terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Passos, (para mim, sem surpresa...) por ele próprio.
Em 05.09.2011:
E a economia portuguesa, ao que nos dizem, a crescer e no caminho!..
Prometendo "respeitar" o programa de ajuda externa, deixou um aviso: "Este programa (de governo) está muito além do memorando" da 'troika'.Em 10.12.2013:
As medidas tiveram de corresponder aos objetivos traçados e durante algum tempo acusou-se o Governo de querer ser mais 'troikista' que a 'troika'", explica o primeiro-ministro.Em tempo.
E a economia portuguesa, ao que nos dizem, a crescer e no caminho!..
E os jovens, digo eu, a emigrar, no desemprego, na precariedade (e dela nunca vão conseguir
sair...)
E os pensionistas com
cortes nas pensões...
E os pequenos
empresários a sofrer com a exiguidade do mercado interno...
E os funcionários
públicos os responsáveis pela crise...
Pelos vistos, o crescimento da economia, não é, por si só, a panaceia de todos os males.
Relativamente à calibragem do programa de
"assistência", não há eufemismo que esconda as verdadeiras intenções
deste Governo: transformar de forma irreversível a sociedade portuguesa, uma
sociedade assente no retrocesso social, no conformismo, na ausência de
esperança - é esta a visão de sociedade que Passos Coelho está incumbido de
transformar em realidade, num misto de incompetência, neoliberalismo e mediocridade.
Um Homem
Para os amigos é o Chalana. Para outros é o doutor Pinto,
José António Pinto. É assistente social no Lagarteiro, o bairro mais pobre do
Porto.
José António Pinto, foi um dos homenageados no âmbito do Prémio Direitos
Humanos, anualmente entregue pela Assembleia da República. Deixou a medalha no Parlamento.
“Deixo ficar esta medalha no Parlamento se os senhores
deputados me prometerem que, futuramente, as leis aprovadas nesta casa não vão
causar mais estragos na vida daqueles que, por terem deixado de dar lucro, são
hoje considerados descartáveis”, disse José António Pinto, tendo recebido um
forte aplauso.
“Não quero medalhas, quero que os cidadãos deste país protestem livremente e de forma digna dentro desta casa e quando reivindicam os seus direitos por uma vida melhor não sejam expulsos pela polícia destas galerias”, acrescentou.
“Não quero medalhas, quero que os cidadãos deste país protestem livremente e de forma digna dentro desta casa e quando reivindicam os seus direitos por uma vida melhor não sejam expulsos pela polícia destas galerias”, acrescentou.
A cor da esperança
Na Idade Média o verde era considerado uma cor desprezível e diabólica.
Contudo, com o
decorrer do tempo, o verde ganhou outro tipo de associações.
Por exemplo, passou a
estar associado à natureza...
Da Idade Média até aos nossos dias, o verde evoluiu.
De antiga cor
diabólica o verde transformou-se: passou a ser a cor da esperança, que é a cor
do Sporting para 2014.
Pena, é continuarmos a ser um país cinzento onde nada parece acontecer…
Ou melhor, continuarmos a ser um país onde as coisas e as pessoas acontecem e nascem, mas logo que acabam de acontecer e de nascer, ficam ser cor: tudo está a voltar a ser cinzento, como acontecia na televisão, em Portugal, antes do 25 de Abril de 1974...
Ou melhor, continuarmos a ser um país onde as coisas e as pessoas acontecem e nascem, mas logo que acabam de acontecer e de nascer, ficam ser cor: tudo está a voltar a ser cinzento, como acontecia na televisão, em Portugal, antes do 25 de Abril de 1974...
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Azar...
Esta foto foi obtida por mim, há poucos minutos, na praia do Cabedelo.
Estava uma tarde soalheira, embora fria, soprava uma ligeira
aragem, mas esteve uma tarde magnífica e agradável para uma passeata à beira
mar.
Não encontrei ninguém, no percurso entre o campo de futebol do
Cova-Gala e o molhe sul. Apenas gaivotas. Às centenas, no areal deserto.
Dizem, por aqui, que gaivotas em terra é sinal de
tempestade.
Vamos esperar o que nos reserva o amanhã.
Percebo, há tempos,
que ando a desapontar alguma gente. Gente que não gosta de mim, diga-se.
Coitados, pensaram
que eu me perderia por excesso de
vaidade ou que viesse a cair, um dia, na amargura da vaidade frustrada.
Como estavam enganados.
Não perceberam que eu troco, sempre, a vaidade pela liberdade...
Azar.
Com tantos defeitos que eu tenho, pensaram logo num que nunca
tive...
Reunião camarária à porta fechada
| foto sacada daqui |
Uma pessoa informada é melhor pessoa.
Um figueirense informado, é melhor figueirense.
Uma Figueira com cidadãos informados, seria certamente uma Figueira melhor.
Continua a ser necessário os figueirenses poderem estar
informados sobre o que se passa na sua cidade...
Esta Figueira, a actual, a nossa, que tem vereadores preocupados
com a cultura, com o exercício da cidadania e com a participação democrática, depois de 29 de setembro, estranhamente,
conheceu um crescente aperto, consubstanciado num cerco cada vez mais restrito
de opções políticas.
A vertigem pelo centro - com a fobia pela harmonia e pelo consenso – passou a ser tão intensa que, estar à direita, ou ser à esquerda, passou a ser radical.
Ora, do meu ponto de vista, a redução do espaço do espectro político figueirense,
constitui uma ameaça, por duas razões fundamentais.
Por um lado, o menor
desvio, para qualquer um dos lados, é roçar o extremo: à direita, é reaccionário;
à esquerda, é radical.
Por outro lado, reduz perigosamente a amplitude do possível,
fechando o horizonte, confinando as alternativas.
Neste momento, na realidade, o que se verifica é o plural a diluir-se e a
tornar-se simplesmente múltiplo, a
fingir a diferença que não é.
No fundo, para ser mais claro, vejo a consumação de uma perspectiva
de uma visão pessoal da nossa cidade no horizonte.
Pessoal e única – o que é mau e perigoso, justamente por isso...
domingo, 8 de dezembro de 2013
Já estamos quase a viver como era costume, mas, agora, há uma diferença - ignorar, não é o mesmo que ignorância! Ignorar, exige esforço da nossa parte...
Um cidadão, neste País, não tem sossego, tantas e tão desavergonhadas
são as agressões aos seus mais elementares direitos!
Viver em Portugal está a tornar-se quase
impossível para os portugueses.
Cada vez estamos a ganhar menos.
Somos explorados até ao tutano. Mas parece que ainda não
chega. Que nunca chega!..
Para nosso bem - ao que nos dizem alguns políticos - ainda temos que ganhar menos...
Estamos a voltar ao que era costume antes do 25 de Abril de 1974 – à miséria.
Era assim que vivíamos na altura.
E há quem queira perpetuar isso – pelo menos, por mais dez anos; e, se possível, no máximo sossego...
Na altura, vivíamos, como era costume em Portugal – mas, na
ignorância.
Agora, já é diferente. Estamos a voltar ao que era costume, mas não é mais possível
ignorar.
Ignorar, não é o
mesmo que ignorância...
Ignorar, exige esforço da nossa parte.
Em Penafiel, na Junta de Freguesia de Paço de Sousa, ficámos a saber pela reportagem da RTP, «trabalha-se e tem-se como pagamento comida». Ignorar, exige esforço da nossa parte.
Em vez de trabalho, remunerado e com direitos, dá-se comida a troco de trabalho, sem quaisquer direitos e ao qual se chama «voluntário», ocupando assim com a miséria postos de trabalho que desaparecem. Estes trabalhadores até estão «agradecidos» ou a miséria não fosse a outra face da ignorância.
Diz a Mafalda do Quino numa das suas histórias: «Gente! Se não mudamos o mundo, o mundo muda a gente».
sábado, 7 de dezembro de 2013
As partidas da história...
Mas Mandela sobreviveu e não só sobreviveu como conseguir mostra ao mundo que é possível governar para todos e a pensar em todos, depois de Mandela todos os políticos que governam contra o povo ou atirando povo contra povo não passam de bandalhos, de canalhas. Se foi possível unir o povo sul africano e evitar um banho de sangue também é possível governar sem atirar o interior contra o litoral, o norte contra o sul, as cidades contra o campo ou os funcionários públicos contra o privado.
É por isso que é uma hipocrisia ver algumas personagens a enviar condolências, gente que tem a cabeça cheia de apartheids, governantes que sempre governaram odiando, detestando ou simplesmente ignorando uma parte do seu povo. Gente exclui alguns porque acham que não pertencem ao arco da governação, perseguem outros porque os consideram a mais, prejudicam muitos porque são gente inferior que serve a causa pública.
Nelson Mandela esteve 30 anos de cadeia porque o regime racista o condenou a prisão perpétua e o seu único crime foi terem sido encontradas armas na sua casa. Mas quando muitos ignoraram a sua prisão ou chegaram mesmo a manifestar-se contra manifestações pedindo a sua libertação a motivação não era ver morrer na prisão um perigoso criminoso ou terrorista. O que eles queriam ver na prisão eram os valores e os ideais de Nelson Mandela, foi por isso que apoiaram moralmente a sua prisão perpétua.
Via Jumento
Bananas...
“Os políticos da Madeira, nomeadamente governantes e
deputados regionais, vão continuar a acumular a pensão de reforma com a
remuneração do exercício do cargo.
A proposta de lei do Orçamento do Estado para 2014 proibia
os titulares de cargos políticos das regiões autónomas de continuarem a
acumular reforma com vencimento, em consonância com a regra que vigora no
continente e nos Açores. A proposta do Governo, no seu artigo 76.º, alterava a
Lei 52/A/2005, passando a incluir os membros dos órgãos de governo próprio das
regiões autónomas e os deputados às assembleias legislativas regionais na lista
dos titulares de cargos políticos sujeitos ao novo regime relativo a pensões e
subvenções.
Mas em sede de comissão especializada os actuais governantes
e deputados madeirenses foram excluídos da proibição que atinge, entre outros,
o Presidente da República, Cavaco Silva, e a presidente da Assembleia da
República, Assunção Esteves.
Deste regime de excepção em todo o país vai continuar a
privilegiar o presidente do governo madeirense, Alberto João Jardim (PSD), o
presidente da Assembleia regional, Miguel Mendonça (PSD), a secretária do
Turismo, Conceição Estudante (PSD), e a vice-presidente do parlamento, Isabel
Torres (CDS). Maximiano Martins (PS) recusou a benesse, decidindo doar o seu
vencimento de deputado a instituições de solidariedade.”
Frio...
... vou começar a contar os espirros que dou.
Quem sabe se não vou para o guinness book 2014?...
Quem sabe se não vou para o guinness book 2014?...
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Rui Machete, um ministro em grande forma...
Rui Machete não se lembra das razões que levaram o governo de Cavaco Silva, em 1987, a votar vergonhosamente nas Nacões Unidas contra a libertação incondicional de Nelson Mandela.
«Penso que nesse caso não estava em causa a figura de Mandela, haveria razões de Estado que neste momento não posso precisar. (...) Não sei dizer quais as razões que presidiram a esse voto» - disse...
Se estivessem caladinhos não fariam melhor figura?..
«Penso que nesse caso não estava em causa a figura de Mandela, haveria razões de Estado que neste momento não posso precisar. (...) Não sei dizer quais as razões que presidiram a esse voto» - disse...
Se estivessem caladinhos não fariam melhor figura?..
Traquinas, benjamins e infantis do Grupo Desportivo Cova-Gala vão jogar em breve em relvado sintético
Para que tal seja possível - espera-se que a partir da jornada que se realiza nos próximos dias 14 e 15 do corrente - está em curso o processo de homologação do recinto junto da Associação de Futebol de Coimbra e vai ser assinado em breve um protocolo de utilização entre a Junta de Freguesia de S. Pedro e o Grupo Desportivo Cova-Gala.
Lamento
Como português, resta-me lamentar que a família, o povo sul-africano, todos os
que lutaram no mundo pela emancipação dos povos tutelados e oprimidos, não
tenham sido poupados, na circunstância, a uma mensagem de condolências assinado
por Aníbal Cavaco Silva.
Hoje, ao recordarmos
essa figura maior de generosidade, carácter e desapego do poder, não podemos
deixar de lembrar outra bem menor que, em tempos, alinhou ao lado de outros de má memória e considerou Mandela, um terrorista.
Mandela, 1918/2013
Tinha a sabedoria da paz.
Preferiu a reconciliação ao ódio e
devolveu a África do Sul à comunidade internacional.
Esteve apenas cinco anos
no poder efectivo, mas promoveu o perdão e conseguiu unir um país ferido por
décadas de apartheid.
"Morrer é apenas não ser visto", escreveu um dia
Fernando Pessoa.
Quanto ao resto, fica cá tudo.
Lembrar Mandela, é
lembrar o melhor que há em nós.
Até sempre, Madiba.quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Não é um post sobre protecção de coelhos...
É apenas mais uma prova de que vivemos momentos, digamos assim, únicos, neste nosso Portugal.
Mad in Cova-Gala
PEDRO, UM FILHO DO MONDEGO
Vive na fronteira que separa as ciências das letras mas acredita que serão as ciências a pagar-lhe as contas. Tem 26 anos e é estudante de Engenharia Civil. Divide-se entre a Figueira da Foz, de onde é natural, e Coimbra, onde estuda. Pedro Rodrigues escreve e sonha, um dia, viver só da escrita. É autor do blogue Os Filhos do Mondego e conta já com quase 300 mil visualizações. O seu primeiro livro está disponível no mundo digital e o segundo já tem alicerces.
No País do “desenrascanço”...
"Eu não tenciono colocar o meu lugar à disposição no
curto prazo. Tenciono, antes pelo contrário, apresentar a minha recandidatura à
liderança do PSD dentro de muito pouco tempo", declarou ontem Pedro PassosCoelho.
Pedro Passos Coelho é o português típico: “o político desenrascado”, que quer continuara
a ser eleito pelos “portugueses desenrascados”.
Os portugueses sempre tiveram de se desenrascar - e muito...
Ser pobre, ter fome, ter carências de toda a ordem e, ainda por cima, continuar analfabeto político, exige muito “engenho e arte”...
Quantas vezes não temos ouvido elogios, nos
últimos tempos, às capacidades de sacrifício dos
portugueses?..
Tem sido com "os políticos desenrascados", eleitos pelos "portugueses desenrascados" que, nos últimos cerca de 40 anos, bem nos temos lixado...
Banca ameaça de novo taxar utilizadores do multibanco...
A utilização gratuita do multibanco pode ter os dias
contados. Bruxelas vai limitar as taxas aplicadas a comerciantes e a banca está
a tentar arranjar alternativas.
Para Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa
de Bancos (APB), a solução tem de passar por uma nova taxa a aplicar ao
consumidor. Uma ideia que acabou por não avançar na primeira vez que surgiu, em
1994.
É preciso muita falta
de vergonha e ter memória curta por parte dos banqueiros!..
Com a implementação das máquinas de multibanco, milhares de empregados
bancários foram despedidos, lembram-se?
Aliás, a intenção da aplicação destas máquinas, foi a
desculpa de que obviariam custos operativos na distribuição (entrega) do nosso
dinheiro...
Nesse tempo, foi-lhes vantajosa a ideia das máquinas.
Agora, os “mamões", lamentam-se!..
O habitual...
Não tarda nada – se nos mantivermos impávidos e serenos, como é habitual... -
e estaremos a pagar ainda mais por facilitamos a vida aos bancos para nos
entregarem o dinheiro que é nosso!..
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Problemática da arte xávega hoje em discussão em Lisboa
![]() |
| foto sacada daqui |
A comissão mista para o acompanhamento da arte xávega reúne-se,
hoje, em Lisboa.
Esta reunião, para José Vieira, presidente da Associação Portuguesa de Xávega,
com sede na Praia de Mira, tem na
apreciação do relatório preliminar como o ponto mais importante da agenda. Entre outras propostas, o dirigente vai tentar focar a questão
importantíssima de não serem englobados nas quotas gerais, pois na sua opinião “esta
problemática está mais do que explicada.”
Este é um ponto vital para a xávega, pois se não for
rapidamente aplicada, poderá representar
a morte imediata desta secular arte de
pesca.
A venda directa ao
público é outra reivindicação da associação.
A este respeito, José Vieira defende que “os compradores (intermediários) continuam
a pagar um valor irrisório pelo peixe, o que torna injusta a remuneração do
trabalho dos pescadores”. No fundo, os armadores desta arte piscatória ancestral
reclamam da Comissão Europeia, via Governo português, um regime de excepção, o
que não tem sido fácil de fazer entender aos decisores de Bruxelas, pois estes, concentrados na gestão dos stocks de peixe,
têm-se mostrado poucos sensíveis às reclamações dos pescadores de arte xávega.
Para Raul Almeida, presidente da Câmara de Mira, “se Bruxelas não tiver em conta as especificidades
da arte xávega, a comunidade piscatória da Praia de Mira , a maior do litoral
Centro, será severamente afetada”, o que, em última análise, seria uma questão grave, pois “se a arte xávega
acabasse, teríamos um grave problema social”.
Maçães (II)
«Governo está cheio de tontos do género.»
«Estamos a falar de um lunático [Bruno Maçães] e estes lunáticos têm preponderância no Governo. É esta gente que tem como único objetivo, nestes dois anos e tal, ser o bom aluno da Alemanha (nem sequer é da Europa, é da Alemanha), julgando, se calhar, que ganhamos alguma coisa com isso. (...) Não consigo entender como é que um país pobre da periferia vai defender os mesmos pontos de vista da Alemanha»
- Constança Cunha e Sá
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
“Câmara de Águeda investe dinheiro dos parcómetros na animação de Natal”... *
Os que se safam sempre...
"A Martifer tornou pública a sua intenção de criar 1000 postos de trabalho nos Estaleiros de Viana do Castelo. Modéstia a deles. Lembro-me de um que para aí andou que prometeu 150 mil novos empregos. Também me lembro dos 130 milhões que, porque os senhores do anterior Governo o classificaram segredo de Estado, nunca cheguei a saber se foram ou não doados aos manos Martifer para fazerem o favor ao país de explorarem as pirites alentejanas. Mas disto que se lê aqui lembro-me bem. José Sócrates pôs-nos a pagar aos mesmos irmãos os 50% de desconto que ofereciam na aquisição das suas bombas de calor. Entretanto, os manos têm mais de 300 milhões em dívidas às costas. Mas estes manos são daqueles que pouco se importam se é o PS ou o PSD que está no poder. Eles safam-se sempre. São empreendedores e, como tal, estão sempre a empreender. Agora, dizem eles, vão criar 1000 empregos na construção naval, embora saibam tanto de construção naval como eu de financiamentos partidários. Sei o que toda a gente sabe, que há quem receba dez para montar um negócio na condição de, mal receba o dinheiro, transferir 5 para o partido A e/ou para o partido B. Mais que isto não sei, mas também não sou polícia."
Filipe Tourais, no facebook
Maçães..
"Leio pelos jornais que um membro do Governo de Passos Coelho, chamado Maçães, foi à Grécia envergonhar o nosso país...
A imprensa grega não tem razão ao chamar "alemão" a Maçães. Os alemães não se confundem com o seu Governo conjuntural, como os portugueses não podem ficar ostracizados pelo trágico episódio desta coligação. O seu problema foi diagnosticado por La Boétie, no século XVI: só há tirania porque há demasiada gente pronta à "servidão voluntária". Este Governo é um equívoco dos "lugares naturais". Os lacaios passaram do anexo para o palácio. Importa devolvê-los ao seu lugar, antes que a pilhagem seja irreversível."
VIRIATO SOROMENHO-MARQUES
A imprensa grega não tem razão ao chamar "alemão" a Maçães. Os alemães não se confundem com o seu Governo conjuntural, como os portugueses não podem ficar ostracizados pelo trágico episódio desta coligação. O seu problema foi diagnosticado por La Boétie, no século XVI: só há tirania porque há demasiada gente pronta à "servidão voluntária". Este Governo é um equívoco dos "lugares naturais". Os lacaios passaram do anexo para o palácio. Importa devolvê-los ao seu lugar, antes que a pilhagem seja irreversível."
VIRIATO SOROMENHO-MARQUES
Torre do Relógio vai poder ser visitada
| Foto Pedro Agostinho Cruz |
A Torre do Relógio, cuja concepção remonta ao ano de 1942 e se
fica a dever ao arquitecto João António de Aguiar, mas cuja
inauguração só ocorreu cinco anos mais tarde, após as obras de restauro
actualmente em curso, vai poder ser visitada pelo público.
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