição de Hoje.


"No Portinho da Gala, por estes dias, vive-se um ambiente de revolta, porque aos jacintos que têm vindo rio abaixo, que se enrolam nas redes e inviabilizam a pesca da lampreia, junta-se o estado em que se encontra o espaço de atracagem, com passadiços em mau estado, a doca assoreada e os barcos assentes na lama. Um dos pescadores já caiu e o que lhe valeu foi não estar sozinho. «Foi um susto enorme, o que me valeu foram os meus colegas que me agarraram e puxaram. Mas se fosse na lama, era engolido. Há homens que vão sozinhos, se caem, morrem», contou ao nosso jornal Luís Pereira."
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O presidente da Câmara de Espinho acusa o Ministério do Ambiente de contradizer as suas próprias políticas ao permitir a construção do novo molhe do Porto de Leixões sem medir efeitos dessa obra nos territórios a Sul...

OUTRA MARGEM, um blogue que vem de longe...
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"O presidente da Câmara de Espinho acusou o Ministério do Ambiente de contradizer as suas próprias políticas ao permitir a construção do novo molhe do Porto de Leixões sem medir efeitos dessa obra nos territórios a sul.
As críticas de Joaquim Pinto Moreira dirigem-se também à Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), que, apesar de alertada para as consequências da empreitada na orla costeira de Espinho e outros concelhos, elaborou uma Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) que, segundo o autarca, "não inclui uma palavra sobre os municípios a sul" do novo quebra-mar.
"Se o ministro do Ambiente já disse publicamente que não permitia a construção de mais esporões, esta autorização para o molhe de Leixões - que já foi adjudicado e entra em obra mal se assine o auto de consignação - é absolutamente contraditória", afirmou Pinto Moreira à Lusa.
Recordando que a faixa de costa entre Espinho e Ovar, no distrito de Aveiro, é reconhecida por especialistas internacionais como a mais prejudicada pelo avanço do mar em toda a Europa, o presidente da Câmara insiste que o prolongamento do quebra-mar de Leixões em 300 metros vai travar a circulação de sedimentos até às praias a sul, o que levará à redução dos respectivos areais.
"As consequências disto para os outros concelhos não foram mesuradas, mas sabemos que as barragens construídas ao longo do Douro impediram as areias de descer até ao mar, prejudicando o fenómeno de aluvião e diminuindo o areal das praias, portanto é de esperar que o quebra-mar anunciado para Leixões tenha idênticas consequências", disse Pinto Moreira.
Efeitos ao nível da amplitude das marés e ondulação, por exemplo, são outros aspectos que o autarca diz ser necessário avaliar, sob pena de as alterações prejudicarem as actividades náuticas na costa a sul de Leixões, em Matosinhos, distrito do Porto, assim como a pesca, as condições de usufruto balnear e a dinâmica da economia dependente das praias.
"Só a título de exemplo, é preciso ver que, com a construção deste molhe, o surf na praia de Matosinhos morreu", realçou.
Para o autarca de Espinho, "é de estranhar o silêncio" de várias figuras com responsabilidades na região.
"A APDL não se pronuncia sobre as repercussões da obra no litoral de Gaia, Espinho e Ovar; o Ministério também não pediu uma AAE geograficamente mais alargada; e, com excepção para a presidente da Câmara de Matosinhos, que já manifestou preocupação quanto ao assunto, há outros responsáveis que, ou andam muito distraídos, ou não se importam nada com o que vai acontecer à sua costa - e às suas pessoas e bens", notou.
Questionados sobre o assunto na segunda-feira passada, nem APDL nem Ministério do Ambiente deram ainda resposta ao pedido de esclarecimento da Lusa.
Segundo dados da própria APDL em janeiro, o prolongamento de 300 metros no quebra-mar exterior do porto de Leixões - que permanece inalterado desde 1940 - visa reforçar a segurança na entrada da barra e melhorar a operacionalidade das embarcações.
O PCP de Matosinhos também já se manifestou sobre o tema, defendendo em janeiro que não estavam reunidas as condições para se adjudicar o prolongamento do referido molhe porque o projecto "não teve em conta os compromissos assumidos pela APDL junto das populações e das autarquias mais afectadas".
A APDL revelou em 23 de janeiro que o concurso para o prolongamento do quebra-mar do Porto de Leixões recebeu duas propostas e que a adjudicação da empreitada está prevista para este mês.
A APDL acrescentou que o processo decorre “dentro dos prazos previstos” e que o prolongamento do quebra-mar de Leixões em 300 metros “obteve por parte da APA [Agência Portuguesa do Ambiente] parecer favorável, não sendo necessários estudos complementares” em relação àquele projecto."

Discussão pública da proposta de delimitação da área de reabilitação urbana (ARU) do Cabedelo em simultâneo com a respetiva operação de reabilitação urbana (ORU) do tipo sistemática sob forma de um Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU)

Aviso n.º 2339/2020

Sumário: Discussão pública da proposta de delimitação da área de reabilitação urbana (ARU) do Cabedelo em simultâneo com a respetiva operação de reabilitação urbana (ORU) do tipo sistemática sob forma de um Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU).
Carlos Ângelo Ferreira Monteiro, Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, torna público, nos termos do n.º 4 artigo 17.º do Regime Jurídico de Reabilitação Urbana, estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro, alterado e republicado pela Lei n.º 32/2012, de 14 de agosto, que a Câmara Municipal da Figueira da Foz, em sessão ordinária de 9 de dezembro de 2019, deliberou, aprovar e submeter à discussão pública a proposta de delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) do Cabedelo em simultâneo com a respetiva Operação de Reabilitação Urbana (ORU) do tipo sistemática sob forma de um Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU).
O período de discussão pública terá início no 5.º dia útil, contado a partir da data de publicação do presente Aviso no Diário da República e terá a duração de 20 dias úteis, nos termos previstos no disposto no n.º 2 do artigo 89.º do Regime Jurídico de Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT).
A proposta do PERU do Cabedelo e respetiva delimitação da ARU estará disponível para consulta na Câmara Municipal, no serviço de atendimento ao munícipe da Divisão de Urbanismo, todos os dias úteis das 9:00h às 16:30h, bem como na página da internet do município www.cm-figfoz.pt.
Durante o referido período de discussão pública, qualquer interessado poderá apresentar as suas reclamações, observações ou sugestões, por escrito, em documento devidamente identificado, dirigido ao Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, ou para o email ordenamento.territorio@cm-figfoz.pt, ou ainda através de plataforma websig criada para o efeito e disponível no site da Câmara Municipal.
13 de janeiro de 2020. - O Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Ângelo Ferreira Monteiro.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Linda Figueira

Da série, as escolas secundárias da Figueira... (2)

Ainda falta uma Escola Profissional de Artes


"Das cinco Unidades Orgânicas educativas do concelho da Figueira (Agrupamentos de Escolas da Zona Urbana, do Paião, Figueira Mar, Figueira Norte e Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho), oferecem Ensino Secundário (Cursos Científico-Humanísticos de Línguas e Humanidades, Ciências e Tecnologias, Ciências Socioeconómicas e Cursos Profissionais) as últimas três.
Neste momento, frequentam o Ensino Secundário 1700 alunos (dos quais 420 no Ensino Profissional), integrados em 69 turmas (25 dos Cursos Profissionais de Técnicos de Eletricidade,  Automação e Comando, de Gestão e Programação de sistemas Informáticos, de Manutenção Industrial - Variante Eletromecânica, de Apoio Psicossocial, de Auxiliar de Saúde, de Auxiliar de Ação Educativa e de Informática de Sistemas), pelo que se justifica haver três Escolas Secundárias na cidade.
A partir destes números, e sabendo que hoje são residuais os casos de jovens até aos 18 anos que não estão inseridos num qualquer percurso escolar ou de formação, podemos concluir que: 1. as três Escolas que oferecem Ensino Secundário representam formas diferentes mas complementares de entender a sua missão, visão e valores, os quais estão fundamentados quer nos percursos históricos próprios, quer na forma também própria de perspetivar o seu contributo para o futuro; 2. nelas coabitam o Ensino Regular (oferta educativa vocacio-nada para o prosseguimento de estudos de nível superior - universitário ou politécnico) e o Ensino Profissional (vocacionado para a qualificação profissional dos alunos, privilegiando a sua inserção no mundo do trabalho, mas também permitindo o prosseguimento de estudos); 3. embora ainda longe do objetivo fixado pelo Ministério da Educação de haver pelo menos 50% dos alunos a frequentar o Ensino Profissional (exceto na Escola Secundária Dr. Bernardino Machado, na qual essa fasquia já foi superada), na Figueira a percentagem é de cerca de 25%, ligeiramente superior à nacional ( 22%).
Ainda assim, é urgente suprir uma gravíssima lacuna: a falta de uma Escola Profissional de Artes Performativas, que promova o ensino artístico, da cultura e do desporto."


Via Diário as Beiras