
Em Buarcos, o sufoco financeiro da Câmara deixa “os veraneantes que escolhem a zona da Praia de Buarcos para banhos de sol, literalmente “de calças na mão”, quando lhes dá um “aperto”!..
Mais pormenores no Diário de Coimbra.

Em Buarcos, o sufoco financeiro da Câmara deixa “os veraneantes que escolhem a zona da Praia de Buarcos para banhos de sol, literalmente “de calças na mão”, quando lhes dá um “aperto”!..
Mais pormenores no Diário de Coimbra.
Isto, não será, apenas, um claro problema de açambarcamento que não deixa espaço aos privados?..... só por isso, é que ando assaz curioso sobre os próximos episódios deste velho problema...

“Esta terra é tão fraca que aqui nem os comunistas prestam.”
Fernando Campos, hoje, no blogue o sítio dos desenhos
Provavelmente como muitos figueirenses, tenho imensas dúvidas sobre muitas coisas que se vão passando aqui pela Figueira.
Em 18 de Maio p.p., escrevemos que a questão do momento na Figueira, era a Requalificação do Mercado Engenheiro Silva, pois havia um prazo curto para apresentar algo de concreto...Almoços, jantares, telefonemas, encontros informais começaram a proliferar na casa socialista e Ferro Rodrigues também está em campo à procura do sucessor de Sócrates.
António José Seguro O "eterno jovem" do PS já disse que está preparado para disputar a liderança, mas recusa desafiar Sócrates. | |
Francisco Assis Tem estado na primeira linha do combate político e tem a ala de António Costa a apoiá-lo. | |
António Costa Visto como um dos mais fortes candidatos à liderança do PS, só deverá avançar quando puder ser primeiro-ministro. |
Alguém que saiba alguma coisa de golfe, que explique, quanto antes, se valerá a pena construir o campo de 9 buracos, na Figueira, pois, até ao momento, “ninguém sabe: falta um estudo”!...
"Alguns destes estádios não vão estar em posição de cobrir gastos. Vão dar prejuízo", disse no passado mês ao diário "Mail & Guardian" o economista Stan du Plessis, da Universidade de Stellenbosch. Antevia já a ressaca económico-financeira dos 10 estádios renovados (quatro) ou construídos de raiz (seis) para a "festa" do Mundial de Futebol. Segundo notícias ontem divulgadas, o governo da África do Sul terá investido cerca de 2,6 mil milhões de dólares (assim a olho, algo como 3 mil milhões de euros) nos estádios do Mundial, dois deles nas pequenas cidades de Nelspruit e Polokwane, que apenas receberam quatro jogos da fase de grupos, despesas que muitos analistas consideraram completamente insensatas. Se substituirmos "Mundial" por "Europeu" e "Nelspruit e Polokwane" por "Aveiro e Leiria", "Faro e Bessa" ou outros nomes familiares, descobriremos que a História Universal da Insensatez se repete. E que governos a auto-propagandear-se e a alimentar amigos e empresas do regime à custa de obras faraónicas e inúteis a pagar pelos contribuintes não são, como poderia pensar-se, um exclusivo africano.
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