sexta-feira, 23 de maio de 2025

Figueira da Foz concessiona Piscina-Praia à Enatur que vai investir seis milhões de euros

"O acordo entre a autarquia e a Enatur deverá vigorar por um período de 40 anos"

Via Diário as Beiras

"O município da Figueira da Foz vai concessionar o complexo municipal da Piscina-Praia à Enatur – Empresa Nacional de Turismo, que vai investir inicialmente seis milhões de euros, revelou hoje o presidente da Câmara.

No final da sessão de Câmara de hoje à tarde, Pedro Santana Lopes disse aos jornalistas que a Câmara vai assinar em breve o protocolo de concessão depois de ter recebido luz verde dos serviços jurídicos municipais.

Segundo Santana Lopes, o promotor vai reabilitar o imóvel e construir uma nova estalagem naquele espaço, situado na avenida marginal da cidade da Figueira da Foz, investindo inicialmente seis milhões de euros.

O acordo entre a autarquia e a Enatur deverá vigorar por um período de 40 anos e será por adjudicação direta por estar “salvaguardado o interesse público”, já que empresa adjudicatária tem capital maioritariamente público.

O complexo, situado na marginal fronteira à praia, é um dos conjuntos arquitetónicos emblemáticos da Figueira da Foz, classificado como Imóvel de Interesse Público.

Anteriormente designada por Piscina-Praia (e conhecida localmente como Piscina do Grande Hotel, embora nunca tenha feito parte deste, atualmente hotel Mercure), foi projetada na década de 1950 pelo arquiteto Isaías Cardoso.

Depois de vários anos encerrada, reabriu na época balnear de 2024 pela mão do município figueirense, que reabilitou o complexo por administração direta, depois de em 2023 ter optado pela revogação do contrato da concessão que existia para a execução de um projeto hoteleiro, que nunca avançou.

Nesta época balnear, a reabertura da Piscina-Praia está prevista para o dia 02 de julho.

Na sessão de hoje, a Câmara aprovou ainda a alienação de cinco prédios urbanos na cidade, em hasta pública, pelo valor base total de 350 mil euros.

Estes terrenos municipais eram inicialmente para entrar no negócio de aquisição do terreno para a construção do futuro pavilhão multiusos da Figueira da Foz, mas o proprietário não aceitou.

O terreno para o futuro pavilhão situa-se junto ao miradouro de Salmanha, na freguesia de Vila Verde, com vistas para a cidade e o rio Mondego, e representou um investimento de 555 mil euros.

“É conveniente e vantajoso a venda destes prédios à luz de uma boa gestão, já que a despesa de capital deve ser financiada com receita de capital e não receita corrente para manter o equilíbrio financeiro”, sustentou Santana Lopes.

Dois dos três vereadores do PS presentes na sessão (faltou um) votaram contra a alienação por considerarem que a Câmara podia esperar algum tempo para aferir se existam mais financiamentos para construir habitação pública."

Primeira tentativa ficou deserta

 Via Diário as Beiras

"A  Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF) vai lançar um novo concurso para a instalação e exploração de dois estabelecimentos de restauração ou similar no passeio marítimo, junto à marina. O primeiro concurso, lançado em março, ficou deserto.

Administração portuária mantém o caderno de encargos, alterando, no entanto, o procedimento do concurso. “Será mais aberto, mais simples, de carta fechada”, avançou ao DIÁRIO AS BEIRAS o presidente do conselho de administração dos portos da Figueira da Foz e de Aveiro, Eduardo Feio."

ANTES QUE ANOITEÇA|

"Para os mais distraídos é preciso explicar, devagarinho, que o regime saído do 25 de Abril de 1974 e consolidado a 25 de Abril de 75, com a eleição da Assembleia Constituinte, e a aprovação da Constituição da República e as primeiras eleições legislativas, em 1976, terminou ontem. A partir de agora, o bom povo português decidiu permitir à maioria de Direita que elegeu o direito de rever a Constituição de 1976, como quiser e lhe der na gana, podendo acabar com o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública, a Segurança Social, tal como existem. E muitas outras garantias constitucionais. Abençoado seja o bom povo português e, sobretudo, todos aqueles que, com o seu voto, permitiram a possibilidade de alterar a natureza do regime e que, ainda, pensam que daqui para a frente vão viver melhor. Que assim seja, apesar de haver nos meus olhos ironias e cansaços, mas não vou cruzar os braços, nem vou por aí!"

Tomás Vasques

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Para memória futura

Montenegro tem quatro anos para ser incrível. Boa sorte.

"0 PSD ganhou as eleições, e imagino que que Luís Montenegro e Hugo Soares estejam a sentir-se muito espertos neste momento. Pedro Nuno Santos caiu na esparrela que lhe montaram; a esquerda inteira acabou com menos deputados do que a AD; o PS está em frangalhos e vai ser um partido doce nos tempos que se avizinham; há a esperança de que o caso Spinumviva desapareça nas brumas da memória; as chaves do cofre do PRR e do Orçamento de Estado continuam nas suas mãos. Parabéns a eles – e aproveitem bem, porque pode vir a ser a última vez."

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Figueira da Foz tem sete projetos-piloto aprovados no PROT

 Via Diário as Beiras

Sociedade Figueira Praia funde-se com a multinacional espanhola Cirsa

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quarta-feira, 21 de maio de 2025

Não é só no atletismo que existem "lebres" ao serviço dos corredores de alta competição....

"Em Belém, Iniciativa Liberal anunciou proposta de revisão constitucional"
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Com 600 alunos, no prazo de “cinco, seis anos”...

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Multinacional espanhola interessada no Casino

 Via Diário as Beiras


Notícias da Austrália: efeito Trump deu a Albanese uma vitória histórica neste país

Em Portugal, parece que só foram precisos mais 50 anos para querermos voltar ao princípio. Na Austrália, o partido político que nas eleições apresentou argumentos do Trump, perdeu quase metade do deputados e perdeu as eleições.

Efeito Trump deu a Albanese uma vitória histórica na Austrália


"Anthony Albanese é o primeiro chefe de governo a ser reeleito para um segundo mandato consecutivo em 21 anos, enquanto que Peter Dutton, o líder da oposição, perdeu o seu lugar de deputado.
O primeiro-ministro da Austrália, o trabalhista Anthony Albanese, proclamou a vitória do seu partido nas eleições gerais, tendo conseguido aumentar a sua maioria parlamentar depois de beneficiar da reação dos eleitores contra as políticas do presidente dos EUA, Donald Trump, como já tinha acontecido na semana passada na reeleição dos liberais no Canadá. Este domingo, com 98,2% dos votos contados, os trabalhistas já tinham conquistado 85 dos 150 lugares no parlamento, mais oito do que tinham atualmente.

“Os australianos escolheram enfrentar os desafios globais à maneira australiana, cuidando uns dos outros e construindo o futuro. Os australianos escolheram um governo maioritariamente trabalhista”, disse Albanese, que se tornou no primeiro líder de governo no país a conseguir um segundo mandato consecutivo em 21 anos.

De acordo com antigos estrategas do derrotado Partido Liberal (de centro-direita), a reeleição do primeiro-ministro deve-se ao facto de este se ter apresentado durante a campanha como alguém em que confiar no meio da turbulência que se vive a nível global, em contraste com o líder da oposição Peter Dutton, que foi comparado a Trump.

Uma comparação que passa pelo facto de a coligação liderada por Dutton - que perdeu o seu lugar no parlamento - ter anunciado políticas semelhantes às da Administração Trump, como uma aposta na “eficiência governamental” e cortes nos serviços públicos, ou quando a ministra sombra Jacinta Nampijinpa defendeu que os liberais queriam “tornar a Austrália grande outra vez”

terça-feira, 20 de maio de 2025

Rotary Club vai homenagear a jornalista Bela Coutinho

Imagem via Diário de Coimbra

 

Portugal, um país que nunca deixou de ser velho e ancilosado

Em seis anos, Chega sobe de 1,3% para 23% e empata com PS

“Estamos quase, quase, quase lá”, disse André Ventura. “Não vou parar até ser primeiro-ministro de Portugal.”

O Chega sabe bem o que quer: mudar o país. 
O partido de André Ventura é o sonho molhado dos grandes grupos económicos e financeiros. Poder, finalmente, ajustar contas, de forma aberta e sem pudor, com as conquistas sociais da revolução de Abril é o desígnio do Chega.
Na RTP, João Cotrim Figueiredo, da Iniciativa Liberal, e Pedro Frazão, do Chega, admitiam juntos que querem mudar a Constituição da República Portuguesa para acabar com o seu preâmbulo e alterar a parte que define a organização económica do país porque, e cito, atribui ao Estado “a obrigação de ser ele o prestador dos serviços públicos” (ao fundo ouve-se Pedro Frazão a gritar “exatamente!”).

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Resultados das legistivas de ontem no concelho da Figueira da Foz

Via Diário as Beiras (para ver melhor, clicar na imagem)

Portugal, esse projecto falhado de país…

 ... prepara-se para enriquecer (mais) uma minoria, cortar no estado social e empobrecer (mais) uma boa parte da população. 
Quem tiver resistência, força, motivação e paciência, para lutar devia merecer reconhecimento, mas isso não vai acontecer.
Entretanto, António Costa está bem e recomendasse - e em Bruxelas.
"A imigração pode ter sido o gatilho mas, no essencial, as pessoas fartaram-se dos moderados e querem alguém que parta pernas (mesmo que sejam as próprias)."
Ventura já o disse: é hora do "grande ajuste de contas".

O avençado ganhou...

 ... antes de morrer esmagado pela extrema-direita...

Parabéns Marcelo Rebelo de Sousa

Agora, só falta o almirante...

domingo, 18 de maio de 2025

Hoje, mudou tudo na política em Portugal

Sporting, olé: o último bi-campeonato tinha sido no ano em que nasci

Primeira página do jornal A BOLA de hoje
A última vez que o Sporting Clube de Portugal tinha conseguido dois títulos consecutivos de campeão foi nas temporadas 1952/1953 e 1953/1954. 
1954, foi o ano em que nasci. Há 71 anos que não repetíamos esta proeza. Nem eu me recordo. Aliás, creio haver poucos, entre os vivos. 
Justifica-se, pois, o entusiasmo dos adeptos de todas as idades e nas mais diversas parcelas do mundo, não apenas em Portugal.