quinta-feira, 25 de março de 2021
Exorcismo
quarta-feira, 24 de março de 2021
Autárquicas 2021: ponto de reflexão...
Pluralismo, no interior dos partidos, não passa de uma palavra: não tem consequência prática.
O voto que conta, o voto que decide é o dos interesses.
Com o desaparecimento da ideologia da vida política, o objectivo dos actores políticos é o alcançar um cargo que lhes permita conseguir comissões e tachos.
Como a passagem dos anos não perdoa, muitos dos velhos caciques estão a desaparecer.
Os novos jotas estão a vislumbrar janelas de oportunidade. Aspiram a ser eles os caciques que se seguem.
Com uma particularidade: são ainda mais ambiciosos, portanto, mais agressivos, mais ferozes e mais desonestos do que os anteriores.
A ética desaparaceu. De vulgares servis (assessores, chefes de gabinete, peões de brega...) alguns já se julgam os novos senhores do poder partidário. Calculistas, frios e cruéis, nada é obstáculo para as suas aspirações. Se necessário for, opta-se, sem qualquer limite, pela crueldade de procedimentos.
Sem formação académica, uns, outros com diplomas manhosos, sem competências técnicas ou profissionais, escolheram no final da adolescência a via mais fácil: a preguiça do gabinete para conspirar e promover a intriga pessoal e política (aproveitando a muleta das novas tecnologias) e o tráfico de votos nas eleições internas.
A justificação para a existência deste sub-mundo sórdido na vida política é a da defesa da tribo. Uma tribo sem moral.
No país político, o financiamento partidário é um disfarce dos negócios menos claros, de luvas interessantes e comissões que acabam, umas nos sacos azuis, outras em gavetas de casas luxuosas ou cofres de banco discretos.
É nas câmaras e nas juntas que se fixa e cimenta o poder partidário.
Alguém acredita na regeneração interna dos partidos e na moralização da vida política?
Sem formação cidadã, ética, sentido de servir e não servir-se, argamassa ideológica, o que vai continuar a mobilizar os aspirantes a políticos é o combate pelo tacho, as mordomias e o dinheiro.
Não é de hoje este estado de coisas.
Uns, calaram-se definitivamente. Outros, armados em D. Quixotes, optaram pelo serviço público, que consiste, por exemplo, em andar por aqui a tentar alertar a consciência colectiva.
O sucesso, porém, é pouco.
Para mudar isto, a luta passa pelo combate cultural e pela valorização da ética.
A felicidade não é uma coisa fácil...
Porém, se o primeiro faltar está tudo perdido..."
terça-feira, 23 de março de 2021
Autárquicas 2021: Santana definitivamente "fora de jogo"?..
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| Imagem via Pedro Agostinho Cruz |
O que vale é que deve continuar a haver rennie disponível nas farmácias...
Há coisas que só quem pertence aos aparelhos partidários consegue perceber.
Por exemplo, a exigência da distrital do PS de Coimbra no dia 6 do corrente mês de Março: "demissão imediata” do presidente da Turismo do Centro, Pedro Machado, por ter assumido a candidatura do PSD à Câmara da Figueira da Foz!
Autarcas 2021: a coisa em Lisboa promete magia...
Já só falta entrarem os cuspidores de fogo e os domadores de tigres. É que os malabaristas já estão a jogo.
O candidato Carlos Moedas afirmou que se ganhar as eleições em Lisboa vai criar um “Plano de Contingência para responder a futuras pandemias em Lisboa”.
... da série, legislação para preservar o arvoredo urbano
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| fotos daqui |
Legislação para preservar o arvoredo urbano
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| Foto Ines Contis |
A pequenez da Figueira
Neste momento, sinto-me menosprezado pelos governantes locais.
segunda-feira, 22 de março de 2021
Momento eleitoral autárquicas 2021: vai de vento em popa a candidatura do PS Figueira...
Luís Semedo, mandatário do candidato Carlos Monteiro(foi mandatário do candidato derrotado Carlos Tenreiro, derrotado por João Ataíde em 2017)
(foi candidato derrotado à concelhia do PS, em 2013, por João Portugal)
Eu nem queria acarditar!...
Mas, esbardalhei-me todo com este mumento de excepçiunal bum humor propricionado pelo Douto Doutor Tenrinho!..
E se Pedro Machado não desiste?
O antigo primeiro-ministro liderou o município figueirense, eleito pelo PSD, entre 1998 e 2001, quando saiu para se candidatar à autarquia da capital.
Nas redes sociais, Santana Lopes evocou agora os 20 anos dessa saída e o quanto ela lhe custou, referindo que a “Primavera” está de volta.
O nome de Santana chegou a ser falado para protagonizar novamente a candidatura social-democrata, mas o partido optou por escolher o presidente da Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado."
Está mais do que visto. Se dependesse dele, Santana Lopes, após muita ponderação (e ainda o acusam de impulsivo, errático, falta de sentido de estado e sabe-se lá mais o quê...), já estava de regresso à Câmara da Figueira da Foz.
Sempre notável a forma apaixonada como abraça a causa pública. Ternurento o seu amor incondicional à Figueira!
Bem hajas apóstolo predilecto de Francisco Sá Carneiro!
Só que existe um problema. Pedro Machado, não anda por aí: está aí!
Enfim, haja juízo...
Candidatura de Carlos Monteiro à presidência da Câmara renova promessas de 2019: piscina coberta, pavilhão polidesportivo e parque verde!..
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| Diário as Beiras, 14 de Abril de 2020 |
domingo, 21 de março de 2021
No dia 21 de setembro, comemora-se o Dia da Árvore em todo o território nacional...
"Feliz dia mundial da árvore!
Um ano de descendência do Freixo tricentenário!
Devagarinho devagarinho continua a acordar!
Continua a luta e aquela incerteza mas vou fazer o possível para que tudo corra bem."
O momento na Figueira
sábado, 20 de março de 2021
Noticia de última hora...
«A Concelhia da Figueira da Foz do PS aprovou, hoje, com 45 votos a favor e dois contra, Carlos Monteiro como cabeça de lista do partido à câmara. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o candidato adiantou que o seu programa eleitoral terá como objetivos principais captar novos residentes para o concelho, através da ampliação da Zona Industrial, e aumentar a qualidade de vida dos figueirenses.
Foram, ainda, aprovados José Duarte (40 votos a favor e sete contra) como candidato ao terceiro mandato na presidência da Assembleia Municipal, Luís Semedo (o independente que foi mandatário do candidato do PSD, em 2017, Carlos Tenreiro) como mandatário de Carlos Monteiro, Tiago Castelo Branco (ex-presidente da Comissão Federativa de Coimbra de Jurisdição e ex-chefe de gabinete de João Ataíde) como diretor de campanha e Hugo Rocha como diretor financeiro.
Carlos Monteiro, presidente da autarquia desde abril de 2019, sucedendo a João Ataíde (entretanto, falecido), e líder do Secretariado da Concelhia figueirense do PS, viu, ainda, aprovados os nomes dos cabeças de lista às assembleias de freguesia (falta concluir o processo em Lavos e Moinhos da Gândara).»


















