domingo, 5 de maio de 2019
A Figueira política no seu melhor...
"A bancada destinada aos Vereadores do PS na última Assembleia Municipal - 30/04/2019 - conta agora com novas caras, em contraponto com a bancada do PSD (situada do lado oposto)." Carlos Tenreiro
Nota de rodapé.
Carlos Tenreiro, pela amostra, falta-lhe muito para ser político. Pelo que julgo conhecer dele, tem uma fé inusitada na natureza humana, vulgo inocência. Aceitou ser candidato à presidência da câmara municipal da Figueira da Foz, sem condições objectivas de autoridade, de autonomia, de controlo e margem de manobra. Aceitou dar a cara e acabou humilhado nas urnas de voto.
Enveredou, ao que parece, agora por outro caminho. É assim que funciona a intriga. Mas, não tem coragem para dizer o que pretende: que Ricardo Silva está no lugar natural dele, desde 2009, quando promoveu e apoiou a candidatura de João Ataíde.
Todavia, Monteiro não precisa disso para nada, porque afinal "os figueirenses conhecem-no".
Carlos Monteiro, neste momento, é o único político na Figueira que não precisa de fazer compromissos com ninguém. E, muito menos, precisa do apoio de Carlos Tenreiro.
Carlos Tenreiro tem de perceber o óbvio. E o óbvio é: o que fez, foi caminhar pelo populismo mais rasteiro...
O caminho não é por aí... Como deve saber, as teorias da conspiração são um eloquente exemplo de populismo.
Europeias 2019: debate televisivo entre João Ferreira (PCP) e Paulo Rangel (PSD)
Para assistir clicar aqui.
Espero que seja tão animado como sempre. Ou, se possível, ainda mais...
Crónica publicada no Diário as Beiras no passado dia 3 do corrente
quarta-feira, 1 de maio de 2019
terça-feira, 30 de abril de 2019
Mais uma conclusão que revela bem a "qualidade" do bando de inúteis e a total irresponsabilidade e a falta de preparação desta gente...
"Os membros da administração de João Salgueiro, antigo presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), "não entenderam bem aquilo que estavam a assinar" na operação da Boats Caravela, que gerou perdas de 340 milhões de euros para o banco público.
É esta a conclusão de António de Sousa, o sucessor de João Salgueiro na presidência da Caixa, que, esta terça-feira, 30 de abril, está a ser ouvido na segunda comissão parlamentar de inquérito à recapitalização da CGD e à gestão do banco."
É esta a conclusão de António de Sousa, o sucessor de João Salgueiro na presidência da Caixa, que, esta terça-feira, 30 de abril, está a ser ouvido na segunda comissão parlamentar de inquérito à recapitalização da CGD e à gestão do banco."
1º. de Maio
Via Diário as Beiras
"... é bom lembrar que temos feriados em que se comemoram personalidades ou factos, mas neste nem factos nem personalidades, neste comemora-mos nós próprios, estes é o nosso feriado, este é de todos nós! Na Figueira não passa despercebido, sempre bem assinalado e com festa no jardim! Viva o 1.º de Maio!"
Cannabis
Há cada coincidência!..
"Em 17 de Janeiro de 2019 o PSD votava no Parlamento contra o projecto de lei do Bloco de Esquerda para a legalização da cannabis para uso recreativo. Em 25 de Março Ângelo Correia anunciava a entrada no negócio da cannabis através da compra de 40% da empresa Terra Verde, licenciada para o cultivo. A 28 de Abril o PSD avança com proposta de legalização da cannabis para fins recreativos na próxima legislatura. Janeiro, Fevereiro, Março, Abril do mesmo ano de 2019.
Apesar dos actores entrarem e saírem consoante as épocas e as temporadas "O Bando" não é aquela companhia de teatro sediada em Palmela, não."
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Geralmente até me dou bem com as contas, por mais complicadas que sejam, mas confesso que estes números são estranhos...
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| Imagem via Diário as Beiras |
receitas ascenderam a cerca de 122 mil euros. Despesa situou-se nos 170,5 mil euros. Défice chegou perto dos 48,3 mil euros.
Hoje, no Diário as Beiras pode ler-se em título: "FINDAGRIM reduz orçamento em 45 mil euros".
No corpo da notícia, "Rui Ferreira (presidente da junta deMaiorca) O autarca que o orçamento deste ano, de 130 mil euros, sofreu uma redução de 45 mil euros, em comparação com 2018, ano em que registou um prejuízo de cerca de 40 mil euros. A Câmara da Figueira da Foz contribui com 30 mil euros, podendo ir até aos 40 mil, se houver passivo."
Arquitecto Ricardo Vieira de Melo
...a propósito da apresentação do livro «Forte de Santa Catarina: Imagem de um Território», hoje, 29 ABRIL, pelas18h00, a qualidade argumentativa dos que na página do Museu Santos Rocha recusaram o convite para o evento, deixaram-me, como leigo em arquitectura, na condição de espectador verdadeiramente curioso, mas que por motivos pessoais, também não pode comparecer. Para eles um abraço agradecido de um leitor da blogosfera que aprendeu imenso com este debate.
Não consigo acrescentar muito mais ao que já foi dito (frase de político quando não sabe o que há-de dizer). Talvez reafirmar que gostava de ver o traço de Ricardo Vieira de Melo erradicado da paisagem urbana de uma cidade portuguesa tão bonita como era a Figueira...
Via Luís Pena:
"Consta na Página do Face do Museu Municipal Santos Rocha que hoje, dia 29, pelas 18h, virá à Figueira o senhor Arquitecto Ricardo Vieira de Melo... Fui convidado via Face para esse evento, mas na página declinei o convite pelas razões que lá referi... Era bom que esse arquitecto, que auferiu a módica quantia de 74.500,00€ pelo Projecto de Reconversão (eu diria, de destruição...) da zona baixa de Buarcos, tivesse presente o Regulamento de Deontologia da Ordem dos Arquitectos: Artigo 3.° Deveres do arquitecto para com a comunidade Constituem deveres do arquitecto para com a comunidade: a) Orientar o exercício da sua profissão pelo respeito pela natureza, bem como pela atenção pelo edificado pré- -existente, de modo a contribuir para melhorar a qualidade do ambiente e do património edificado; b) Diligenciar , no exercício da profissão, pelo efectivo e correcto cumprimento de toda a legislação aplicável; c) Assegurar e melhorar a sua competência, para o que deve contribuir e participar em actividades de informação, formação e aperfeiçoamento, nomeadamente as aceites ou promovidas pela Ordem dos Arquitectos; d) Contribuir para acções de interesse geral no domínio da arquitectura, nomeadamente participando na discussão pública de problemas relevantes no seu âmbito; e) Favorecer a integração social, estimulando a participação dos cidadãos no debate arquitectónico e no processo decisório em tudo o que respeita ao ambiente, ao urbanismo e à edificação;"
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"Consta na Página do Face do Museu Municipal Santos Rocha que hoje, dia 29, pelas 18h, virá à Figueira o senhor Arquitecto Ricardo Vieira de Melo... Fui convidado via Face para esse evento, mas na página declinei o convite pelas razões que lá referi... Era bom que esse arquitecto, que auferiu a módica quantia de 74.500,00€ pelo Projecto de Reconversão (eu diria, de destruição...) da zona baixa de Buarcos, tivesse presente o Regulamento de Deontologia da Ordem dos Arquitectos: Artigo 3.° Deveres do arquitecto para com a comunidade Constituem deveres do arquitecto para com a comunidade: a) Orientar o exercício da sua profissão pelo respeito pela natureza, bem como pela atenção pelo edificado pré- -existente, de modo a contribuir para melhorar a qualidade do ambiente e do património edificado; b) Diligenciar , no exercício da profissão, pelo efectivo e correcto cumprimento de toda a legislação aplicável; c) Assegurar e melhorar a sua competência, para o que deve contribuir e participar em actividades de informação, formação e aperfeiçoamento, nomeadamente as aceites ou promovidas pela Ordem dos Arquitectos; d) Contribuir para acções de interesse geral no domínio da arquitectura, nomeadamente participando na discussão pública de problemas relevantes no seu âmbito; e) Favorecer a integração social, estimulando a participação dos cidadãos no debate arquitectónico e no processo decisório em tudo o que respeita ao ambiente, ao urbanismo e à edificação;"
domingo, 28 de abril de 2019
sábado, 27 de abril de 2019
Portugal profundo...
"O engraxócagadismo implacável", via o sítio dos desenhos.
"José Cunha Carvão é o nome do presidente da Assembleia de Freguesia de Maiorca.
Carvão é o “doutor” da terra (é professor de geografia no instituto D. João V) e, como tal, é muito considerado e reverenciado por, enfim (quase) todos os seus paisanos. Todas as aldeias deste Portugal imemorial têm um assim e não só nas novelas de Aquilino. Embora tenha sido eleito nas listas do PS (Partido Socialista) ou talvez por isso, José Carvão representa aquilo que de mais reaccionário persiste ainda e sempre no Portugal profundo.
... na mais recente sessão da assembleia, em lugar de, como lhe compete, fazer cumprir uma proposta do eleito da CDU aprovada por maioria absoluta há três ou quatro assembleias atrás (adquirir um zingarelho para gravar as intervenções dos eleitos do povo) assim cuidando que as actas das sessões sejam transcritas com alguma fidelidade, de preferência sem erros de ortografia, José Carvão, em modo melífluo e embaraçado, de solícito e feliz engraxa-o-cágado decidiu propor, decerto a pedido de várias famílias, uma espécie de moção de desagravo, voto de louvor ou menção honrosa ou lá o que era, ao xelentíssimo senhor doutor João Ataíde das Neves que tanto fez pla freguesia e agora nos deixou para secretário d’estado.
Perante a ausência massiva de quase toda a bancada do PSD (o seu único representante presente, fleumático ou distraído, algo blasé, receio que levemente ensonado, não me pareceu particularmente entusiasmado) o eleito da CDU chutou para canto - sugerindo-lhe a moção por escrito, em assembleia a realizar.
De modos que na próxima assembleia, os eleitos do povo de Maiorca terão certamente o privilégio de votar (e os paisanos de assistir) à leitura em alta-voz da prosa encomiástica (se for em verso será uma ode, só espero que não seja cantada) de José Cunha Carvão em louvor do xelentíssimo e diligente autarca que ofereceu a Maiorca a inauguração do restauro do senhor da Paciência (aprovado pelo seu antecessor); a concretização de um projecto “fechado” (sem discussão pública) de arranjo urbanístico do Largo da Feira Velha; nenhuma solução para o restauro e posterior utilização do palácio do conselheiro Lopes Branco e idem idem aspas aspas para o Paço - além do abate despropositado das carvalheiras do campo da bola e das excelsas podas nas árvores ornamentais, claro.
Decerto irá para os anais. Isto, como é óbvio, se entretanto já houver gravador para a sessão - e consequentemente, actas fidedignas do acontecimento."
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