Ana Gomes:
- "Ninguém, chame-se Salgado ou Espírito Santo, pode ser demasiado santo para não ir preso"
sábado, 21 de junho de 2014
S. Pedro da Cova e Gala
Este ano, ao que parece, o S. Pedro da Cova-Gala está a incomodar a Figueira....
Nem sempre foi assim, porém.
A foto acima diz respeito à Festa em Honra de São Pedro, Padroeiro das Povoações da Cova e Gala - Anos 60.
Silêncios e cartas
Há, sempre houve, silêncios diferentes na Figueira.
Dois
grupos são facilmente identificáveis: os que calam por conveniência;
e os que calam por desinteresse.
No primeiro grupo, e para não sair da Figueira, temos os que não percebem “nada de ciclismo”...
No primeiro grupo, e para não sair da Figueira, temos os que não percebem “nada de ciclismo”...
Precisam
tanto do silêncio!..
E,
depois, temos os outros, os que escreveram a tempo.
E
não precisam de se repetir.
Na Figueira, quem precisa - e são tantos, tantos... - cala-se.
De preferência, fazendo muito ruído para entreter e continuar.
Na Figueira, quem precisa - e são tantos, tantos... - cala-se.
De preferência, fazendo muito ruído para entreter e continuar.
Quem
não precisa, por ter a espinha direita - e tão tão poucos - cala...
Por saber que na Figueira ter razão antes do tempo, ainda que complicado, é o menos: não se pode é querer saber da razão.
Por saber que na Figueira ter razão antes do tempo, ainda que complicado, é o menos: não se pode é querer saber da razão.
Isso, é insuportável para os que julgam dispor sempre da razão no tempo certo
- o deles.
Mas,
como atrás do tempo, tempo vem, sofra quem pesares tem...
Passo, com
a devida vénia, a citar uma carta que li no jornal AS BEIRAS!..
É um texto para ler na íntegra...
"Exmª.
Senhora Vereadora
Permita-me
que lhe enderece esta missiva e a torne pública nesta coluna para
lhe dirigir público louvor e aplauso pela nova regulamentação de
esplanadas e
quiosques.
Se há cerca de 4 anos critiquei em “O Figueirense” os
seus antecessores pela apresentação dum mero regulamento de taxas
que não também das esplanadas, tinha hoje a estrita obrigação do
aplauso à nova regulamentação.
Se
há cerca de 4 anos defendi uma tipologia e cor próprias para a zona
marginal e ribeirinha (que atente aos ventos) outra para o Bairro
Novo (que o diferencie) e talvez outra para a cidade então hoje só
tenho que louvar a coincidente
proposta de Vª. Exª.
Quanto às taxas não me pronuncio acreditando
na capacidade, habilidade e bom senso de Vª. Exª. para gerar os necessários
entendimentos com os interessados.
Há
cerca de 4 anos não fui entendido, nem atendido no meu alerta,
paciência.
Em boa hora avança hoje Vª. Exª. na direção então
proposta porque é sempre hora
boa para corrigir e acertar o rumo.
Afinal
nem Vª. Exª., nem eu gostamos de ver as esplanadas da Praia da Claridade
dominadas pelo discutível gosto das cervejeiras e cafezeiras.
Esta
carta porque minha não ajudará ao currículo político de Vª.
Exª., mas que ajude
a fixar o seu (bom) desempenho.
Subscrevo-me
com elevada consideração e peço-lhe aceite a reafirmação do
público louvor deste (agora já) seu admirador.
Joaquim
Gil, advogado"
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Um retrato do país...
«Mota Pinto será chairman e Ricardo Salgado ficará à frente do Conselho Estratégico do BES»
Apoios concedidos a todos os clubes/coletividades com modalidades desportivas desde o ano de 1997
Num deles, "a coligação Somos Figueira pediu uma listagem de todos os apoios concedidos a todos os clubes/coletividades com modalidades desportivas desde o ano de 1997."
No concelho do nacional porreirismo..., vamos ver o que isto vai dar...
No país das novas oportunidades...
A legalização do jogo na internet dará 60 milhões por ano ao Estado e o negócio será aberto a empresas com capital de 250 mil euros e que criem um domínio pt. Este assunto está em destaque na edição de hoje do DN.
Não, claro que não, que não foi um recuo... Foi uma fuga prá frente - do ridículo.
Depois
das certezas da cabecinha pensadora que dá pelo nome de Poiares
Maduro ("Quem já recebeu subsídio de férias com cortes não receberá mais nada", disse ele), tudo parece, finalmente, aclarado
(Governo recua em 24 horas e decide pagar subsídio de férias sem cortes)...
Mas, como segundo Luís Menezes Leitão, "o Governo não dá ponto sem nó, mais uma vez quer excluir alguns trabalhadores da reposição dos cortes, agora os trabalhadores das empresas públicas, com o argumento de que estão sujeitos à legislação laboral comum e às convenções colectivas. É o que se chama ser preso por ter cão e por não ter cão. O facto de estes trabalhadores estarem sujeitos ao regime laboral comum e às convenções colectivas não os impediu de serem sujeitos aos cortes salariais dos funcionários públicos, mas afinal impede-os de receber a reposição dos referidos cortes, quando a mesma é decretada para os funcionários públicos. Se os disparates jurídicos deste governo pagassem imposto, Portugal há muito que tinha o seu problema do défice resolvido."
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Se eu fosse presidente da Câmara da Figueira da Foz...
... mandava hastear na Torre do Relógio a bandeira Nacional, a bandeira do município da Figueira da Foz, a bandeira da freguesia de Buarcos e (já agora) a bandeira do Sporting...
Isto sim, é debate político concelhio a sério!
O resto é puro folclore...
O circo segue dentro de momentos.
A selecção de futebol está muito bem e representa muito bem o país que somos...
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| imagem daqui |
"...esquecemos tudo. Até a miséria esfarrapada do nosso esfarrapado viver. Protestamos sem ira nem cólera. Protestamos com estribilhos e dizeres em cartazes, e vamos à vida que se faz tarde.
Somos o Mundial! Gritam as televisões, todas as televisões, durante todo o dia, e enviados especiais embevecidos, comentadores severos, especialistas engravatados e graves ensinam-nos as razões por que perdemos. Lá vamos, cantando e rindo. Dizia o O"Neill: "Às duas por três nascemos/ às duas por três morremos/ e a vida?, não a vivemos." O O"Neill é como o Pessoa: serve para explicar o aparentemente inexplicável. Lemos os jornais, os que lêem, claro!, e o fastio é tanto que só sabemos de futebol: decoramos os nomes, os lances e as jogadas, nada de mais nada. Somos assustadoramente ignorantes, iletrados contundentes, fecham-se escolas, reduz-se o dinheiro para o ensino, os miúdos vão para as aulas em jejum, e temos, temos é como quem diz..., três jornais diários consagrados ao futebol, fora o que escorre, uma multidão de programas de, sobre e com futebol e adjacências; o mesquinho na mesquinhez elevado ao quadrado."
"Um homem é um génio ao ser ele próprio"
Pelos vistos, os blogues na Figueira continuam a ser uma vergonha...
Diga-se em abono da verdade, que nem todos, porém....
Suspeita-se, contudo, que os mais vergonhosos possam também ser os mais lidos por quem sente a vergonha na pele.
E quais serão os blogues vergonhosos?
Obviamente, aqueles que incomodam os sem-vergonha!..
A Figueira, em 2014, é a mesma cidade que era há 14 anos atrás, no ano 2000, início do século XXI!..
Quando se diz “a mesma cidade”, quer dizer-se a cidade com o mesmo grau de evolução cívica e democrática, o mesmo desenvolvimento económico e a mesma perspectiva geral quanto ao futuro.
Diga-se em abono da verdade, que nem todos, porém....
Suspeita-se, contudo, que os mais vergonhosos possam também ser os mais lidos por quem sente a vergonha na pele.
E quais serão os blogues vergonhosos?
Obviamente, aqueles que incomodam os sem-vergonha!..
A Figueira, em 2014, é a mesma cidade que era há 14 anos atrás, no ano 2000, início do século XXI!..
Quando se diz “a mesma cidade”, quer dizer-se a cidade com o mesmo grau de evolução cívica e democrática, o mesmo desenvolvimento económico e a mesma perspectiva geral quanto ao futuro.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
No concelho do nacional porreirismo...
Mais palavras para quê?..
Na Figueira, o que interessa é o Carnaval e o S. João. Uma rapaziada fixe que se junte para desfilar no Carnaval ou nas marchas de S. João em quanto é que é subsidiada?
2 250, 3 000 euros?
E uma colectividade que trabalha todos os dias em prol da formação social, cultural e desportiva da juventude em quanto é subsidiada?
930 euros e 60 cêntimos, repartidos por 4 tranches no valor de 232,65!..
Temos enormes despesas correntes – gasóleo, luz, água, manutenção das instalações, inscrições dos atletas, despesas com a organização dos jogos, etc., etc., etc, etc., etc., e temos o apoio autárquico que viram acima!..
Como é compreensível, mais do que tristes e desolados, sentimo-nos injustiçados.
Que critérios são estes?
Os do nacional porreirismo?..
Via GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA
Na Figueira, o que interessa é o Carnaval e o S. João. Uma rapaziada fixe que se junte para desfilar no Carnaval ou nas marchas de S. João em quanto é que é subsidiada?
2 250, 3 000 euros?
E uma colectividade que trabalha todos os dias em prol da formação social, cultural e desportiva da juventude em quanto é subsidiada?
930 euros e 60 cêntimos, repartidos por 4 tranches no valor de 232,65!..
Temos enormes despesas correntes – gasóleo, luz, água, manutenção das instalações, inscrições dos atletas, despesas com a organização dos jogos, etc., etc., etc, etc., etc., e temos o apoio autárquico que viram acima!..
Como é compreensível, mais do que tristes e desolados, sentimo-nos injustiçados.
Que critérios são estes?
Os do nacional porreirismo?..
Via GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA
A Bernardino Machado...
Ontem,
o eng. Daniel Santos, entregou uma carta aberta ao presidente da
câmara, vereadores e comunicação social, no decorrer da reunião
da autarquia figueirense.
Fê-lo
na qualidade de cidadão figueirense e ex-aluno da Escola Bernardino
Machado.
Manifesta
solidariedade com a “indignação” do presidente do agrupamento
de Escolas Figueira Mar, Pedro Mota Curto, na sequência das
declarações proferidas pelo director da Escola Secundária Joaquim
de Carvalho, Carlos Santos, numa entrevista dada ao jornal AS
BEIRAS.
Recorde-se,
que nessa entrevista Carlos Santos considerou a sua escola e a
congénere Cristina Torres melhor posicionadas para receber alunos.
“Sei
que não compete à câmara resolver este problema, mas compete-lhe
resolver os problemas dos figueirenses. Estamos a falar da mais
antiga escola da Figueira da Foz”, disse Daniel Santos.
“Registo
com agrado a evolução que a escola teve nos últimos anos”,
ripostou o presidente
da
câmara. “Aguardamos a evolução das opções políticas sobre o
ensino. Há um forte incentivo à formação permanente e em retomar
um pouco o velho ensino da Bernardino Machado”, disse ainda João
Ataíde.
Por
sua vez, o vereador da educação António Tavares afirmou: “neste
momento, em termos de valorização da própria escola, estamos a
tratar todo o processo burocrático no sentido de aprovar novos
cursos de Especialização Tecnológica”. “Já fizemos visitas à
escola com o conselho
directivo do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra e estão a
ser feitos contactos com empresas”.
O
vereador da coligação Somos Figueira, Miguel Almeida, foi mais conclusivo: “não se olhou para Bernardino Machado como se devia
ter olhado”. “Durante anos tem sido o patinho feio do concelho”.
E a prosseguir salientou: “não se percebe como a Bernardino
Machado está nas condições que está e a Joaquim de Carvalho tenha
conseguido fazer o que se fez (referia-se às instalações)”.
Miguel
Almeida concluiu com um apelo à câmara para uma “acção forte
para ajudar a escola a aprovar os cursos que são necessários”.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Esta, ia passar incógnita...
Hoje
na Figueira, à falta de melhor, o assunto do dia foi o Verão Total.
Lamentavelmente,
passou despercebida a crónica que era o texto
adaptado pelo intelectual de renome nacional e vereador PS,
António Tavares, “Dez anos
de Cinema em Festival”, de Lauro António, publicada no jornal AS
BEIRAS.
O
texto, confesso, interessou-me pouco ou nada.
Interessa-me,
isso sim, é que um intelectual, seja ele de direita ou de esquerda,
pense.
Quem
se limita a publicar um texto articulado e assente num monte de
chavões e frases já feitas, articulação essa efectuada de modo
incompetente, duvido que seja um intelectual...
E
por falar em pensar...
Eu
penso que o que falta a muita boa gente é vergar a mola.
Talvez,
depois, passassem a pensar e a agir melhor.
Desperdício...
VerãoTotal -
ainda estamos mais ou menos a meio, mas já deu para perceber que foi um
programa que poderia ser interessante e que
se perdeu nas habituais compulsivas
obsessões...
Triste!
Não
bastou à Figueira ter tido Santana, o político português com mais experts de comunicação e propaganda ao
seu serviço?..Tudo à pala do contribuinte...
Com vento é que se iça a vela… (II)
Em tempo…
Medalhas e diplomas do 24 de junho e a homenagem que falta fazer ao Capitão João Pereira Mano
De harmonia com uma notícia do jornal AS Beiras, a Câmara
Municipal da Figueira
da Foz vai distinguir,
no Dia da Cidade, os casos de sucesso
empresarial (PME
Excelência e PME Líder) no ano 2013, atribuindo um total de
57 diplomas de
reconhecimento. A autarquia irá atribuir, ainda, medalhas a personalidades e
aos funcionários
municipais aposentados.
Desta forma, Luís Pinto, Heitor Chichorro e Conceição Ruivo
receberão a medalha de mérito cultural.
A
cerimónia de entrega das distinções honoríficas realiza-se, pelas
11H30, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
A título póstumo, serão também distinguidos com a medalha de mérito cultural Alfredo Paredes e João Pereira Mano.
A título póstumo, serão também distinguidos com a medalha de mérito cultural Alfredo Paredes e João Pereira Mano.
João Pereira Mano, nasceu na Gala, então freguesia de Lavos,
concelho da Figueira da Foz, em 2 de Setembro de 1914.
Faleceu
em Lisboa. Os
restos mortais do Capitão João Pereira Mano, repousam desde a tarde
do dia 10 de agosto de 2012, uma sexta feira, no cemitério de Lavos.
Os
velhos morrem. Os novos (ainda) não sabem de nada.
Essa
ignorância é sabiamente organizada, e semeada, nas entidades
oficiais para isso próprias: "as escolas", as
"instituições de cultura" e "a comunidade
científica".
Os
livros do Capitão João Pereira Mano (1914-2012) — "Terras do
Mar Salgado: São Julião da Figueira da Foz - São Pedro da
Cova-Gala - Buarcos - Costa de Lavos e Leirosa..." (1997) e
"Lavos: Nove Séculos de História" (2000) — são as
melhores obras que, desde sempre, foram escritas e publicadas sobre a
História Marítima e Local da Figueira da Foz (Portugal).
Por
isso, a mais digna, a mais útil e mais adequada de todas as
Homenagens que poderiam ser prestadas a este autor falecido em 07.08.2012 — um autor que nos dias da sua vida foi não
somente o maior e o mais prestigiado de todos os capitães da Marinha
Mercante da Figueira da Foz (condecorado em 1973 com a Medalha Naval
de Vasco da Gama da Marinha Portuguesa) mas também o maior e o mais
importante de todos os especialistas da História Marítima
Figueirense (sem que, para isso, tenha precisado de ter sido
licenciado ou doutorado em qualquer espécie de universidade) — é
a rápida reedição facsimilada dos seus livros, os quais, desde há
muitos anos, estão totalmente esgotados, e por isso há muito
deixaram de ser acessíveis ao grande público.
Essa
reedição será agora muito fácil e muito barata, pois, pela parte do
editor, sem fins lucrativos, CEMAR-Centro de Estudos do Mar, tal como
sempre, não pretende receber nem
um só cêntimo de dinheiro público.
Pela
parte da impressora original, a Tipografia Cruz & Cardoso, casa
de tão grandes tradições na História Cultural da cidade da
Figueira da Foz, tanto quanto sabemos, existem ainda hoje em dia lá
conservados os materiais originais da impressão, e portanto poderá
ser feita uma reimpressão a qualquer momento, com toda a facilidade,
para
que, assim, possam voltar aos olhos do público os melhores, os mais
importantes e rigorosos, os mais bem fundamentados e documentados, e
os mais bem escritos, de todos os textos alguma vez publicados sobre
a História Marítima e Local da Figueira da Foz e das regiões
vizinhas do sul da Foz do Mondego.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
keep calm!!!!!
![]() |
| Alemanha 4-0 Portugal |
Uma
boa estratégia futebolística não pode mostrar os trunfos todos logo no
primeiro jogo.
A
procissão ainda vai no adro.
Alta tensão política na minha Aldeia...
António
Salgueiro, dá hoje uma entrevista
ao jornalista Jot´Alves de AS BEIRAS, onde faz gravíssimas acusações
ao actual presidente da junta de freguesia de S. Pedro.
Fica a entrevista na íntegra...
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Oposição acusa Junta de S. Pedro de cometer ilegalidades
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Oposição acusa Junta de S. Pedro de cometer ilegalidades
António
Salgueiro, da Lista Independente de S. Pedro, principal força da
oposição na freguesia governada pelo socialista António
Samuel desde setembro de 2013, afirma que a junta cometeu
ilegalidades.
O
secretário do anterior executivo denuncia que foi concessionado um
espaço sem concurso público e reduzidas as rendas a outros
concessionários sem o aval da assembleia de freguesia.
Este
elemento da oposição afirma, por outro lado, que o executivo em
funções contratou a filha do presidente, também sem concurso
público.
“Desde
o início, tem havido um processo pouco transparente. Temos pedido
documentação, para tentar esclarecer a situação da entrada de uma
funcionária para os quadros da junta, que nós consideramos que
entrou ilegalmente”, acusa António Salgueiro, em declarações ao
DIÁRIO AS BEIRAS.
Por
outro lado, afiança, “não está previsto o lugar que esta
funcionária está ocupar, com a agravante de ser filha do
presidente, o
que, eticamente, é pouco aconselhável”. Esta contratação data
de janeiro deste ano.
Em
declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, António Samuel explica que a
filha fazia trabalho voluntário no Mercado Municipal de S. Pedro e
na escola local.
“Houve
necessidade de substituir uma pessoa doente na escola e ela assumiu o
lugar. Entretanto, uma colaboradora do mercado demitiu-se e o
secretário e o tesoureiro da junta acharam que ela estava a fazer um
excelente trabalho e que era a pessoa indicada para ocupar o lugar”,
conta António Samuel, garantindo que não participou na reunião em
que foi tomada esta
decisão.
“Ganhou
a melhor proposta”
“Não
vejo nenhuma incompatibilidade. Se ela é boa funcionária, não tem
de ser penalizada por ser filha do presidente”, defende António
Samuel. O autarca afiança que a contratação obteve o aval do
gabinete jurídico da Câmara Municipal da
Figueira da Foz.
Acerca
do lote concessionado, rejeita a acusação de António Salgueiro,
sustentando que “ganhou a melhor proposta para o aluguer do
terreno”.
Já
em relação à redução das rendas, “só durante o inverno, que
foi muito prejudicial para os concessionários”, admite que cometeu, involuntariamente, uma ilegalidade, que está a corrigir. “Falei
com os concessionários e eles compreenderam a situação e vão
pagar a diferença das rendas em causa”, adianta António Samuel.
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Em tempo.
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Em tempo.
Tudo indica que o verão de 2014 vai ser quente na Aldeia.
As
bases estão a ser preparadas.
E
para quem julgava que, por aqui, não se luta pelo poder, teve uma grande surpresa!
Por aqui, é como em todo o lado.
Até
aqui, mesmo cá dentro, nem tudo se dizia... E, para fora, nada se dizia...
Mas,
como nos outros lados, tudo
se fazia...
Afinal, é como em todo o lado: o poder conta sempre e quem não o tem, neste momento, quer voltar a tê-lo.
Perigosos,
por esta margem, só mesmo os ingénuos que julgam que podia ser
diferente.
Miguel Almeida pode lavar as mãos deste estendal de descrédito?..
"Apesar
de só podermos comparar o que é comparável, não deixa de ser
interessante verificar que nestas eleições europeias, PSD e CDS
tiveram o pior resultado de sempre na Figueira, isto é, pior do que
nas autárquicas. Ou seja, será que o resultado das autárquicas foi
fundamentalmente culpa do candidato à câmara e da sua equipa, ou do
desgaste dos partidos da coligação, como se verificou agora nas
europeias?"
domingo, 15 de junho de 2014
Carlos Silva, a evolução na continuidade da UGT: continuar a cumprir a função para que foi criada pelo PS e PSD...
![]() |
| imagem sacada daqui |
Em tempo.
Não nascemos todos ontem.
Por isso, nem todos precisamos de explicações sobre o que foi e é a CGTP.
Não nascemos todos ontem.
Por isso, sabemos o que foi e é a UGT...
Uma coisa fundada por Sá Carneiro e Mário Soares!
Salvo erro, a última...
sábado, 14 de junho de 2014
Porque é que o Américo Tomaz não o deixou falar em 1969?..
Assim de repente, é difícil não simpatizar com este membro do PS...
Todos nos lembramos do seu papel na crise académica de 1969 e pelo descaramento de interromper Américo Tomás e José Hermano Saraiva para pedir a palavra em nome dos estudantes de Coimbra.
Se o tivessem deixado falar, possivelmente teria ficado por aí...
Como isso não aconteceu, virou lenda...
E, à pala disso, andamos a aturá-lo há 40 anos...
Para dizer o quê?
Coisa destas!...
"O PS deve excluir o bloco central e coligar-se à esquerda se não tiver maioria"...
Todos nos lembramos do seu papel na crise académica de 1969 e pelo descaramento de interromper Américo Tomás e José Hermano Saraiva para pedir a palavra em nome dos estudantes de Coimbra.
Se o tivessem deixado falar, possivelmente teria ficado por aí...
Como isso não aconteceu, virou lenda...
E, à pala disso, andamos a aturá-lo há 40 anos...
Para dizer o quê?
Coisa destas!...
"O PS deve excluir o bloco central e coligar-se à esquerda se não tiver maioria"...
Qual esquerda?
Assim de repente, a esquerda que assinou o pacto orçamental?...
Assim de repente, a esquerda que votou favoravelmente o aumento dos lucros aos patrões a "Reforma do IRC"?...
Assim de repente, a esquerda que na assistência, e em directo para todo o país aplaude, os discursos do camarada conivente do Governo, Cavaco Silva?...
PROPAGANDA – um pretexto para falar “das fotografias no jornal!”
“Há dias, numa mesa próxima, discutia-se a momentosa questão política figueirense do número de fotografias de um edil local num periódico regional. Porque parece ser esta a momentosa questão política local, vou colocá-la a nível superior – quantas vezes deve um político local aparecer fotografado na imprensa local
e regional?
Os “grandes políticos locais” – como se por cá os houvera! – logo responderão pelo maior número de vezes.
Não sendo da área, nem tenho pretensão a sê-lo, arrisco porém dizer em primeiro lugar que não desvalorizo o peso da imagem na sociedade mediática de hoje para um aspirante político.
Em segundo lugar, arrisco defender a tese de que o político deve aparecer o número de vezes suficiente para ser visto (quem não aparece esquece!) e adequado a que dele se não fartem, se não cansem e afastem e adequado ainda a que os que o não conhecem tenham curiosidade de ler o nome e fixar o rosto.
Em terceiro lugar, arrisco ainda lembrar “aos grandes políticos locais” – como se por cá os houvera! – de que uma coisa é a visibilidade, a fotografia repetida nos periódicos, outra bem diferente e mais importante é a notoriedade, é o granjear do respeito e consideração.”
Joaquim Gil, advogado, hoje no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
Ao longo da minha existência, que já vai longa, cruzei-me com gente que me parece o exacto oposto da sua imagem pública: por exemplo, intelectuais analfabetos, queques grosseiras, devotos venais, esquerdistas e direitistas impiedosos, optimistas deprimidos, voluntaristas débeis e sisudos de opereta...
Mas tinham um jeito inato para uma coisa: a propaganda!..
Muitos, porém, verificaram com amargura, que a aposta era elevada e o risco enorme, numa Terra com um mar tão sabedor, mas com tantos jornalistas de opereta...
Até apetece citar o O´Neill ...
“País dos gigantones que passeiama importância e o papelão,
inaugurando esguichos no engonçodo gesto e do chavão.
E ainda há quem os ouça, quem os leia,
lhes agradeça a fontanária ideia"
Os “grandes políticos locais” – como se por cá os houvera! – logo responderão pelo maior número de vezes.
Não sendo da área, nem tenho pretensão a sê-lo, arrisco porém dizer em primeiro lugar que não desvalorizo o peso da imagem na sociedade mediática de hoje para um aspirante político.
Em segundo lugar, arrisco defender a tese de que o político deve aparecer o número de vezes suficiente para ser visto (quem não aparece esquece!) e adequado a que dele se não fartem, se não cansem e afastem e adequado ainda a que os que o não conhecem tenham curiosidade de ler o nome e fixar o rosto.
Em terceiro lugar, arrisco ainda lembrar “aos grandes políticos locais” – como se por cá os houvera! – de que uma coisa é a visibilidade, a fotografia repetida nos periódicos, outra bem diferente e mais importante é a notoriedade, é o granjear do respeito e consideração.”
Joaquim Gil, advogado, hoje no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
Ao longo da minha existência, que já vai longa, cruzei-me com gente que me parece o exacto oposto da sua imagem pública: por exemplo, intelectuais analfabetos, queques grosseiras, devotos venais, esquerdistas e direitistas impiedosos, optimistas deprimidos, voluntaristas débeis e sisudos de opereta...
Mas tinham um jeito inato para uma coisa: a propaganda!..
Muitos, porém, verificaram com amargura, que a aposta era elevada e o risco enorme, numa Terra com um mar tão sabedor, mas com tantos jornalistas de opereta...
Até apetece citar o O´Neill ...
“País dos gigantones que passeiama importância e o papelão,
inaugurando esguichos no engonçodo gesto e do chavão.
E ainda há quem os ouça, quem os leia,
lhes agradeça a fontanária ideia"
“Verão Total” da RTP1
O formato, que nos últimos anos tem sido a aposta da estação para os meses de verão, vai voltar á antena no próximo dia 17 de junho, terça-feira, em directo do Forte de Santa Catarina, na Figueira da Foz.
O programa será transmitido das 10h00 às 13hoo e das 15h00 às 18h00.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Abriu hoje a época balnear
Nesta
fase da minha vida, não me dou bem com banhos de água gelada em mar frio.
Não
é por causa das ondas. Aprendi
a nadar sozinho no rio e nas praias da Cova Gala.
Os despedimentos de ontem. E de amanhã.
"Todos temos empregos a defender, bocas para alimentar.
Mas quando é que a engrenagem nos levou a língua, o sobressalto, a indignação?
Quando é que começámos a fazer do cinismo um instinto de sobrevivência?
Quando é que nos fizeram cúmplices da inércia e do desencanto e ajudámos a propagá-los?
Quantos dos nossos, referências de carácter, talento e memória, ficaram sozinhos, lá atrás, a serem despedidos em 30 segundos?"
daqui
Mas quando é que a engrenagem nos levou a língua, o sobressalto, a indignação?
Quando é que começámos a fazer do cinismo um instinto de sobrevivência?
Quando é que nos fizeram cúmplices da inércia e do desencanto e ajudámos a propagá-los?
Quantos dos nossos, referências de carácter, talento e memória, ficaram sozinhos, lá atrás, a serem despedidos em 30 segundos?"
daqui
Os árbitros japoneses gostam da "fruta" brasileira?...
Dois golos de Neymar, o segundo na sequência de uma grande penalidade polémica, e um de Óscar permitiram, esta quinta-feira, ao Brasil vencer a Croácia por 3-1, no jogo de abertura do Mundial2014 de futebol, em São Paulo.
O seleccionador da Croácia, Nico Kovac, qualificou de "uma vergonha" a arbitragem do japonês Yuichi Nishimura no jogo inaugural do Mundial2014 de futebol, que o Brasil venceu por 3-1, pedindo respeito para evitar "um circo".
O seleccionador da Croácia, Nico Kovac, qualificou de "uma vergonha" a arbitragem do japonês Yuichi Nishimura no jogo inaugural do Mundial2014 de futebol, que o Brasil venceu por 3-1, pedindo respeito para evitar "um circo".
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