quarta-feira, 14 de novembro de 2018
Na Figueira, há mais uma qualificação a juntar à definição de fake news: "fabricated news"...
A desonestidade intelectual consiste na propositada deturpação de argumentos com o objectivo de se fazer valer um ponto de vista.
Chamar-lhe fake news não seria exacto, pois em causa não está uma notícia, apesar de esta expressão já ter evoluído para adjectivar tudo o que não se aprecie no mundo jornalístico. Esta forma de manipulação consiste em ignorar outros lados do tema, descontextualizar ou fabricar dados, ou não aplicar o mesmo padrão a situações comparáveis.
Atente-se, por exemplo, nesta notícia hoje publicada no jornal Diário de Coimbra.
"Numa altura em que tanto se fala na adaptação às alterações climáticas, a Câmara (da Figueira da Foz) diz ter tomado algumas medidas que podem contribuir para atenuar consequências, particularmente nas localidades à beira-mar, em que as dunas têm gradualmente desaparecido e o mar “ameaçado” diversas habitações. Ou seja, «tentar minimizar os problemas», explica a vereadora do planeamento e ordenamento do território.
Ana Carvalho realça que este foi «um dos municípios pioneiros» a aderir à rede se municípios para a adaptação às alterações climáticas e «o primeiro» a colocar o POC (Programa para a Orla Costeira) no PDM (Plano Director Municipal), mesmo antes desse programa ser publicado, «porque as medidas de prevenção deveriam ser aí vertidas. Mas fomos mais além, consideramos e incluímos proibição de construção em zonas de cheia – na orla marítima e interior – e também em espaços de risco de incêndio»."
Quem duvidar que esta não é uma fabricated news, faz-me o favor de se deslocar ao parque de estacionamento da Praia da Cova e olhar para sul.
Ali mesmo, onde a protecção da Orla Costeira Portuguesa é uma necessidade de primeira ordem há muitos anos...
Ali mesmo, onde o processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes.
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...
Este, já não é o tempo de divisões estéreis.
Figueirenses: há que olhar o essencial e preservarmos o que há de interesse comum.
O território do nosso concelho.
Chamar-lhe fake news não seria exacto, pois em causa não está uma notícia, apesar de esta expressão já ter evoluído para adjectivar tudo o que não se aprecie no mundo jornalístico. Esta forma de manipulação consiste em ignorar outros lados do tema, descontextualizar ou fabricar dados, ou não aplicar o mesmo padrão a situações comparáveis.
Atente-se, por exemplo, nesta notícia hoje publicada no jornal Diário de Coimbra.
"Numa altura em que tanto se fala na adaptação às alterações climáticas, a Câmara (da Figueira da Foz) diz ter tomado algumas medidas que podem contribuir para atenuar consequências, particularmente nas localidades à beira-mar, em que as dunas têm gradualmente desaparecido e o mar “ameaçado” diversas habitações. Ou seja, «tentar minimizar os problemas», explica a vereadora do planeamento e ordenamento do território.
Ana Carvalho realça que este foi «um dos municípios pioneiros» a aderir à rede se municípios para a adaptação às alterações climáticas e «o primeiro» a colocar o POC (Programa para a Orla Costeira) no PDM (Plano Director Municipal), mesmo antes desse programa ser publicado, «porque as medidas de prevenção deveriam ser aí vertidas. Mas fomos mais além, consideramos e incluímos proibição de construção em zonas de cheia – na orla marítima e interior – e também em espaços de risco de incêndio»."
Quem duvidar que esta não é uma fabricated news, faz-me o favor de se deslocar ao parque de estacionamento da Praia da Cova e olhar para sul.
Ali mesmo, onde a protecção da Orla Costeira Portuguesa é uma necessidade de primeira ordem há muitos anos...
Ali mesmo, onde o processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes.
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...
Este, já não é o tempo de divisões estéreis.
Figueirenses: há que olhar o essencial e preservarmos o que há de interesse comum.
O território do nosso concelho.
Memória - Álvaro Cunhal
"Se fosse vivo, Álvaro Cunhal, teria feito no sábado passado, 10 de novembro, 105 anos.
O histórico líder do PCP marcou o século XX português, tendo sido um dos políticos mais carismáticos da história deste país.
Por todas as razões históricas, políticas e simbólicas custa-me ver que Portugal, tal como tantos outros países, à boleia do Mundo efémero em que vivemos, rapidamente esquece os Homens que ajudaram a construir algo de bom.
No dia da morte de Cunhal, a 13 de junho de 2005, Mário Soares escreveu: "Cunhal morreu igual a si próprio. Ainda bem que assim foi. Apesar de tudo, não posso impedir-me de sentir uma enorme tristeza. Era um homem de aço, de antes quebrar que torcer. Valente, de convicções inabaláveis, pessoalmente desinteressado até ao sacrifício, fiel aos seus ideais de sempre, que nunca quis compreender o célebre verso de Camões «Mudam-se os tempos mudam-se as vontades/o mundo é feito de mudança». Ele nunca mudou".
Ainda hoje me emociono com esta homenagem profunda de Soares a Cunhal, em vida, dois “inimigos” e ao mesmo tempo estando do mesmo lado da barricada na luta pela democracia.
É por isso que continuo sem entender a ausência de evocação da memória de Cunhal. Se há personalidade da História portuguesa recente que o merece é ele.
Onde quer que esteja, continuará a dizer a todos os seus “Até Amanhã, Camaradas” como escreveu Manuel Tiago, o nome que escolheu para dar a cara pela obra literária tão rica que criou.
Álvaro Cunhal merecia mais. Em cada ano que marca não só a data da sua morte mas também a do seu nascimento. É pena que a espuma dos dias não o recorde como ele merece."
Ana Clara
O histórico líder do PCP marcou o século XX português, tendo sido um dos políticos mais carismáticos da história deste país.
Por todas as razões históricas, políticas e simbólicas custa-me ver que Portugal, tal como tantos outros países, à boleia do Mundo efémero em que vivemos, rapidamente esquece os Homens que ajudaram a construir algo de bom.
No dia da morte de Cunhal, a 13 de junho de 2005, Mário Soares escreveu: "Cunhal morreu igual a si próprio. Ainda bem que assim foi. Apesar de tudo, não posso impedir-me de sentir uma enorme tristeza. Era um homem de aço, de antes quebrar que torcer. Valente, de convicções inabaláveis, pessoalmente desinteressado até ao sacrifício, fiel aos seus ideais de sempre, que nunca quis compreender o célebre verso de Camões «Mudam-se os tempos mudam-se as vontades/o mundo é feito de mudança». Ele nunca mudou".
Ainda hoje me emociono com esta homenagem profunda de Soares a Cunhal, em vida, dois “inimigos” e ao mesmo tempo estando do mesmo lado da barricada na luta pela democracia.
É por isso que continuo sem entender a ausência de evocação da memória de Cunhal. Se há personalidade da História portuguesa recente que o merece é ele.
Onde quer que esteja, continuará a dizer a todos os seus “Até Amanhã, Camaradas” como escreveu Manuel Tiago, o nome que escolheu para dar a cara pela obra literária tão rica que criou.
Álvaro Cunhal merecia mais. Em cada ano que marca não só a data da sua morte mas também a do seu nascimento. É pena que a espuma dos dias não o recorde como ele merece."
Ana Clara
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Figueira da Foz recebe Seminário Anual de Adaptação Local às Alterações Climáticas
A Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas realiza o seu Seminário Anual no próximo dia 16 de novembro, sexta-feira, pelas 9h00, no Centro de Artes e Espectáculos, na Figueira da Foz.
A apresentação da programação decorreu esta manhã, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, presidida pela Vereadora Ana Carvalho e contou com a presença de Frédéric da Cruz em representação do Leirena Teatro e, também, de Sérgio Barroso da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas.
No Seminário, que terá inicio pelas 9h30, estará presente o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, o Presidente da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas, Vítor Aleixo e o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.
Contando com a presença de vários especialistas nacionais e internacionais, e com a partilha de experiências inspiradoras que serão trazidas por estes, será também palco de apresentação de trabalhos e projetos em curso nos vários concelhos do País.
No âmbito do seminário, decorrerão, também, o espectáculo de teatro infantil “OINK”, no dia 14 de novembro, pelas 14h30, no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos, que irá abordar a temática das alterações climáticas através da reinterpretação de um conto infantil e, ainda, a exposição de fotografia “Alerta Costeiro”, da autoria do fotojornalista figueirense Pedro Cruz, que tem na erosão costeira a base do projecto e que estará patente a partir de 12 de novembro, na Sala de exposições do CAE.
As inscrições poderão ser formalizadas até ao dia 13 de novembro, através do preenchimento do formulário disponível no linkhttp://www.adapt-local.pt/seminario-anual/edicao-anual.
Via Município da Figueira da Foz
A apresentação da programação decorreu esta manhã, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, presidida pela Vereadora Ana Carvalho e contou com a presença de Frédéric da Cruz em representação do Leirena Teatro e, também, de Sérgio Barroso da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas.
No Seminário, que terá inicio pelas 9h30, estará presente o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, o Presidente da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas, Vítor Aleixo e o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.
Contando com a presença de vários especialistas nacionais e internacionais, e com a partilha de experiências inspiradoras que serão trazidas por estes, será também palco de apresentação de trabalhos e projetos em curso nos vários concelhos do País.
No âmbito do seminário, decorrerão, também, o espectáculo de teatro infantil “OINK”, no dia 14 de novembro, pelas 14h30, no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos, que irá abordar a temática das alterações climáticas através da reinterpretação de um conto infantil e, ainda, a exposição de fotografia “Alerta Costeiro”, da autoria do fotojornalista figueirense Pedro Cruz, que tem na erosão costeira a base do projecto e que estará patente a partir de 12 de novembro, na Sala de exposições do CAE.
As inscrições poderão ser formalizadas até ao dia 13 de novembro, através do preenchimento do formulário disponível no linkhttp://www.adapt-local.pt/seminario-anual/edicao-anual.
Via Município da Figueira da Foz
Os figueirenses que não têm tido sorte com os políticos que tem escolhido, nem se conseguem aperceber do azar que têm...
Reprivatizar, uma crónica de Isabel Maranha Cardoso, publicada no DIÁRIO AS BEIRAS.
"A opção pela diminuição do peso da intervenção pública em diversos sectores da economia, privatizando serviços, preferindo confiar nas forças da sociedade e da economia, justifiando-a com “ineficiências do Estado” e achando normal serem os privados a executar tarefas que pertenciam ao Estado, a troco de “generosas” contrapartidas financeiras, nem sempre se justificaram nem viabilizaram o proporcional interesse público salvaguardado. Vem isto a propósito da notícia da intenção de venda dos 70% da participação do município no capital da Figueira Parques. Porque se fez uma sociedade (?) nunca entendi… Pois a gestão dos espaços públicos, como o próprio nome indica, deve ser pública. Se a solução não foi boa, parece-me agora não vir a ser melhor esta decisão. Apesar da receita extraordinária que o município pode encaixar momentaneamente com a venda da sua participação, deixa nas mãos de privados a regulação e a taxação do estacionamento, instrumento indispensável ao ordenamento comercial, de serviços e lúdico da cidade, desistindo desse dever e do controlo desta actividade, enquanto sócio maioritário que era, assim como às receitas do estacionamento. Por outro lado, a validade da concessão, por ainda mais oito anos, obrigará o privado a maximizar os resultados e tornar mais rentável a exploração, só assim tendo interesse em permanecer…
A Figueira não tem tido sorte com as concessões, aliás os Figueirenses sabem que pagam sempre mais caro o serviço… Clarinho como a água!"
"A opção pela diminuição do peso da intervenção pública em diversos sectores da economia, privatizando serviços, preferindo confiar nas forças da sociedade e da economia, justifiando-a com “ineficiências do Estado” e achando normal serem os privados a executar tarefas que pertenciam ao Estado, a troco de “generosas” contrapartidas financeiras, nem sempre se justificaram nem viabilizaram o proporcional interesse público salvaguardado. Vem isto a propósito da notícia da intenção de venda dos 70% da participação do município no capital da Figueira Parques. Porque se fez uma sociedade (?) nunca entendi… Pois a gestão dos espaços públicos, como o próprio nome indica, deve ser pública. Se a solução não foi boa, parece-me agora não vir a ser melhor esta decisão. Apesar da receita extraordinária que o município pode encaixar momentaneamente com a venda da sua participação, deixa nas mãos de privados a regulação e a taxação do estacionamento, instrumento indispensável ao ordenamento comercial, de serviços e lúdico da cidade, desistindo desse dever e do controlo desta actividade, enquanto sócio maioritário que era, assim como às receitas do estacionamento. Por outro lado, a validade da concessão, por ainda mais oito anos, obrigará o privado a maximizar os resultados e tornar mais rentável a exploração, só assim tendo interesse em permanecer…
A Figueira não tem tido sorte com as concessões, aliás os Figueirenses sabem que pagam sempre mais caro o serviço… Clarinho como a água!"
Ecoturismo* na Lagoa da Vela?..
O presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, anunciou ontem que há um promotor privado interessado em investir no ecoturismo na zona do lago natural.
Contudo, "o campo de golfe, a unidade hoteleira e as habitações na Lagoa da Vela são para esquecer", pode ler-se na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS.
“Continuamos na senda de arranjarmos um projeto compatível. Há um projeto em curso de um privado”, disse ainda João Ataíde.
Nota de rodapé.
* Ecoturismo é um segmento turístico que utiliza de forma sustentável, o património natural e cultural, incentivando a sua conservação tendo em vista o desenvolvimento de uma consciência ambiental, promovendo dessa forma um equilíbrio entre homem e natureza e por conseguinte o bem estar das populações.
Contudo, "o campo de golfe, a unidade hoteleira e as habitações na Lagoa da Vela são para esquecer", pode ler-se na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS.
“Continuamos na senda de arranjarmos um projeto compatível. Há um projeto em curso de um privado”, disse ainda João Ataíde.
Nota de rodapé.
* Ecoturismo é um segmento turístico que utiliza de forma sustentável, o património natural e cultural, incentivando a sua conservação tendo em vista o desenvolvimento de uma consciência ambiental, promovendo dessa forma um equilíbrio entre homem e natureza e por conseguinte o bem estar das populações.
João Ataíde: “Houve um mal-entendido”. “Contra a lei não há argumentos”. “Na altura, não me ocorreu que aquele espaço fosse da Rede Natura”.
No DIÁRIO AS BEIRAS, edição de hoje, pode ler-se. Passo a citar.
«João Ataíde reiterou que os 32 mil pinheiros oferecidos por um município francês e cujas verbas para a sua aquisição foram angariadas por uma associação de emigrantes portugueses em França serão plantados em zonas florestais não-protegidas.
Por sua vez, o Instituto da Conservação do Ambientes e das Florestas (ICNF) plantará outras tantas árvores na zona da Lagoa da Vela, para onde estava prevista a plantação dos referidos pinheiros, que aquele instituto proibiu, porque a lei só permite espécies autóctones na Rede Natura. O presidente da câmara defendeu que “contra a lei não há argumentos”.
Assim sendo, a que se deveu tanta celeuma?
“Na altura, não me ocorreu que aquele espaço fosse da Rede Natura”, reconheceu João Ataíde, acrescentando que “houve um mal-entendido” e que o “ICNF deu nota [da proibição] numa fase adiantada do processo”.
Fica a pergunta, já colocada em 3 de novembro, neste espaço.
Terá o anfitrião feito "o trabalho de casa"?..
«João Ataíde reiterou que os 32 mil pinheiros oferecidos por um município francês e cujas verbas para a sua aquisição foram angariadas por uma associação de emigrantes portugueses em França serão plantados em zonas florestais não-protegidas.
Por sua vez, o Instituto da Conservação do Ambientes e das Florestas (ICNF) plantará outras tantas árvores na zona da Lagoa da Vela, para onde estava prevista a plantação dos referidos pinheiros, que aquele instituto proibiu, porque a lei só permite espécies autóctones na Rede Natura. O presidente da câmara defendeu que “contra a lei não há argumentos”.
Assim sendo, a que se deveu tanta celeuma?
“Na altura, não me ocorreu que aquele espaço fosse da Rede Natura”, reconheceu João Ataíde, acrescentando que “houve um mal-entendido” e que o “ICNF deu nota [da proibição] numa fase adiantada do processo”.
Fica a pergunta, já colocada em 3 de novembro, neste espaço.
Terá o anfitrião feito "o trabalho de casa"?..
Contributo para a campanha de promoção e divulgação em curso da "nova" Rua dos Pescadores...
Requalificação da Rua dos Pescadores
"Já estão em curso as obras de requalificação da Rua dos Pescadores, uma das artérias mais emblemáticas da Vila de Buarcos.
Orçada em 130.000€, e com prazo de execução de 120 dias, a intervenção vai beneficiar a pavimentação, ordenar o estacionamento, qualificar espaços públicos e de usufruto público, como esplanadas, e privilegiar o uso pedestre e a mobilidade suave, mantendo no entanto o seu perfil misto, com acesso para peões e veículos automóveis."
Noutros tempos, dizia-se boato, desinformação ou mentira, conforme o emissor ou o emissário.
Agora, parece que é fake news.
Querem assim: seja.
Nota de rodapé.
"Onde vai circular o peão se os passeios vão ter mesas e cadeiras ? Na estrada em harmonia com os carros?"
- Luís Fidalgo.
"Já estão em curso as obras de requalificação da Rua dos Pescadores, uma das artérias mais emblemáticas da Vila de Buarcos.
Orçada em 130.000€, e com prazo de execução de 120 dias, a intervenção vai beneficiar a pavimentação, ordenar o estacionamento, qualificar espaços públicos e de usufruto público, como esplanadas, e privilegiar o uso pedestre e a mobilidade suave, mantendo no entanto o seu perfil misto, com acesso para peões e veículos automóveis."
Noutros tempos, dizia-se boato, desinformação ou mentira, conforme o emissor ou o emissário.
Agora, parece que é fake news.
Querem assim: seja.
Nota de rodapé.
"Onde vai circular o peão se os passeios vão ter mesas e cadeiras ? Na estrada em harmonia com os carros?"
- Luís Fidalgo.
Na Figueira falta tudo: até começa a escassear o tempo...
"Nas eleições autárquicas de 2017, na Figueira, a abstenção foi de 50%, dos que foram votar 50% escolheu manter a aposta, mas o número de desencantados não para de crescer.
Pode ser impressão minha, mas para que não vingue uma solução populista, têm os Partidos de construir projectos galvanizadores, ancorados numa abordagem estratégica honesta mas visionária, sendo capazes de atrair pessoas que acrescentem valor, e com uma capacidade e meios de comunicação eficazes.
E já só faltam 3 anos!.."
Esta citação de parte de uma crónica de Teotónio Cavaco, "Populismo, esquerda e direita", que pode ser lida na íntegra no DIÁRIO AS BEIRAS, trouxe-me a lembrança da quantidade de malta bem remunerada que trabalha ou presta serviços à Câmara Municipal da Figueira da Foz.
A tradição remonta ao império romano, em que os candidatos políticos se distinguiam (e se faziam eleger) pela qualidade e sobretudo quantidade da sua clientela, que orbitava à volta da sua carreira e respectivo sucesso.
Nos grandes centros esta evidência até pode ser disfarçada.
Qualquer olhar, minimamente diligente, atento e perspicaz, a pequenos e médios municípios como a Figueira, verifica com facilidade a percentagem da respectiva população a soldo da câmara.
Repercutindo as "cabeças dos funcionários" em famílias, facilmente se constata como se perpetuam no poder certos e determinados autarcas.
Pode ser impressão minha, mas para que não vingue uma solução populista, têm os Partidos de construir projectos galvanizadores, ancorados numa abordagem estratégica honesta mas visionária, sendo capazes de atrair pessoas que acrescentem valor, e com uma capacidade e meios de comunicação eficazes.
E já só faltam 3 anos!.."
Esta citação de parte de uma crónica de Teotónio Cavaco, "Populismo, esquerda e direita", que pode ser lida na íntegra no DIÁRIO AS BEIRAS, trouxe-me a lembrança da quantidade de malta bem remunerada que trabalha ou presta serviços à Câmara Municipal da Figueira da Foz.
A tradição remonta ao império romano, em que os candidatos políticos se distinguiam (e se faziam eleger) pela qualidade e sobretudo quantidade da sua clientela, que orbitava à volta da sua carreira e respectivo sucesso.
Nos grandes centros esta evidência até pode ser disfarçada.
Qualquer olhar, minimamente diligente, atento e perspicaz, a pequenos e médios municípios como a Figueira, verifica com facilidade a percentagem da respectiva população a soldo da câmara.
Repercutindo as "cabeças dos funcionários" em famílias, facilmente se constata como se perpetuam no poder certos e determinados autarcas.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Portanto: o que interessa à CIP é a maioria absoluta do PS...
“Se o governo estivesse mais liberto do peso da esquerda o país ganharia.” – António Saraiva, presidente da CIP
Leslie. 38 milhões de euros em prejuízos na Figueira da Foz
A tempestade Leslie deixou um rasto de destruição na região centro do país, com muitos milhões de euros de prejuízos.
A Figueira da Foz é o concelho com mais danos.
A reportagem de Carolina Ferreira pode ser ouvida, clicando aqui.
A Figueira da Foz é o concelho com mais danos.
A reportagem de Carolina Ferreira pode ser ouvida, clicando aqui.
Alguém sabe o que se passa?
Disseram-me, veio nos jornais e tudo, que a partir de hoje, 12 de Novembro, iria estar patente no CAE - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz a exposição Alerta Costeiro, um trabalho do fotojornalista Pedro Agostinho Cruz...
Disseram-me, veio nos jornais e tudo, que a mostra surgiu a partir de um convite da Câmara da Figueira da Foz e está inserida no seminário nacional sobre a adaptação local às alterações climáticas, no dia 16, com a participação do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.
Disseram-me, veio nos jornais e tudo.
Como algumas dezenas, também fui ao CAE e do Alerta Costeiro nem sinais de fumo vi...
Aquilo que eu sei é que as fotos estão ao dispor dos serviços competentes da Câmara Municipal desde 25 de outubro do corrente ano.
Disseram-me, veio nos jornais e tudo, que a mostra surgiu a partir de um convite da Câmara da Figueira da Foz e está inserida no seminário nacional sobre a adaptação local às alterações climáticas, no dia 16, com a participação do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.
Disseram-me, veio nos jornais e tudo.
Como algumas dezenas, também fui ao CAE e do Alerta Costeiro nem sinais de fumo vi...
Aquilo que eu sei é que as fotos estão ao dispor dos serviços competentes da Câmara Municipal desde 25 de outubro do corrente ano.
Aliás, também é do meu conhecimento que as fotografias da exposição já foram impressas a semana passada.
No que diz respeito à montagem da exposição não consegui apurar nada de concreto.
Apenas tomei conhecimento pelo fotojornalista Pedro Agostinho Cruz, que também não consegue encontrar explicações para o atraso, que foi contactado, cerca do meio dia e meia hora de hoje, por parte dos serviços camarários, a solicitar-lhe colaboração na montagem da mostra fotográfica para amanhã de manhã, ao que ele anuiu de pronto.
Esta, digamos assim para sermos brandos, a incúria e falta de respeito pelas pessoas que tudo isto revela, é uma pequena amostra do estado a que as coisas infelizmente chegaram na Figueira...
Que se passa com a bem oleada e competente "máquina de agitação e propaganda" municipal?..
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| Daqui |
Disseram-me, veio nos jornais e tudo, que a mostra surge a partir de um convite da Câmara da Figueira da Foz e está inserida no seminário nacional sobre a adaptação local às alterações climáticas, no dia 16, com a participação do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.
Gostava era de saber a partir de que horas e em que sala do CAE se pode visitar a exposição.
Até ao momento, nos locais institucionais do Município na internet não consigo obter essa informação...
Existe muita tristreza nisto tudo... E dói-me particularmente.
Se recorresse à linguagem dele, diria que é chato.
Mas, obviamente, não recorro. E digo que é triste.
Muito triste."
Pedro Correia
domingo, 11 de novembro de 2018
De como o excelente António Salgueiro, presidente da junta de freguesia de S. Pedro quase deixa Outra Margem sem fala (quase...)
«Obras no 5.º molhe estarão concluídas até dia 31 de Dezembro»...
António Salgueiro, presidente da Junta de Freguesia de São Pedro, em declarações ao Foz ao Minuto.
Familiares de Menezes receberam quase dois milhões em offshore quando este era autarca
Que cheirinho a Brasil!..
"Ministério Público considera que dinheiro terá sido “vantagem indevida” dada ao então presidente da Câmara de Gaia, mas acaba por arquivar processo por falta de provas."
Via jornal Público
"Ministério Público considera que dinheiro terá sido “vantagem indevida” dada ao então presidente da Câmara de Gaia, mas acaba por arquivar processo por falta de provas."
Via jornal Público
Ainda a " visita do Secretário de Estado das Florestas" à Serra da Boa Viagem
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| foto sacada daqui |
Amanhã, segunda-feira, "a Câmara Municipal e o ICNF preparam-se para mais uma acção de mera Propaganda Política, não se percebendo para quê tanto aparato, quando o que vão anunciar é apenas o que é da sua competência - fazer a limpeza que se impõe!"
Para o PSD, "é tempo de dar respostas directas e concretas às seguintes questões:
1 - Para quando o Plano de Ordenamento Florestal da Serra da Boa Viagem e das Matas Nacionais?
2 - Para quando o início da intervenção de fundo na Serra da Boa Viagem? (Delimitação da área do ICNF, limpeza de espécies invasoras, novas plantações e respetivo ordenamento). É que, desde os incêndios de 1993 e de 2005, nada foi feito...
3 - Para quando a intervenção nas Matas Nacionais, na Leirosa, na Costa de Lavos e em S. Pedro?
4 - Para quando a Pavimentação da Estrada Florestal 1 (Quiaios - Praia da Tocha) e da Estrada das Lagoas?
5 - Para quando uma calendarização da reflorestação da Mata Nacional de Quiaios e zona envolvente da Lagoa da Vela, fustigada pelos incêndios de 2017? que já passou um ano!
6 - Para quando a resposta à pergunta de somente se anunciar a plantação de 32 mil pinheiros na Zona Oeste da Lagoa da Vela? E quando será essa plantação? Ou será que esse anúncio do ICNF e da Câmara Municipal, serve somente para camuflar a trapalhada da encenação dos pinheiros marítimos oriundos de França?"
A terminar este comunicado, o PSD recorda "que o Partido socialista Governa o concelho da Figueira há 9 anos, durante os quais só temos assistido a... promessas!"
Os ditadores com votos mas sem lei
"Os novos ditadores nascem dentro da democracia e têm votos. Muitos votos. Cumprem uma das condições democráticas essenciais: são eleitos e mandatários da soberania popular expressa pelo voto. Mas não são democráticos, porque lhes falta o segundo requisito fundamental da democracia: o primado da lei. E, dentro do primado da lei, o respeito pelos procedimentos democráticos, pelos direitos humanos, pelas garantias, pelas liberdades, pela liberdade."
Em tempo.
Todo o ditador não suporta a diferença.
Alerta Costeiro no CAE
Exposição de Pedro Agostinho Cruz sobre a Erosão Costeira…
A exposição Alerta Costeiro vai estar disponível a partir do dia 12 deste mês e está integrada no Seminário Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas.
"Alerta Costeiro será sempre o meu coração na boca! O grito de ver a minha terra desaparecer e a tentativa de fazer algo pela mesma. É um trabalho perturbador de consciências. Espero que assim continue”, diz Pedro Agostinho Cruz, autor da fotografias que estarão em exposição dentro de alguns dias no CAE - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Depois de ser “exposição cancelada”, de ser jornal, ser missão reflorestação, ser objecto de estudo para os alunos da Universidade de Coimbra e Minho, ser discussão de política local, ser destaque a nível nacional e internacional, de andar pelas principais feiras de fotografia de Portugal e de estar no Museu Nacional da Imprensa, chegou a hora de Pedro Agostinho Cru expor o seu trabalho no CAE, a convite de Ana Carvalho, vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Alerta Costeiro visa ser um trabalho informativo, de foto documental que retrata a realidade costeira na freguesia de São Pedro de uma forma crua e sem rodeios (agora) entre 2014 e 2018.
Alerta Costeiro, convém ainda frisar, é obviamente um “work in progress”.
A não perder, a partir do dia 12, no CAE da Figueira.
A exposição Alerta Costeiro vai estar disponível a partir do dia 12 deste mês e está integrada no Seminário Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas.
"Alerta Costeiro será sempre o meu coração na boca! O grito de ver a minha terra desaparecer e a tentativa de fazer algo pela mesma. É um trabalho perturbador de consciências. Espero que assim continue”, diz Pedro Agostinho Cruz, autor da fotografias que estarão em exposição dentro de alguns dias no CAE - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
Depois de ser “exposição cancelada”, de ser jornal, ser missão reflorestação, ser objecto de estudo para os alunos da Universidade de Coimbra e Minho, ser discussão de política local, ser destaque a nível nacional e internacional, de andar pelas principais feiras de fotografia de Portugal e de estar no Museu Nacional da Imprensa, chegou a hora de Pedro Agostinho Cru expor o seu trabalho no CAE, a convite de Ana Carvalho, vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Alerta Costeiro visa ser um trabalho informativo, de foto documental que retrata a realidade costeira na freguesia de São Pedro de uma forma crua e sem rodeios (agora) entre 2014 e 2018.
Alerta Costeiro, convém ainda frisar, é obviamente um “work in progress”.
A não perder, a partir do dia 12, no CAE da Figueira.
sábado, 10 de novembro de 2018
Cultura enriquece...
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| Imagem sacada daqui |
Escreve a dado passo João Vaz: "Destaco neste espaço as “5ªs de leitura” enquanto manifestação de uma forma muito particular de promover cultura. Isto porque as “5ªs de leitura” aproximam as pessoas dos livros e dos seus autores, num convívio saudável e produtivo. Note-se que esta iniciativa começou há nove anos, dinamizada pelo ex-vereador da cultura António Tavares e abraçada pelos dirigentes e funcionários da câmara.
Apesar da saída do mentor das “5ªs de leitura”, a iniciativa continua, tendo sido até apropriada pela sociedade civil. Um bom político deve orgulhar-se exactamente deste tipo de coisas, criar iniciativas e “obra” que perduram para além do mandato político e se projecta no futuro."
Falta um pormenor: explicar ao contribuinte quanto tem custado ao erário público as 5ªs. da leitura.
E a assistência que teve no decorrer de todos estes anos...
Não é por nada de especial.
É, simplesmente, porque sempre gostei de políticos que apoiam os seus artistas!
É uma atitude que só enobrece quem está à frente dessas instituições políticas, que contra tudo e todos, incentiva os valores em que acredita, independentemente de benefícios pessoais!
A felicidade nada mais é que a serenidade de espírito....
Arlindo Marques, o guarda-prisional que ganhou o Prémio Nacional do Ambiente.
Constatações de um malandro com bom coração...
Ao que parece, é imperativo que nos portemos bem e mostremos que somos de novo bons figueirenses.
Bem vindos, pois, à cidade onde em cada dia há uma novidade mais espantosa e espampanante que a do dia anterior...
Por vezes, há dias em que as novidades são em catadupa...
Vale-nos que não há consequências...
O povo é cordato, sereno, cordial e manso...
Só nesta semana ficaram resolvidos "os problemas do Edifício O Trabalho e o da concessão do estacionamento"...
É obra...
Estamos numa cidade catita. E, isso, é que é importante de poder ser constatado.
Um abraço para todos e todas.
Renovo o desejo de continuação de bom sábado.
Propaganda sempre houve...
Mas, confesso que, por vezes, tenho saudades do tempo em que ninguém tinha maneira de saber de mim.
Bom sábado.
Bom sábado.
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
"Sem dar por ela, sem dar por ela", Emília Cerqueira foi a mão que assinou presenças de José Silvano...
"Tê-lo-ei feito inadvertidamente mas não o fiz conscientemente"...
Também já era tempo de ficarmos a saber que existia uma deputada chamada Emília Cerqueira!..
Não há mais nada para fazer do que andarem a preocupar-se como um bando de virgens ofendidas, num espaço onde não há virgens?..
Também já era tempo de ficarmos a saber que existia uma deputada chamada Emília Cerqueira!..
Não há mais nada para fazer do que andarem a preocupar-se como um bando de virgens ofendidas, num espaço onde não há virgens?..
A Figueira já foi uma Câmara em que todos os vereadores contavam...
A legislação que regulou a organização das Autarquias Locais, após o 25 de Abril de 1974, previu uma distribuição de responsabilidades e competências entre os diversos órgãos municipais muito diferente do estabelecido para a governação nacional.
Lembro-me bem do tempo em que, na Figueira, talvez por os autarcas desse tempo entendessem que as autarquias locais, mais directamente ligadas às populações e aos seus desejos, ganhariam vantagem em respeitar diferentes perspectivas, os órgãos executivos municipais incluírem representantes dos diversos partidos.
Em 1981, era presidente da Câmara da Figueira da Foz o dr. Joaquim de Sousa, CDS e APU, que então elegiam vereadores, tinham pelouros atribuídos.
A Dona Marta Carvalho, vereadora CDS, mas eleita numa lista AD (PPD + CDS e PPM) geria os Mercados e Higiene e Limpeza.
Por sua vez, o já falecido Rui Alves, eleito pela APU, tinha os Pelouros da Habitação, Cemitérios, Assuntos Sociais e Cultura.
Outros tempos e outro modelo de organização, que implicava diversas consequências: na altura, ao contrário do que pensa esta vereação de João Ataíde, todos os vereadores eleitos tinham igual legitimidade política, logo também responsabilidades perante o povo que os elegeu.
Num Executivo Municipal não há, não pode haver, vereadores da situação e vereadores da oposição.
O lugar da afirmação e debate política partidário deveria ser a Assembleia Municipal, órgão fiscalizador.
Há matérias cujo interesse municipal ultrapassa as diferenças político-partidárias e para os quais o simples bom senso aconselha que se peça a colaboração efectiva de todos os vereadores.
Ainda há pouco tempo, Miguel Babo e Carlos Tenreiro, no decorrer de uma reunião de câmara, mostraram disponibilidade para gerir o pelouro do Ambiente, mas a sua pretensão não teve sucesso junto de João Ataíde e da sua equipa de vereadores...
Lembro-me bem do tempo em que, na Figueira, talvez por os autarcas desse tempo entendessem que as autarquias locais, mais directamente ligadas às populações e aos seus desejos, ganhariam vantagem em respeitar diferentes perspectivas, os órgãos executivos municipais incluírem representantes dos diversos partidos.
Em 1981, era presidente da Câmara da Figueira da Foz o dr. Joaquim de Sousa, CDS e APU, que então elegiam vereadores, tinham pelouros atribuídos.
A Dona Marta Carvalho, vereadora CDS, mas eleita numa lista AD (PPD + CDS e PPM) geria os Mercados e Higiene e Limpeza.
Por sua vez, o já falecido Rui Alves, eleito pela APU, tinha os Pelouros da Habitação, Cemitérios, Assuntos Sociais e Cultura.
Outros tempos e outro modelo de organização, que implicava diversas consequências: na altura, ao contrário do que pensa esta vereação de João Ataíde, todos os vereadores eleitos tinham igual legitimidade política, logo também responsabilidades perante o povo que os elegeu.
Num Executivo Municipal não há, não pode haver, vereadores da situação e vereadores da oposição.
O lugar da afirmação e debate política partidário deveria ser a Assembleia Municipal, órgão fiscalizador.
Há matérias cujo interesse municipal ultrapassa as diferenças político-partidárias e para os quais o simples bom senso aconselha que se peça a colaboração efectiva de todos os vereadores.
Ainda há pouco tempo, Miguel Babo e Carlos Tenreiro, no decorrer de uma reunião de câmara, mostraram disponibilidade para gerir o pelouro do Ambiente, mas a sua pretensão não teve sucesso junto de João Ataíde e da sua equipa de vereadores...
Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas, esteve ontem na Figueira da Foz
Visitou a zona da Serra da Boa Viagem mais atingida pela passagem da tempestade “Leslie”.
Este membro do Governo central, reuniu-se com o presidente da câmara, João Ataíde, presidente da Câmara Municipal da Figuiera da Foz e seu anfitrião na visita.
Esta deslocação deste representante do governo central foi mantida em segredo e decorreu longe dos jornalistas.
No final da tarde, o gabinete da presidência da câmara enviou uma nota de imprensa sobre a deslocação do governante, que se fez acompanhar pelo anfitrião João Ataíde, pelo presidente Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Rogério Rodrigues, e elementos da autarquia.
Desta reunião de trabalho, segundo o que se pode ler na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS, "resultou o anúncio de que o Plano de Intervenção Conjunta para a Serra da Boa Viagem será apresentado na próxima segunda-feira, pelas 12H00, no salão nobre dos paços do concelho. O plano de acção envolve o ICNF e a Câmara da Figueira da Foz.
«A intervenção na Serra da Boa Viagem será coordenada e executada pelo ICNF, com a colaboração das equipas de Sapadores Florestais da Câmara Municipal da Figueira da Foz, de forma faseada, para que a circulação possa ser progressivamente restabelecida. Ao longo do período de trabalhos, será apresentado um relatório mensal de execução», adianta a nota do gabinete de João Ataíde.
Os pinheiros oferecidos pela Câmara de Nogentsur-Marne, oferta resultante de uma campanha de recolha de fundos liderada por uma associação de emigrantes portugueses residentes naquele município francês, por seu lado, «serão plantados em diversas zonas do concelho da Figueira da Foz, fora da Rede Natura 2000».
Este membro do Governo central, reuniu-se com o presidente da câmara, João Ataíde, presidente da Câmara Municipal da Figuiera da Foz e seu anfitrião na visita.
Esta deslocação deste representante do governo central foi mantida em segredo e decorreu longe dos jornalistas.
No final da tarde, o gabinete da presidência da câmara enviou uma nota de imprensa sobre a deslocação do governante, que se fez acompanhar pelo anfitrião João Ataíde, pelo presidente Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Rogério Rodrigues, e elementos da autarquia.
Desta reunião de trabalho, segundo o que se pode ler na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS, "resultou o anúncio de que o Plano de Intervenção Conjunta para a Serra da Boa Viagem será apresentado na próxima segunda-feira, pelas 12H00, no salão nobre dos paços do concelho. O plano de acção envolve o ICNF e a Câmara da Figueira da Foz.
«A intervenção na Serra da Boa Viagem será coordenada e executada pelo ICNF, com a colaboração das equipas de Sapadores Florestais da Câmara Municipal da Figueira da Foz, de forma faseada, para que a circulação possa ser progressivamente restabelecida. Ao longo do período de trabalhos, será apresentado um relatório mensal de execução», adianta a nota do gabinete de João Ataíde.
Os pinheiros oferecidos pela Câmara de Nogentsur-Marne, oferta resultante de uma campanha de recolha de fundos liderada por uma associação de emigrantes portugueses residentes naquele município francês, por seu lado, «serão plantados em diversas zonas do concelho da Figueira da Foz, fora da Rede Natura 2000».
Tripulantes de barco à deriva salvos por 3 futebolistas do Cova-Gala e bodyboarder
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| Via Pedro Agostinho Cruz. Para ver melhor, clicar na imagem. |
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Rui Rio
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| Via Carlos Tenreiro - Mudar Porque a Figueira Merece |
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