segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Por amor da santa: "novo amor trava fuga da mulher de rendeiro"

Dinheiro e amor casam bem. 
Como o veludo e a luz. 
Quanto sacrifícios pode exigir o amor? 
A rapidez com que o amor falido se pode transformar em rico amor! 
O amor: bem escasso, disputa farta... 
Não é para todos. Só para apaixonados.

Via Correio da Manhã

Para ler melhor, clicar em cima da imagem

domingo, 7 de novembro de 2021

Tudo por um tacho...

No próximo governo, seja qual for o partido vencedor e o respectivo programa: 

Convento de Seiça: para já, "nem está apresentada candidatura, nem existem fundos e nem há visto do Tribunal de Contas"

Via Diário de Coimbra

Não é um capricho, é porque precisa, tenho receio da situação» e por isso, «suster o que está em risco», no Mosteiro de Seiça, na freguesia do Paião, «é urgentíssimo», declarou o presidente do município aos jornalistas, à margem da última reunião do executivo camarário da Figueira da Foz.

A questão foi suscitada na sessão pelo facto de ainda não existir visto do Tribunal de Contas à empreitada, orçada em 2,7 milhões de euros, nem aprovação da candidatura a fundos do Portugal2020, que suportam a obra em 85% do seu financiamento.
«A conversa é de que está no PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), mas está é inscrito, não está apresentada a candidatura», disse Santana Lopes, acrescentando que o monumento de Seiça «tem ainda os fundos para aprovar». «E tem o visto do Tribunal de Contas para ser dado. O visto só é concedido quando houver a aprovação da candidatura aos fundos europeus, portanto, estamos aqui num impasse»."

"Vós sois o sal da terra", Vos estis sal terrae. S. Mateus, V, l3

Video sacado daqui

Tenho amigos em todos os quadrantes ideológicos. 
Há pessoas, porém, que só têm amigos de direita ou de esquerda. 
Confesso que esse tipo de gente, é a espécie que me assusta mais. 
A ideia de que duas pessoas, para terem um bom relacionamento de amizade, têm de  partilhar as mesmas opiniões políticas, a meu ver, é de uma perversidade cruel e desumana.

Ser do contra é algo que frequentemente aparece numa conversa para descrever alguém.
Pois bem, como hoje acordei bem disposto, admito: sou do contra. 
Umas vezes de forma assertiva;  outras vezes não. 
Isso não dignifica a minha imagem?
Esse problema, para mim, não existe. Putativamente, poderia ser levantado se desse importância à minha imagem. O que não acontece.
Como já devem ter percebido, polticamente falando,  sou um peixe fora de água. 
Porém, não pensem que, alguma vez, tive a tentação de atirar-me lá para dentro.

Mais a sério.
Como é óbvio, não sou sempre do contra. Mas gosto de ser: sobretudo, quando isso me diverte. 
É claro que isso tem efeitos. Confrontar quem nos rodeia, colocando questões concretas, apenas pelo prazer de o fazer, pode, se for bem feito, despertar alguma coisa. E, quando menos se espera, as surpresas acontecem e as pessoas revelam-se. A máscara, sem nínguem ter pedido, cai. E cai nas situações mais aberrantes. 

Ontem, ao realizar um dos meus sempre agradáveis passeios ao longo do molhe sul do estuário do Mondego, vindo do nada, ouvi um peixe confidenciar-me: «isto aqui pelo Cabedelo não anda nada bom. Está uma boa merda...»
Lembrei-me do Padre António Vieira e respondi aos irmãos peixes: «resta fazer-vos uma advertência muito necessária, para os que viveis nestes mares. Como eles são tão esparcelados e cheios de baixios, bem sabeis que se perdem e dão à costa muitos navios, com que se enriquece o mar e a terra se empobrece. Importa, pois, que advirtais, que nesta mesma riqueza tendes um grande perigo, porque todos os que se aproveitam dos bens dos naufragantes, ficam excomungados e malditos.»

sábado, 6 de novembro de 2021

"Maioria dos portugueses prefere Rui Rio a Paulo Rangel"

Foi  um político de peso...


Porém, agora parece que lhe escasseia peso político...

"A Sondagem da Universidade Católica para a RTP indica que Rui Rio recolhe mais preferências nas perguntas sobre quem será melhor Líder do partido e melhor primeiro-ministro."

A classe política...

Em Portugal, a classe política é gente à parte e vive entregue a si mesma.
Nas suas conversas e encontros, no isolamento das suas casas luxuosas, nunca ou quase nunca, vive concretamente a vida do cidadão comum, aquele que anda em transportes colectivos, aquele que anda pelo meio da rua, trabalha num local colectivo e frequenta um mercado. 
Em Portugal, os melhores entregam-se ao trabalho fora da política. A política tornou-se um misto de palavras, armadilhas, traições e intrigas... 
E assim vão ficando os piores - como já estão e a confirmarem-se certas notícia que correm, ainda mais vão ser nos tempos próximos.
«Assim se faz uma estrela!»
"O primeiro passo é fazer qualquer coisa que chame a atenção da comunicação social como seja um aparecimento repentino (para político até aí cinzento e sem chama) em “farra” inesperada com direito a bebedeira pública, ou assim tornada por vídeos de amigos, logo seguida de uma “saída do armário” que é nos tempos que correm um acto de coragem, uma espécie de medalha também. 
Depois é esperar que a imprensa e televisões se encarreguem da construção da imagem. O problema começa quando os comentadores televisivos (ver o caso do comentário de Marques Mendes na SIC) e jornalistas com curriculum se entusiasmam de tal modo que se tornam promotores entusiásticos da promovida figura até atingirem o irracional e mesmo o ridículo. 
Tudo isto vem a propósito do editorial de Manuel Carvalho de dia 2, em que este jornalista chega a dizer que a legitimação de Rui Rio no PSD seria diminuída com uma previsível ida às urnas no país face a uma eleição interna no dito partido! 
Só posso interpretar esta afirmação como uma tentativa de promoção do dito político, agora estrela “brilhante” para a comunicação oficial. 
Aproveito para declarar que nada me liga ao PSD."
José Alberto Tomé, Lisboa, via Jornal Público

PEDRO AGOSTINHO CRUZ

 Via Diário as Beiras

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Antes e depois, sempre o mesmo...

Ainda me lembro, que quando era miúdo, no final da década de 50 do século passado, não havia frigorífico nem fogão, nem água canalizada, nem luz, na minha casa.
Na maioria das casas da Aldeia havia frio e fome. Felizmente, na minha casa nunca faltou que comer. Mas as dificuldades eram muitas.
Nesse tempo que já lá vai, as elites das classes altas em Portugal confiavam o governo da Pátria a gente de origem humilde, hábitos simples e pouca ambição social. Foi assim que o filho dos caseiros de Santa Comba chegou a ditador. 
Depois do 25 de Abril de 1974, já em Democracia, a vida melhorou para a maioria da gente da minha Aldeia.
As elites mudaram. Tornaram-se  burguesas. Perturbaram-se com o senhor que subiu na vida directamente da gasolineira do pai  para a universidade estrangeira. Sentiram repulsa quando o homem, na campanha para presidente depois de ter sido 1º. ministro,  falava de boca cheia e não gostavam de o ver junto dos Ricardos Salgados desta vida, então ricos,  poderosos e famosos. 
Antes do 25 de Abril de 1974, as elites contratavam filhos de caseiros para tratar da Nação. Depois do 25 de Abril, as elites burguesas incomodaram-se porque viram os filhos dos donos das gasolineiras passarem a mandar.
Sentiram-se despromovidos, ameaçados e humilhados. Tiveram medo de ser confundidos com o povo. Todavia, não tinham nada a recear. Os filhos dos senhores das gasolineiras que subiram na vida e chegaram a posições de destaque na política, continuaram a defender os interesses dos mesmos que defendeu o filho do caseiro de Santa Comba que chegou a ditador.
Os pobres é que sempre pagam as crises.

O presidente da concelhia do PSD renunciou ao mandato....

Via Diário as Beiras

"Os social-democratas devem ter em breve eleições antecipadas para escolher a nova concelhia".

Vox pop.: "Quem boa cama fizer nela se há-de deitar"...

Imagem de autor desconhecido

A luta por um bem: um partido político

Pacheco Pereira

"Possuir um grande partido, como o PSD, ou mesmo um pequeno partido como o CDS, significa ter um grande património para distribuir pelos “seus”, lugares, empregos, oportunidades, estilos de vida acima das qualificações, possibilidade de mandar e corromper, poderes macros e micros, pose e pompa.

O que se passa no PSD e no CDS é um conflito de uma enorme agressividade, que surpreenderia quem está fora da vida partidária, se o conhecesse tal como ele é. É parecido na sua acrimónia e violência com um conflito sobre marcos ou sobre o uso da água duma nascente, daqueles que historicamente são a fonte de assassinatos nos campos, animosidade de famílias por gerações, onde vinganças e ameaças são comuns. Há razões políticas e ideológicas, mas são mais ténues do que parecem e estão limitadas a um pequeno número dos combatentes. O que se passa é que o conflito é por um bem, e um bem escasso: a posse e o controlo sobre um partido político, numa democracia que deu muitos poderes aos partidos.

Possuir um grande partido, como o PSD, ou mesmo um pequeno partido como o CDS, significa ter um grande património para distribuir pelos "seus", lugares, empregos, oportunidades, estilos de vida acima das qualificações, possibilidade de mandar e corromper, poderes macros e micros, pose e pompa. Infelizmente, quanto maior é a degradação política e ideológica de um partido, maior é a competição por estes bens."

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo: há falta de mão de obra porque trabalhadores exigem “melhores condições”

Verdadeira artista:

Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, na Web Summit

Foto: MARIO CRUZ/EPA

«A secretária de Estado do Turismo vai a evento maioritariamente assegurado por trabalho voluntário, onde o organizador recebe do Estado 11 milhões de euros por cada edição, além do recinto onde decorre o evento, wi-fi, equipamentos de palco, recepções várias e uma campanha promocional suportados por outras entidades, dizer que há falta de mão-de-obra porque 
agora os trabalhadores exigem melhores condições, coisa que não acontecia antes da pandemia em que trabalhavam que nem uns alarves por tuta e meia.»

Presidente da República convoca eleições antecipadas para 30 de janeiro de 2022

Via RTP

«"Uma semana e um dia depois da rejeição do Orçamento para 2022 encontro-me em condições de vos comunicar que decidi dissolver a Assembleia da República e convocar eleições para o dia 30 de janeiro de 2022", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, numa comunicação ao país, a partir do Palácio de Belém, em Lisboa.

De acordo com a Constituição, as eleições legislativas antecipadas têm de se realizar nos 60 dias seguintes à dissolução do Parlamento - que só poderá ser decretada, portanto, a partir de 1 de dezembro.»

O AZAR DO NOVO VEREADOR DAS OBRAS MUNICIPAIS...

 Hoje de manhã, próximo do Jardim Municipal, dois amigos à conversa.

— Mas que se passa com esta cidade? Há obras por todo o lado. Valha-me deus...

— É o progresso...

— Cuidado aí... Chegue-se mais para cá.

E, entretanto, foram andando em direcção à margem do rio, frente à marina.

— Arre, sente-se bem que chegamos à beira-rio, que humidade!

— Aperte bem o casaco, veja lá. Não deve dar jeito adoecer agora...

 Voltando à conversa entre os dois amigos... 

— Temos então que a câmara cá da terra tinha uma maioria absolutíssima e parecia lançada para um novo mandato. Tanto assim era, que pela oposição habitual se apresentou desportivamente um bom candidato perdedor.

— Estou a ver... Pessoa séria, que não queria mesmo ganhar, mas que fez o frete ao partido de se queimar nas eleições.

— Mas apareceu um candidato fora da caixa, um tal de Santana - e lixou a coisa toda...

— Sério?

— Hum... E depois, que aconteceu?

— A oposição fora da caixa tomou conta disto...

— Ganharam?

— Ganharam. Por meia centena de votos, mas ganharam.

— E agora? O que vão fazer a estas obras?

— Vão terminá-las... E se já estão atrasadas!

— Então isto acabou por sobrar para o novo vereador das obras municipais. Quem é o desgraçado?

— O Manuel Domingues...

— Mas esse, na Assembleia Municipal, não votou contra as obras?

— Penso que votou...

— É preciso ter azar...

Aproxima-se a hora do almoço.

— Cuidado aí, isto anda tudo em obras, talvez seja melhor mudarmos de passeio.

— Cuidado: vêm lá três cães. Será seguro?

— Estão com trela?..

Santana Lopes está a seguir o guião por si próprio anunciado no acto da tomada de posse

O património - em particular o Mosteiro de Seiça e o Paço de Maiorca, “realidades que estão muito complicadas” - e a “resposta social, com os centros de saúde e o sistema de transporte das pessoas que vivem mais longe do centro do concelho”, são as áreas em que o autarca prometeu no dia da tomada de posse “trabalhar mais depressa”. Nesse dia 17 de Outubro p.p., o agora independente Pedro Santana Lopes eleito pelo movimento “Figueira a Primeira”, assumiu também como prioridades o mar, a erosão costeira,  o regresso do ensino superior e as respostas sociais. Sem esquecer, contudo, a necessidade de  "acabar as obras em curso".
Ontem, à margem da reunião de câmara, Santana Lopes disse aos jornalistas, que dá prioridade à reabilitação do património municipal. O autarca referia-se a imóveis como o Mosteiro de Seiça (Paião), o Paço de Maiorca, o Palácio Conselheiro Lopes Branco (Maiorca) ou o moinho de marés (Alqueidão). “É prioridade para mim o património ser recuperado”, afirmou. A propósito de Maiorca, Pedro Santana Lopes garantiu: “o Paço de Maiorca vai ser recuperado, não tenham dúvida nenhuma”. Por outro lado, “o Mosteiro de Seiça não pode esperar. Quero começar a intervenção, porque o mosteiro precisa”, disse ainda Pedro Santana Lopes.
Portanto, até ao momento, Santana Lopes está a seguir o guião por si próprio anunciado no dia da tomada de posse.
Via Diário as Beiras ficam as principais decisões tomadas na reunião de câmara realizada ontem, para além da reabilitação do património: aprovação da delegação de competências, videovigilância no Bairro Novo e continuação de Rui Duarte à frente da Figueira Domus.

Ser gente

 


"Um homem com mobilidade reduzida precisou de uma rampa amovível cedida por uma empresa de construção civil para entrar anteontem no Tribunal do Trabalho da Figueira da Foz"...

 Via Jornal de Notícias

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Recuperação de edifícios municipais é “prioridade” para Santana Lopes na Figueira da Foz

Via Notícias de Coimbra
"A recuperação de edifícios municipais, como o Mosteiro de Seiça ou o Paço de Maiorca, para que as pessoas os possam visitar, é uma “prioridade” para o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes. 
A questão da reabilitação do Mosteiro de Seiça foi hoje suscitada na reunião do executivo, devido a não existir ainda visto do Tribunal de Contas à empreitada orçada em 2,7 milhões de euros, nem aprovação da candidatura a fundos do Portugal2020, que suportam a obra em 85% do seu financiamento.
“Seiça tem ainda os fundos europeus para aprovar. E tem o visto do Tribunal de Contas para ser dado. O visto só é concedido quando houver a aprovação da candidatura aos fundos europeus, portanto estamos aqui num impasse”, frisou Santana Lopes, em declarações aos jornalistas à margem da reunião camarária. O presidente do município enfatizou que a recuperação do Mosteiro de Seiça “não pode esperar”: “Quero começar as obras, não é por mim, não é um capricho, é porque o Mosteiro precisa, tenho receio na situação”, alertou. 
Um dos receios, há muito identificado, diz respeito à situação da igreja em ruínas, que possui árvores no topo das duas torres e cujas raízes ameaçam a estabilidade da fachada do século XVI. 
Localizado num vale da freguesia de Paião, no sul daquele concelho litoral do distrito de Coimbra, junto à linha ferroviária do Oeste e ribeira de Seiça, o mosteiro teve origem na fundação da nacionalidade, embora o conjunto edificado atual seja dos séculos XVI e XVIII. 
Santana Lopes classificou a situação de “urgentíssima”, acrescentando que a primeira prioridade é “o que está em risco” no Mosteiro, ou seja, a “consolidação” do edificado em ruínas. Quanto ao projeto do anterior executivo em criar em Seiça um centro de interpretação, Santana Lopes manifestou “dúvidas”. “Acho que o Mosteiro tem de ser devolvido, tanto quanto possível, à sua pureza. Vejo-o como local de visita, a Figueira precisa, como de pão para a boca, de ter os seus pontos de interesse e relevo patrimonial em estado de serem visitados. Para que os cruzeiros que aqui param, os passageiros não se meterem na camioneta e irem para outras cidades”, ilustrou.

A recuperação de edifícios estende-se ao Paço de Maiorca – adquirido para o município precisamente por Santana Lopes há mais de 20 anos. Em 2008, o executivo do PSD aprovou uma parceria público-privada para ali edificar uma unidade hoteleira, a obra acabou abandonada e o processo judicial que se seguiu terminou com o município da Figueira da Foz a ter de pagar cerca de cinco milhões de euros à massa insolvente da sociedade. “Que o Paço de Maiorca vai ser recuperado não tenham dúvida nenhuma, a orientação é recuperar”, garantiu Santana Lopes. Sobre o edifício do século XVIII, que pertenceu aos Viscondes de Maiorca, o autarca revelou que na sequência de parceria público-privada “muito má” foram construídos, em anexo ao edifício principal, mais de 30 apartamentos, e existe uma “ponderação a fazer”, sem adiantar, de momento, mais pormenores sobre um eventual destino a dar ao Paço. 
“O valor primeiro é o relevo patrimonial, dentro da importância da vila de Maiorca, que tem características muito próprias”, sublinhou Santana Lopes, aludindo à envolvente do Paço, onde se inclui, igualmente, o Palácio Conselheiro Branco, também propriedade municipal. 
 “Fará sentido uma nova sede de Junta de Freguesia ou de serviços, meio milhão de euros, quando temos o Palácio Conselheiro Branco por recuperar? Temos de trabalhar na melhor opção”, frisou o presidente da Câmara."

Nota de rodapé.
Recorde-se que tanto o Convento de Seiça como o Paço de Maiorca estão (ou estiveram) à venda durante anos...