terça-feira, 26 de novembro de 2019
Aeroporto na região Centro
Via RTP/NOTÍCIAS
"O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro (PS), defendeu ontem um aeroporto na região Centro e disse querer uma decisão sobre a abertura, ou não, da base aérea de Monte Real à aviação civil.
"Defendo Monte Real até ao momento em que alguém me disser que não é solução. Porque falamos de Monte Real e depois vêm dizer que não serve, por causa dos [caças] F-16 e dos `bunkers` dos F-16. Não sendo possível, não podemos andar mais dez anos a falar de Monte Real", argumentou Carlos Monteiro.
Intervindo na reunião do executivo municipal em resposta a uma questão de Ricardo Silva (PSD), que lhe perguntou se defende um aeroporto em Coimbra ou Monte Real, Carlos Monteiro afirmou que é "importante ter um aeroporto na região Centro", posição que partilha com a comunidade intermunicipal da Região de Coimbra.
"Temos tido reuniões intermunicipais e contactos com o novo Governo para pugnarmos sobre um aeroporto para a região Centro. O que está em cima da mesa é acabar ou não com a conversa da abertura de Monte Real [que dura] há 30, 40 ou 50 anos", argumentou.
"Para a Figueira, se [o aeroporto] for em Monte Real é um bom sítio, se for em Coimbra é um bom sítio, se for entre Coimbra e Leiria é um bom sítio", acrescentou o autarca."
Nota.
"O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro (PS), defendeu ontem um aeroporto na região Centro e disse querer uma decisão sobre a abertura, ou não, da base aérea de Monte Real à aviação civil.
"Defendo Monte Real até ao momento em que alguém me disser que não é solução. Porque falamos de Monte Real e depois vêm dizer que não serve, por causa dos [caças] F-16 e dos `bunkers` dos F-16. Não sendo possível, não podemos andar mais dez anos a falar de Monte Real", argumentou Carlos Monteiro.
Intervindo na reunião do executivo municipal em resposta a uma questão de Ricardo Silva (PSD), que lhe perguntou se defende um aeroporto em Coimbra ou Monte Real, Carlos Monteiro afirmou que é "importante ter um aeroporto na região Centro", posição que partilha com a comunidade intermunicipal da Região de Coimbra.
"Temos tido reuniões intermunicipais e contactos com o novo Governo para pugnarmos sobre um aeroporto para a região Centro. O que está em cima da mesa é acabar ou não com a conversa da abertura de Monte Real [que dura] há 30, 40 ou 50 anos", argumentou.
"Para a Figueira, se [o aeroporto] for em Monte Real é um bom sítio, se for em Coimbra é um bom sítio, se for entre Coimbra e Leiria é um bom sítio", acrescentou o autarca."
Nota.
A abertura da Base Aérea de Monte Real à aviação civil é um assunto que vem de longe e, ao que parece, muito complicado... Nem a visita do Papa conseguiu ajudar...
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
E Aveiro aqui tão perto...
CERCA DE MEIO MILHAR "JUNTOS PELO ROSSIO" CONTRA INTERVENÇÃO CAMARÁRIA.
"Cerca de meio milhar de aveirenses protestaram contra a inclusão de subterrâneo no Rossio e o movimento “Juntos pelo Rossio” promete contestar nos tribunais este projeto por entender que não respeita o PDM
A autarquia está a fechar a revisão do Plano que vai dar novo enquadramento à gestão de intervenção em diferentes áreas do território mas para os contestatários a acção viola o normativo vigente.
Trata-se de um braço de ferro num projecto cuja construção está, já, em concurso público.
Entre cidadãos mais mediáticos ou mais anónimos, a organização estima em cerca de 500 o número de presentes nesta manifestação.
David Iguaz assegura que legitimam a travagem e revisão do processo. O momento será deitar mãos às providências cautelares para travar a obra (com áudio)
O movimento vai dinamizar uma plataforma que alargue a representatividade contra o estacionamento em cave e promete seguir para os tribunais.
A propósito dos pareceres favoráveis ao Rossio, o Juntos pelo Rossio, diz que no caso do ICNF não houve chumbo às pretensões do movimento de classificar árvores mas o início de um processo administrativo."
"Cerca de meio milhar de aveirenses protestaram contra a inclusão de subterrâneo no Rossio e o movimento “Juntos pelo Rossio” promete contestar nos tribunais este projeto por entender que não respeita o PDM
A autarquia está a fechar a revisão do Plano que vai dar novo enquadramento à gestão de intervenção em diferentes áreas do território mas para os contestatários a acção viola o normativo vigente.
Trata-se de um braço de ferro num projecto cuja construção está, já, em concurso público.
Entre cidadãos mais mediáticos ou mais anónimos, a organização estima em cerca de 500 o número de presentes nesta manifestação.
David Iguaz assegura que legitimam a travagem e revisão do processo. O momento será deitar mãos às providências cautelares para travar a obra (com áudio)
O movimento vai dinamizar uma plataforma que alargue a representatividade contra o estacionamento em cave e promete seguir para os tribunais.
A propósito dos pareceres favoráveis ao Rossio, o Juntos pelo Rossio, diz que no caso do ICNF não houve chumbo às pretensões do movimento de classificar árvores mas o início de um processo administrativo."
Buarcos: uma foto para guardar no coração
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| Imagem sacada daqui |
FINDAGRIM: desta vez foi a chuva a afectar as contas
Notícia publicada na edição de hoje do Diário as Beiras:
"O município vai acrescentar cinco mil euros aos 40 mil de apoio financeiro já transferidos para a Feira Industrial, Comercial e Agrícola de Maiorca (FINDAGRIM), 10 mil daqueles suplementares, para ajudar a minimizar os prejuízos. A proposta para a atribuição daquele montante “excepcional” é votada, hoje, na reunião de câmara. Contas feitas, os apoios adicionais somam 15 mil euros. A autarquia atribui uma verba de 30 mil euros à organização, a cargo da Junta de Maiorca, além do apoio logístico. O protocolo prevê um montante adicional de 10 mil euros, para o caso do evento registar prejuízos, o que se verifica pelo segundo ano consecutivo. De acordo com as conta apresentadas pelos organizadores, a edição deste ano somou um saldo negativo de 28 mil euros. O pedido do reforço do apoio adicional, de acordo com a proposta que o executivo camarário incluiu na agenda da reunião de câmara, é sustentado com os prejuízos provocados pelo “clima chuvoso que ocorreu nos três primeiros dias” do certame, “prejudicando a presença de público que estaria prevista com base nos valores do ano anterior”.A FINDAGRIM 2019, certame que se realiza em agosto, contabilizou menos 10 mil euros de prejuízo do que no ano passado. Foram vendidas 11 mil entradas, número que ficou aquém das estimativas da organização, para o qual terá contribuído o mau tempo. O presidente da Junta de Maiorca, Rui Ferreira, vem afirmando que, sem mais apoio financeiro, a feira não é autos sustentável. Por isso, defende um maior envolvimento da autarquia. Para reduzir o risco de prejuízos, este ano, a organização optou por um cartaz menos dispendioso.
Evento pode passar a bienal
Entretanto, o executivo maiorquense estuda formas de manter o evento sem arruinar as finanças da junta e evitar sobrecarregar as despesas da câmara com a feira. Uma das soluções poderá passar por realizar a FINDAGRIM de dois em dois anos, em vez de ser anual. "
Nota.
Ao que chegou a Feira Industrial, Comercial e Agrícola de Maiorca!
E que tal, piedosamente, exterminá-la?
25 de Novembro
O regresso dos palermas ou "25 de Abril Sempre!"
«"Comunismo nunca mais!" uma frase que não posso gritar. Lamento. Nunca vivi sob um regime comunista, não sei o que isso é. Do marcelismo fascista lembro-me.Reparo que de cada vez que os suadosistas querem desvalorizar a importância do 25 de Abril aparece sempre uma palhaçada qualquer a evocar o 25 de Novembro. Portanto, 25 de Abril Sempre, Fascismo Nunca Mais!»
Nota.
Do salazarismo fascista também me lembro. Vivi-o em criança e na adolescência. E lembro-me...
O PS diz que gosta de comemorar o 25 de Abril... Mas, ao longo destes últimos 45 anos, quando esteve no poder, cometeu enormes perversões ao seu verdadeiro espírito.
Por via disso, perdermos um conjunto de direitos e de conquistas, que as lutas que desembocaram no 25 de Abril de 1974 nos trouxeram.domingo, 24 de novembro de 2019
Iluminações de Natal e preservação do ambiente...
Estamos na época de investir a engalanar as árvores, as ruas e avenidas da cidade. A quadra natalícia aproxima-se, e a acreditar no optimismo reinante, o executivo figueirense está sem medo de gastar na luz, no som, na cor e na alegria.
O programa de animação de Natal e Passagem de Ano com "2020 motivos para visitar a Figueira da Foz", é uma opção do executivo figueirense. Podemos apoiar ou torcer o nariz a esta forma de autarcas gastarem o dinheiro. Estou em crer, porém, que a maioria da população do concelho, apoia esta opção política camarária.
Se não fosse a desoladora e deprimente anarquia urbanística da Figueira, com obras que nunca mais acabam por todo o lado, até seria motivo de satisfação o cartaz oficial das Festas Natal e Passagem de Ano, que irão decorrer de 30 de novembro a 05 de janeiro, que foi divulgado na passada sexta-feira, 22 de novembro, em conferência de imprensa, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
O orçamento das festividades deste ano é de cerca de 243 mil euros, com a maior fatia reservada para a programação da passagem de ano (118 mil euros) e para as iluminações natalícias (cerca de 70 mil euros), uma redução de cerca de 34 mil euros, em relação a 2018.
Contudo, Carlos Monteiro frisou que tal traduz apenas a diminuição do número de dias de festividades. «Continuamos a querer que a cidade receba bem e que as pessoas voltem e desfrutem», referiu o autarca. .
O desgaste e a falta de novas ideias, é visível no actual executivo.
O que, por um lado, é lamentável, pois é o resultado da desgraça de um concelho, mas, ao mesmo tempo, também não deixa de constituir um sinal e motivo de esperança.
Em 2018, a Câmara de Viana do Castelo decidiu, abdicar da iluminação da maior árvore de Natal natural da Europa, que brilhou durante mais de 20 anos, para preservar um “exemplar classificado, património da cidade”.
O programa de animação de Natal e Passagem de Ano com "2020 motivos para visitar a Figueira da Foz", é uma opção do executivo figueirense. Podemos apoiar ou torcer o nariz a esta forma de autarcas gastarem o dinheiro. Estou em crer, porém, que a maioria da população do concelho, apoia esta opção política camarária.
Se não fosse a desoladora e deprimente anarquia urbanística da Figueira, com obras que nunca mais acabam por todo o lado, até seria motivo de satisfação o cartaz oficial das Festas Natal e Passagem de Ano, que irão decorrer de 30 de novembro a 05 de janeiro, que foi divulgado na passada sexta-feira, 22 de novembro, em conferência de imprensa, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
O orçamento das festividades deste ano é de cerca de 243 mil euros, com a maior fatia reservada para a programação da passagem de ano (118 mil euros) e para as iluminações natalícias (cerca de 70 mil euros), uma redução de cerca de 34 mil euros, em relação a 2018.
Contudo, Carlos Monteiro frisou que tal traduz apenas a diminuição do número de dias de festividades. «Continuamos a querer que a cidade receba bem e que as pessoas voltem e desfrutem», referiu o autarca. .
O desgaste e a falta de novas ideias, é visível no actual executivo.
O que, por um lado, é lamentável, pois é o resultado da desgraça de um concelho, mas, ao mesmo tempo, também não deixa de constituir um sinal e motivo de esperança.
Em 2018, a Câmara de Viana do Castelo decidiu, abdicar da iluminação da maior árvore de Natal natural da Europa, que brilhou durante mais de 20 anos, para preservar um “exemplar classificado, património da cidade”.
“A araucária excelsa é uma árvore classificada e temos tido, nos últimos anos, muita dificuldade em encontrar formas de conseguir decorá-la sem que os ramos sofram com isso. Este ano, excepcionalmente, não vamos avançar com iluminação na árvore”, afirmou na altura a vereadora da Cultura.
Maria José Guerreiro, que falava em conferência de imprensa para apresentar o programa “Sentidos de Viana” 2018/2019, num investimento de 120 mil euros e com quase uma centena de iniciativas, explicou que a decisão foi tomada por motivos “ambientais”.
“Temos de pensar do ponto de vista ambiental. É um património natural que temos na nossa cidade assim como outros que temos de cuidar”, referiu.
Com mais de 50 metros de altura, a araucária excelsa foi, durante mais de 20 anos, iluminada com milhares de luzes, sendo vista em toda a cidade, num perímetro de vários quilómetros.
A instalação da decoração era assegurada, manualmente, apesar das fragilidades que o exemplar já apresentava.
Na Figueira, continuamos como no tempo em que cá chegou Santana Lopes: quando em noites de lua cheia ele apontava o dedo para a lua, os figueirenses olhavam para o dedo dele e ignoravam a lua.
Maria José Guerreiro, que falava em conferência de imprensa para apresentar o programa “Sentidos de Viana” 2018/2019, num investimento de 120 mil euros e com quase uma centena de iniciativas, explicou que a decisão foi tomada por motivos “ambientais”.
“Temos de pensar do ponto de vista ambiental. É um património natural que temos na nossa cidade assim como outros que temos de cuidar”, referiu.
Com mais de 50 metros de altura, a araucária excelsa foi, durante mais de 20 anos, iluminada com milhares de luzes, sendo vista em toda a cidade, num perímetro de vários quilómetros.
A instalação da decoração era assegurada, manualmente, apesar das fragilidades que o exemplar já apresentava.
Na Figueira, continuamos como no tempo em que cá chegou Santana Lopes: quando em noites de lua cheia ele apontava o dedo para a lua, os figueirenses olhavam para o dedo dele e ignoravam a lua.
sábado, 23 de novembro de 2019
Continuação da série "na Figueira é sempre carnaval"...
Texto via Notícias de Coimbra
«O orçamento das festividades é de cerca de 243 mil euros, com a maior fatia reservada para a programação da passagem de ano (118 mil euros) e para as iluminações natalícias (cerca de 70 mil euros).
Concertos, presépios, comboio de Natal e o Jardim de Natal são algumas das actividades previstas para as festividades do Natal e passagem de ano na Figueira da Foz, anunciou ontem a Câmara Municipal.
A noite da passagem de ano começa naquela cidade com a banda do filme “Variações”, que sobe ao palco da praça do Forte às 22:45, seguindo-se às 00:15 de 01 de janeiro o ‘rapper’ Profjam e, por fim, o dj e produtor Tom Enzy.
O presidente da autarquia da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, assinalou que o programa musical da última noite do ano “é para todos”, com a banda do filme Variações ”para um público mais velho“.
A vice-presidente Ana Carvalho completou, afirmando que Profjam é um nome “de que os adolescentes gostam muito”.
O programa de festividades de Natal e Passagem de Ano hoje apresentado, sob o lema “2020 motivos para vir à Figueira da Foz” estende-se de dia 30 de novembro a 05 de janeiro, no âmbito de uma parceria com a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), Associação do Bairro Novo e a colaboração de diversas colectividades e instituições do município do litoral do distrito de Coimbra.»
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| Imagem via Diário de Coimbra |
Concertos, presépios, comboio de Natal e o Jardim de Natal são algumas das actividades previstas para as festividades do Natal e passagem de ano na Figueira da Foz, anunciou ontem a Câmara Municipal.
A noite da passagem de ano começa naquela cidade com a banda do filme “Variações”, que sobe ao palco da praça do Forte às 22:45, seguindo-se às 00:15 de 01 de janeiro o ‘rapper’ Profjam e, por fim, o dj e produtor Tom Enzy.
O presidente da autarquia da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, assinalou que o programa musical da última noite do ano “é para todos”, com a banda do filme Variações ”para um público mais velho“.
A vice-presidente Ana Carvalho completou, afirmando que Profjam é um nome “de que os adolescentes gostam muito”.
O programa de festividades de Natal e Passagem de Ano hoje apresentado, sob o lema “2020 motivos para vir à Figueira da Foz” estende-se de dia 30 de novembro a 05 de janeiro, no âmbito de uma parceria com a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), Associação do Bairro Novo e a colaboração de diversas colectividades e instituições do município do litoral do distrito de Coimbra.»
Morreu Eduardo Nascimento, a voz do "vento mudou"
Eduardo Nascimento foi o segundo cantor negro a pisar os palcos da Eurovisão e o primeiro a representar Portugal no festival.
O cantor tinha 76 anos e morreu, ontem, sexta-feira, vítima de doença prolongada.
Em 1967, ganhou o Festival da Canção com o tema "O Vento mudou", canção que levou à Eurovisão, a Viena de Áustria e ficou em 12º lugar.
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