Não
deve estar na lei, mas, a meu ver, mesmo na corrupção moral, há
os activos e os passivos.
Os activos, são os interessados que prometem ou dão vantagens a indivíduos colocados em lugares de poder público, para que se contornem ou facilitem obstáculos legais e deveres de função.
Os passivos são esses indivíduos de poder público que solicitam ou aceitam vantagens ou até a promessa das mesmas, lesando esses deveres.
Os activos, são os interessados que prometem ou dão vantagens a indivíduos colocados em lugares de poder público, para que se contornem ou facilitem obstáculos legais e deveres de função.
Os passivos são esses indivíduos de poder público que solicitam ou aceitam vantagens ou até a promessa das mesmas, lesando esses deveres.
Posto isto e sem mais comentários, faço minhas as palavras de O Jumento.
"Se o Luís fosse meu filho não gostaria de o ver acusado de ter sido levado ao colo pelo pai, de saber que os colegas só o respeitavam em função do pai e que em privado manifestavam desprezo pela forma como conseguiu o cargo. Não gostaria de ter um filho que sentisse vergonha ao ver outros serem obrigados a emigrar por não terem pais como o dele, por não terem ou não querem usar cunhas.
Se fosse o Luís faria tudo para conseguir subir por mérito, nunca aceitaria esquemas e exigiria que as minhas promoções ou colocações fossem alcançadas por concursos transparentes e justos.
Como português sinto vergonha ao ver certas coisas, este caso não merece um protesto mas antes vergonha por ter um político como Durão Barroso e pena do seu filho. Este país está ficando um nojo."





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